Publicações UNIMAR (Universidade de Marília)
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SISTEMA TRIBUTÁRIO BRASILEIRO, POLÍTICA ECONÔMICA E PRINCIPAIS PROPOSTAS DE REFORMA TRIBUTÁRIA
Este artigo analisa o Sistema Tributário brasileiro verificando as duas últimas Reformas Tributárias, a de 1966 e a de 1988, e a grande vinculação com o sistema econômico e suas características políticas. Verifica-se que a reforma tributária, de 1966, foi ao encontro de um momento em que o Estado passava a ter um papel mais atuante e centralizador na economia; a Reforma Tributária, de 1988, modificou o sistema tributário, também em função do quadro econômico e político, mas promovendo uma maior abertura do sistema e aumentando as receitas de estados e municípios. Sob essa ótica analisam-se as propostas do Executivo - PEC 175 (Proposta de Emenda Constitucional) e a proposta da FIESP/FIPE buscando pontos de convergência e alguns questionamentos que devem ser feitos juntamente com a elaboração de uma reforma tributária
MOTIVAÇÃO HUMANA NO TRABALHO
A motivação constitui uma força a impulsionar as pessoas. De que forma a mesma influencia nas ações do ser humano no contexto organizacional? Teorias motivacionais tentam explicar o fenômeno da integração, envolvimento e engajamento do homem no mundo do trabalho. Tratando-se de ser humano, hão de se levar em consideração, vários fatores: aspectos pessoal, psicológico, psicossocial, realização profissional, entre tantos outros. Para Taylor a remuneração e os métodos de trabalho bem direcionados traduzem uma eficácia para as organizações. Talvez devido a seu pioneirismo, o elemento humano, ficou em segundo plano. Críticas, em decorrência dos resultados obtidos, surgiram e novas teorias ganharam ênfase na da teoria da motivação: Elton Mayo defende a idéia de que a atenção dada aos trabalhadores contribuiria para o seu comprometimento com os objetivos das empresas. Entretanto, o pioneiro nesse assunto, Maslow, conseguiu definir uma ligação entre os motivos humanos com o trabalho realizado pelo homem. Estabelece uma seqüência para as necessidades humanas; as pessoas estão mais propensas a realizarem-se plenamente, a participarem de um grupo social, de se sentirem valorizadas, como conseqüência do engajamento humano nas organizações que proporcionam recursos e condições para atenderem as necessidades de cada um. Herzberg aprofunda o assunto: trabalha a temática dos fatores e satisfatores; verifica-se que depende do momento em que as pessoas estão vivendo. Mc.Clelland define a teoria da realização: as pessoas devem ser orientadas para atingirem sua realização. O assunto motivação ganha novas abordagens e reflexões com a teoria da expectativa de Victor Vroom: com a premissa de que o esforço gera recompensa; e a teoria do condicionamento de Skinner que trata do assunto sob o prisma estímulo-resposta, estabelece que a influência do meio sobre as pessoas é fator determinante do estímulo ou não- estímulo, obtendo-se resposta dada positiva ou negativa. Archer desenvolve nova visão: descarta a hierarquia de Maslow, traduz motivação como força interior, resultante de uma necessidade; e para ele a satisfação a extingue naturalmente; surgindo a necessidade de se criar um satisfator, que influencie, de alguma maneira, na motivação das pessoas, que destaque a necessidade e a satisfação são elementos pessoais e intransferíveis
CAUSALIDADE E ALIENAÇÃO: CONVERGÊNCIAS ENTRE A TEORIA DE NORBERT ELIAS E A TEORIA DA ATRIBUIÇÃO
Este artigo analisa pontos de semelhança entre a teoria de Norbert Elias e a Teoria da Atribuição. Uma oriunda da sociologia e a outra da psicologia, ambas acreditam que os homens buscam causas para os fenômenos observados, com a finalidade de adquirir controle sobre eles. Para Elias, o ser humano precisa sofrer uma regulação de seus instintos e receber socialmente um sistema interpretativo, o que, em parte, corrobora a idéia de padrões atribuicionais e experiências emocionais subseqüentes. Estes fenômenos afetam as percepções e os comportamentos dos professores, interferindo seu desempenho e naquele de seus alunos
NOTAS CRÍTICAS ACERCA DA RESPONSABILIDADE E DO ESTATUTO DO PARLAMENTAR
Diante da construção de uma separação de funções, nada mais evidente que a necessidade de conferir aos poderes os instrumentos necessários para impedir que os demais causem ingerências que atentem contra sua própria autonomia, da mesma forma que é preciso encontrar meios para que haja um equilíbrio democrático entre eles. O Estatuto do Parlamentar, com a previsão de garantias e deveres aos congressistas, longe de ser uma novidade, acaba se tornando uma decorrência lógica da democracia representativa. Ademais, as disposições, a despeito de protegerem os parlamentares em face da macroativi- dade do Executivo e do Judiciário, acabam evitando que o poderio econômico e as posições meramente pessoais sub-repticiamente se tornem objetivos cen- trais do exercício da função. Assim, as prerrogativas, longe de protegerem a pessoa do parlamentar, atu- am na defesa não apenas da função, mas também da própria sociedade, representada pelo seu exercício, como determinam as bases do constitucionalismo. A análise realizada partiu, basicamente, das disposi- ções da Constituição sobre o tema, com metodologia bibliográfica e exploração jurisprudencial, nacional e internacional, mesclando, assim, dosagens teóricas e aplicadas. Os resultados demonstram que a preocupa- ção com a liberdade parlamentar não é recente e, com o tempo, outras disposições vieram a se incorporar. Todavia, é importante apontar que a proteção à ati- vidade parlamentar deve ser vista como prerrogativa, e não privilégio, excluindo-se abordagens que tenham tal intuito. O parlamentar não apenas possui direitos, mas também deveres perante a sociedade
A PROTEÇÃO SOCIAL A CRIANÇA E AO ADOLESCENTE NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL
Este artigo aborda a proteção social a criança e ao adolescente no âmbito da assistência social, partindo de uma trajetória das políticas sociais e enfocando a assistência social e sua relação com a infância e ajuventude no Brasil, para compreender as mudanças que estão ocorrendo no âmbito das políticas sociais e, particuliiniifiite, da assistência social. São focalizadas novas propostas de programas destinados a crianças e adolescentes de 7 a 14 anos, através de um estudo de caso do Projeto Educarte. Trata-se de projetos que, mediante um trabalha sócio-educativo com as crianças e adolescentes, também atuam junto às familias e às comunidades e à escola, visando oferecer oportunidades mais igualitárias de desenvolvimento sócio-educativo às crianças e adolescentes envolvidos. O planejamento e execução destes programas exigem uma articulação entre o ECA-Estatuto da Criança e do Adolescente, Lei 8.069. de 13/7/90 e a LOAS-Lei Orgânica da Assistência Social, Lei 5.742 de 7/11/93, principalmente no que se refere à legitimação do direito à proteção
SEGMENTAR O MERCADO, SEGUIR E SERVIR OS CONSUMIDORES
Este trabalho tem por objetivo apresentar algumas refle- xões sobre como são realizadas as segmentações de mercado e também da realização dos consumidores por meio do processo de análise das divisões de grupos voltados para a satisfação das necessidades e desejos, dentro dos vários mercados-alvo.
AS TECNOLOGIAS E A FORMAÇÃO EDUCACIONAL: UMA ABORDAGEM HISTÓRICA
A História é apresentada como fonte inesgotável de contribuições para o presente e para o futuro, no caso específico deste trabalho, para uma pesquisa de como mudam as formas de ensinar quando a sociedade passa por transformações radicais. A Tecnologia é o cenário no qual todos os outros fenômenos sociais ocorrem. Ela molda o pensamento, a linguagem, os valores. A formação educacional deve adaptar-se a ela, sem abandonar a reflexão crítica
COOPERAÇÃO ENTRE UNIVERSIDADE E EMPRESA: ESTUDO DOS PROJETOS DESENVOLVIDOS NOS CAMPUS DE MAIOR INTERAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP
Este projeto pretende examinar as ações conjuntas para produção, difusão e uso da ciência e da tecnologia entre a Universidade Estadual Paulista - Unesp e os setores empresariais que estão sendo implementados no Estado de São Paulo, objetivando-se a interação da pesquisa acadêmica com as necessidades do processo produtivo.Essa interação pode trazer contribuições para a sociedade em geral mediante a captação de recursos para a universidade e de tecnologia para a empresa e beneficiar, através dessa troca, ambas as instituições, ao possibilitar informações mais atualizadas para os alunos na universidade e ao levar a cultura do conhecimento para a empresa. Partindo dessas considerações e da problemática que envolve a desvinculação da pesquisa acadêmica do processo produtivo, bem como do baixo volume de investimento privado em pesquisa e desenvolvimento, a investigação visa realizar o levantamento dos projetos de cooperação existentes, identificar as contribuições percebidas, as vantagens e desvantagens, dificuldades e barreiras enfrentadas durante o processo e a verificar os resultados obtidos por meio dessa interação, ou seja, o que tem ficado "de fato", financeiramente e em termos de produção da ciência, para a universidade e para a empresa. Que
ASPECTOS BÁSICOS PARA A ORIENTAÇÃO DA FAMÍLIA E DA CRIANÇA PORTADORA DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA
O artigo enfatiza a necessidade de orientação para os pais e familiares na maneira de lidar com a criança surda. Refere-se também à importância da interação entre os profissionais da área com os responsáveis pela criança portadora de deficiência auditiva. Procuramos apresentar, de forma operacionalizada procedimentos para que os pais e/ou familiares possam aplicar a orientação recebida dos profissionais da área
COMUNICAÇÃO NA GESTÃO EMPRESARIAL DAS ORGANIZAÇÕES
A presente análise objetiva apresentar ao leitor uma maneira de refletir, entender e correlacionar os processos de comunicação nas relações entre organização-empregado; analisar as condições e as características do trabalho no início e meados do século XX através das idéias inovadoras desenvolvidas por filósofos da época como Simone Weil, Thompson, Adorno e outros, refletindo também sobre os atuais processos motivacionais aplicados aos empregados. Aborda-se ainda a dominação destes pela opressão histórica de cultura e de informação, buscando, no período pré- revolução industrial, a reflexão sobre os desejos acalentados pela "cultura de massa" e tentando encontrar caminhos através das diversas formas de comunicação para fundamentar um modelo contemporâneo de gestão empresarial e de comunicação, voltado à participação efetiva dos empregados na condução destes processos