Unifev Revistas (Centro Universitário de Votuporanga-SP)
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    LEVANTAMENTO DOS ARTIGOS PUBLICADOS SOBRE PARTO HUMANIZADO, NA BASE DE DADOS BDENF, PERÍODO DE 2013 À 2015

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    O parto humanizado compreende acima de tudo no reconhecimento da autonomia da mulher enquanto ser humano e da necessidade de tratar este momento com práticas que de fato tenham evidências científicas e permitam aumentar a segurança e o bem-estar da mulher e do recém-nascido, respeitando sobre tudo suas escolhas. O objetivo deste trabalho foi levantar os artigos sobre parto humanizado na base de dados BDENF, no período de 2013 à 2015. Trata-se de uma pesquisa exploratória, descritiva, quantitativa e retrospectiva. De 2002 em diante foram levantados 170 artigos usando o descritor "parto humanizado". Desses foram selecionados nove artigos no período determinado. Dos noves artigos, um (11%) foi de 2013, seis (67%) de 2014 e dois (22%) de 2015. Todos os artigos foram escritos por enfermeiros.Observou-se que no período estudado houve poucas publicações referentes à temática, talvez seja pelo fato da falta de incentivo das políticas de publicações em revistas.Publicar em revistas fica cada vez mais difícil e o prazo médio entre o recebimento e a avaliação até à publicação alarga-se, de tal modo que as taxas de rejeições são, superiores a 90% dos artigos recebidos. Em suma, conclui-se que o profissional enfermeiro tem grande interesse em publicar seus artigos sendo coadjuvantes destas experiências. Está sempre colocando seus conhecimento a serviço do bem-estar da mulher e do bebê, podendo minimizar a dor, dar conforto, esclarecer, orientar, enfim, ajudar a parir e a nascer.Palavra Chave: Parto normal.Humanização. Artigos publicados.

    MOTIVAÇÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL: ATUAÇÃO DO PROJETO PIBID – EDUCAÇÃO FÍSICA NAS AULAS DO ENSINO FUNDAMENTAL I DA CIDADE DE VOTUPORANGA/SP

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    A Educação Física é o espaço escolar que permite ao aluno experimentar os movimentos, e por meio dessa experimentação, desenvolver um conhecimento corporal por meio da prática desses movimentos. Esse trabalho teve como objetivo identificar os motivos que levam os alunos do ensino fundamental I a não gostarem de participar das aulas de educação física. A amostra foi realizada com 25 alunos do ensino fundamental I, de uma escola pública municipal da cidade de Votuporanga-SP atendida pelo projeto PIBID Subprojeto Educação Física, que apresentaram uma faixa etária média de 10,01±0,7 anos de idade, esses mesmos foram submetidos a uma entrevista realizada por um grupo de bolsistas do subprojeto, onde tiveram que responder algumas questões inerentes às aulas de educação física. Quanto aos resultados encontrados, foi possível visualizar que todos os participantes gostam de participar das aulas de educação física, quanto às modalidades 40% dos indivíduos deixaram claro sua preferência por modalidades esportivas (Futsal e Voleibol), outros 60% declararam gostar mais de atividades recreativas, quando questionados sobre as atividades gostariam de ter, 10% relataram que gostariam de aprender novas modalidades esportivas, 40% relataram sua preferência pelas aulas livres, outros 50% declararam gostar dos conteúdos ministrados nas aulas. De acordo com os resultados encontrados no presente estudo, é possível concluir que o grupo participante da pesquisa, é bastante motivado, e que não foram encontrados fatores desmotivantes que venham influenciar no aprendizado do aluno, o que é esperado se levar em consideração a faixa etária, no entanto sugere mais estudos sobre este assunto visando o aprimoramento dessas informações e discutir com mais profundidade os fatos motivacionais ligados à prática das aulas de educação física. A proposta do projeto PIBID-Educação Física, é promover intervenções no sentido continuar a motivação dos educandos a realização das aulas, beneficiando os atendidos pelo projeto.Palavras-chave: Educação Física; Ensino Fundamental; Conhecimento Corporal

    RESULTADOS DO PROJETO SAÚDE DA CRIANÇA ESCOLAR COM ENFOQUE NA AVALIAÇÃO ANTROPOMÉTRICA/NUTRICIONAL

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    A antropometria é uma técnica sistematizada para verificar e medir as dimensões corporais da criança. Os parâmetros avaliados na antropometria são: peso, estatura, perímetro cefálico e torácico e Índice de Massa Corporal (IMC).  O crescimento, um dos indicadores de saúde da criança, é um processo dinâmico e contínuo expresso pelo aumento do tamanho corporal, sendo influenciado por fatores intrínsecos (genéticos) e extrínsecos (ambientais), entre os quais se destacam a alimentação, a saúde, a higiene, a habitação e os cuidados gerais com a criança, que atuam acelerando ou restringindo tal processo. Esta pesquisa teve como objetivo coletar dados antropométricos, calcular IMC e avaliar estado nutricional. O projeto foi desenvolvido em setembro e outubro de 2015, as quartas feiras, no período da tarde e as ações desenvolvidas foram: pesagem, mensuração da estatura e o cálculo do IMC das crianças de duas salas de aula (3º e 4º ano do ensino fundamental) do 3º ano foram 24 participantes, desses 13 do sexo masculino e 11 do sexo feminino e do 4º foram 13 participantes, sendo que desses sete do sexo masculino e seis do sexo feminino, perfazendo um total de 37 participantes. Os resultados foram, no 3º ano entre o sexo masculino encontrou-se 11 participantes adequados para idade (84,6%), um sobrepeso (7,7%) e um obeso (7,7%), entre o sexo feminino encontrou-se oito participantes adequados para a idade (72,7%), dois sobrepeso (18,2%), e um obeso (9,1%). No 4º ano entre o sexo masculino encontrou-se cinco participantes adequados para idade (71,4%), um sobrepeso (14,3%) e um obeso (14,3%), entre o sexo feminino encontrou-se um participantes adequados para a idade (16,3%), dois sobrepeso (33,4%), e três obeso (50%). Medidas urgentes de educação em saúde e encaminhamento para acompanhamento aos serviços de saúde devem ser tomadas no sentido de minimizar esses agravos.Palavras chave: Avaliação nutricional. Dados antropométricos. Obesidade

    REVISÃO LITERÁRIA ACERCA DE ALERGIA ALIMENTAR

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    Nos dias atuais as patologias relacionadas ao trato gastrointestinal vêm se tornando mais comuns entre pessoas cada vez mais jovens, ao ponto de nascerem com tais doenças, ou como devem ser chamadas, de reações adversas a alimentos, onde se destacam as alergias alimentares. "A alergia alimentar, ou hipersensibilidade, é uma reação adversa imunológica ao alimento, geralmente a uma proteína" (KRAUSE, 2012), ou seja, o sistema imunológico do indivíduo produz uma resposta a uma pequena fração proteica do alimento e não ao alimento em si. Por tratar-se de patologia ocorre a necessidade de um tratamento eficaz, mesmo que paliativo, já que uma alternância de hábitos alimentares torna-se necessário, alternância esta que se torna mais complicada caso os sinais e sintomas de desenvolvam e se apresentem tardiamente no indivíduo, em alguns casos, até já na idade adulta. Assim o papel de um profissional nutricionista se faz importante, aliado a outros, já que a segurança alimentar engloba todas essas áreas do conhecimento. O objetivo deste trabalho é desenvolver uma revisão literária acerca do tema outrora citado, ou seja, a alergia alimentar. Essa abordagem será feita de um modo geral e não levando em conta uma alergia específica. A metodologia adotada será de consultar e interpretar informações de origem bibliográfica (livros e artigos) e bases epidemiológicas. Os resultados esperados, bem como a conclusão do trabalho, visa mostrar aos interessados que tal estudo encontra-se em evidência devido ao crescimento elevado de manifestações desta patologia, abordado, principalmente por dados epidemiológicos, contribuindo desta forma para que estudos mais aprofundados sobre o tema ocorram e, além disso, alertando aos presentes sobre uma preocupação que não deve ser negligenciada, além de mostrar a importância da preocupação e acompanhamento de profissionais da saúde em relação à patologia, principalmente da área de nutrição.Palavras-chave: Alergia alimentar, Nutrição, Imunologia

    VANTAGENS NA UTILIZAÇÃO DA BOMBA CARNEIRO HIDRÁULICO

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     O carneiro hidráulico é um equipamento utilizado para o recalque de água que dispensa o uso de energia elétrica ou à combustão, através do aproveitamento da energia potencial gravitacional da água pelo desnível do reservatório com o sistema de recalque. Seu funcionamento se baseia no golpe de aríete (produzido pelo martelo), que ocorre quando há o fechamento abrupto de uma tubulação onde flui a água. Esse golpe faz com que a energia cinética do líquido gere uma sobrepressão na tubulação e propague uma onda de pressão contrária a incidente na válvula de fechamento. Desta forma, é possível utilizar a diferença da pressão hidrostática para bombear a água de um nível mais baixo para níveis mais altos. Assim, a presente pesquisa tem como objetivo analisar o desempenho da bomba carneiro em nível de laboratório e mostrar o funcionamento e vantagens na área da engenharia civil. Na prática foi usado um equipamento carneiro hidráulico a escala de laboratório composto por um reservatório superior de água, um sistema de tubulações, um sistema de bomba carneiro (localizada em um nível abaixo do reservatório), um sistema a vácuo e um sistema de recalque. No experimento, foi medido a vazão de água do reservatório superior, mensurado o número de golpes por minuto e a pressão gerada no sistema de vácuo. Como resultado foi observado 40 golpes de aríete por minuto, a uma pressão de vácuo de 0,15 Pa, com uma eficiência de recalque de água de aproximadamente 70% (comparado com a perda de água no carneiro hidráulico). Como principal aplicação, o sistema carneiro hidráulico mostra-se útil no aproveitamento de águas estagnadas provenientes de chuvas, em hortas hidropônicas, na qual é necessária a circulação contínua de agua, em poços de difícil acesso, entre outras.Palavras-chaves: Carneiro hidráulico. Recalque. Desnível do reservatório.

    CARACTERIZAÇÃO DO PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DE UMA MICROÁREA DE UM MUNICÍPIO DO INTERIOR PAULISTA POR ALUNOS DE UM CURSO DE MEDICINA

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    Atualmente a transição demográfica influencia diretamente no perfil socioeconômico da nação, bem como na prevalência e incidência de Doenças Crônicas Não-Transmissíveis, principalmente Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes Melitus e atualmente depressão. O objetivo do estudo foi caracterizar o perfil epidemiológico de uma microárea de um município do interior paulista e colaborar com a Unidade de Saúde da Família no cadastramento de uma população específica. Foi realizada uma pesquisa exploratória, descritiva e quantitativa com amostra de 64 participantes que utilizou instrumento estruturado para coletar dados sobre idade, etnia, orientação sexual, escolaridade, ocupação, condições de vida e condições/situações de saúde. Realizou análise com estatística descritiva, após aprovação em Comitê de Ética em Pesquisa. O resultado encontrado foi uma microárea caracterizada por 50% da população adulta, 31,25% idosos, 64,28% branca, 64,06% feminina, 43,75% casada, 60,94% com renda mensal de 1 salário mínimo, 57, 81% com peso adequado, 53,12% ensino fundamental incompleto, 32,81% aposentados, 89% residência própria com 5 cômodos, 89% de alvenaria, 70% água consumida da torneira e 100% de abastecimento de água, de coleta de lixo e de esgoto; 12,5% tabagista, 4,7% etilista e 1,5% dependente de drogas ilícitas; 37,5% com Hipertensão Arterial Sistêmica, 21,87% com outras doenças cardiovasculares, 9,37% diabéticos e 9,37% em acompanhamento psiquiátrico. Concluiu-se que a população era predominantemente adulta, socioeconomicamente vulnerável, com baixa escolaridade, com predomínio de doenças crônicas cardiovasculares. Necessita de ações de educação em saúde para gerenciamento do adoecimento crônico, ações de prevenção de doenças mentais e promoção da saúde mental. A parceria Instituição de Ensino Superior por meio do curso médico e a Unidade de Saúde pode favorecer o fortalecimento e a ampliação da assistência prestada à população investigada.Palavra-chave: Educação médica. Doenças crônicas. Estratégia de saúde da família. REFERÊNCIAS: BRASIL. Ministe¿rio da Sau¿de. Secretaria de Vigila¿ncia em Sau¿de. Departamento de Ana¿lise de Situac¿a¿o de Sau¿de. Plano de ac¿o¿es estrate¿gicas para o enfrentamento das doenc¿as cro¿nicas na¿o transmissi¿veis (DCNT) no Brasil 2011-2022/Ministe¿rio da Sau¿de. Secretaria de Vigila¿ncia em Sau¿de. Departamento de Ana¿lise de Situac¿a¿o de Sau¿de. ¿ Brasi¿lia: Ministe¿rio da Sau¿de, 2011.160 p.: il. ¿ (Se¿rie B. Textos Ba¿sicos de Sau¿de). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. ¿ Brasília : Ministério da Saúde, 2012 BRASIL. Ministério da Saúde. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial sistêmica. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica, n. 37) DIAS, Everton Mesquita et al. Perfil epidemiológico dos pacientes com hipertensão arterial sistêmica cadastrados na Casa Saúde da Família Águas Lindas II, Belém, PA. Revista de Medicina, São Paulo, v. 88, n. 3-4, p. 191-198, dec. 2009. ISSN 1679-9836. Disponível em: <https://www.revistas.usp.br/revistadc/article/view/42211>. Acesso em: 27 oct. 2017. doi:http://dx.doi.org/10.11606/issn.1679-9836.v88i3/4p191-198

    IDENTIFICAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS DIABÉTICOS DA POPULAÇÃO DA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA - DR. MARTINIANO SALGADO - VOTUPORANGA/SP

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    O diabetes mellitus (DM) é uma Doença Crônica Não Transmissível (DCNT) que possui uma morbidade e mortalidade altas, principalmente entre pessoas com mais de 60 anos de idade. Entre as DCNTs estão as doenças cardiovasculares, obesidade e diabetes, que são relacionadas com ausência de atividade física e maus hábitos alimentares (ALMEIDA et al, 2014). Aproximadamente 5,2% da população do Brasil possui diabetes mellitus, porém, metade das pessoas desconhece serem portadores da doença (LEITE, MARTINS e NOVAIS, 2010). Ainda, segundo os mesmos autores, o DM corresponde a aproximadamente 5% dos óbitos mundiais e estima-se que para a próxima década esta porcentagem aumente em 50%. A DM é uma patologia que compromete o metabolismo da glicose no organismo. De acordo com Leite, Martins e Novais (2010) existem dois tipos de diabetes: o tipo 1 e o tipo 2; sendo que o tipo 1 ocorre quando não há produção de insulina, pode se desenvolver até os 30 anos de idade, atingindo principalmente crianças e adolescentes, equivale a aproximadamente 10% dos casos. No diabetes tipo 2 a insulina é insuficiente ou mal aproveitada, é causada devido resistência a insulina e  indivíduo que apresenta obesidade, geralmente em pessoas acima de 40 anos de idade. A DM tem aumentado a mortalidade devido ao seu alto risco de desenvolver complicações como hipoglicemia, cetoacidose diabética, retinopatia e nefropatia (PASQUALOTO, ALBERTON e FRIGERI, 2012). Entre os fatores de risco para diabetes mellitus estão: idade, sobrepeso, antecedente familiar de diabetes, hipertensão arterial, diagnóstico prévio de síndrome do ovário policístico, doença cardiovascular.Palavras-chave: Diabettes mellitus. Classificação. Complicações. Prevalência e incidência.   REFERÊNCIAS: ALMEIDA, M.C. et al. Conhecimento de usuários sobre complicações crônicas do diabetes mellitus. Revista de enfermagem UFPE online. Recife, 8 (supl. 1) p. 2237-2242, 2014. Disponível em: <http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/8523/1/2014_art_erholanda.pdf.> Acesso em 02 abr 2017. BRASIL. Portaria nº 1.631, de 1º de outubro de 2015. Aprova critérios e parâmetros para o planejamento e programação de ações e serviços de saúde no âmbito do SUS. Diário Oficial da União, nº 189, p. 38, 2015. Disponível em: <http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2015/prt1631_01_10_2015.html>. Acesso em 14 jun 2017. GERHARDT, T. E; SILVEIRA, D. T. Métodos de pesquisa. Universidade Aberta do Brasil. Curso de graduação Tecnológica. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009. GIL, Antonio Carlos. Como elaborar métodos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2010. LEITE, F.; MARTINS, C.; NOVAIS, M. Tendências do Diabete Melito. Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, 2010. Disponível em: < http://docplayer.com.br/3691778-Tendencias-do-diabete-melito.html>. Acesso em 05 jul 2017. MORESI, Eduardo (org.). Metodologia da pesquisa. Universidade Católica de Brasília. Programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Gestão do conhecimento e tecnologia da informação. Brasília, 2003. PASQUALOTTO, K.R; ALBERTON, D.; FRIGERI, H.R. Diabetes mellitus e Complicações. Journal of Biotechnology and Biodiversity, v. 3, n. 4, p. 134-145, 2012. Disponível em:<https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/download/385/267> . Acesso em 01 ago 2017

    IDENTIFICANDO AS NECESSIDADES DOS ADOLESCENTES: PRATICA REALIZADA NA ESCOLA ESTADUAL DO BAIRRO PARQUE DAS NAÇÕES EM VOTUPORANGA

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    A graduação em Medicina da UNIFEV tem como perfil do egresso, o profissional médico, com formação generalista, humanista, critica e reflexiva, pautado em princípios éticos no processo de saúde e doença, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Medicina de 2014. O curso é constituído pela unidade curricular Pratica de Integração Ensino-Serviço-Comunidade (PIESC), a qual tem como objetivo aproximar precocemente o estudante de Medicina da realidade do Sistema Único de Saúde, da comunidade do território e dos profissionais de saúde da unidade e se compromete com a construção de uma educação médica pautada no compartilhamento de saberes, contemplando o quadrilátero da formação para a áreade saúde: Ensino, Gestão, Atenção e Controle Social. O projeto de pesquisa foi desenvolvido com base nas Diretrizes Nacionais para a Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens na Promoção, Proteção e Recuperação da Saúde e Programa Saúde na Escola. O presente trabalho visa descrever o que foi realizado no primeiro semestre do curso de Medicina entre os meses de setembro a novembro do ano de 2016. O projeto apresenta atividades desenvolvidas com 31 alunos (entre 14 e 18 anos) do 1° ano do ensino médio da turma B, da Escola Estadual ¿Prof.a Maria Nívea Costa Pinto Freitas¿, localizada no Parque das Nações em Votuporanga-SP. O grupo consistia em 10 acadêmicos e 1 tutora, a qual tinha a função de orientar e acompanhar os discentes. O trabalho descrito possuía o objetivo de identificar as necessidades de saúde dos jovens, através de dinâmicas, e auxiliar para futuros projetos a fim de prevenir as mazelas sociais detectadas. Levando-se em conta o que foi observado concluímos que as necessidades de saúde dos adolescentes estavam relacionadas à falta de perspectiva de futuro, baixa autoestima, descompromisso dos alunos com a escola, desconhecimento sobre saúde, saneamento básico e vestibulares.Palavras-chave: Adolescentes. Curso de Medicina. Necessidades de Saúde.REFERÊNCIAS: Diretrizes Nacionais para a Atenção Integral à Saúde de Adolescentes e Jovens na Promoção, Proteção e Recuperação da Saúde, 2010. Disponível em: http:// bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_nacionais_atencao_saude_adolescentes_jovens_promocao_saude.pdf. Acesso em: 27/09/2017 BRASIL, Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Medicina. Brasília, 2014. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=15514-pces116-14&category_slug=abril-2014-pdf&Itemid=30192. Acesso em: 27/09/2017. Ministério da Saúde. Passo a passo PSE programa saúde na escola - tecendo caminhos de intersetorialidade. Brasília, 2011. BRANDÃO, Edermeson Roque Malheiro; ROCHA, Saulo Vasconcelos; SILVA, Sylvia Sardinha. Práticas de Integração Ensino-Serviço-Comunidade: Reorientando a Formação Médica. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbem/v37n4/a13v37n4.pdf. Acesso em: 27/09/2017

    MANEJOS CLÍNICOS DA PSICOSE: O CASO ESTAMIRA NA VISÃO PSICANALÍTICA E ANALÍTICA COMPORTAMENTAL

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    A Psicose em contexto geral é definida como um estado mental patológico caracterizado pela perda de contato do indivíduo com a realidade, e tal quadro psíquico torna desafiador o trabalho terapêutico e consequentemente evidencia questionamentos quanto aos manejos e eficácia do tratamento. Desse modo, nesse trabalho analisou-se o longa-metragem Estamira baseado em duas diferentes abordagens técnico-teóricos da psicologia, a Análise do Comportamento e a Psicanálise, uma vez que ambas apresentam formas distintas de elaborar o seu trabalho. A partir de uma perspectiva comportamental, seria necessário compreender os comportamentos alucinatórios de Estamira pelo meio em que ela está inserida, considerando as contingências ambientais instaladoras e que mantêm esses comportamentos, para assim serem desenvolvidas técnicas visando a extinção desses sintomas. Na perspectiva psicanalista, busca-se adentrar no universo em questão, utilizando-se dos recursos linguísticos trazidos pela paciente, para promover aos poucos, a inserção de Estamira no mundo simbólico, a fim de estabelecer uma melhor qualidade de vida para si, e para sua relação com o Outro. Conclui-se que, embora os pressupostos das abordagens sejam muito distintos, o foco do tratamento é único: promover uma melhor qualidade de vida do sujeito em questão, fazendo valer o rigor ético, técnico, filosófico, teórico e prático da profissão.Palavras-chave: Psicose. Psicanálise. Análise do Comportamento. REFERÊNCIAS: BRITTO, I. A. G. S. et al. Reforçamento diferencial de comportamentos verbais alternativos de um esquizofrênico. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, 2006, v.8, n. 1, p.073-084, 2006.DSM. Manual de Diagnósticos e Estatístico de Transtornos Mentais. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. LACAN, J. (1954-55/1985) O seminário 2, o eu na teoria de Freud e na técnica da psicanálise. Rio de Janeiro, Jorge Zahar. QUINET, A. Psicose e laço social: esquizofrenia, paranoia e melancolia. Rio de Janeiro: Zahar, 2006

    PRÁTICA DE INTEGRAÇÃO ENSINO-SERVIÇO-COMUNIDADE: CONTRIBUINDO NA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA INFANTO-JUVENIL

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    Tendo como objetivo formar um profissional médico generalista, humanista, crítico e reflexivo com base nos princípios éticos, a unidade curricular PIESC (Prática de Integração Ensino-Serviço-Comunidade) tem a responsabilidade de proporcionar ao aluno a oportunidade de vivenciar a dinâmica do cotidiano de atenção à saúde dos indivíduos nos diferentes ciclos de vida, intervindo e promovendo a saúde da população atendida. No 2º semestre de 2016, abordou-se na unidade temática a ¿Adolescência¿ a qual se baseia nos indivíduos compreendidos na faixa etária de doze à dezoito anos. Essa fase define-se como uma transição entre a infância e a fase adulta caracterizada por alterações sociais, psíquicas e morfofisiológicas influenciadas por aspectos intrapessoais e interpessoais como a consolidação da personalidade. Os graduandos do 1º período do curso de medicina levantaram dados com a turma do 1º ano do ensino médio, composta de 31 alunos, sendo eles: 19 adolescentes do sexo feminino e 12 adolescentes do sexo masculino, da Escola Estadual Maria Nívia Costa Pinto Freitas; a fim de averiguar as necessidades de saúde no território atendido pela ¿Unidade Básica de Saúde Daniele Cristine Lamana¿. As dinâmicas tiveram êxito, e por meio delas foi possível identificar um conhecimento prévio em relação à sexualidade, falta de informação sobre qualidade de vida, de interesse em cursar uma faculdade ou curso técnico. Esse levantamento tem como embasamento teórico o Programa Saúde na Escola (PSE) e a Estratégia de Saúde da Família (ESF) que juntos atuam para promover uma melhoria na qualidade de vida contribuindo para a participação de crianças e adolescentes em projetos e programas que englobem saúde e educação com o objetivo de enfrentar e prevenir mazelas que comprometam o seu desenvolvimento. Desta forma, foi concluído pelos discentes a falta de perceptiva de futuro dos adolescentes do Bairro Parque das Nações. Durante o 1º semestre de 2017, uma pesquisa foi elaborada para crianças do 4° ano do ensino fundamental da escola ¿CEM Valdir Gonçalves de Lima¿ visando suprir as necessidades de saúde detectadas no trabalho anterior com os adolescentes, por meio de dinâmicas relacionadas aos aspectos biopsicossociais com o objetivo de trabalhar o ser humano como um todo compreendendo sua individualidade e sua integralidade.Palavras-chave: Qualidade de Vida. Infantojuvenil. Perspectiva de Futuro. REFERÊNCIAS: DIRETRIZES NACIONAIS PARA A ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DE ADOLESCENTES E JOVENS NA PROMOÇÃO, PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DA SAÚDE. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília- DF, 2010. Disponível em: <file:///C:/Users/User/Downloads/diretrizes_nacionais_atencao_saude_adolescentes_jovens_promocao_saude%20(4).pdf>. Acesso em 17 nov. 2016 Departamento de atenção básica. Estratégia Saúde da Família. Brasília: Portal da Saúde, 2012. Disponível em: http://dab.saude.gov.br/portaldab/ape_esf.php. Acesso em: 15/03/2017. Ministério da Saúde. Passo a passo PSE programa saúde na escola ¿ tecendo caminhos de intersetorialidade. Brasília, 2011. PEREIRA, E. F.; TEIXEIRA, C. S.; SANTOS, A. D. Qualidade de vida: abordagens, conceitos e avaliação. Rev. Bras. Educ. Fís. Esporte, São Paulo. 2012

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