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    237 research outputs found

    Cultura organizacional em micro e pequenas empresas:: uma análise com base em Montes Claros/MG

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    O Brasil é um país com um enorme número de empresas sendo criadas todos os dias. A maior parte dessas empresas se enquadram como “Micro ou Pequenas Empresas (MPE)”. Apesar disso, a cultura organizacional é um tema tratado como relevante especialmente em empresas de médio e grande porte. Isso faz com que seja menos discutido como empresas significativamente menores tratam do assunto e agem em relação a ele. Em decorrência disso, esse trabalho visa entender como as microempresas do Brasil trabalham a sua cultura organizacional, e como isso pode afetar os resultados e a eficiência de sua operação. A pesquisa foi feita na cidade de Montes Claros, Minas Gerais. Foi utilizado um questionário de 7 perguntas elaborado para entender a percepção dos proprietários de micro e pequenas empresas sobre cultura e clima organizacional. A pesquisa se caracteriza como quantitativa de caráter exploratório. Observou-se que os participantes da pesquisa possuem em sua maioria conhecimento sobre cultura organizacional e que investem esforços para aprimorá-la em sua empresa, além de possuírem um clima organizacional satisfatório. Houveram no entanto participantes que, mesmo sem demonstrar conhecimento prévio sobre o termo específico, afirmaram se esforçar ativamente para melhorar este aspecto do seu negócio. Dessa maneira, esse estudo se faz relevante socialmente por demonstrar características pouco conhecidas em relação à cultura das micro e pequenas empresas brasileiras, podendo ser utilizado como para embasar teorias, estudos e análises feitas no futuro em relação ao tema

    Perfil do uso indiscriminado de anticoncepcionais orais por acadêmicas da área da saúde do município de Montes Claros/MG

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    Os anticoncepcionais orais são amplamente utilizados pelas mulheres. Mas, a praticidade permite o uso indiscriminado desse método contraceptivo e consequentes riscos à saúde da mulher. Acadêmicas da área da saúde devem saber informar e utilizar esse método, opondo-se à realidade de equívocos associados ao uso desse medicamento. Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência e as características envolvidas no uso de anticoncepcionais orais em acadêmicas de graduação em cursos da área da saúde de um centro universitário norte mineiro. Tratou-se de um estudo transversal e analítico, e foi utilizado um questionário semiestruturado autoaplicável. A coleta de dados foi realizada de forma online, utilizando o WhatsApp, por meio do sistema Google Forms. A população relacionada à coleta de dados foi de 31 acadêmicas matriculadas nos cursos de Medicina, Fisioterapia e Enfermagem, no primeiro semestre de 2023, em um centro universitário do município de Montes Claros - MG. O instrumento de estudo foi um questionário autoaplicável, que avaliou o perfil das acadêmicas que fazem uso da pílula e fatores sociodemográficos, como sexo, idade, curso e período em que está matriculada, comportamentais e clínicos. Avaliaram-se fatores comportamentais por: consulta prévia para prescrição do medicamento e acompanhamento médico, indicação do método, regularidade e forma correta do uso da pílula. Em relação às acadêmicas entrevistadas, 61,3% tomavam a pílula anticoncepcional, com faixa etária predominante entre 18 e 23 anos, correspondendo a 90,3%, sendo o 3º o período curricular mais frequente com 64,5%. Dentre o grupo das entrevistadas, 51,6% não utilizam outros métodos para impedir a gravidez e 83,9% relataram que a prescrição foi feita por um médico. O motivo mais frequente para a opção pela pílula contraceptiva oral foi contracepção, com 67,7%. Notou-se que 64,5% não apresenta patologias como hipertensão arterial sistêmica (HAS), trombose venosa, diabetes mellitus, endometriose e síndrome dos ovários policísticos (SOP). Com relação à adesão ao medicamento, 45,2% responderam que faziam uso todos os dias, mas nem sempre no mesmo horário. O contraceptivo oral mais prevalente foi o Iumi®, representado por 25,8%. Além disso, 51,6% relata acreditar que haveria efetividade do medicamento mesmo se ocorrer vômito ou diarreia. Assim, apesar de apresentarem maior acesso a informações confiáveis acerca da sexualidade, em decorrência do contato proporcionado pelos cursos de graduação na área da saúde, encontram-se inconsistências na forma de uso de métodos contraceptivos orais

    Plantão Psicológico e despatologização infantil: reflexões a partir de Estágio Profissionalizante

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    O aumento da quantidade de crianças encaminhadas aos serviços de Plantão Psicológico (PP) com diagnósticos e queixas escolares (de aprendizagem e comportamento) provocou reflexões nos espaços de supervisão com o conteúdo e repercussão dos atendimentos. Objetiva-se, assim, relatar a experiência de atendimento/supervisão com crianças, seus familiares e suas consequências psicossociais. Este trabalho constitui-se relato de experiência sobre a prática de estágio e supervisão em Plantão Psicológico, utilizando pesquisa bibliográfica como base argumentativa e de discussão das experiências vivenciadas a partir da escuta ativa do psicólogo. Na prática de estágio, a apresentação/busca de diagnósticos para comportamentos ou dificuldades escolares foi um fenômeno constatado, que aponta a patologização da vida infantil (individualização das queixas). O atendimento em PP e os debates em supervisão possibilitaram atuação investigativa e descoberta de vários sujeitos e situações envolvidos na produção dessas queixas, reconhecendo o ser humano como biopsicossocial e o despatologizando. A prática em PP e supervisão pode favorecer a subjetividade da infância e a própria educação infantil, pois o movimento de compreensão das queixas e a descoberta de diversos atores e situações contribuiu para a despatologização e o desenvolvimento de olhares multifatoriais, inclusive dos pais, para os comportamentos na educação infanto-juvenil

    Pré-natal e puerpério em mulheres privadas de liberdade

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    A Lei de Execução Penal (LEP) garante às mulheres encarceradas o direito à qualidade de vida, infraestrutura adequada e atenção especial para gestantes e parturientes. No entanto, na prática, muitas penitenciárias falham em oferecer essas condições, exacerbando a vulnerabilidade das mulheres presas. Este estudo visa analisar a dinâmica do pré-natal e puerpério de mulheres privadas de liberdade no Brasil, com foco nos aspectos emocionais e fisiológicos da relação mãe-bebê, e na qualidade da assistência prestada.Nessa perspectiva, o artigo busca compreender a dinâmica da relação da mãe-bebê durante a gravidez e pós-parto dentro de uma penitenciária, sob os aspectos emocionais e fisiológicos. A pesquisa será uma revisão integrativa da literatura, caracterizada pela síntese de conhecimentos existentes sobre o tema. Trata-se de uma pesquisa exploratória-explicativa com abordagem qualitativa, utilizando bases de dados como SciELO, LILACS, google acadêmico, dentre outras. Os critérios de inclusão serão artigos originais, estudos teóricos, relatos de experiências, editoriais e legislação federal publicados nos últimos cinco anos.Espera-se obter uma compreensão aprofundada sobre as condições e desafios enfrentados por mulheres gestantes e puérperas no sistema prisional brasileiro. O estudo deve evidenciar as lacunas na infraestrutura e na assistência à saúde, além de destacar as principais queixas das detentas

    Práticas abusivas e comércio de loot boxes em jogos eletrônicos à luz do Código de Defesa do Consumidor no Brasil

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    Os jogos eletrônicos são um entretenimento de escala mundial. Com o avanço tecnológico eles se tornaram cada vez mais acessíveis, sobretudo, ao público infanto-juvenil, que possui proteção especial garantida pelos artigos 37, §2o e 39 inc. IV da Lei no 8.078 de 11 de setembro de 1990, conhecida como Código de Defesa do Consumidor – CDC/90 (BRASIL, 1990.a), além da Lei no 8.069 de 13 de julho de 1990, ou Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA (BRASIL, 1990.b) e da Constituição da República Federativa do Brasil – CRFB/88 (BRASIL, 1988). Diante disso, o presente artigo analisará a utilização de microtransações do tipo loot box como método de arrecadação em jogos que têm como público-alvo hipervulneráveis diante do CDC/90 (BRASIL, 1990.a). Realizou-se uma pesquisa bibliográfica em artigos científicos, trabalhos literários que tratam do tema, e doutrinas consumeristas, bem como uma pesquisa documental em leis e jurisprudências, todas feitas de maneira qualitativa e exploratória. Ao observar o histórico de evolução dos jogos, percebeu-se que se trata de uma indústria pioneira de inovações, que evolui rapidamente; e fatores como a internet e os smartphones fizeram com que se tornassem um entretenimento de massas. Com o desenvolvimento de jogos mais modernos, se desenvolveram também novas políticas de arrecadação. Dentre elas, as de maior destaque são as microtransações., que se caracterizam por vendas de objetos virtuais de pequeno valor dentro do jogo, em alguns casos é oferecida em formato de caixas contendo um item aleatório, e que podem variar em qualidade e valor, são as chamadas loot boxes. Elas são responsáveis por grande parte do lucro das empresas e ensejam debates do ponto de vista ético pela maneira como se apresentam ao consumidor, pois, carecem de informações claras ao consumidor, possuindo semelhanças com jogos de azar e que estão direcionadas ao público hipervulnerável, resultando em uma possível colisão com Direitos Básicos do Consumidor. Diante disso, conclui-se que a análise aprofundada dessas práticas demonstra a necessidade de se iniciar um debate mais amplo no contexto acadêmico e doutrinário, com o intuito motivar medidas efetivas de proteção ao consumidor, visto que, Direitos e Garantias Fundamentais estão sendo ameaçados

    Artes plásticas da beleza ao mercado: repercussões jurídicas

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    Este artigo tem o desiderato de estudar o direito do autor com enfoque nas artes plásticas e o seu mercado. Para tanto, serão feitos aportes acerca da história das artes plásticas para identificar em que momento a criação passa a ser vista como produto a ser comercializado. Outro enfoque desse artigo é analisar a legislação nacional, e como ela se desenvolveu ao longo dos tempos para proteger o direito do autor, e se de fato esse direito é respeitado nas diversas possibilidades que envolvem o mercado das artes, a exemplo da alienação de uma obra, o direito de exposição, o direito de sequência na revenda e o direito de multiplicação. Por fim, foram utilizados alguns exemplos de casos concretos de repercussão no âmbito jurídico, cujos objetos se pautaram no direito do autor de artes plásticas no Brasil e como os tribunais trataram o tema

    Expediente e Comissão Organizadora

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    II Congresso Brasileiro de Direito 27 e 28 de agosto de 202

    Liberdade de expressão nos Estados Unidos: uma abordagem comparatista

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    Este trabalho procurou analisar as peculiaridades da proteção à liberdade de expressão nos Estados Unidos da América, em comparação aos parâmetros constitucionalmente estabelecidos no direito brasileiro. A pesquisa se preocupou com a sistematização do processo de comparação, esclarecendo para o leitor quais foram as etapas de comparação e qual a metodologia empregada. Para tanto, primeiro foi preciso expor os caminhos possíveis do método de comparação e, ao longo do texto expor as limitações possíveis em termos de análise comparatista. Com relação ao aspecto material do direito daquele país, é apresentada inicialmente um panorama geral da jurisdição constitucional, desde a sua formação até o estágio atual. Na sequência, a liberdade de expressão norte-americana foi descrita historicamente, desde a época colonial até os desdobramentos mais recentes com relação às fake news. Foi preciso fazer uma breve digressão histórica no sistema constitucional brasileiro de proteção à liberdade de expressão, demonstrando-se, assim, a incompatibilidade dos dois modelos. O trabalho concluiu que os EUA têm um modelo único de liberdade de expressão, diferente até mesmo dos outros países da common law, isso se justifica pela formação histórico-política daquele país, que acaba por reproduzir um clássico consenso nacional de como poderia ser exercida tal liberdade. Tal consenso permanece em discussão os EUA, mas vemos pouca possibilidade de alteração e de aproximação ao modelo das demais democracias ocidentais.

    Expediente

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    Apresentação, expediente, conselho editorial e sumári

    As intermitências distópicas e epidêmicas das cidades brasileiras: um diálogo com Saramago

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    A pandemia de COVID-19 se configurou como uma crise sanitária de proporção fractal. Isto é, suas contraturas revelaram crises para além da saúde pública, expondo crises e colapsos socioeconômicos e políticos em diferentes escalas do espaço global. No Brasil, a evolução atroz da doença e a insalubridade em sua gestão, acenaram para um vertiginoso quadro de mortes, criando dos noticiários ao imaginário um quadro de dessensibilização distópica. Toda crise tem duas faces, a utópica e a distópica, interpolando-se para mediar as relações e acontecimentos do cotidiano. Desse modo, este trabalho procurou associar o contexto pandêmico no Brasil e a produção do espaço urbano, ora utópica, ora distópica, promovendo espacializações e espacialidades cotidianas desiguais. Adota-se como interlocução para reflexão deste contexto, a obra As intermitências da morte (2005) de José Saramago, buscando na literatura ficcional o viço interpretativo para os cenários aflitivos da vida na cidade

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