Revista Latinoamericana de Estudios Rurales
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Apresentação do dossiê Temas e abordagens das agendas de pesquisa da sociologia rural latino-americana
The purpose of this dossier is to address current issues and approaches in Latin American rural studies. In recent decades, fundamental contributions have been made that outline the origins and development of this field of study, both for Latin America as a whole and for specific countries (Giarracca, 1999; Gómez, 1992; Kay, 2007; Llambi and Pérez, 2007; Piñeiro, 1996 and 2000; Riella and Mascheroni, 2021; Sáncez Albarrán, 2019). On this occasion, the focus is primarily on identifying the main lines of research and possible gaps in contemporary academic literature. The origin of this work corresponds to a series of activities carried out by the Latin American Association of Rural Sociology in the second half of 2023 and the first half of 2024, under the title “The research agenda of Latin American rural sociology today. Topics, methodologies, and areas of vacancy.”El dossier que presentamos tiene por propósito abordar los temas y enfoques actuales de los estudios rurales latinoamericanos. En las últimas décadas, se han producido aportes fundamentales que reseñan los orígenes y el desarrollo de este campo de estudios, tanto para el conjunto de América Latina como para países específicos (Giarracca, 1999; Gómez, 1992; Kay, 2007; Llambi y Pérez, 2007; Piñeiro, 1996 y 2000; Riella y Mascheroni, 2021; Sáncez Albarrán, 2019). En esta oportunidad, la atención se centra prioritariamente en identificar las principales líneas de investigación y las posibles áreas de vacancia en la literatura académica contemporánea. El origen de estos trabajos corresponde a una serie de actividades desarrolladas por la Asociación Latinoamericana de Sociología Rural en la segunda parte del año 2023 y la primera del 2024, bajo el título de “La agenda de investigación de la sociología rural latinoamericana en la actualidad. Temas, metodologías y áreas de vacancias”.O dossiê que apresentamos tem como objetivo abordar os temas e enfoques atuais dos estudos rurais latino-americanos. Nas últimas décadas, foram produzidas contribuições fundamentais que resumem as origens e o desenvolvimento desse campo de estudos, tanto para a América Latina como um todo quanto para países específicos (Giarracca, 1999; Gómez, 1992; Kay, 2007; Llambi e Pérez, 2007; Piñeiro, 1996 e 2000; Riella e Mascheroni, 2021; Sáncez Albarrán, 2019). Nesta ocasião, a atenção se concentra prioritariamente em identificar as principais linhas de pesquisa e as possíveis áreas de lacunas na literatura acadêmica contemporânea. A origem desses trabalhos corresponde a uma série de atividades desenvolvidas pela Associação Latino-Americana de Sociologia Rural na segunda metade de 2023 e na primeira metade de 2024, sob o título “A agenda de pesquisa da sociologia rural latino-americana na atualidade. Temas, metodologias e áreas de lacunas”
Gênero e território na cafeicultura: o papel das mulheres na União Majomut em Chenalhó, Chiapas (México)
This article analyzes the participation of indigenous women in the Unión Majomut coffee organization in Chenalhó, Chiapas. Based on a gender and territorial approach, it studies the ways in which these women are integrated into the productive and organizational processes, as well as the challenges and opportunities they face. This organization is characterized by the participation of mostly men, however, little by little women have been incorporated and recognized as producers and direct partners, a situation that has been shaping gender relations in the territory. The research shows how women have been gaining recognition in an environment traditionally dominated by men and how their participation impacts the socioeconomic structure of the region.Este artículo analiza la participación de las mujeres indígenas en la organización cafetalera Unión Majomut en Chenalhó, Chiapas (México). A partir de un enfoque de género y territorio, se estudian las formas en que estas mujeres se integran a los procesos productivos y organizativos, así como los retos y oportunidades que enfrentan. Dicha organización se caracteriza por la participación mayoritariamente masculina; sin embargo, poco a poco se ha ido incorporando y reconociendo también a las mujeres como productoras y socias directas, situación que ha ido configurando las relaciones de género en el territorio. La investigación muestra cómo las mujeres han ido adquiriendo reconocimiento en un entorno tradicionalmente dominado por hombres y cómo su participación impacta en la estructura socioeconómica de la región.Este artigo analisa a participação das mulheres indígenas na organização cafeeira Unión Majomut em Chenalhó, Chiapas (México). A partir de uma abordagem de gênero e território, estuda-se as formas como essas mulheres se integram aos processos produtivos e organizacionais, bem como os desafios e oportunidades que enfrentam. Essa organização é caracterizada pela participação majoritariamente masculina; no entanto, aos poucos, as mulheres têm sido incorporadas e reconhecidas como produtoras e sócias diretas, situação que vem configurando as relações de gênero no território. A pesquisa mostra como as mulheres têm adquirido reconhecimento em um ambiente tradicionalmente dominado por homens e como sua participação impacta a estrutura socioeconômica da região
Territórios contra-hegemônicos. Saberes e práticas das camponesas do Brasil
Traditional agricultural systems have been studied for decades due to their ecological, economic, and social importance. However, as feminist epistemologies have already denounced, these studies have not differentiated gender in their analyses, rendering invisible the specific practices and knowledge of women and how they contribute to the construction of a counter-hegemonic territory. Identifying and making this knowledge visible is an important step toward strengthening it, considering how research, teaching, and extension can help, for example, reduce the drudgery of these women's work so they can remain in the fields. This work identified the productive systems of women from the Peasant Women's Movement (MMC) in Brazil, as well as the practices and knowledge involved in building these agroecosystems. The research revealed the diversity and complexity of these systems and knowledge, which are constructed and maintained, above all, through the social networks of these peasant women, highlighting the importance of the MMC for building a territory founded on the promotion and sustainability of life.Los sistemas agrícolas tradicionales han sido objeto de investigación durante décadas debido a su importancia ecológica, económica y social. Sin embargo, como ya han denunciado las epistemologías feministas, estas investigaciones no han diferenciado el género en sus análisis, invisibilizando las prácticas y los conocimientos específicos de las mujeres y cómo contribuyen a la construcción de un territorio contrahegemónico. Identificar y visibilizar estos conocimientos es un paso importante para que podamos contribuir a su fortalecimiento, pensando en cómo la investigación, la enseñanza y la extensión pueden ayudar, por ejemplo, a disminuir la penosidad del trabajo de estas mujeres, para que puedan permanecer en el campo. Este trabajo identificó cómo son los sistemas productivos de las mujeres del Movimiento de Mujeres Campesinas (MMC) en Brasil, las prácticas y los conocimientos involucrados en la construcción de estos agroecosistemas. La investigación reveló la diversidad y complejidad de estos sistemas y conocimientos que se construyen y mantienen, sobre todo, a partir de las redes de sociabilidad de estas campesinas, poniendo de manifiesto la importancia del MMC para la construcción de un territorio que tiene como fundamento la promoción y la sostenibilidad de la vida.Sistemas agrícolas tradicionais têm sido pesquisados há décadas devido a sua importância ecológica, econômica e social. Contudo, como as epistemologias feministas já denunciaram, essas pesquisas não têm feito diferenciação de gênero em suas análises, invisibilizando as práticas e saberes específicos das mulheres e como elas contribuem para a construção de um território contra-hegemônico. Identificar e visibilizar esses conhecimentos é um importante passo para que possamos contribuir para o seu fortalecimento, pensando de que forma a pesquisa, ensino e extensão podem auxiliar, por exemplo, na diminuição da penosidade do trabalho dessas mulheres, para que as mesmas possam se manter no campo. Este trabalho identificou como são os sistemas produtivos de mulheres do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), no Brasil, as práticas e os saberes envolvidos na construção desses agroecossistemas. A pesquisa revelou a diversidade e complexidade desses sistemas e saberes que são construídos e mantidos, sobretudo, a partir das redes de sociabilidade dessas camponesas, evidenciando a importância do MMC para a construção de um território que tem como fundamento a promoção e sustentabilidade da vida
Resenha de Alejandro Macías, Héctor Fletes Héctor & Jesús Madera (2025). Transiciones agroecológicas en comunidades rurales de México: Ciudad de México: Comunicación Científica (Colección Ciencia e Investigación), ISBN 978-607-9104-98-6 / DOI 1052501/cc.263 (205 páginas). Disponible en https://comunicacion-cientifica.com/libros/transiciones-agroecologicas-en-comunidades-rurales-de-mexico/
Agroecology is central to the struggle to transform prevailing forms of production and consumption. It seeks not only to transform agriculture but also the global food system and the social injustice that prevails in marginalized sectors of the rural and urban population, in order to contribute to processes of food sovereignty. As part of the various transitions taking place worldwide (energy, modes of production and consumption, etc.), the agroecological transition is pushing for the transformation of the food system and the recognition of different rationales among farmers, the coordination of community initiatives, collectivity, solidarity, exchange, and the participation of women and children.
The book “Agroecological Transitions in Rural Communities of Mexico” (2025), coordinated by Alejandro Macias, Héctor Fletes, and Jesús Madera, and published by Comunicación Científica, makes a fundamental contribution to understanding these processes of transition and agroecological reconfiguration, their economic, ecological, and cultural contributions, as well as the complexity and challenges of such a process, through the integration and discussion of the results of action research carried out in three states of the country: Jalisco, Nayarit, and Chiapas.La agroecología constituye un eje de las luchas hacia la transformación de las formas de producción y consumo predominante. Intenta no solo transformar la agricultura sino también el sistema alimentario global y la injusticia social que prevalece en sectores de población marginada de espacios rurales y urbanos, para contribuir en procesos de soberanía alimentaria. Como parte de las diferentes transiciones que se construyen en el ámbito mundial (energética, modos de producción y consumo, etc.), la transición agroecológica empuja hacia la transformación de tal sistema alimentario y por el reconocimiento de las diferentes racionalidades entre los agricultores, la articulación de iniciativas comunitarias, la colectividad, solidaridad, intercambio y la participación de mujeres y las niñeces.
El libro “Transiciones agroecológicas en comunidades rurales de México” (2025), coordinado por Alejandro Macias, Héctor Fletes y Jesús Madera, y editado por Comunicación Científica, realiza una contribución fundamental para comprender tales procesos de transición y reconfiguración agroecológica, sus aportes económicos, ecológicos y culturales, así como la complejidad y retos de tal proceso, a través de la integración y discusión de los resultados de una investigación-acción que se desarrolló en tres estados del país, Jalisco, Nayarit y Chiapas.A agroecologia constitui um eixo das lutas pela transformação das formas predominantes de produção e consumo. Ela busca não apenas transformar a agricultura, mas também o sistema alimentar global e a injustiça social que prevalece em setores marginalizados da população rural e urbana, a fim de contribuir para os processos de soberania alimentar. Como parte das diferentes transições que estão sendo construídas em âmbito mundial (energética, modos de produção e consumo, etc.), a transição agroecológica impulsiona a transformação desse sistema alimentar e o reconhecimento das diferentes racionalidades entre os agricultores, a articulação de iniciativas comunitárias, a coletividade, a solidariedade, o intercâmbio e a participação das mulheres e das crianças.
O livro “Transições agroecológicas em comunidades rurais do México” (2025), coordenado por Alejandro Macias, Héctor Fletes e Jesús Madera, e editado pela Comunicación Científica, realiza uma contribuição fundamental para a compreensão desses processos de transição e reconfiguração agroecológica, seus aportes econômicos, ecológicos e culturais, bem como a complexidade e os desafios desse processo, através da integração e discussão dos resultados de uma pesquisa-ação desenvolvida em três estados do país: Jalisco, Nayarit e Chiapas
Justiça ambiental: como podemos assumir o controle por meio da educação e da cultura?
This article aims to analyze, in the midst of a deep ecological crisis, how social injustices need to be addressed through approaches that reduce the distances between culture and nature, as a possibility to put the link between the human and the non-human at the center, giving rise to an understanding of the common goods and the environmental costs that we assume today as a species. Based on the results of a bibliographic review, environmental justice is proposed as an ideal to address, from a popular environmentalism perspective, the inequalities that cross us and deepen us: those that occur between current generations and those to come, those anchored to the patriarchal system, those linked to environmental racism, class inequality and international inequality where most powers consume more resources than their own country can generate. Thus, education and culture are proposed as spaces that, through training strategies that enable environmental literacy will, in turn, contribute to environmental justice.Este artículo tiene como propósito analizar cómo, en medio de una profunda crisis ecológica, las injusticias sociales requieren un abordaje mediante enfoques que reduzcan las distancias entre cultura y natura para poner en el centro el vínculo entre lo humano y lo no humano, dando lugar a la comprensión de los bienes comunes y de los costos ambientales que hoy asumimos como especie. Para ello, retomando principalmente los resultados de una revisión bibliográfica, plantea la justicia ambiental como un ideal para abordar desde el ambientalismo popular las desigualdades que nos atraviesan y profundizan: las que se dan entre las generaciones actuales y las que vendrán, las ancladas en el sistema patriarcal, la vinculada con el racismo ambiental, la de clases y la internacional por la que la mayoría de las potencias consumen más recursos de los que cada país puede generar. Se plantean la educación y la cultura como espacios que, a través de estrategias formativas, posibilitan la alfabetización ambiental y con ello, contribuyen a la justicia ambiental.O objetivo deste artigo é analisar como, em meio a uma profunda crise ecológica, as injustiças sociais requerem uma abordagem que reduza as distâncias entre cultura e natureza, a fim de colocar no centro o vínculo entre o humano e o não humano, dando origem a uma compreensão dos bens comuns e dos custos ambientais que assumimos hoje como espécie. Para isso, retomando os resultados de uma revisão bibliográfica, propõe a justiça ambiental como um ideal para abordar, a partir da perspectiva do ambientalismo popular, as desigualdades que nos atravessam e nos aprofundam: as que existem entre as gerações atuais e as futuras, as ancoradas no sistema patriarcal, as vinculadas ao racismo ambiental, as desigualdades de classe e as internacionais, pelas quais a maioria das potências consome mais recursos do que cada país pode gerar. A educação e a cultura são vistas como espaços que, por meio de estratégias educacionais, possibilitam a alfabetização ambiental e, assim, contribuem para a justiça ambiental
Governança da terra e gênero no Uruguai. Uma revisão da política de cotitularidade
This article explores gender equity in land access and control as a key dimension of social justice, focusing on policies implemented by “Instituto Nacional de Colonización” (INC). Highlighting the co-ownership initiative as a pivotal measure promoting women’s rights to public land, the study examines both the institutional application of these policies and their sociopolitical effects on land-related relationships. Grounded in a multi-sited ethnography, the research investigates situated interactions between state bureaucracies and rural women, contextualized by recent data on gender and land policy. It argues for the incorporation of gender and intersectional perspectives from the earliest stages of policymaking, recognizing the localized realities and resistances that shape equitable outcomes and the active participation of rural women in redefining the terms of land governance.El acceso y control de la tierra con equidad de género es un tema central para la justicia social. En Uruguay, el Instituto Nacional de Colonización (INC) ha implementado políticas orientadas a corregir las desigualdades de género, destacándose la política de cotitularidad que promueve el acceso de las mujeres a las tierras estatales. En este artículo se analizan los resultados de estas políticas, su aplicación en la gestión cotidiana, sus efectos en las relaciones constituidas en torno a la tierra y los desafíos para una mayor equidad en el acceso y control de los recursos para la producción. La base empírica de este trabajo resulta de una etnografía multisituada sobre las (inter)acciones entre las burocracias estatales y las mujeres destinatarias de las políticas de tierra en las zonas rurales, y se complementa con la última información disponible sobre la situación de las políticas de género y tierra en Uruguay. Finalmente, se fundamenta sobre la necesidad de abordar las políticas de tierras desde una perspectiva de género y un enfoque interseccional que considere las realidades y resistencias situadas, así como la participación de las mujeres rurales y de las burocracias estatales desde las etapas iniciales de las definiciones de políticas.O acesso e o controle da terra com equidade de gênero são temas centrais para a justiça social. No Uruguai, o Instituto Nacional de Colonização (INC) implementou políticas voltadas para corrigir as desigualdades de gênero, destacando-se a política de cotitularidade que promove o acesso das mulheres às terras estatais. Este artigo analisa os resultados dessas políticas, sua aplicação na gestão cotidiana, seus efeitos nas relações constituídas em torno da terra e os desafios para uma maior equidade no acesso e controle dos recursos para a produção. A base empírica deste trabalho resulta de uma etnografia multissituada sobre as (inter)ações entre as burocracias estatais e as mulheres beneficiárias das políticas fundiárias nas zonas rurais, e é complementada com as últimas informações disponíveis sobre a situação das políticas de gênero e fundiárias no Uruguai. Por fim, baseia-se na necessidade de abordar as políticas fundiárias a partir de uma perspectiva de gênero e de uma abordagem interseccional que considere as realidades e resistências situadas, bem como a participação das mulheres rurais e das burocracias estatais desde as etapas iniciais da definição das políticas
Resenha de Clara Craviotti, Lisandro Fernández & Matías García (comps.). (2024). Circuitos aimentarios alternativos: actores sociales, prácticas y desafíos: Buenos Aires: Biblos. ISBN 978-987-814-337-8
A construção da agenda de pesquisa da sociologia rural no México
This article explores how socioeconomic processes and the intellectual environment of various periods have shaped the research agenda of academic actors engaged in rural sociology in Mexico. We focus on three key historical periods to illustrate the development of this sociology's specialization: the pre-institutionalization phase from 1940 to 1960, the institutionalization phase of rural sociology from 1960 to 1988, and the current period from 1988 to the 21st century. We propose that economic modernization and the training of intellectuals in various sciences transformed their changing object of study in both theoretical-conceptual and methodological approaches, which have framed the diverse landscape of rural sociology in Mexico.Este artículo examina cómo los procesos socioeconómicos y ambiente intelectual de cada época han coincidido en la construcción de la agenda de investigación de los actores académicos que desarrollan la sociología rural en México. Seleccionamos tres momentos históricos para dar cuenta del camino seguido por estaespecialización de la sociología: la etapa de la pre-institucionalización de la sociología de 1940 a 1960, la etapa de institucionalización de la sociología rural de 1960 a 1988 y, por último, la situación actual desde 1988 hasta el siglo XXI. Proponemos que la modernización económica y la formación de intelectuales en diversas ciencias transformaron su cambiante objeto de estudio tanto en los enfoques teórico-conceptuales como en los metodológicos, que han enmarcado el paisaje “multicolor” de la sociología rural en México.Este artigo examina como os processos socioeconômicos e o ambiente intelectual de cada época coincidiram na construção da agenda de pesquisa dos atores acadêmicos que desenvolvem a sociologia rural no México. Selecionamos três momentos históricos para dar conta do caminho seguido por essa especialização da sociologia: a etapa da pré-institucionalização da sociologia de 1940 a 1960, a etapa da institucionalização da sociologia rural de 1960 a 1988 e, por último, a situação atual desde 1988 até o século XXI. Propomos que a modernização econômica e a formação de intelectuais em diversas ciências transformaram seu objeto de estudo em constante mudança, tanto nas abordagens teórico-conceituais quanto nas metodológicas, que moldaram o panorama “multicolorido” da sociologia rural no México
Dietas na região salineira de Puebla (México) e marketing alternativo baseado em autenticidade, justiça e sustentabilidade
Based on the agri-food regimes approach, we analyzed the changes experienced by salt production in Mexico and, specifically, the production of “spring salt” in the Mixteca region of Puebla. We studied three experiences of organization and distribution of artisanal salt, by incorporating the values of authenticity, justice and sustainability, to participate in the market. Based on the qualitative methodology, field visits were carried out, and 35 semi-structured interviews were held with producers, cooperative members, marketers and different associations. It is possible to conclude that even in regions with small-scale local production, linked to regional markets, producers of “spring salt” have found new market niches formed by consumers who prefer local foods.Con base en el enfoque de los regímenes alimentarios, analizamos los cambios que experimentó la producción de sal en México, y en específico la producción de “sal de manantial” en la región Mixteca de Puebla. Estudiamos tres experiencias de organización y distribución de sal artesanal mediante la incorporación de los valores de autenticidad, justicia y sostenibilidad, para participar en el mercado. Con base en la metodología cualitativa se realizaron visitas de campo y 35 entrevistas semiestructuradas a productores, cooperativistas, comercializadores y a distintas asociaciones. Es posible concluir que actualmente, incluso en regiones con producciones locales de pequeña escala vinculadas a mercados regionales, los productores de “sal de manantial” han encontrado nuevos nichos de mercado formados por consumidores que prefieren alimentos locales.Com base na abordagem dietética, analisamos as mudanças sofridas pela produção de sal no México e, especificamente, a produção de "sal de primavera" na região de Mixteca, em Puebla. Estudamos três experiências de organização e distribuição de sal artesanal, incorporando os valores de autenticidade, justiça e sustentabilidade para participar do mercado. Com base em uma metodologia qualitativa, foram realizadas visitas de campo e 35 entrevistas semiestruturadas com produtores, membros de cooperativas, comerciantes e diferentes associações. É possível concluir que, atualmente, mesmo em regiões com produção local em pequena escala ligada a mercados regionais, os produtores de "sal de primavera" encontraram novos nichos de mercado formados por consumidores que preferem alimentos locais