Portal de Periódicos do UNILUS (Centro Universitário Lusíada)
Not a member yet
1228 research outputs found
Sort by
Uso de Vitamina E em crianças obesas com doenças hepáticas gordurosa não alcóolica: uma revisão sistemática
OBJETIVOS: Avaliar se o uso da Vitamina E tem benefícios na redução de parâmetros inflamatórios e metabólicos em crianças e adolescentes obesos com doença hepática gordurosa não alcoólica, em comparação com dieta ou exercício físico ou placebo.MÉTODOS: Revisão sistemática de ensaios clínicos randomizados. Foram incluídos pacientes pediátricos obesos (IMC > Z-Score +2), 5 a 18 anos, com doença hepática gordurosa não alcoólica e Transaminase Glutâmico Pirúvica (TGP) > 60U/L. Foram utilizados os bancos de dados MEDLINE (PubMed), Embase, Scopus, Clinical Trials e Scielo até 14/04/2024, resultando em 586 artigos, dos quais 5 foram selecionados seguindo os critérios de elegibilidade. O desfecho primário foi a redução de TGP e como desfechos secundários, a redução do Índice de Massa Corpórea (IMC), triglicérides (TG), Homeostatic Model Assessment for Insulin Resistance (HOMA-IR), além de avaliação de parâmetros da ultrassonografia (USG) e biópsia hepática. RESULTADOS: TGP: Dois estudos mostraram redução significativa dos índices de TGP com vitamina E a curto prazo (Lavine, 2011; Homaei, 2022). Um estudo teve redução após 4 semanas (Wang, 2008), enquanto outro não encontrou relevância após 5 meses (Vajro, 2004). Um estudo não avaliou TGP (Akcam,2011).IMC: Em quatro estudos analisados, três não mostraram benefícios da vitamina E na redução do IMC (Lavine, 2011; Homaei, 2022; Akcam, 2011), mas um estudo encontrou redução significativa após 4 semanas (Wang, 2008).TG: Dois estudos concluíram que a vitamina E não foi benéfica para TG (Lavine, 2011; Homaei, 2022), enquanto outros dois observaram diminuição dos níveis (Wang, 2008; Akcam, 2011).HOMA-IR: Dois estudos não encontraram significância no uso de vitamina E (Lavine, 2011; Homaei, 2022), enquanto outros dois relataram benefícios (Wang, 2008; Akcam, 2011). Um estudo não avaliou parâmetros metabólicos (Vajro, 2004)USG: Quatro dos cinco estudos realizaram USG. Um não encontrou alterações (Wang, 2008), enquanto dois observaram redução da gordura hepática (Akcam, 2011; Homaei, 2022). Um estudo indicou que as mudanças ocorreram apenas em pacientes que seguiram a dieta e o uso de vitamina E (Vajro, 2004).Biópsia Hepática: Apenas um estudo realizou biópsia hepática, mostrando melhora significativa no escore de atividade da EHNA (Lavine, 2011).CONCLUSÃO: Pode-se concluir que o uso da Vitamina E em crianças e adolescentes obesos com EHNA possui evidência controversa na literatura, no que se refere a melhora de TGP e de índices metabólicos. Palavras-chave: Alanina Transaminase; Fígado Gorduroso; Triglicerídeos; Vitamina E; Índice de Massa Corporal
AUTOIMUNIDADE APÓS O COVID-19 PODE TER RELAÇÃO COM OS SINTOMAS?
INTRODUÇÃO: Após a infecção por SARS-CoV-2, é comum o desdobramento da Síndrome Pós-Covid: sequelas persistentes mesmo após alta hospitalar, que podem ser consequências dos danos teciduais ou alterações imunológicas provocada pelo vírus. Essa desregulação imune compreende estado hiperinflamatório, perda de tolerância imunológica, produção excessiva de NETs e a reatividade cruzada de anticorpos (mimetismo molecular), fenômenos que favorecem o desenvolvimento de autoanticorpos. O presente estudo procurou avaliar a expressão de autoanticorpos em pacientes com síndrome Pós-Covid e sua possível relação com os sintomas manifestados. MÉTODOS: Este estudo foi realizado na região da Baixada Santista do estado de São Paulo, Brasil, e envolveu 55 participantes com idades entre 21 e 85 anos que testaram positivo para SARS-CoV-2 via qPCR. A pesquisa de marcadores inflamatórios e autoimunes foi realizada por meio da avaliação do Fator Antinuclear (FAN), Fator Reumatoide, Anti-CCP, VDRL e dosagem de PCR. Os resultados foram comparados aos indivíduos do grupo controle (22), que nunca testaram positivo para a doença. RESULTADOS: Os participantes foram avaliados 2 anos após a alta; 54,55% eram do sexo masculino e a idade média era de 45 anos. A avaliação de autoanticorpos apresentou 26 pacientes reagentes para FAN, 16 reagentes no VDRL, 2 dosagens elevadas de FR e 11 de PCR dentro do grupo Covid, em comparação com nenhum resultado reagente expresso pelo grupo controle. Os valores de Anti-CCP não foram significativos. CONCLUSÃO: Este estudo avaliou a presença de autoanticorpos em pacientes convalescentes, corroborando a hipótese de que o estado hiperinflamatório, sinalizado pela PCR, pode favorecer o desenvolvimento de autoimunidade, indicados principalmente pela presença de padrões de FAN e VDRL reagentes. Estes resultados apontam que a sintomatologia expressa na Síndrome Pós-Covid pode estar relacionada com o quadro autoimune presente na convalescença da doença.Palavra-chave: Síndrome Pós-Covid, inflamação, autoanticorpos
ACOMPANHAMENTO FONOAUDIOLÓGICO DA DÍADE MÃE E BEBÊ COM QUEIXA DE DISFUNÇÃO ORAL
Introdução: A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o aleitamento materno deve ser exclusivo até o sexto mês de vida do bebê e após esta idade, tem de servir de complemento à alimentação até os dois anos de idade ou mais. Alguns desafios impactam o processo de aleitamento materno. Recém-nascidos saudáveis podem apresentar movimentos orais inadequados, descritos na literatura como disfunção oral. Objetivo: Conhecer e intervir nas dificuldades do aleitamento materno de díades mãe e bebê que apresentam queixas de disfunção oral. Metodologia: Trata-se de um estudo de campo experimental transversal realizado na clínica-escola de um curso de Fonoaudiologia de uma instituição de ensino superior, que avaliou e tratou díades mãe e bebê com queixa de disfunção oral. Resultados: Os sinais que evidenciaram a presença de disfunção oral e que impactaram inicialmente na amamentação foram se modificando ao longo da intervenção fonoaudiológica. As alterações relacionadas aos bebês foram estalos de língua, retirada ineficaz do leite da mama e compressão inadequada do mamilo. As mães evidenciaram sinais de dor, fissura mamária e ducto obstruído. Considerações Finais: Neste estudo o acompanhamento fonoaudiológico minucioso da díade mãe e bebê contribuiu para minimizar as queixas maternas, adequar a funções orais dos bebês e promover o aleitamento materno exclusivo. Palavras-chave: Aleitamento Materno, Anquiloglossia, Fonoaudiologia, Recém-nascido
Eventos Tromboembólicos em pacientes com síndrome dos ovários policísticos em uso de anticoncepcional oral combinado revisão sistemática
A síndrome dos ovários policísticos (SOP) acomete um número significativode mulheres em idade reprodutiva. O uso de contraceptivos orais combinados (COC)é frequentemente indicado para o manejo de seus sintomas, atuando na regulaçãomenstrual e na redução dos efeitos androgênicos. Contudo, o risco aumentado detromboembolismo venoso (TEV) em pacientes em uso de COC deve ser levado emconta previamente à prescrição. Este estudo, por meio de revisão sistemática daliteratura, buscou avaliar a associação entre o uso de COC e a ocorrência de TEV empacientes com SOP. Foram incluídos e analisados quatro estudos retrospectivos queavaliaram o desfecho de TEV em pacientes com SOP em uso de COC. Destes, doisestudos apontaram o aumento na incidência em comparação à população geral. Noentanto, a escassez de estudos prospectivos nessa área limita a força das evidênciasatuais. Os resultados desta revisão reforçam a necessidade de pesquisas adicionais,com delineamentos metodológicos mais robustos, para aprofundar o conhecimentosobre os fatores de risco para TEV em mulheres com SOP que utilizam COC,contribuindo para o desenvolvimento de estratégias de terapias eficazes e seguras,visando otimizar a relação benefício-risco da terapia hormonal nessas pacientes
A CIÊNCIA POR TRÁS DA DETECÇÃO DE DROGAS ILÍCITAS EM FIO DE CABELO
INTRODUÇÃO: Acidentes envolvendo caminhões são ocorrências frequentes nas estradas brasileiras. Grande parte desses eventos estão relacionados a utilização de psicoativos por parte dos caminhoneiros durante suas longas jornadas de trabalho. No intuito de reduzir os índices de acidentes fatais nas estradas, a legislação Nº 13.103 aborda a detecção de drogas psicoestimulantes em cabelo ou pelos corporais através do exame toxicológico. A obrigatoriedade deste teste implica sobre motoristas que irão se habilitar, renovar ou trocar entre as categorias C, D ou E da carteira nacional de habilitação. OBJETIVO: O objetivo principal foi reunir informações sobre os procedimentos que são utilizados para a detecção de drogas ilícitas que possam ser utilizadas por motoristas profissionais. Secundariamente detalhamos os processos por qual a amostra passa desde o preparo até a confirmação do resultado. METODOLOGIA: Foi realizado um levantamento bibliográfico envolvendo a descrição da detecção de substâncias ilícitas determinadas pelo CONTRAN na matriz fio de cabelo. CONCLUSÃO: Assim observa-se que o teste toxicológico junto a métodos sensíveis e específicos como os métodos de cromatografia acoplada à espectrometria de massas são ferramentas poderosas para o controle e fiscalização do uso de drogas psicoestimulantes por parte dos motoristas de categorias C, D e E.Palavra-chave: Cabelo, Exame toxicológico, Lei 13.103, Caminhoneiros, Drogas ilícitas, Métodos cromatográficos, LC-MS, GC-MS
RELATIONSHIP BETWEEN HEARING LOSS AND COGNITIVE IMPAIRMENT IN OLDER ADULTS: A SCOPING REVIEW
Population aging has increased the incidence of common health issues in older adults, such as hearing loss and cognitive decline. Studies indicate that hearing loss is a significant risk factor for dementia, suggesting that its treatment may help reduce cases of cognitive impairment. Recent research explores this relationship from a neurophysiological perspective, investigating cochlear metabolic pathways and connections with the hippocampus. This scoping review analyzed 35 articles published between 2018 and 2024 in the SciELO and PubMed databases. The studies examined the impact of hearing loss on different cognitive domains, such as language and praxis. The findings suggest that hearing loss negatively affects cognitive function, highlighting the importance of early intervention strategies to mitigate its effects on brain aging.RELAÇÃO ENTRE PERDA AUDITIVA E COMPROMETIMENTO COGNITIVO EM PESSOAS IDOSAS: UMA REVISÃO DE ESCOPOO envelhecimento populacional aumentou a incidência de problemas comuns aos idosos, como perda auditiva e declínio cognitivo. Estudos indicam que a perda auditiva é um fator de risco relevante para demência, sugerindo que seu tratamento pode contribuir para reduzir casos de comprometimento cognitivo. Pesquisas recentes investigam essa relação sob a perspectiva neurofisiológica, explorando vias metabólicas cocleares e conexões com o hipocampo. Esta revisão narrativa analisou 35 artigos publicados entre 2018 e 2024 nas bases SciELO e PubMed. Os estudos abordaram o impacto da perda auditiva em diferentes domínios cognitivos, como linguagem e praxias. Conclui-se que a perda auditiva influencia negativamente o funcionamento cognitivo, reforçando a necessidade de estratégias de intervenção precoce para minimizar seus efeitos no envelhecimento cerebral
AVALIAÇÃO DE PARÂMETROS PRÉ-EXTUBAÇÃO DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS UTILIZADOS POR FISIOTERAPEUTAS QUE TRABALHAM EM UTI NEONATAL
Introdução: O recém-nascido (RN) prematuro pode necessitar de suporte ventilatório invasivo para proporcionar uma ventilação e oxigenação adequada após o nascimento, porém o uso prolongado, parâmetros mal ajustados e o insucesso da extubação podem causar um maior tempo de hospitalização, mais dias no suporte ventilatório e aumento da mortalidade. Objetivo: Avaliar através de um questionário direcionado aos fisioterapeutas que trabalham em unidade de terapia intensiva neonatal (UTIN), quais são os parâmetros ventilatórios utilizados por eles, para realizar a extubação segura de um RN, a fim de verificar se existe um padrão e quais condutas têm sido mais utilizadas durante esse procedimento. Métodos: Trata-se de um estudo transversal, realizado através da aplicação de um questionário online direcionado para fisioterapeutas que trabalham em UTIN. Resultados: O questionário foi respondido por 18 fisioterapeutas que atuam há 5,6 anos [AT1] em média. Assim, observou-se que 50% da amostra trabalha em mais de um hospital e 66,6% não usam os mesmos parâmetros nos diferentes locais que trabalham. Quanto ao teste de respiração espontânea, 55,6% realizam-no e 38,9% o fazem com frequência. A modalidade pré-extubação mais citada foi assisto-controlado a pressão. A instalação rotineira da ventilação mecânica não-invasiva após a extubação é feita por 66,7% da amostra. Conclusão: Com base nos resultados obtidos, nota-se a falta de consenso sobre os critérios para desmame e extubação do RN prematuro. Portanto, fica clara a necessidade da implementação de um protocolo padronizado de extubação do RN prematuro para ajudar agilizar o desmame e reduzir a duração da ventilação mecânica. PALAVRAS-CHAVE:extubação; unidade de terapia intensiva neonatal; recém-nascido prematuro.
Diferentes critérios de cálculos de médias tonais para definição da perda auditiva
Introdução: A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas apresentarão um grau de perda auditiva (PA) até o ano de 2050. O padrão ouro para o diagnóstico da PA é dado por meio da audiometria tonal que verifica se os limiares auditivos se encontram normais ou se apresentam alteração conforme a classificação adotada. Existem vários graus de PA e recomenda-se utilizar classificações reconhecidas da literatura, mas não existe um consenso de qual a mais indicada. Ademais a legislação brasileira estabelece um outro critério diferente para definir se a pessoa é portadora de deficiência auditiva. Objetivo: Comparar as classificações e o critério estabelecido por Lei para definir a PA. Método: Estudo retrospectivo, transversal, com a coleta dos limiares tonais dos exames auditivos realizados numa clínica escola. Foram selecionadas 240 orelhas com perda, divididas em grau normal, leve e moderado de acordo com a classificação tritonal de Lloyd & Kaplan (LK). Posteriormente, recalculadas de acordo com outras classificações quadritonais (OMS e Bureau Internacional d’Audiophonologie-BIAP) e com o critério da Lei nº 14.768/2023. Resultados: Foi possível estabelecer estatisticamente a comparação entre as classificações e conhecer o índice de concordância entre elas. Ao comparar as classificações da OMS e LK com BIAP a concordância foi substancial, e entre OMS e LK foi moderada. Conclusão: Conclui-se que existe concordância entre as classificações de grau para perda auditiva preconizados na literatura, porém a legislação brasileira utiliza um critério diferente que deixa de beneficiar uma parcela de deficientes auditivos de grau moderado.Descritores: Pessoas com deficiência auditiva; Audiometria; Testes Auditivos; Percepção da fal
ERA DO OPIOIDE: DA TERAPÊUTICA AO PREJUÍZO
O ópio é obtido através do látex derivado da incisão na cápsula da papoula Papaver somniferum L. (Papaveraceae), uma planta utilizada por suas propriedades analgésicas. Contudo, o uso prolongado propicia o aparecimento de sua principal complicação, o vício. Objetivo: Avaliar os dados atuais que revelam a crescente escala do vício dos opioides, identificando as principais razões para o aumento da exposição a este fármaco e avaliar as estratégias de conscientização já existentes para promover o uso racional dessas substâncias. Metodologia: revisão bibliográfica pelas bases de dados Medline (PubMed) e Google Acadêmico. utilizando os filtros full text (texto completo), período dos últimos 10 anos nas línguas português, inglês e espanhol. Os resultados mostram que a crise dos opioides é um problema global, com aumento de mortes por overdose, associado à prescrição excessiva e falhas no controle da distribuição. Conclui-se que medidas preventivas educativas e o uso de programas de tratamento são essenciais para mitigar os impactos da crise.Palavra-chave: opioide, uso terapêutico, dependência, epidemia e estratégias de prevenção
Análise da Prevalência de Afecções Oftalmológicas de Pacientes Vivendo com HIV Atendidos em um Hospital de Referência para Doenças Infecciosas
Atualmente sabe-se muito a respeito da síndrome da imunodeficiência humana (AIDS) e de seu causador, o vírus HIV. Há uma série de informações a respeito de sua transmissibilidade, métodos de prevenção e formas de tratamento. No entanto, apesar de existir uma quantidade considerável de evidências científicas a respeito do assunto, a infecção pelo HIV é recorrente na população, o que é considerado um agravo significativo da saúde mundial. As pessoas vivendo com o vírus podem adquirir a AIDS que é caracterizada como uma manifestação de sinais e sintomas que são prejudiciais para a saúde e que podem ser causadas por agentes oportunistas. Dentre estes sinais e sintomas, as manifestações oculares em pacientes vivendo com HIV são esperadas em mais da metade dos casos. Assim, este estudo tem como objetivo determinar a prevalência das afecções oftalmológicas de pacientes vivendo com HIV no Instituto de Infectologia Emílio Ribas além de avaliar os sinais e sintomas oftalmológicos, os achados do exame de fundoscopia e correlacioná-los com a contagem de linfócito TCD4 e carga viral de HIV mais próxima da consulta oftalmológica. Analisamos 524 prontuários do Instituto de Infectologia Emilio Ribas dos anos de 2018 a 2023 a partir de um instrumento de coleta de dados padronizado para todos os pacientes analisados. A partir do cálculo das análises dos prontuários, realizados por meio de porcentagem simples, média, desvio padrão, mediana e quartis obtiveram-se os resultados. O mais prevalente dentre os sintomas foi: 58% com baixa acuidade visual, dentre as fundoscopias: 39,5% com cicatriz, dentre as alterações neurológicas: 34% com anisocoria e dentre os diagnósticos oftalmológicos: 25% com citomegalovírus ocular. Concluímos que o perfil epidemiológico se manteve pouco alterado desde a introdução da Terapia Antirretroviral (TARV), mesmo com o avanço da disponibilidade e desenvolvimento de novas drogas.Palavras-Chave: Manifestações oculares, HIV, TCD4, Sintomas