Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário
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    Desafios da implementação da Lei Geral de Proteção de Dados em serviços de saúde que fazem uso da telemedicina: uma revisão integrativa

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    Objective: To investigate the challenges and opportunities of implementing the General Data Protection Law in health services using telemedicine, aiming to identify gaps and suggest improvements and public policies. Methodology: An integrative review was conducted, selecting articles from databases such as Virtual Health Library, CAPES Journals, Luiz Viana Filho Academic Library, and PubMed, using descriptors like "telemedicine", "telehealth", "general data protection law", "data protection", and "health". Results: The analysis highlighted the need for health information systems to adapt to General Data Protection Law compliance, underlining challenges such as implementing informed consent and information security measures. Opportunities include increasing patient trust in telehealth services and innovating data management practices. Conclusion: Effective implementation of the General Data Protection Law in the health sector requires a multifaceted approach that includes technological and procedural adjustments and a commitment to the continuous education of healthcare professionals. This is crucial for ensuring the security of patient data, promoting privacy, and driving innovation in digital health. Submitted: 08/19/24| Revision: 10/07/24| Approved: 10/13/24Objetivo: Investigar los desafíos y oportunidades de la implementación de la Ley General de Protección de Datos en servicios de salud que utilizan la telemedicina, con el fin de identificar lagunas y sugerir mejoras y políticas públicas. Metodología: Se realizó una revisión integrativa, seleccionando artículos de bases de datos como Biblioteca Virtual de Salud, Periódicos CAPES, Biblioteca Académica Luiz Viana Filho y PubMed, utilizando descriptores como "telemedicina", "telesalud", "ley general de protección de datos", "protección de datos" y "salud". Resultados: El análisis resaltó la necesidad de adaptación de los sistemas de información en salud para la conformidad con la Ley General de Protección de Datos, destacando desafíos como la implementación del consentimiento informado y medidas de seguridad de la información. Las oportunidades incluyen el aumento de la confianza de los pacientes en los servicios de telesalud y la innovación en prácticas de gestión de datos. Conclusión: La implementación efectiva de la Ley General de Protección de Datos en el sector de la salud requiere un enfoque multifacético que incluya ajustes tecnológicos, procesales y un compromiso con la educación continua de los profesionales de la salud. Esto es crucial para garantizar la seguridad de los datos de los pacientes, promoviendo la privacidad e impulsando la innovación en la salud digital. Envío: 19/08/24| Revisión: 07/10/24| Aprobación: 13/10/24   Objetivo: Investigar os desafios e oportunidades da implementação da Lei Geral de Proteção de Dados em serviços de saúde que utilizam a telemedicina, visando identificar lacunas e sugerir melhorias e políticas públicas. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa, selecionando artigos das bases de dados Biblioteca Virtual de Saúde, CAPES Periódicos, Biblioteca Acadêmica Luiz Viana Filho e PubMed, utilizando os descritores "telemedicina", "telessaúde", "Lei Geral de Proteção de Dados", "proteção de dados" e "saúde". Resultados: A análise evidenciou a necessidade de adaptação dos sistemas de informação em saúde para a conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, destacando desafios como a implementação de consentimento informado e medidas de segurança da informação. As oportunidades incluem o aumento da confiança dos pacientes nos serviços de telessaúde e a inovação em práticas de gestão de dados. Conclusão: A implementação eficaz da Lei Geral de Proteção de Dados no setor de saúde exige uma abordagem multifacetada que inclua ajustes tecnológicos, processuais e um compromisso com a educação contínua dos profissionais de saúde. Isso é crucial para garantir a segurança dos dados dos pacientes, promovendo a privacidade e impulsionando a inovação em saúde digital. Submissão: 19/08/24| Revisão: 07/10/24| Aprovação: 13/10/2

    A interface entre as decisões do Supremo Tribunal Federal e os relatórios anuais de gestão do Ministério da Saúde: reflexões sobre alterações em políticas públicas de saúde motivadas por decisões judiciais

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    Objective: this article analyzes the influence of decisions issued by the Plenary of the Federal Supreme Court on the implementation of public health policies in Brazil during the years 2022 and 2023, based on the 2023 Annual Management Report of the Ministry of Health. Methodology: a qualitative approach was adopted, employing exploratory techniques and document analysis. A total of 215 the Federal Supreme Court Plenary decisions were examined, filtered to 81 judgments related to public health, in search of evidence of judicial influence on health policy implementation. Results: Among the 81 analyzed judgments, six decisions contained direct commands to the Ministry of Health, reinforcing legal mandates and demanding specific actions, such as coordination and financial support for the implementation of the nursing minimum wage, expansion of access to Indigenous health services, tobacco control and prevention, combating fake news about the National Immunization Program, and pesticide regulation. However, in conjunction with the 2023 Annual Management Report, no evidence was found that the Ministry\u27s actions in these areas were solely motivated by the Federal Supreme Court decisions. Conclusion: the Federal Supreme Court decisions reaffirm the Ministry of Health\u27s responsibilities, highlighting issues of collective relevance and reinforcing the principle of separation of powers. While these decisions contribute to the enforcement of the right to health, they may also compromise planning and the sustainability of public policies. The study underscores the need for greater dialogue between the Judiciary and the Executive to align judicial decisions with the demands of the Brazilian Unified Health System, fostering sustainable, equitable, and efficient health actions. Submitted: 12/21/24| Revision: 08/08/25| Approved: 08/11/25Objetivo: este artículo analiza la influencia de las decisiones del Pleno del Supremo Tribunal Federal  en la implementación de políticas públicas de salud en Brasil durante los años 2022 y 2023, considerando el Informe Anual de Gestión 2023 del Ministerio de Salud. Metodología: se adoptó un enfoque cualitativo, con técnicas exploratorias y análisis documental. Se analizaron 215 sentencias del Pleno del Supremo Tribunal Federal, filtradas a 81 decisiones relacionadas con la salud pública, con el objetivo de identificar evidencias de la influencia del Poder Judicial en la formulación de políticas sanitarias. Resultados: de las 81 decisiones analizadas, seis presentaron órdenes directas al Ministerio de Salud, reforzando competencias legales y exigiendo acciones específicas, como la coordinación y el apoyo financiero para la implementación del piso salarial de la enfermería, la ampliación del acceso a la salud indígena, el control y la prevención del tabaquismo, el combate a las noticias falsas sobre el Programa Nacional de Inmunizaciones y la fiscalización de agroquímicos. Sin embargo, al analizarse juntamente con el Informe Anual de Gestión 2023, no se encontraron evidencias de que las acciones del Ministerio en los temas observados hayan sido motivadas exclusivamente por las decisiones del Supremo Tribunal Federal. Conclusión: las decisiones del Supremo Tribunal Federal reafirman las competencias del Ministerio de Salud, destacan temas de relevancia colectiva y refuerzan la importancia de la separación de poderes. Aunque contribuyen a la efectividad del derecho a la salud, estas decisiones pueden comprometer el planeamiento y la sostenibilidad de las políticas públicas. El estudio evidencia la necesidad de un mayor diálogo entre el Poder Judicial y el Poder Ejecutivo para alinear las decisiones judiciales con las demandas del Sistema Único de Salud, promoviendo acciones sostenibles, equitativas y eficientes. Envío: 21/12/24| Revisión: 08/08/25| Aprobación: 11/05/25Objetivo: este artigo analisa a influência das decisões do Plenário do Supremo Tribunal Federal sobre a implementação das políticas públicas de saúde no Brasil nos anos de 2022 e 2023, considerando o Relatório Anual de Gestão de 2023 do Ministério da Saúde. Metodologia: adotou-se uma abordagem qualitativa, com técnicas exploratórias e análise documental. Foram analisados 215 acórdãos do Plenário do Supremo Tribunal Federal, filtrados para 81 decisões relacionadas à saúde pública, em busca de evidências da influência das decisões judiciais nas políticas de saúde. Resultados: dos 81 acórdãos analisados, seis decisões apresentaram comandos diretos ao Ministério da Saúde, reforçando competências legais e demandando ações específicas, como a coordenação e o dever de apoiar financeiramente a implementação do piso salarial da enfermagem, ampliação do acesso à saúde indígena, controle e prevenção do tabagismo, combate à fake news sobre o Programa Nacional de Imunizações e controle de agrotóxicos. Contudo, em análise conjunta com o Relatório Anual de Gestão de 2023, não foram encontradas evidências de que as ações do Ministério nos temas observados tenham sido exclusivamente motivadas pelos acórdãos do Supremo Tribunal Federal.  Conclusão: as decisões do Supremo Tribunal Federal reafirmam competências do Ministério da Saúde, destacando temas de relevância coletiva e reforçando a importância da separação de Poderes. Embora contribuam para a efetividade do direito à saúde, as decisões podem comprometer o planejamento e a sustentabilidade das políticas públicas. O estudo evidencia a necessidade de maior diálogo entre Judiciário e Executivo para alinhar decisões judiciais às demandas do Sistema Único de Saúde, promovendo ações sustentáveis, equitativas e eficientes. Submissão: 21/12/24| Revisão: 08/08/25| Aprovação: 11/08/2

    Arcabouço normativo relacionado à indicação e prescrição de medicamentos fitoterápicos por farmacêuticos no Brasil

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    Objective: analyze the regulatory aspects associated with pharmaceutical prescription of herbal medicines in Brazil. Methodology: an integrative review, a gray literature search and a document analysis were carried out. The databases used for the integrative review were Medical Literature Analysis and Retrieval System Online, Latin American and Caribbean Literature on Health Sciences and Scientific Electronic Library Online, covering the period from January/2008 to December/2023. The gray literature search was undertaken on Google Academic. The document analysis was conducted on websites of institutions relevant to the pharmaceutical practice, such as the Brazilian National Association of Magistral Pharmacists, the Brazilian Health Regulatory Agency and the Brazilian Ministry of Health. Results: few studies on the prescription of herbal medicines by pharmacists were identified, mainly concentrated in primary care. Professional insecurity was observed, associated with lack of preparation and gaps in academic training. Some studies highlighted the relevance of the pharmacist in phytotherapy, while others pointed to the absence of specific regulation. A divergence was found between the requirements established for prescription and the lack of requirements for dispensing. Official documents were identified, such as the National Policy on Integrative and Complementary Practices, the National Policy on Medicinal Plants and Phytotherapeutics, and Federal Council of Pharmacy resolutions, which provide regulatory support but are still considered insufficient. Conclusion: regulation has advanced in the integration of herbal medicines into pharmaceutical care, promoting evidence-based action for the pharmaceutical indication and prescription of herbal medicines. Submitted: 03/01/25| Revision: 09/24/25| Approved: 10/02/25Objetivo: analizar los aspectos regulatorios asociados a la prescripción farmacéutica de fitoterápicos en Brasil. Metodología: se realizó una revisión integradora de la literatura científica y búsqueda de literatura gris, complementada con análisis documental. La revisión integradora abarcó las bases de datos Medical Literature Analysis and Retrieval System Online, Literatura Latinoamericana y del Caribe en Ciencias de la Salud y Scientific Electronic Library Online, con publicaciones entre enero/2008 y diciembre/2023. En la literatura gris las búsquedas se realizaron en Google Scholar. El análisis de documentos se realizó en sitios web de instituciones relevantes para la práctica farmacéutica, como la Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria, el Consejo Federal de Farmacia y el Ministerio de Salud. Resultados: se identificaron pocos estudios sobre la prescripción de fitoterápicos por parte de farmacéuticos, concentrados principalmente en la atención primaria. Se observó inseguridad profesional asociada a la falta de preparación y a vacíos en la formación académica. Parte de los trabajos registró la relevancia del farmacéutico en la fitoterapia, mientras que otros señalaron la ausencia de una reglamentación específica. Se constató una divergencia entre los requisitos establecidos para la prescripción y la inexistencia de exigencias para la dispensación. Se localizaron documentos oficiales, como la Política Nacional de Prácticas Integrativas y Complementarias, la Política Nacional de Plantas Medicinales y Fitoterapéuticos y resoluciones del Consejo Federal de Farmacia, que ofrecen respaldo normativo, aunque todavía se consideran insuficientes. Conclusión: la regulación ha avanzado en la integración de los medicamentos herbarios en la atención farmacéutica, promoviendo acciones basadas en evidencia para la indicación farmacéutica y prescripción de medicamentos herbarios. Envío: 01/03/25| Revisión: 24/09/25| Aprobación: 02/10/25Objetivo: analisar aspectos regulatórios relacionados à indicação e prescrição farmacêutica de medicamentos fitoterápicos no Brasil. Metodologia: realizou-se uma revisão integrativa da literatura científica e busca na literatura cinzenta, complementada por análise documental. A revisão integrativa abrangeu as bases, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde e Scientific Electronic Library Online, com publicações entre janeiro/2008 e dezembro/2023. Na literatura cinzenta, as buscas foram realizadas no Google Acadêmico. A análise documental foi realizada em sites de instituições relevantes à prática farmacêutica como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Conselho Federal de Farmácia e Ministério da Saúde. Resultados: não foram identificados estudos sobre a prescrição de fitoterápicos por farmacêuticos na revisão integrativa, porém na literatura cinzenta foram encontrados dois estudos, concentrados principalmente na atenção primária. Observou-se insegurança profissional associada à falta de preparo e lacunas na formação acadêmica. Parte dos trabalhos registrou a relevância do farmacêutico na fitoterapia, enquanto outros apontaram a ausência de regulamentação específica. Constatou-se divergência entre os requisitos estabelecidos para prescrição e a inexistência de exigências para dispensação. Foram localizados documentos oficiais, como a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos e resoluções do Conselho Federal de Farmácia, que oferecem respaldo normativo, porém ainda considerados insuficientes. Conclusão: a regulamentação tem avançado na integração dos medicamentos fitoterápicos ao cuidado farmacêutico, promovendo a atuação baseada em evidência para a indicação e prescrição farmacêutica de medicamentos fitoterápicos. Submissão: 01/03/25| Revisão: 24/09/25| Aprovação: 02/10/2

    Desafios do Processo Transexualizador no SUS: a atuação do judiciário frente à demanda

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    Objective: To analyze judicial decisions related to demands for gender transition procedures through the Brazilian Unified Health System (SUS). Methodology: A documentary exploratory study utilizing judicial decisions from the São Paulo State Court of Justice, the Rio de Janeiro State Court of Justice, and the Federal Supreme Court issued between 2000 and 2023. The term "gender dysphoria" was used to identify relevant decisions, followed by the selection of cases addressing the authorization of procedures under the Gender Transition Process in SUS. Results: The initial research identified 71 judicial cases, of which 9 involved demands relevant to the focus of this study. A significant portion of the rulings included requests for gender-affirming surgery and hormone therapy/medications. Financial and institutional shortcomings were the primary reasons for the judicialization of procedures (hormonal therapy and surgeries) related to the gender transition process. It was inferred that the rulings were based on the right to comprehensive healthcare, supported by the 1988 Federal Constitution, and upheld the rights outlined in the regulations governing the Gender Transition Process under SUS. Conclusion: Judicial decisions reaffirmed the clear and unquestionable right to healthcare, invoking regulations and constitutional provisions to ensure the State\u27s obligation to act. In this regard, a tailored approach by health managers responsible for the regulation, control, and evaluation of authorized service units is recommended to reduce the gaps that hinder the provision of transgender healthcare services. Submitted: 08/14/24| Revision: 10/21/24| Approved: 10/21/24Objetivo: Analizar las decisiones judiciales relacionadas con las demandas para la realización de procedimientos de transexualización por parte del Sistema Único de Salud (SUS). Metodología: Estudio exploratorio documental basado en las decisiones judiciales del Tribunal de Justicia del Estado de São Paulo, el Tribunal de Justicia del Estado de Río de Janeiro y el Supremo Tribunal Federal, emitidas entre los años 2000 y 2023. Para la recopilación de las decisiones, se utilizó la expresión “disforia de género” y, posteriormente, se seleccionaron aquellas que abordaban la autorización de los procedimientos del Proceso Transexualizador en el Sistema Único de Salud. Resultados: La investigación inicial identificó 71 procesos judiciales, de los cuales 9 contenían demandas relacionadas con el objeto de análisis del presente estudio. Gran parte de las decisiones incluyó solicitudes para la realización de cirugías de reasignación de género y solicitudes de hormonioterapia/medicamentos. Las carencias financieras e institucionales fueron los principales motivos de la judicialización de procedimientos (hormonización y cirugías) del proceso transexualizador. Se pudo inferir que las decisiones estuvieron fundamentadas en el derecho a la salud integral, respaldado por la Constitución Federal de 1988, y garantizaron los derechos establecidos en las normativas que regulan el Proceso Transexualizador en el SUS. Conclusión: Las decisiones judiciales reafirmaron el derecho claro y legítimo, invocando las normativas y el derecho constitucional para garantizar el deber del Estado de actuar. En este sentido, se recomienda una mirada específica por parte de los gestores y gestoras de salud que trabajan en la regulación, control y evaluación de las unidades habilitadas para prestar este servicio, con el fin de reducir las brechas que dificultan la prestación de servicios de salud para personas transgénero. Envío: 14/08/24| Revisión: 21/10/24| Aprobación: 21/10/24Objetivo: Analisar as decisões judiciais relativas às demandas por realização de procedimentos de transexualização pelo Sistema Único de Saúde. Metodologia: Estudo exploratório documental com utilização das decisões judiciais do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro e do Supremo Tribunal Federal prolatadas entre os anos de 2000 e 2023. Para o levantamento das decisões, utilizou-se a expressão “disforia de gênero” e, em seguida, a seleção daquelas que abordavam sobre a liberação dos procedimentos do Processo Transexualizador no Sistema Único de Saúde. Resultados: A pesquisa inicial resultou em 71 processos judiciais e, destes, 9 apresentavam demandas relativas ao objeto de análise do presente estudo. Grande parte dos julgamentos constava de pedidos para a realização da cirurgia de mudança de gênero e pedidos de hormonioterapia/medicamentos. Carências financeiras e institucionais foram os principais motivos para a judicialização de procedimentos (hormonização e cirurgias) do processo transexualizador. Foi possível inferir que os julgamentos estiveram fundamentados no direito de saúde integral, respaldado pela Constituição Federal de 1988, e garantiram os direitos preconizados pelas portarias que regulamentam o Processo Transexualizador no SUS. Conclusão: As decisões judiciais ratificaram o direito líquido e certo, avocando as portarias e o direito constitucional para garantir o dever de fazer do Estado. Neste sentido, recomenda-se um olhar singular dos gestores e gestoras de saúde que atuam na regulação, controle e avaliação das unidades habilitadas a prestarem esse serviço, para diminuir as lacunas que impedem o fornecimento dos serviços de saúde de transgenia. Submissão: 14/08/24| Revisão: 21/10/24| Aprovação: 21/10/2

    Análise de desenho das políticas de saúde: subsídios para o monitoramento e avaliação

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    Objective: To analyze health policies based on policy design theory, identifying elements that enable their monitoring and evaluation. Methodology: A descriptive and exploratory study with a quali-quantitative approach examining health policy design regarding monitoring and evaluation elements. The research universe is Consolidation Ordinance No. 2, dated September 28, 2017, and updates until August 2024. Simple frequency analyses and content analysis were performed. The evaluative axis combined elements of competencies, guidelines, objectives, strategic actions, and specific chapters for monitoring and evaluation. Results: Of the 50 analyzed policies, 40 (80%) originated from ministerial ordinances; 36% lack explicit monitoring and evaluation elements; in the others, their incorporation predominates as objectives (62%). Responsibility is mainly shared among federal entities (60%). Four main monitoring and evaluation constructs were identified: activity standardization and regulatory focus, present in 48% of policies; systematic monitoring and data quality (54%); evidence-based evaluation (62%); and ex-post evaluation (68%). In 90% of disease-specific policies, all constructs are present. Only 28% of policies incorporate all four constructs simultaneously. Recent policies emphasize ex-post evaluation and evidence-based decision-making. Conclusion: The analysis of health policies points to the need for improvement of continuous processes in monitoring and evaluation mechanisms. The importance of periodic review of older policies for incorporating evaluative elements and developing specific monitoring and evaluation methodologies is highlighted, considering the particularities of each policy. Submitted: 19/12/24| Revision: 06/02/24| Approved: 07/02/25Objetivo: Analizar las políticas de salud desde la teoría del "policy design", identificando elementos que permitan su monitoreo y evaluación. Metodología: Estudio descriptivo y exploratorio con enfoque cuali-cuantitativo sobre el diseño de las políticas de salud en cuanto a los elementos de monitoreo y evaluación. El universo de investigación es la Ordenanza de Consolidación n° 2, del 28 de septiembre de 2017 y sus actualizaciones hasta agosto de 2024. Se realizaron análisis de frecuencia simple y análisis de contenido. El eje evaluativo combinó elementos de competencias, directrices, objetivos, acciones estratégicas y capítulo específico para monitoreo y evaluación. Resultados: De las 50 políticas analizadas, 40 (80%) se originaron de ordenanzas ministeriales; 36% no tienen elementos explícitos de monitoreo y evaluación; en las demás, predomina su incorporación como objetivos (62%). La responsabilidad es mayoritariamente compartida entre entes federativos (60%). Se identificaron cuatro constructos principales de monitoreo y evaluación: estandarización de actividades y enfoque regulatorio, presente en 48% de las políticas; monitoreo sistemático y calidad de datos (54%); evaluación basada en evidencias (62%); y evaluación ex-post (68%). En 90% de las políticas de enfermedades específicas hay presencia de todos los constructos. Solo 28% de las políticas incorporan los cuatro constructos simultáneamente. Las políticas recientes enfatizan la evaluación ex-post y evidencias para toma de decisiones. Conclusión: El análisis de las políticas de salud apunta a la necesidad de perfeccionamiento de los procesos continuos de los mecanismos de monitoreo y evaluación. Se destaca la importancia de la revisión periódica de las políticas más antiguas para incorporación de elementos evaluativos y el desarrollo de metodologías específicas de monitoreo y evaluación, considerando las particularidades de cada política. Envío: 19/12/24| Revisión: 06/02/25| Aprobación: 07/02/25Objetivo: Analisar as políticas de saúde a partir do "policy design", identificando elementos que permitem seu monitoramento e avaliação. Metodologia: Estudo descritivo e exploratório, quali-quantitativo, sobre o desenho das políticas de saúde quanto aos elementos de monitoramento e avaliação. O universo de pesquisa é a Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017 e atualizações até agosto de 2024. Realizaram-se análises de frequência simples e análise de conteúdo. O eixo avaliativo combinou elementos de competências, diretrizes, objetivos, ações estratégicas e capítulo específico para monitoramento e avaliação. Resultado: Das 50 políticas analisadas, 40 (80%) originaram-se de portarias ministeriais; 36% não há elementos explícitos de monitoramento e avaliação; nas demais, predomina sua incorporação como objetivos (62%). A responsabilidade é majoritariamente compartilhada entre entes federativos (60%). Identificaram-se quatro constructos principais de monitoramento e avaliação: padronização de atividades e foco regulatório, presente em 48% das políticas; monitoramento sistemático e qualidade dos dados (54%); avaliação baseada em evidências (62%); e avaliação ex-post (68%). Em 90% das políticas de agravos específicos há a presença de todos os constructos. Apenas 28% das políticas incorporam todos os quatro constructos simultaneamente. As políticas recentes enfatizam a avaliação ex-post e evidências para tomada de decisão. Conclusão: A análise das políticas de saúde aponta para a necessidade de aperfeiçoamento dos processos contínuos dos mecanismos de monitoramento e avaliação. Destaca-se a importância da revisão periódica das políticas mais antigas para incorporação de elementos avaliativos e o desenvolvimento de metodologias específicas de monitoramento e avaliação, considerando as particularidades de cada política. Submissão: 19/12/24| Revisão: 06/02/24| Aprovação: 07/02/2

    Expediente

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    Volume 14, number 2, Apr./June 2025 ISSN 2358-1824 The Iberoamerican Journal of Health Law is a quarterly open access publication dedicated to the dissemination of scholarly research in health law in iberoamerican region. It has been published by the Program of Health Law/Oswaldo Cruz Foundation since 2012. It is intended for Law and Public Health professors, researchers, and students, as well as lawyers, health professionals, and managers of health systems and services.      Editor-in-chief Sandra Mara Campos Alves, Health Law Program, Fiocruz Brasilia, Brazil https://orcid.org/0000-0001-6171-4558 Assistant Editor Jarbas Ricardo Almeida Cunha, Office of the Public Defender, Brazil https://orcid.org/0000-0001-5332-2642 Associate Editors Marcelo Lamy, University of Santa Cecília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8519-2280 Edith Maria Barbosa Ramos, Federal University of Maranhão/CEUMA University, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6064-1879 Managing Editor Gabriel Teles, Health Law Program, Fiocruz Brasilia, Brazil https://orcid.org/0000-0001-9511-6548 Editorial Assistants Danilo Silva Santos Rocha, Health Law Program, Fiocruz Brasilia, Brazil https://orcid.org/0000-0002-7487-2309 Daphne Sarah Gomes Jacob Mendes, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0006-3229-8923 Maria Ester Simões Nogueira Rodrigues, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0000-0716-9739 José Rafael Cutrim Costa, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8634-3121 Text Review Mirna Barcelos, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0003-2852-1644 Translation  David Elias Cardoso Câmara, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil Social media Layane dos Santos Silva, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0006-6989-0189 EDITORIAL BOARD André den Exter, Erasmus University Rotterdam, Erasmus School of Law, Holanda https://orcid.org/0000-0002-0938-6603 André Dias Pereira, Universidade de Coimbra, Portugal https://orcid.org/0000-0003-4793-3855 Angel Pelayo Gonzáles-Torre, Universidad Internacional Menéndez Pelayo, Espanha https://orcid.org/0000-0002-6254-9651 Caristina Robaina Aguirre, Instituto Nacional de Salud de los Trabajadores, Cuba https://orcid.org/0000-0001-7725-4242 Eli Iola Gurgel Andrade, Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Brasil https://orcid.org/0000-0002-0206-2462 Giancarlo Corsi, Università Degli Studi Di Modena e Reggio Emilia, Itália https://orcid.org/0000-0003-3259-5734 Hernando Torres Corredor, Universidad Nacional de Colombia, Facultad de Derecho, Ciencias Políticas y Sociailes, Colômbia Joaquín Cayon de las Cuevas, Universidad de Cantabria, Facultad de Derecho, Espanha https://orcid.org/0000-0002-1027-9717 Jose Geraldo de Sousa Junior, Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8974-2283 Márcio Nunes Iorio Aranha Oliveira, Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil https://orcid.org/0000-0001-9436-0987 Maria Célia Delduque, Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Brasil https://orcid.org/0000-0002-5351-3534 Miriam Ventura da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8520-8844 Paula Lobato de Faria, Universidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Pública, Portugal https://orcid.org/0000-0002-3290-4480 Vera Lúcia Raposo, Universidade de Coimbra, Faculdade de Direito, Portugal https://orcid.org/0000-0001-7895-2181Volumen 14, número 2, abr./jun. 2025 ISSN 2358-1824 Cuadernos Iberoamericanos de Derecho Sanitario (CIADS) es una publicación trimestral, de acceso abierto, destinada a difundir la producción académica en el campo del Derecho Sanitario en la región iberoamericana. CIADS es publicado por el Programa de Derecho Sanitario de la Fundación Oswaldo Cruz Brasilia desde 2012. Es una publicación dirigida a maestros, investigadores y estudiantes de Derecho, Ciencias de la Salud y Ciencias Sociales; operadores de derecho; profesionales de la salud y gestores de servicios y sistemas de salud.  EQUIPO EDITORIAL Editora-Jefe Sandra Mara Campos Alves, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6171-4558 Editor Asistente Jarbas Ricardo Almeida Cunha, Núcleo de Saúde, Defensoria Pública da União, Brasil https://orcid.org/0000-0001-5332-2642 Editores Asociados  Marcelo Lamy, Universidade Santa Cecília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8519-2280 Edith Maria Barbosa Ramos, Universidade Federal do Maranhão/Universidade CEUMA, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6064-1879 Editor-ejecutivo Gabriel Teles, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-9511-6548 Asistentes editoriales Danilo Silva Santos Rocha, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7487-2309 Daphne Sarah Gomes Jacob Mendes, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0006-3229-8923 Maria Ester Simões Nogueira Rodrigues, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0000-0716-9739 José Rafael Cutrim Costa, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8634-3121 Revisora de Texto Mirna Barcelos, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0003-2852-1644 Traduccíon David Elias Cardoso Câmara, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil Redes Sociales Layane dos Santos Silva, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0006-6989-0189 CONSEJO EDITORIAL CIENTIFICO André den Exter, Erasmus University Rotterdam, Erasmus School of Law, Holanda https://orcid.org/0000-0002-0938-6603 André Dias Pereira, Universidade de Coimbra, Portugal https://orcid.org/0000-0003-4793-3855 Angel Pelayo Gonzáles-Torre, Universidad Internacional Menéndez Pelayo, Espanha https://orcid.org/0000-0002-6254-9651 Caristina Robaina Aguirre, Instituto Nacional de Salud de los Trabajadores, Cuba https://orcid.org/0000-0001-7725-4242 Eli Iola Gurgel Andrade, Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Brasil https://orcid.org/0000-0002-0206-2462 Giancarlo Corsi, Università Degli Studi Di Modena e Reggio Emilia, Itália https://orcid.org/0000-0003-3259-5734 Hernando Torres Corredor, Universidad Nacional de Colombia, Facultad de Derecho, Ciencias Políticas y Sociailes, Colômbia Joaquín Cayon de las Cuevas, Universidad de Cantabria, Facultad de Derecho, Espanha https://orcid.org/0000-0002-1027-9717 Jose Geraldo de Sousa Junior, Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8974-2283 Márcio Nunes Iorio Aranha Oliveira, Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil https://orcid.org/0000-0001-9436-0987 Maria Célia Delduque, Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Brasil https://orcid.org/0000-0002-5351-3534 Miriam Ventura da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8520-8844 Paula Lobato de Faria, Universidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Pública, Portugal https://orcid.org/0000-0002-3290-4480 Vera Lúcia Raposo, Universidade de Coimbra, Faculdade de Direito, Portugal https://orcid.org/0000-0001-7895-2181Volume 14, número 2, abr./jun. 2025 ISSN 2358-1824 Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário (CIADS) é um periódico trimestral, de acesso aberto, editado pelo Programa de Direito Sanitário da Fundação Oswaldo Cruz/Brasília desde 2012. É dirigido a professores, pesquisadores e estudantes de Direito, Ciências da Saúde e Ciências Sociais; operadores do Direito; profissionais de saúde e gestores de serviços e sistemas de saúde. Seu objetivo é difundir e estimular o desenvolvimento do Direito Sanitário na região ibero-americana, promovendo o debate dos grandes temas e  principais desafios do Direito Sanitário contemporâneo. EQUIPE EDITORIAL Editora-chefe Sandra Mara Campos Alves, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6171-4558 Editor Assistente Jarbas Ricardo Almeida Cunha, Núcleo de Saúde, Defensoria Pública da União, Brasil https://orcid.org/0000-0001-5332-2642 Editores Associados  Marcelo Lamy, Universidade Santa Cecília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8519-2280 Edith Maria Barbosa Ramos, Universidade Federal do Maranhão/Universidade CEUMA, Brasil https://orcid.org/0000-0001-6064-1879 Editor-executivo Gabriel Teles, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-9511-6548 Assistentes Editoriais Danilo Silva Santos Rocha, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0002-7487-2309 Daphne Sarah Gomes Jacob Mendes, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0006-3229-8923 Maria Ester Simões Nogueira Rodrigues, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0000-0716-9739 José Rafael Cutrim Costa, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8634-3121 Revisora de Texto Mirna Barcelos, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0003-2852-1644 Tradução  David Elias Cardoso Câmara, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0000-0001-7519-0425 Mídia Social Layane dos Santos Silva, Programa de Direito Sanitário, Fundação Oswaldo Cruz-Brasília, Brasil https://orcid.org/0009-0006-6989-0189 CONSELHO EDITORIAL CIENTÍFICO André den Exter, Erasmus University Rotterdam, Erasmus School of Law, Holanda https://orcid.org/0000-0002-0938-6603 André Dias Pereira, Universidade de Coimbra, Portugal https://orcid.org/0000-0003-4793-3855 Angel Pelayo Gonzáles-Torre, Universidad Internacional Menéndez Pelayo, Espanha https://orcid.org/0000-0002-6254-9651 Caristina Robaina Aguirre, Instituto Nacional de Salud de los Trabajadores, Cuba https://orcid.org/0000-0001-7725-4242 Eli Iola Gurgel Andrade, Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Medicina, Brasil https://orcid.org/0000-0002-0206-2462 Giancarlo Corsi, Università Degli Studi Di Modena e Reggio Emilia, Itália https://orcid.org/0000-0003-3259-5734 Hernando Torres Corredor, Universidad Nacional de Colombia, Facultad de Derecho, Ciencias Políticas y Sociailes, Colômbia Joaquín Cayon de las Cuevas, Universidad de Cantabria, Facultad de Derecho, Espanha https://orcid.org/0000-0002-1027-9717 Jose Geraldo de Sousa Junior, Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil https://orcid.org/0000-0002-8974-2283 Márcio Nunes Iorio Aranha Oliveira, Universidade de Brasília, Faculdade de Direito, Brasil https://orcid.org/0000-0001-9436-0987 Maria Célia Delduque, Universidade de Brasília, Faculdade de Ciências da Saúde, Brasil https://orcid.org/0000-0002-5351-3534 Miriam Ventura da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto de Estudos em Saúde Coletiva, Brasil https://orcid.org/0000-0001-8520-8844 Paula Lobato de Faria, Universidade Nova de Lisboa, Escola Nacional de Saúde Pública, Portugal https://orcid.org/0000-0002-3290-4480 Vera Lúcia Raposo, Universidade de Coimbra, Faculdade de Direito, Portugal https://orcid.org/0000-0001-7895-218

    Ciência com identidade regional: por uma produção científica diversa e representativa no Brasil

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    Regional asymmetries in Brazil are marked by historical inequalities present in both social and economic fields, in addition to the absence of development policies capable of bridging the chasm between regions. In the scientific field, other asymmetries such as gender, race/color, and disability also become apparent. Highlighting the importance of regional diversity in the production of studies and research in the area of health law, the periodical Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário dedicated this issue to publishing, exclusively, articles produced by authors from institutions in the Northeast and Center-West Regions, either as sole authors or in collaboration. This concrete action represents a step toward greater representation and articulation of the discussion on the right to health in Brazil’s different regions. Las asimetrías regionales en Brasil están marcadas por desigualdades históricas presentes en los ámbitos social y económico, además de la ausencia de políticas de desarrollo capaces de superar el abismo existente entre las regiones. En el campo científico, también se hacen patentes otras asimetrías como las de género, raza/color y discapacidad. Destacando la importancia de la diversidad regional en la producción de estudios e investigaciones en el área del derecho sanitario, el periódico Cuadernos Iberoamericanos de Derecho Sanitario dedicó este fascículo a difundir, exclusivamente, artículos elaborados por autores provenientes de instituciones de las regiones Nordeste y Centro-Oeste, ya sea en autoría única o en red. Esta acción concreta representa un paso hacia una mayor representatividad y visibilización de la discusión sobre el derecho a la salud en las diferentes regiones brasileñas. As assimetrias regionais no Brasil são marcadas por desigualdades históricas presentes nos campos sociais e econômicos, além da ausência de políticas de desenvolvimento capazes de transpor o abismo existente entre as regiões. No campo científico, outras assimetrias como gênero, raça/cor, deficiência também se fazem notar. Destacando a importância da diversidade regional na produção de estudos e pesquisas na área do direito sanitário, o Cadernos Ibero-Americanos de Direito Sanitário dedicou o presente fascículo para veicular, exclusivamente, artigos produzidos por autores oriundos de instituições das Regiões Nordeste e Centro-Oeste, em autoria única ou em rede. Essa ação concreta representa um passo em direção a uma maior representatividade e vocalização da discussão do direito à saúde nas diferentes regiões brasileiras.

    O meio ambiente do trabalho na COP 30

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    Concern for the work environment and worker health must be part of the discussions and concrete action proposals at COP 30, for a holistic ecology. The eradication of precarious working conditions, ills, and inequalities must also be on the planet\u27s agenda.La preocupación por el entorno laboral y la salud de los trabajadores debe formar parte de los debates y las propuestas de acción concretas de la COP 30, para una ecología holística. La erradicación de las condiciones laborales precarias, los males y las desigualdades también debe estar en la agenda del planeta.A preocupação com o meio ambiente do trabalho e com a saúde do trabalhador deve integrar as discussões e propostas concretas de ações da COP 30, para uma ecologia integral. A erradicação das precárias condições de trabalho, das mazelas e das desigualdades sociais também deve estar na pauta das urgências do planeta

    Aplicação da teoria incrementalista de Charles Edward Lindblom às tecnologias emergentes na formação em direito e saúde

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    Objective: to analyze Charles Edward Lindblom’s theory of incrementalism in order to discuss its potential for decision-making in health policies. Methodology: the research employed a qualitative methodology based on a literature review, comparing the incremental model with the rational-comprehensive model. Results: The results indicate that small successive changes favor the adaptability of the legal and regulatory system, allowing continuous adjustments without compromising fundamental rights or restricting technological advancements. Conclusion: the incremental approach proves essential for balancing innovation and safety, ensuring greater effectiveness in protecting public health and regulating new technologies. Submitted: 03/09/25| Revision: 09/29/25| Approved: 10/06/25  Objetivo: analizar la teoría del incrementalismo de Charles Edward Lindblom con el fin de discutir su potencial para la toma de decisiones en las políticas de salud. Metodología: la investigación utilizó una metodología cualitativa basada en la revisión bibliográfica, comparando el modelo incremental con el modelo racional comprensivo. Resultados: los resultados indican que los pequeños cambios sucesivos favorecen la adaptabilidad del sistema jurídico y regulatorio, permitiendo ajustes continuos sin comprometer los derechos fundamentales ni restringir los avances tecnológicos. Conclusión: el enfoque incremental resulta esencial para equilibrar la innovación y la seguridad, garantizando una mayor efectividad en la protección de la salud pública y en la regulación de las nuevas tecnologías. Envío: 09/03/25| Revisión: 29/09/25| Aprobación: 06/10/25Objetivo: analisar a teoria do incrementalismo de Charles Edward Lindblom, a fim de discutir seu potencial para a tomada de decisão em políticas de saúde. Metodologia: A pesquisa utilizou metodologia qualitativa baseada em revisão bibliográfica, comparando o modelo incremental com o racional compreensivo. Resultados: os resultados indicam que pequenas mudanças sucessivas favorecem a adaptabilidade do sistema jurídico e regulatório, permitindo ajustes contínuos sem comprometer direitos fundamentais ou restringir avanços tecnológicos. Conclusão: a abordagem incremental se mostra essencial para equilibrar inovação e segurança, garantindo maior efetividade na proteção da saúde pública e na regulamentação das novas tecnologias. Submissão: 09/03/25| Revisão: 29/09/25| Aprovação: 06/10/2

    Direito à saúde da população com albinismo: uma experiência de formação acadêmica

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    Objective: to report on the experience of conducting a training workshop on the right to health of persons with albinism. Methodology: this is a descriptive study, with a qualitative approach, of the experience report type, about a training workshop aimed at academics and health professionals from the Nursing, Medicine, Psychology and Social Work courses, developed by the Right to Health and the Brazilian Unified Health System Extension Project. Results: the workshop was divided into three work stations, which looked at breaking down stigmas related to albinism, the biopsychosocial aspects of albinism and health care policies for this population, with an emphasis on the National Policy for Comprehensive Health Care for People with Albinism. The discussion was guided by a self-assessment form on the participants\u27 knowledge and attitudes towards albinism. Thus, through the use of an active teaching methodology and the collaboration of people who are part of the population in question, it is possible to contribute to the training of the professionals/academics involved by making them question the invisibilization of issues related to the individuality of people with albinism as well as their particularities in terms of health demands. Conclusion: in view of the lack of a biopsychosocial approach to the health of the population with albinism during undergraduate courses in the health area, the workshop was an important tool for breaking the cycle of invisibilization and denial of the right to health of people with albinism.  Submitted: 02/25/25| Revision: 04/21/25| Approved: 04/21/25Objetivo: relatar la experiencia de realización de un taller de capacitación sobre el derecho a la salud de las personas con albinismo. Metodología: re trata de un estudio descriptivo, con abordaje cualitativo, del tipo informe de experiencia, sobre un taller de capacitación dirigido a académicos y profesionales de salud de los cursos de Enfermería, Medicina, Psicología y Trabajo Social, desarrollado por el Proyecto Derecho a la Salud y Extensión del Sistema Único de Salud de Brasil. Resultados: el taller se dividió en tres estaciones de trabajo, que abordaron la ruptura de los estigmas relacionados con el albinismo, los aspectos biopsicosociales del albinismo y las políticas de atención a la salud de esta población, con énfasis en la Política Nacional de Atención Integral a la Salud de las Personas con Albinismo. Como herramienta orientadora de la discusión, se elaboró un formulario de autoevaluación sobre los conocimientos y actitudes de los participantes frente al albinismo. A través del uso de una metodología didáctica activa y de la colaboración de personas que forman parte de la población en cuestión, fue posible contribuir a la formación de los profesionales/académicos involucrados haciéndoles cuestionar la invisibilización de cuestiones relacionadas con la individualidad de las personas con albinismo, así como sus particularidades en términos de demandas de salud. Conclusión: dada la falta de abordaje biopsicosocial de la salud de la población con albinismo durante los cursos de pregrado en salud, el taller fue una herramienta importante para romper el ciclo de invisibilización y negación del derecho a la salud de las personas con albinismo.  Envío: 25/02/25| Revisión: 21/04/25| Aprobación: 21/04/25Objetivo: relatar a experiência de condução de uma oficina de formação acerca do direito à saúde das pessoas com albinismo. Metodologia: tratou-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência acerca de uma oficina de formação voltada para acadêmicos e profissionais da saúde dos cursos de Enfermagem, Medicina, Psicologia e Serviço Social, desenvolvida pelo Projeto de Extensão, denominado, Direito à Saúde e ao Sistema Único de Saúde. Resultados: a oficina foi dividida em três estações de trabalho que contemplaram as categorias: o rompimento de estigmas relacionadas ao albinismo, os aspectos biopsicossociais do albinismo e a as políticas de atenção à saúde dessa população, com ênfase na Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas com Albinismo. Como instrumento norteador da discussão, houve a elaboração de um formulário de autoavaliação sobre os conhecimentos e atitudes dos participantes em relação ao albinismo. Assim, a partir do uso de uma metodologia ativa de ensino e da colaboração de pessoas que fazem parte da população em questão, pode-se contribuir com a formação dos profissionais/acadêmicos envolvidos ao fazê-los questionar a invisibilização das questões relacionadas a individualidade do sujeito com albinismo, bem como as suas particularidades no que tange às demandas de saúde. Conclusão: tendo em vista a ausência de uma abordagem biopsicossocial no que se refere à saúde da população com albinismo, durante as graduações na área da saúde, a oficina constituiu-se enquanto uma ferramenta importante para o rompimento do ciclo de invisibilização e negação do direito à saúde das pessoas com albinismo.  Submissão: 25/02/25| Revisão: 21/04/25| Aprovação: 21/04/2

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