Journal of Teleological Science
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MONOTEÍSMO(S) E VIOLÊNCIA: DA FORÇA DO SAGRADO DO SAGRADO À SACRALIZAÇÃO DOS PODERES
The article seeks to address the origin of the ambivalent (and ambiguous) relationship between religion and violence, asking, on the one hand, to what extent the force of the sacred determines and is determined by the “sacralization” of power, and discussing, on the other hand, the extent to which the devices for legitimizing political power tend to absorb the “strength” of religious power and vice versa, in a circularity whose feedback often insinuates and infiltrates a latent “inter-monotheistic” rivalry and, from this, narratives capable of inducing unimaginable levels of conflict and belligerence. Can interreligious dialogue overcome the impasses that fideisms (whether of a Jewish, Christian or Islamic nature) multiply and amplify at the heart of human communities, regardless of the societal or cultural ecosystem in which they occur?O artigo procura abordar a origem da ambivalente (e ambígua) relação entre religião e violência, indagando, por um lado, em que medida a força do sagrado determina e é determinada pela “sacralização” do poder, e discutindo, por outro lado, até que ponto os dispositivos de legitimação do poder político tendem a absorver a “força” do poder religioso e vice-versa, numa circularidade em cuja retroacção não raro se insinua e infiltra uma latente rivalidade “inter-monoteística” e, a partir desta, narrativas susceptíveis de induzir níveis inimagináveis de conflitualidade e beligerância. Poderá o diálogo interreligioso superar os impasses que os fideísmos (sejam eles de cariz judaico, cristão ou islâmico) multiplicam e amplificam no cerne das comunidades humanas, independentemente do ecossistema societário ou cultural em que os mesmos ocorrem
O SURGIMENTO DE AGÊNCIAS : UM NOVO PARADIGMA ESTRUTURAL NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA?
The adoption of New Public Management (NPM) has brought with it changing values, changing organizational structures, redefining roles and introducing new actors, as well as a new management culture (Ferlie et.al, 1996). One of the main structural changes introduced in the last decades is the introduction of agencies (Pollitt et.al, 2001). It is in this context that the relevance of this essay arises, highlighting the main consequences associated with these changes. To reach viable conclusions the way the data will be treated will help a lot. Through literature review it will be possible to study the theme from its beginnings to more recent studies, equally important in that they will help to better understand the progression of the studies.A adopção da Nova Gestão Pública (NGP) trouxe consigo a mudança de valores, a mudança de estruturas organizacionais, a redefinição de papéis e a introdução de novos actores, bem como uma nova cultura de gestão (Ferlie et.al, 1996). Uma das principais mudanças estruturais introduzidas nas últimas décadas consiste na introdução de agências (Pollitt et.al, 2001). É neste contexto que surge a relevância deste ensaio, evidenciando as principais consequências associadas a estas mudanças. Para chegar a conclusões viáveis a muito ajudará a forma como os dados serão tratados. Por via de revisão de literatura será possível estudar a temática desde os seus inícios até estudos mais recentes, igualmente importantes, na medida em que ajudarão a melhor entender a progressão dos estudos
UMA HEURÍSTICA PARA A ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA TOMISTA: INTEGRANDO PSICOLOGIAS DO SENSO COMUM, EXPERIENCIAL, EXPERIMENTAL E METAFÍSICA
In this study, I outline a heuristic for Thomist philosophical anthropology. In the first part, I introduce the major heuristics employed by Aquinas to establish the objects, operations, powers, and nature of his anthropology. I then identity major lacunae in his anthropology. In the second part, I show how an integrated approach to commonsense, experiential, experimental, and metaphysical psychologies can fill these lacunae and contribute to the enquiries of a contemporary Thomist philosophical anthropology.Neste estudo, esboço uma heurística para a antropologia filosófica tomista. Na primeira parte, apresento as principais heurísticas empregadas por Aquino para estabelecer os objetos, as operações, os poderes e a natureza de sua antropologia. Em seguida, identifico as principais lacunas em sua antropologia. Na segunda parte, mostro como uma abordagem integrada das psicologias do senso comum, experiencial, experimental e metafísica pode preencher essas lacunas e contribuir para as investigações de uma antropologia filosófica tomista contemporânea
OS VALORES DA CIVILIZAÇÃO SÃO ANTI-VIDA: HÁ ESPERANÇA PARA A HUMANIDADE?
In the midst of global coloniality, in a frank dialogical-dialectical dialogue with the readers,making sincere confessions without political debts, we know that the nature of life has been attacked,bodies and organs are sold, children and women are prostituted and the family and the creation ofman and woman are alienated, man and woman, eyesores of history that manicheanize life, provokingthe violation of life in every sense of the word. In this particular that anything goes, science andgenetics, values and the family, which is a sacred Christian institution founded by God, not a religiousone, are transgressed. In the midst of these aberrant facts, by means of a transmethodical hermeneutichermeneutic, comprehensive, ecosophical and diatopic inquiry in analytical, empirical and propositivemoments; in rhizomes and planetary - complex decolonial perspective; we fulfill the objective ofanalyzing in the homeland the values of civilization that are anti-life and we answer the question: Isthere hope for humanity?En plena colonialidad global, en la indagación en un diálogo dialógico - dialectico franco con los lectores, haciendo confesiones sinceras sin deudas politiqueras sabemos que se ha atacado la naturaleza de la vida, se venden cuerpos, órganos, se prostituye la niñez, las mujeres y se enajena la familia y la creación hombre y mujer adefesios de la historia que maniquea la vida, provocando la violación de la vida en todo sentido. En ese particular que todo vale, se transgrede las ciencias y la genética, los valores y la familia que es institución cristiana sagrada fundada por Dios, no religiosa. En medio estos aberrantes hechos mediante una indagación transmetódica hermenéutica comprensiva ecosófica y diatópica en los momentos analíticos, empíricos y propositivos; en rizomas y perspectiva decolonial planetaria – compleja; cumplimos como objetivo analizar en la tierra patria los valores de la civilización que son anti vida y respondemos a la pregunta ¿Hay esperanza para la humanidad?Em plena colonialidade global, na investigação num franco diálogo dialógico - dialético com os leitores, fazendo confissões sinceras e sem dívidas políticas, sabemos que a natureza da vida foi atacada, corpos, órgãos são vendidos, crianças, mulheres e crianças são prostituída.A família e a criação do homem e da mulher são alienadas, monstruosidades da história que manifesta a vida, provocando a violação da vida em todos os sentidos. Neste particular vale tudo, transgride-se a ciência e a genética, os valores e a família, que é uma instituição sagrada cristã fundada por Deus, e não religiosa. Em meio a esses fatos aberrantes através de uma abrangente investigação transmetódica hermenêutica ecosófica e diatópica nos momentos analítico, empírico e propositivo; nos rizomas e na perspectiva decolonial planetária – complexa; Nosso objetivo é analisar em nossa pátria os valores da civilização que são anti-vida e responder à pergunta: Há esperança para a humanidade
DIGNIDADE HUMANA, FATOR DE PRIMEIRA ORDEM DA PERSONALIDADE HUMANA
The most complex being, man, is defined by an understanding of his dignity. Nothing is more important to humanity than ensuring that dignity is respected. It is dignity that makes man 'truly human', allowing him to manifest himself in complete freedom and express, unhindered, all the capacities and abilities with which he has been endowed or which he has developed. This paper explores various trends in the definition of human dignity and personality, while also examining the concerns of both ancient Greco-Roman and contemporary societies regarding the implementation of guarantees for human dignity in the social sphere, legal system, and interpersonal relationships. Although the exploration is limited, it aims to keep the concept of respect for human dignity at the forefront. This focus is essential, as the world can only be envisioned as a better place when human dignity is respected.O ser mais complexo, o homem, é definido por uma compreensão de sua dignidade. Nada é mais importante para a humanidade do que garantir que a dignidade seja respeitada. É a dignidade que torna o homem "verdadeiramente humano", permitindo que ele se manifeste com total liberdade e expresse, sem impedimentos, todas as capacidades e habilidades com as quais foi dotado ou que desenvolveu. Este artigo explora várias tendências na definição de dignidade e personalidade humanas, ao mesmo tempo em que examina as preocupações das sociedades greco-romanas antigas e contemporâneas com relação à implementação de garantias para a dignidade humana na esfera social, no sistema jurídico e nas relações interpessoais. Embora a exploração seja limitada, seu objetivo é manter o conceito de respeito à dignidade humana em primeiro plano. Esse foco é essencial, pois o mundo só pode ser visto como um lugar melhor quando a dignidade humana é respeitada
TEORIAS DE FORMAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS: UMA VISÃO HISTÓRICA DA TEMÁTICA
The existence of public policies is by no means a new theme in society. Even if the name is not recognized, it can be considered that the theme has been present since the earliest civilizations. The decisions taken to govern a population, however simple they may be, can be recognized as public policy. So much history associated with the theme also leads to a set of theories that seek to explain how this theme can be governed. With this article it will be possible, on a theoretical level, to group a whole set of theories and study them in a single article, and, on a practical level, to tell the reader a little more about the theme. To do this, a literature review is used. As conclusions it is understood that there are several theories that seek to explain the phenomenon of public policy formation, all with a set of specific characteristics that differ from other theories.A existência de políticas públicas não é de todo uma temática nova na sociedade. Ainda que não se reconheça o nome, pode considerar-se que desde as primeiras civilizações já a temática era ponto presente. As tomadas de decisão tomadas para reger uma população, por mais simples que sejam, reconhecem-se enquanto uma política pública. Tanta história associada ao tema leva também a um conjunto de teorias que procuram explicar como se poderá reger esta temática. Com este artigo será possível, a nível teórico, agrupar todo um conjunto de teorias e estudar as mesmas num único artigo e, a nível prático, dar a conhecer a todo o leitor um pouco mais sobre a temática. Para isso recorre-se a revisão de literatura. Como conclusões entende-se que são várias as teorias que procuram explicar o fenómeno da formação de políticas públicas, todas com um conjunto de caraterísticas específicas que a difere das restantes teorias
A FILOSOFIA DA VIDA E DA MORTE, DA LUZ E DAS TREVAS, NA LITERATURA E ARQUITETURA IRANIANA
Life and death has always been one of the main concerns of every thinking person throughout the history of mankind and all the schools of thought, philosophy and religion have tried to explain the meaning of life and specify its goals, and each of them from a different point of view. These coils have looked into each other. However, it is quite clear and obvious that the definition of life without considering death is absurd and futile. But are the concepts of death and life in opposition to each other? And if so, is life superior and more valuable than death? In order to find the above questions, the research, using the analytical-descriptive method and using library sources, first investigated the dual oppositions in structuralist and foundational thinking, and then tried to reread the concepts of life and death in Iranian literature and its corresponding ones. It means there is light and darkness in Iranian architecture.A vida e a morte sempre foram uma das principais preocupações de cada pessoa pensante ao longo da história da humanidade e todas as escolas de pensamento, filosofia e religião tentaram explicar o sentido da vida e especificar seus objetivos, e cada um deles de um ponto de vista diferente. ponto de vista. Essas bobinas se entreolharam. No entanto, é bastante claro e óbvio que a definição de vida sem considerar a morte é absurda e fútil. Mas os conceitos de morte e vida estão em oposição um ao outro? E se sim, a vida é superior e mais valiosa do que a morte? A fim de encontrar as questões acima, a pesquisa, usando o método analítico-descritivo e usando fontes da biblioteca, primeiro investigou as oposições duais no pensamento estruturalista e fundacional e, em seguida, tentou reler os conceitos de vida e morte na literatura iraniana e seus correspondentes uns. Significa que há luz e escuridão na arquitetura iraniana
ARGUMENTOS DE ARISTÓTELES PARA SUA ANTROPOLOGIA POLÍTICA E A EXISTÊNCIA NATURAL DA POLIS
Aristotle’s Politics is not only famous for its theory of constitutions, but for its statements about human nature. According to the central claim of Aristotle’s political anthropology, man is by nature a political animal (phusei politikon zôon). This famous statement is presented as the conclusion of the first set of arguments that Aristotle develops in the second chapter of book I of the Politics (Pol., I, 2, 1252a24–1253a3). Aristotle’s statement is inextricably linked with the claim that the polis exists by nature (phusei), which he mentions in the same phrase, as part of his conclusion: “From these considerations it is evident that the polis is one of the things that exist by nature, and that man is by nature a political animal” (Pol., I, 2, 1253a1–3). Evidently, the claims that the polis exists by nature and that man is by nature a political animal are complementary. A Política de Aristóteles não é apenas famosa por sua teoria das constituições, mas por suas declarações sobre a natureza humana. De acordo com a afirmação central da antropologia política de Aristóteles, o homem é, por natureza, um animal político (phusei politikon zôon). Essa famosa afirmação é apresentada como a conclusão do primeiro conjunto de argumentos que Aristóteles desenvolve no segundo capítulo do livro I da Política (Pol., I, 2, 1252a24-1253a3). A afirmação de Aristóteles está inextricavelmente ligada à alegação de que a polis existe por natureza (phusei), que ele menciona na mesma frase, como parte de sua conclusão: “A partir dessas considerações, é evidente que a polis é uma das coisas que existem por natureza, e que o homem é, por natureza, um animal político” (Pol., I, 2, 1253a1-3). Evidentemente, as afirmações de que a polis existe por natureza e de que o homem é, por natureza, um animal político são complementares.  
A SEMÂNTICA DA RAÇA E DA NAÇÃO NA FRANÇA CONTEMPORÂNEA: UMA ANÁLISE DOS DEBATES POLÍTICOS RECENTES
For centuries France has lauded a republican tradition that defines national belonging in terms of civic and legal parity. Within this conception of nationhood, race and ethnicity are seen as extraneous and inconsequential in extending the French citizenship to non-nationals. However, a historical survey of the politics of citizenship both within France and in the overseas departments yields a more complex narrative, where race and racialization have been problematically tethered to the practices and the politics of national belonging and the extension of the French civic parity. In the context of the recent presidential race, defined by the remarkable rise and appeal of the far-right, critical discussions around race and the racial politics of nation and national belonging have gained renewed currency, as several candidates mobilized longstanding themes of immigration and the anti-social impact of non-European ethnic settlement on meanings of Frenchness and the French national identity. This study seeks to analyze the recent electoral debates in light of the ongoing critical discussion around race and immigration in France. The prominence of immigration as a rallying point in electoral campaigning is viewed as a rather older development that can be traced back to at least the public discourse surrounding North African settlement in the 1980s and 1990s. An essential feature of this discourse is that it rearticulates and encodes “race” in more subtle, politically correct cultural idioms, notably “nation” and “endangered national French identity.”
Durante séculos, a França louvou uma tradição republicana que define o pertencimento nacional em termos de paridade cívica e legal. Dentro dessa concepção de nacionalidade, a raça e a etnia são vistas como estranhas e inconsequentes na extensão da cidadania francesa a não nacionais. No entanto, um levantamento histórico da política de cidadania na França e nos departamentos ultramarinos produz uma narrativa mais complexa, em que a raça e a racialização foram problematicamente vinculadas às práticas e à política de pertencimento nacional e à extensão da paridade cívica francesa. No contexto da recente corrida presidencial, definida pela notável ascensão e apelo da extrema-direita, as discussões críticas sobre raça e a política racial de nação e pertencimento nacional ganharam força renovada, já que vários candidatos mobilizaram temas de longa data sobre imigração e o impacto antissocial da colonização étnica não europeia sobre os significados da francesidade e da identidade nacional francesa. Este estudo busca analisar os recentes debates eleitorais à luz da discussão crítica em andamento sobre raça e imigração na França. A proeminência da imigração como ponto de encontro nas campanhas eleitorais é vista como um desenvolvimento bastante antigo que pode ser rastreado até, pelo menos, o discurso público em torno da colonização norte-africana nas décadas de 1980 e 1990. Uma característica essencial desse discurso é que ele rearticula e codifica a "raça" em expressões culturais mais sutis e politicamente corretas, especialmente "nação" e "identidade nacional francesa ameaçada".
TRANSEPISTEMAS DA DECOLONIALIDADE PLANETÁRIA NAS ESCRITURAS SAGRADAS: JUSTIÇA TRANSMETÓDICA
Como objetivo de investigación se analizaron transepistemes de la decolonialidad planetaria en Las Sagradas Escrituras como justicia transmetódica. La deconstrucción rizomática hace escena como el transmétodo de la pesquisa. En la reconstrucción, liberación es un transepisteme de la decolonialidad planetaria en las Sagradas Escrituras; pues nos compaginamos en unión cristiana de una coalición de alto nivel cogitativo: decolonialidad planetaria-complejidad como liberadora del ser humano, en una identidad decolonial planetaria que lo hace accionador como ciudadano planetario que se imprime en su liberación. El ser humano es creación de Dios, con una tierra maravillosa acomodada por Dios para habitarla, el universo entero; que debemos salvaguardar; es un transepisteme de la decolonialidad planetaria en las Sagradas Escrituras. La identidad decolonial planetaria del ser humano es profundamente autoética en su responsabilidad social y altamente ecosófica, esa concepción es soberanamente cristiana, un transepisteme de la decolonialidad planetaria en las Sagradas Escrituras.Como objetivo de pesquisa, analisamos transepistemes da decolonialidade planetária nas Sagradas Escrituras como justiça transmetódica. A desconstrução rizomática faz da cena o transmétodo da pesquisa. Na reconstrução, a libertação é uma transepisteme da decolonialidade planetária nas Sagradas Escrituras; Bem, combinamos numa união cristã com uma coligação de alto nível cogitativo: a decolonialidade-complexidade planetária como libertadora do ser humano, numa identidade planetária descolonial que o torna um ativador enquanto cidadão planetário que se imprime na sua libertação. O ser humano é criação de Deus, com uma terra maravilhosa acomodada por Deus para habitá-la, o universo inteiro; que devemos salvaguardar; é uma transepisteme da decolonialidade planetária nas Sagradas Escrituras. A identidade planetária descolonial do ser humano é profundamente autoética em sua responsabilidade social e altamente ecosófica; esta concepção é soberanamente cristã, uma transepisteme da decolonialidade planetária nas Sagradas Escrituras