Portal de Periódicos da Ufersa (Univ. Federal Rural do Semi-Árido)
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    Mapeamento e análise documental do assédio moral organizacional/institucional na legislação brasileira

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    O assédio moral organizacional/institucional é um fenômeno cada vez mais comum no âmbito do trabalho, cujo objetivo é aumentar o controle das empresas sobre os/as empregados/as a fim de intensificar os índices de produtividade, por via das metas, que, por vezes, extrapolam a dimensão do tolerável e se transformam em violências criando condições desfavoráveis no próprio ambiente de trabalho, gerando espaços perpassados por medo, insegurança, adoecimentos, etc. Um tipo de prática ora silenciosa, ora explicita, sutil e perversa. O presente resumo é resultado das investigações vinculadas do plano de trabalho: Mapeamento e análise documental do assédio moral organizacional/institucional na legislação brasileira, vinculado ao projeto de pesquisa de Iniciação Científica PICI-UFERSA, assédio moral organizacional/institucional: as violências no trabalho no tempo presente. Para o processo de aproximação ao objeto de estudo desenvolvemos uma revisão de literatura, com o intuito de identificar suas particularidades e principais distinções assédio moral organizacional/institucional com o interpessoal, assim como a relação desse tipo de prática com as novas dinâmicas do mundo do trabalho na contemporaneidade. Para tanto, recorremos a autores/as como: Marie-France Hirigoyen (2000, 2014); Margarida Barreto; Ronaldo Pamplona Filho e Claiz Maria Pereira Gunça Santos, (2020); (Diniz, 2014), entre outros/as. Em seguida realizamos o levantamento em documentos como, Projetos de Lei na Câmera dos Deputados; a Constituição Federal e a Consolidação das Leis Trabalhistas, somado a esses documentos, exploramos também algumas Resoluções e Convenções na Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Tribunal Superior do Trabalho (TST). As primeiras análises foram realizadas na Convenção Nº 190 da OIT, nela identificamos a existência de legislações, regulamentos e acordos coletivos que visam proteger trabalhadores/as da violência e do assédio no trabalho, além da aplicação de métodos de prevenção, orientação e sensibilização no ambiente do trabalho. Em seguida, a pesquisa se concentrou na CLT e na página oficial da Câmara dos Deputados. Não foi possível identificar regulamentações ou menção ao assédio moral organizacional/institucional nas resoluções e Convenções, assim como nos Projeto de Lei que tratam da referida problemática que tramitam na Câmara dos Deputados. Dessa forma, concluímos que o assédio moral organizacional/institucional, apesar de ser uma realidade cada vez mais presente nas relações de trabalho, carece da desnaturalização e consequentemente do reconhecimento de que se trata de uma violência perversa, onde a abusividade do poder diretivo reside, potencializando sofrimento psíquico advindos da pressão por desempenho, sobrecarga de trabalho, competitividade, centralização das decisões, rigor hierárquico e da falta de reconhecimento no trabalho, aspectos atravessados pelo medo, que incide diretamente, tanto na dimensão coletiva, quanto individual dos/as sujeitos inseridos/as nesse contexto. O enfrentamento a esse tipo de violência, é pressuposto fundamental para garantir a dignidade da pessoa humana, a valorização social do trabalho, o direito a saúde e segurança. Confrontar essa problemática demanda reconhecimento, ações integradas, leis especificas e punições, tanto em nível individual quanto por intermédio de políticas e práticas organizacionais

    Caracterização química de pó de rocha para uso na remineralização do solo.

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    O pó de rocha é utilizado na agricultura como remineralizador, fornecendo nutrientes essenciais para o solo de forma sustentável. Remineralizadores são materiais que liberam minerais e oligoelementos lentamente, melhorando a fertilidade do solo e reduzindo a necessidade de fertilizantes químicos. Os nutrientes presentes no pó de rocha, como potássio, cálcio, magnésio e silício, são fundamentais para o crescimento saudável das plantas. Assim, uma técnica utilizada para determinar a composição química dos minerais do pó de rocha, é a fluorescência de raios-x que permite a quantificação precisa dos óxidos e outros elementos essenciais, bem como elementos potencialmente tóxicos. Dessa forma, objetiva-se com essa pesquisa caracterizar quimicamente os pós de rocha adquiridos em pedreiras próximas a região de Mossoró, para possível uso na remineralização do solo. Para isso, amostras de pó de rocha foram coletadas nos municípios de Caraúbas, Upanema e Itajá. Em seguida, foram encaminhadas para o Laboratório de Recepção e Preparo de Amostras (LABRPA), localizado no Centro de Ciências Agronômicas e Florestais, pertencente à Universidade Federal Rural do Semi-Árido. Posteriormente, as amostras seguiram os critérios da Instrução Normativa 5 de 2016 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para que o pó de rocha seja utilizado como remineralizador do solo. Inicialmente, as amostras foram peneiradas em peneira de 50 mesh e encaminhadas para laboratório credenciado pelo MAPA, sendo os resultados da composição química expressos em óxidos. Com os resultados obtidos, foi avaliado a soma de base total (mínimo 9%), o teor de K2O (mínimo 1%), o conteúdo de quartzo (sílica livre – máximo 25%) e os elementos potencialmente tóxicos (arsênio, cádmio, mercúrio e chumbo). Com isso, verificou-se que o pó de rocha coletado em Upanema pode ser uma alternativa promissora para a remineralização do solo devido a sua caracterização química está adequada aos requisitos preestabelecidos por lei

    Avaliação do potencial de degradação de polietileno por microrganismos isolados de sedimentos da costa semiárida contaminados por petróleo

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    A larga produção de polímeros plásticos emerge como uma das maiores crises ambientais contemporâneas, por causa da sua lenta decomposição no meio ambiente. O descarte inadequado de toneladas de resíduos plásticos a cada ano tem ocasionado danos aos ecossistemas, contaminando solos, oceanos, e colocando em risco a biodiversidade e a saúde humana. Neste contexto, a biorremediação, que utiliza organismos para degradar poluentes, surge como uma solução promissora. A biodegradação bacteriana dos plásticos ocorre através de um processo enzimático complexo, no qual as bactérias secretam enzimas que atuam sobre as ligações químicas dos polímeros, fragmentando-os em moléculas menores. Essa capacidade biotecnológica representa um avanço significativo na busca por soluções para a poluição por plásticos, oferecendo uma alternativa mais sustentável aos métodos tradicionais de tratamento de resíduos. Assim, o objetivo do presente trabalho foi isolar microrganismos a partir de amostras de sedimentos da costa semiárida contaminados com o petróleo e avaliar o potencial de biodegradação de polietileno (PE) por esses microrganismos. Para tanto, foram coletadas amostras de sedimentos contaminados por petróleo proveniente do derramamento que atingiu a praia de Emanuelas, em Tibau (RN). Essas amostras foram transportadas sob refrigeração para o Laboratório de Biotecnologia e Microbiologia Ambiental (LABIOMA), onde foi realizado o isolamento de bactérias utilizando técnicas de enriquecimento com diferentes concentrações de NaCl. Os isolados obtidos foram submetidos a testes enzimáticos para detecção de lacases e degradação de polietilenoglicol (PEG), a forma solúvel do Polietileno (PE). No total, foram obtidos 8 isolados, dos quais os isolados BSS6, BCS1.1, BCS7.1, BCS8.1, BCS1.2, BCS3.2 e BCS5.2 apresentaram resultados positivos com índice enzimático para degradação de polietilenoglicol variando de 1,04 a 1,49; e as cepas BCS1.1, BCS7.1, BCS1.2, BCS3.2 e BCS5.2 apresentaram resultados positivos para a produção de lacases. Dessa forma, o estudo evidenciou o potencial dessas cepas bacterianas para serem usadas em futuras estratégias de biodegradação de resíduos plásticos, destacando que 50% das cepas obtidas no estudo apresentaram as duas habilidades testadas. No entanto, para confirmar a capacidade dos isolados em degradar o PE, ensaios de degradação usando o polímero como única fonte de carbono precisarão ser realizados, como por exemplo, usando o isolado BCS5.2, o qual apresentou uma média de índice enzimático da degradação de polietilenoglicol 1,10, além de capacidade para produzir lacases

    Explorando a relação entre o bem-estar subjetivo e a conservação da Caatinga

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    Este estudo analisou a relação entre o bem-estar subjetivo de agricultores do Rio Grande do Norte e as contribuições da natureza para as pessoas (NCPs). A pesquisa, realizada entre agosto de 2023 e abril de 2024, incluiu 139 entrevistas em assentamentos rurais dos municípios de Apodi, Bento Fernandes, Caraúbas, Carnaubais e Mossoró. Utilizando entrevistas semiestruturadas para medir percepções sobre bem-estar e NCPs, os dados foram analisados para identificar relações entre essas variáveis. Os resultados mostraram que a saúde e as condições financeiras são percebidas como os principais pilares do bem-estar subjetivo. Embora muitos entrevistados estejam satisfeitos com sua situação atual, a maioria deseja melhorias financeiras e de saúde. A análise revelou variações significativas no bem-estar entre municípios, refletindo disparidades nas dimensões de Material e Saúde. As contribuições da natureza mais valorizadas foram a regulação do clima e a produção de alimentos, enquanto aspectos como controle de pragas foram menos reconhecidos. Embora as NCPs desempenhem um papel importante no ambiente e na regulação de processos ecológicos, elas não se traduzem em um impacto direto e perceptível no bem-estar subjetivo dos agricultores. O fortalecimento dessas dimensões pode contribuir para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades rurais, promovendo um desenvolvimento sustentável e inclusivo. Esses achados destacam a necessidade de políticas públicas voltadas para a promoção do bem-estar rural devem considerar tanto os aspectos tangíveis quanto os intangíveis, como a preservação ambiental e que abordem as especificidades locais e melhorem as condições de vida e saúde rural, alinhando intervenções às necessidades específicas de cada comunidade

    Influência das impurezas físicas no rendimento da cera alveolada.

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    A cera produzida pelas abelhas Apis mellifera é altamente valorizada tanto pelo seu uso industrial quanto pelo seu papel biológico na colmeia, onde é utilizada para o armazenamento de alimentos e o desenvolvimento das crias. Este estudo visou avaliar o impacto das impurezas físicas no rendimento da cera alveolada, com o intuito de consolidar a apicultura regional e melhorar a qualidade do produto. A coleta e processamento de dados ocorreram na Fazenda Experimental Rafael Fernandes, em Mossoró, RN, onde apicultores da região puderam trazer a cera bruta para processamento, com o apoio da equipe do Núcleo de Capacitação Tecnológica em Apicultura (NCTA). Foram analisados dados de 49 apicultores de seis municípios, incluindo Mossoró (40,82%), Apodi (14,28%), Felipe Guerra (22,45%), Alto Rodrigues (8,16%), Baraúna (8,16%) e Pau dos Ferros (6,12%), sendo Mossoró o município com maior número de participantes. A metodologia de processamento da cera incluiu várias etapas: limpeza externa, derretimento, filtragem, laminação e alveolamento. A cera bruta coletada foi derretida e filtrada para remoção de resíduos e impurezas, o que assegurou a qualidade do produto final. A presença de impurezas foi considerada um fator crítico para a qualidade da cera alveolada, visto que resíduos e partículas indesejadas podem afetar tanto a durabilidade quanto a estética do produto final, tornando-o menos atrativo comercialmente. Os resultados mostraram que o processamento correto da cera alveolada, incluindo a remoção de impurezas, é essencial para melhorar a eficiência na produção e para atender aos padrões de qualidade exigidos no mercado. Durante o período de coleta (de setembro de 2023 a março de 2024) o setor recebeu 1366,3 Kg de cera bruta. Através da análise dos dados coletados e das melhorias implementadas no processo de pré-derretimento, foi possível ajustar o percentual de retenção de cera no NCTA de 20% para 30%, aumentando a quantidade de cera de alta qualidade disponível para pesquisa e uso didático nos apiários da universidade. Além disso, o estudo permitiu consolidar o serviço de assistência aos produtores locais, que passaram a contar com uma fonte confiável de cera alveolada processada, o que contribui para a produtividade e a lucratividade da apicultura regional. Podemos concluir que há um grande potencial da região para a produção de cera em larga escala e evidenciamos a importância de um manejo apícola eficiente para aumentar o rendimento de cera alveolada e reduzir custos para os apicultores. O projeto foi fundamental para compreender a dinâmica da produção de cera alveolada na região, bem como para identificar os principais fatores que influenciam sua qualidade. As melhorias implementadas no processo de higienização e laminação foram determinantes para garantir um produto de qualidade, consolidando o papel do NCTA como um núcleo de apoio tecnológico aos apicultores locais e promovendo o desenvolvimento sustentável da apicultura regional

    Tolerância de cultivares de abóbora ao estresse salino

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    A abóbora (Cucurbita spp. L.) desempenha papel importante na economia brasileira, com destaque especial para a região Nordeste, onde é mais produzida. No entanto, a produção enfrenta desafios consideráveis devido ao estresse salino, especialmente nas fases iniciais de desenvolvimento, estágios em que a planta é mais suscetível. Sendo assim, é fundamental desenvolver técnicas para mitigar os impactos negativos desse fator nas culturas. Diante disso, objetivou-se avaliar a tolerância de cultivares de abóbora submetidas ao estresse salino. Para isso foram utilizadas sementes de cinco cultivares de abóbora (Tetsukabuto, Soberana, Kin, Bahiana Tropical e Sergipana) e uma cultivar do grupo abobrinha (Adele) e três níveis de potenciais osmóticos. As variáveis analisadas incluíram a germinação, o índice de velocidade de germinação, o comprimento e a massa seca total das plântulas, além dos níveis de açúcares solúveis totais, aminoácidos totais, prolina livre e citrulina. Para simular a condição de estresse salino utilizou-se o cloreto de sódio (NaCl) nas concentrações de 0, -0,2; -0,4 MPa. Os experimentos foram realizados em esquema fatorial 3 x 6, sendo os dados submetidos à ANOVA e, as médias, comparadas pelo teste de Scott-Knott (P ≤ 0,05). Complementar a expressão dos resultados, construiu-se o dendrograma de dissimilaridade para o estresse salino. De forma geral, os resultados indicaram as cultivares Tetsukabuto e Adele como a de menor e maior tolerância ao estresse salino, respectivamente, fato que também foi confirmado pelo dendrograma de dissimilaridade. Para a cultivar Tetsukabuto, sua suscetibilidade foi ocasionada pelas reduções no desenvolvimento de plântulas, o que foi significativo mesmo em níveis mais baixos de restrição salina. Resultados opostos foram encontrados para a cultivar Adele, que demonstrou ser tolerante ao estresse salino. Além disso, esta cultivar destacou-se por sua habilidade em adequar o potencial osmótico, sendo a que resultou em ótimos valores de acumulados de açúcares solúveis totais, aminoácidos totais, prolina total e citrulina

    Efeito das características criobiológicas da L-prolina e sacarose após a congelação lenta de células somáticas de preás, Galea spixii (Wagler, 1831)

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    Os bancos de células somáticas desempenham um papel fundamental na conservação genética e no desenvolvimento de técnicas de reprodução assistida em roedores silvestres. Em Galea spixii (Caviidae: Galea), um roedor nativo da Caatinga e de importante função ecológica, os primeiros estudos de formação destes bancos foram realizados usando a sacarose como crioprotetor extracelular na solução de criopreservação. Contudo, danos celulares evidenciaram que a sacarose estabiliza parcialmente a membrana celular, mas não reduz o estresse osmótico. Neste sentido, a L-prolina tem sido proposta como um crioprotetor alternativo em virtude especialmente de sua função osmoprotetora. Portanto, o objetivo foi comparar os efeitos criobiológicos da L-prolina e sacarose sobre a viabilidade, atividade proliferativa, metabolismo e estresse oxidativo de células somáticas de G. spixii. Todos os experimentos foram aprovados pelo CEUA/UFERSA (no. 23091.010566/2017-20) e ICMBio (no. 60428-1). Para tanto, células somáticas foram recuperadas a partir de tecidos da pele auricular de seis indivíduos adultos e após cultivo em meio essencial mínimo modificado por Dulbecco (DMEM) acrescido de 10% de soro fetal bovino (SFB) e 2% de solução de antibiótico-antimicótico, a 38,5 °C e 6,5% de CO2. Quando atingiram a quinta passagem e 70% de confluência, as células foram criopreservadas (1,0 x 106 células/mL) por congelação lenta usando o sistema Mr. Frosty e em meio-base (DMEM, 10% de dimetilsulfóxido e 10% SFB) contendo 0,2 M de sacarose ou 5 mM de L-prolina. Células não submetidas à criopreservação foram usadas como controle. Após duas semanas, células foram descongeladas e avaliadas quanto à morfologia usando microscópio invertido, viabilidade pelo ensaio de azul de tripan, proliferação pela determinação do tempo de duplicação da população (PDT), metabolismo pelo ensaio de brometo de (3-(4,5-dimetiltiazol-2-il)-2,5-difeniltetrazólio) e nível de espécies reativas de oxigênio (EROs) usando a sonda fluorescente H2DCFDA. Todos os dados foram expressos como média ± erro padrão e analisados por ANOVA e teste de Tukey (P < 0,05). Após seis repetições, nenhuma diferença foi observada quanto à morfologia das células, na qual todas apresentaram prolongamentos citoplasmáticos, compatíveis com fibroblastos. Contudo, células criopreservadas com L-prolina mantiveram a viabilidade similar (88,4% ± 1,8) ao controle (86,7% ± 2,0), sendo apenas a sacarose inferior a todos os grupos (72,3% ± 1,2, P < 0,05). Por outro lado, nenhuma diferença (P > 0,05) foi observada quanto ao metabolismo (controle: 96,6% ± 2,6; L-prolina: 96,6% ± 2,1; sacarose: 94,0% ± 2,0) e PDT (controle: 17,2 h ± 1,8; L-prolina: 19,2 h ± 0,7; sacarose: 21,2 h ± 1,3). Adicionalmente, apenas células criopreservadas com L-prolina apresentaram valores de EROs similar ao controle (1,03 ± 0,5 UFA e 1,00 ± 0,5 UFA, P > 0,05). Em conclusão, L-prolina foi mais eficiente que a sacarose na conservação de células somáticas de G. spixii. Esses resultados representam passos importantes para o estabelecimento de bancos de recursos somáticos nesta espécie, contribuindo para sua conservação e estudos genéticos

    Diagnose foliar em algodão colorido cultivado em solo com uso de pó de rocha.

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    The cultivation of naturally colored cotton has proven to be a sustainable alternative for small and medium producers, reducing the need for industrial dyeing. However, the use of chemical fertilizers is still common to ensure the supply of essential nutrients for plant development. As a more ecological alternative, rock dust has been studied as a remineralizer, offering a natural source of nutrients and reducing the dependence on synthetic fertilizers. These practices can enhance sustainability and productivity in the colored cotton supply chain. In this context, the objective of this work is to evaluate the nutritional status of colored cotton cultivars in relation to the use of rock dust in a semi-arid region. The experiment was conducted at the Rafael Fernandes Experimental Farm (UFERSA), Mossoró-RN. The experimental design was a randomized block design in a 5x2 factorial scheme, with four replications. The treatments consisted of five doses of rock dust (0; 2.5; 5; 7.5 and 10 t ha-1) and two cultivars of colored cotton (BRS Topázio and BRS Jade). At 80 to 90 days after emergence, leaves were collected from the fifth position on the main stem, counted from the apex, during the peak flowering period, within the useful area of each subplot, totaling 16 leaf blades, without the petiole and adjacent to the bolls. The concentrations of phosphorus (P) and potassium (K) in the leaf tissue were determined. P concentration was determined by colorimetry using a spectrometer, while K concentration was determined by photometry using a flame photometer. The data related to the measured variables were subjected to analysis of variance, and if significant, Tukey's test (p≤0.05) and regression were applied using the SISVAR software. Rock dust influenced P concentrations, especially at the 2.5 t ha-1 dose and for the BRS Jade cultivar. The BRS Topázio cultivar showed higher K concentrations than BRS Jade

    Eficiência do extrato alcoólico da Phyllanthus niruri associado ao óleo de Helianthus annuus in vitro de bactérias oriundas de feridas de gatas (Felis catus) submetidas à ovariosalpingohisterectomia

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    O Brasil possui milhares de espécies vegetais nativas, permitindo a utilização dessas plantas com fins medicinais, de modo a colaborar com o desenvolvimento da fitoterapia, prática milenar, passada de pai para filhos. Em paralelo, a resistência antimicrobiana aos antissépticos convencionais intensifica a busca por outros produtos que possam agir como antimicrobianos. Com isso, a etnoveterinária busca estudar novos princípios ativos advindo de plantas para utilizá-los no tratamento de animais. A Phyllanthus. niruri é utilizada como antisséptico, e o óleo de H. annus é utilizado como cicatrizante. Desta forma, o trabalho tem como objetivo verificar a ação antimicrobiana do extrato alcoólico das folhas, caule e fruto de Phyllanthus niruri associado ao óleo de Helianthus annuus in vitro em bactérias oriundas de de gatas submetidas à ovariosalpingohisterectomia, em suas diferentes concentrações e definir a concentração inibitória mínima (CIM) e a concentração bactericida mínima (CBM). Com isso, foi realizada a identificação de microrganismos presentes na pele íntegra de gatas oriundas de animais atendidos no HOVET, por meio da citologia, cultivo e provas bioquímicas, sendo identificadas as bactérias Staphylococcus aureus, Pseudomonas aeruginosa e Escherichia coli. Após a identificação, o extrato alcoólico de P. niruri foi produzido e associado ao Óleo de H. annus, o produto então foi diluído com o diluente DMSO, para que o produto ficasse homogêneo. Para a verificação da eficiência do extrato alcoólico de P. niruri, o qual foi produzido e associado ao Óleo de H. annus, foi usada a microdiluição em placas, realizado em triplicata. Os inóculos foram padronizados utilizando a escala de turbidez (0,8 a 1). Posteriormente, em uma microplaca, em cada poço, com 95 microlitros de meio BHI, foram inoculados 5 microlitros do inóculo em solução salina, em concentrações de 62,5mg/mL, 31,25mg/mL, 15,62mg/mL, 7,81mg/mL, 3,90mg/mL, 1,95mg/mL, 0,97mg/mL, 0,48mg/mL, 0,24mg/mL do antisséptico. Essas concentrações foram testadas em triplicata. Foram realizadas leitura no espectrofotômetro de microplacas no tempo 0 e 24 horas horas. Com isso, foi definido a Concentração Inibitória Mínima do extrato de P. niruri associado ao óleo de H. annus diluídos em DMSO. Para a definição da concentração mínima bactericida, uma alíquota de das concentrações com ausência de crescimento bacteriano das microplacas foram semeadas em Ágar Muller-Hinton e mantida em estufa bacteriológica por 24 horas Foi definida como 15,62mg/ml a concentração mínima bacteriana. A concentração bacteriana mínima foi definida como 31,25mg/mL. Em associação, também foi realizado o CIM apenas do óleo de H. annus, mas este não apresentou concentração inibitória mínima em nenhuma das concentrações testadas, concluindo que o potencial antimicrobiano advém apenas do extrato alcoólico de P. niruri

    Melhoria da Eficiência Energética e Conforto Visual em Auditórios: Uma Análise Luminotécnica

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    A crescente demanda por energia e a necessidade de reduzir o impacto ambiental motivam a adoção de medidas que minimizem o consumo de eletricidade, especialmente em grandes ambientes, como auditórios. O estudo foi conduzido com o objetivo de identificar o desempenho da iluminação artificial em auditórios de uma universidade, visando melhorar a eficiência energética e o conforto visual. A pesquisa foi realizada nos auditórios dos blocos dos professores I e II do Centro Multidisciplinar de Angicos (CMA - UFERSA). Utilizou-se uma análise luminotécnica para avaliar a adequação da iluminação artificial, considerando o número de luminárias, a potência das lâmpadas e a distribuição da luz no ambiente. Foram coletados dados com luxímetros, que mediram a luminosidade em pontos estratégicos ao longo das superfícies das carteiras dos auditórios. As medições ocorreram em diferentes momentos do dia, com e sem a presença de luz natural, para avaliar a variação das condições de iluminação. Os resultados mostraram que a iluminação nos auditórios estava abaixo dos padrões recomendados, comprometendo a visibilidade e o conforto visual, especialmente durante momentos de baixa luz natural. Observou-se que o número de luminárias instaladas se apresenta insuficiente para garantir uma distribuição adequada da luz, resultando em sombras e áreas mal iluminadas. Isso não apenas gerou desconforto visual, mas também resultou em desperdício energético, uma vez que as luminárias existentes não otimizam seu potencial. Com base nessas análises, o estudo sugeriu diversas melhorias, como o aumento no número de luminárias, a substituição das lâmpadas existentes por modelos mais eficientes, como LEDs, e o ajuste da distribuição da luz para garantir uma iluminação mais uniforme. Essas mudanças visam não apenas melhorar a qualidade da iluminação, mas também reduzir o consumo de energia e os custos de manutenção a longo prazo. Este estudo destaca a importância da análise luminotécnica como uma ferramenta valiosa para otimizar a eficiência energética em ambientes públicos. Ao identificar áreas com problemas e propor soluções corretivas, a análise permite que gestores adotem medidas concretas para reduzir o consumo de energia e melhorar a experiência dos usuários. Além de promover a sustentabilidade, as recomendações apresentadas podem contribuir para um ambiente mais confortável e produtivo para estudantes e professores

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