Portal Periodicos Universidade Federal de Catalão
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ESTÁGIO E DOCÊNCIA: DIFERENTES CONCEPÇÕES
Este artigo discute a formação de professores e pedagogos a partir da relação teoria e prática presente nas atividades de estágio. As autoras revelam preocupação com as práticas que “imitam modelos escolares”, assim como com as práticas escolares que priorizam a “instrumentalização técnica”. No sentido de superar este extremo/dicotomia, o estágio, segundo as autoras, não é percebido como um apêndice curricular, mas um instrumento pedagógico que contribui para a superação da dicotomia teoria&prática
ENSINO E ALIENAÇÃO POR MEIO DA LITERATURA INFANTO-JUVENIL
A literatura infanto-juvenil deveria ser estudada com mais ênfase. Ela faz parte da série de elementos da primeira caminhada educacional de qualquer criança. Em todas as salas de aula, antes que as crianças aprendem a ler, aparecem textos em desenho cuja seqüência tem um início, meio e fim discerníveis. Quando a criança aprende a ler, aparecem textos escritos. Essa etapa ocorre porque a literatura infantil compõe-se de textos formadores que apresentam os modelos previamente selecionados pela civilização para formar não exatamente a criança, mas um tipo de criança: aquela que a ideologia dominante enseja
AS NARRATIVAS SOBRE A SURDEZ: ABORDAGENS E PROPOSTAS EDUCACIONAIS PARA SURDOS
A educação de surdos, desde seu princípio, teve a língua(gem) como questão central e, a partir daí, esse tema acabou por ocupar o espaço de todas a discussões, o que tornou a própria história da educação dos surdos quase uma réplica da história das diferentes abordagens da aquisição da língua para esses sujeitos, levando a aquisição de conhecimentos a ser um apêndice da primeira. Daí não ser possível compreender as questões educacionais sem compreender as concepções de aprendizagem da língua que motivaram toda a educação e escolarização dos surdos. Nos discursos e práticas sobre a surdez e a educação dos sujeitos surdos, ressalta-se o debate: língua de sinais e língua majoritária (oral e escrita) e, apesar de diferentes motivações, o norte é a interação, comunicação, enfim, a inclusão escolar e social. Portanto, as discussões são tecidas a partir das diferentes abordagens educacionais, suas motivações, o debate língua de sinais e língua majoritária, o desenvolvimento cognitivo e lingüístico e suas repercussões na formação da pessoa