Revistas Eletrônicas da UFPI (Univ. Federal do Piauí)
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A IMPORTÂNCIA DA FERRAMENTA DO MEET NAS AULAS ONLINE MINISTRADAS NO IFPI DO CAMPUS ANGICAL – PI
O objetivo geral foi analisar os motivos que influenciam na baixa participação dos alunos de ensino médio do IFPI – Campus Angical no período de pandemia nas aulas via meet. Metodologia realizamos uma abordagem quantitativa, de caráter descritivo.O instrumento para coleta de dados foi um formulario eletronico disponibilizado na internet formado por 09 (nove) questões de múltipla escolha disponibilizado de maio a novembro de 2021. A amostra foi composta de 258 (duzentos cinquenta e oito) alunos devidamente matriculados no IFPI, houve tambem uma pesquisa bibliografica sobre o assunto em períódicos, documentos, artigos, congressos e livros, as análises dos dados quantitativos foram transformadas em gráficos para posterior apresentação e análise. Resultados encontramos 53,5% apontando o meet como importante para o processo de tirar dúvidas; 50,8% observou a necessidade de ampliação da utilização da referida ferramenta; 44,5% concorda que as aulas do meet, contribui para o aprendizado; a maioria 49,6% afirma ser indiferente abrir ou não a câmera no momento da aula online; 62,6% nas aulas online, assistiu metade das aulas com a câmera aberta; 52,9% informaram que a não utilização da câmera durante a aula do meet, não interfere na interação e no aprendizado; 56,4% informa que o motivo da não abertura da câmera no momento das aulas online foi vergonha.Considerações finais com a necessidade de utilização de aulas online, a ferramenta do meet foi muito utilizada, porém, infelizmente não em sua totalidade, havendo certa dificuldade de entendimento do quanto importante essa ferramenta pode impactar positivamente no aprendizado, sendo necessário um treinamento, acompanhamento e organização para utilização dessas novas ferramentas de ensino a distância
O PAPEL DAS OFICINAS DIDÁTICAS NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA
O presente artigo tem como objetivo principal compreender a importância das oficinas didáticas ofertadas no curso de Licenciatura em Geografia do CESC/UEMA. E como objetivos específicos: verificar a estrutura curricular do curso de Geografia do CESC/ UEMA; apresentar as principais características das oficinas didático-pedagógicas na formação inicial e analisar o impacto das oficinas didáticas ofertadas aos discentes durante a formação acadêmica. Foram analisadas oficinas ofertadas em três semestres (2018 e 2019), aplicadas dentro da disciplina de Prática da Dimensão Educacional (135h). Após o desenvolvimento das oficinas, os discentes passaram por uma avaliação de desempenho e por entrevista semi-estruturada. As oficinas foram desenvolvidas com a finalidade de trabalhar conteúdos específicos pouco explorados da matriz curricular como: ensino inclusivo; metodologias não convencionais no ensino da Geografia, dentre outras temáticas. Notou-se que as oficinas pedagógicas permitiram aos discentes desenvolver habilidades didáticas significativas, além de ter oportunizado contato com leituras diversificadas de Geografia que abordam as temáticas das oficinas ministradas. Percebeu-se também que os discentes demonstraram melhor desenvoltura durante as interferências didáticas em sala de aula no Ensino Básico, refletindo em suas ações no momento da disciplina de prática, de estágio e no exercício profissional
JUVENTUDE E CULTURA POLÍTICA NA ERA DA PÓS VERDADE: AVALIANDO AS PERCEPÇÕES DOS JOVENS PORTO-ALEGRENSES SOBRE FAKE NEWS E POLÍTICA
Este artigo examina as percepções da juventude sobre política e fake news, considerando o crescente papel das redes sociais como agências socializadoras em um contexto de pós-verdade. A hipótese postulada é da manutenção de uma cultura política híbrida, permeada por desconfiança e baixo interesse por política. Os dados são de pesquisa survey conduzida com 876 jovens na cidade de Porto Alegre em 2019 trazidos em uma análise descritiva. Os resultados apontam a manutenção de uma cultura política híbrida em um ambiente de alta disseminação de desinformação
A IMPLEMENTAÇÃO JUDICIAL DA EDUCAÇÃO COMO DIREITO SUBJETIVO E COMO POLÍTICA PÚBLICA
Resumo: A presente pesquisa tem por objeto analisar a implementação judicial da educação como direito subjetivo e como política pública. A educação insere-se entre os direitos humanos fundamentais, sendo dotada de caráter individual e coletivo. Como direito subjetivo, o direito à educação pode ser concretizado por meio de ação judicial individual. Enquanto política pública, a educação pode ser realizada por meio de ações judiciais coletivas, em especial através da ação civil pública. Em conclusão, tem-se que no caso de inércia dos Poderes Executivo e Legislativo, está o Poder Judiciário legitimado, desde que provocado, a implementar o direito à educação, seja em nível individual, por meio de ações judiciais individuais, seja na implementação da política pública educacional, através de instrumentos de tutela coletiva, como a ação civil pública. No tocante à metodologia, utilizou-se a base lógica indutiva, por meio de pesquisa legal, doutrinária e jurisprudencial
Nível de Disclosure Socioambiental: Um Estudo em Empresas do Setor Elétrico Brasileiro
Disclosure é um termo contábil usado para descrever o processo de fornecer acesso público a informações financeiras de uma empresa, com o propósito de dar transparência as suas atividades. Nessa linha, o objetivo deste estudo é verificar o nível de disclosure das informações socioambientais das companhias do setor elétrico brasileiro no período entre 2013 e 2016, sob a ótica das Teorias da Legitimidade e Divulgação Voluntária. A amostra é composta por 17 empresas e utiliza-se a técnica de análise documental para identificar o nível de disclosure das informações de natureza socioambiental apresentado pelas empresas em seus relatórios de sustentabilidade. No total, 57 indicadores são analisados conforme o Check List da Norma Brasileira de Contabilidade Técnica 15 - Informações de Natureza Social e Ambiental. Os resultados apontam que as empresas de energia elétrica se preocupam com a evidenciação das informações socioambientais, ou seja, os achados indicam que além dos objetivos econômicos, o setor elétrico se importa com a sociedade, meio ambiente e reputação empresarial
UM PANORAMA ATUAL DA PALEOECOLOGIA DE VERTEBRADOS NO BRASIL
A paleoecologia de vertebrados é uma área que vem atraindo o interesse de pesquisadores brasileiros. Com o objetivo de caracterizar o panorama atual da área, buscamos artigos publicados na última década e os agrupamos por ano de publicação, tema principal, e grupo taxonômico estudado. Observamos que o volume de trabalhos aumentou significativamente nos últimos dois anos, com ênfase no estudo do hábito alimentar da megafauna quaternária; os trabalhos envolvendo outros grupos mostraram-se, comparativamente, escassos. Verificamos algumas inconsistências de terminologia e conceitos ecológicos, e publicações que faziam apenas breves comentários sobre a vida de animais extintos. Sugerimos que existe um nicho para o crescimento de publicações na área, permitindo discussões mais abrangentes sobre a paleofauna de vertebrados brasileira
Terceira edição - Revista +Portfólio
Acessar em https://issuu.com/maisportfolio/docs/_revista_portf_li
DINÂMICAS DA TERRITORIALIZAÇÃO E ETNICIDADE PATAXÓ NO TERRITÓRIO DO MONTE PASCOAL
Através de pesquisa bibliográfica e etnográfica e tendo como fundamento teórico a noção de territorialização definida por João Pacheco de Oliveira, o presente artigo pretende compreender, os fatores etnogênicos caracterizados como transformações sociais e territoriais vivenciadas pelo povo Pataxó da aldeia Barra Velha (em Porto Seguro-BA), que contribuíram para a afirmação da territorialidade e etnicidade desta população, a partir da delimitação do Parque Nacional do Monte Pascoal em 1961, em um contexto de sobreposição com o território tradicionalmente habitado pelos indígenas, que passaram a ser impedidos pela gestão do Parque, de viver em seus redutos de habitação e usufruir dos recursos naturais existentes nele; consequentemente, motivando os Pataxó a se mobilizar de diferentes formas para reivindicar do Estado, o reconhecimento da sua identidade étnica e do território de Barra Velha.