1020 research outputs found

    Religião, política, guerra e mulheres (Congo e Angola, séculos XVI e XVII)

    Get PDF
    Resenha de:HEYWOOD, Linda M. Jinga de Angola, a rainha guerreira da África. Tradução de Pedro Maia Soares. São Paulo: Todavia, 2019. 320p.SOUZA, Marina de Mello e. Além do visível: poder, catolicismo e comércio no Congo e em Angola (séculos XVI e XVII). São Paulo: Edusp/Fapesp, 2018. 320p

    Como pensar o elemento servil: o lugar dos libertos nas expectativas das elites após a emancipação

    Get PDF
    Este artigo apresenta uma análise, à luz de historiografia referente aos processos de emancipação e pós-abolição no Brasil, de quatro publicações que versam sobre os caminhos para a eliminação gradual da escravidão. Nas páginas analisadas, veem-se propostas e regras que vislumbravam, em larga medida, assegurar os privilégios de proprietários de pessoas escravizadas e definir o lugar dos libertos na sociedade, garantindo que as hierarquias sociais, políticas, econômicas e raciais existentes no período permanecessem nas décadas posteriores. Além do impacto das leis emancipacionistas sobre o futuro de senhores e escravizados em fins do século XIX, os escritos de uma parteira, um progressista, um intelectual e um médico expressaram propostas sobre como conduzir a nação brasileira para um futuro no pós-abolição

    Escravidão e liberdade nas Américas: um convite à renovação histórica

    Get PDF
    Resenha de:FREIRE, Jonis; e SECRETO, María Verónica (orgs.). Formas de liberdade: gratidão, condicionalidade e incertezas no mundo escravista nas Américas. Rio de Janeiro: Mauad/Faperj, 2018. 272p

    A formação, resistência e identidade da comunidade quilombola dos Candendês

    Get PDF
    Este artigo falará sobre os quilombolas dos Candendês, comunidade situada na localidade do Ponto Chique do Martelo, distrito de Barbacena, Minas Gerais. Busca-se reconstituir aspectos da história silenciada dos Candendês, pois os silêncios dos vencidos são reveladores dos mecanismos de manipulação da memória. Na formação de quilombos estava a luta contra a intransigência de senhores que desrespeitavam os ganhos que os escravos começaram a considerar como direitos. Por conseguinte, a região de Barbacena se caracterizou pela presença de pequenos plantéis de escravos adquiridos no tráfico interprovincial. Mostra-se que o território dos Candendês teve o reconhecimento pelo Estado ao delimitar as áreas de fronteiras em 1911. E, amparando-se na documentação e nas leis, pode-se afirmar que os Candendês são os legítimos herdeiros daquelas terras da região mineira. 

    O “Agrupamento Kissanguela” e a canção no pós-independência em Angola (1975-1979)

    Get PDF
    Este artigo trata de uma importante fase da música popular urbana de Angola que se dá a partir de 1975. Para tanto, daremos destaque ao surgimento e à produção fonográfica do grupo musical Kissanguela a fim de demonstrar a música como um dos caminhos utilizados para a divulgação dos projetos políticos do Movimento Popular de Libertação de Angola, logo após a independência. As mensagens impressas nas letras das canções gravadas pelo conjunto sinalizam para uma nova época, marcada pelo socialismo e sem reminiscências do passado. Apresentaremos, ainda, as capas dos álbuns, fotografias e depoimentos de membros fundadores do “Kissanguela”, fontes ainda inexploradas em nosso país.

    Escravos marinheiros, senhores e locadores: Leis Pombalinas, faina marítima e economia mundial (1761-1810)

    Get PDF
    Analisamos neste artigo alvarás e avisos que, entre 1761 e 1800, proibiram o tráfico de escravos e, a longo prazo, encaminharam a abolição da escravidão em Portugal. Nossa ênfase recai sobre os escravos marinheiros que se dirigiam a Lisboa e sobre a legislação específica que lhes foi destinada. Discutimos, assim, mediante o exame de petições e peças processuais, as relações estabelecidas entre escravos marinheiros, senhores e locadores, bem como as relações entre estes indivíduos e funcionários de órgãos de justiça ligados à monarquia portuguesa. Argumentamos que no campo móvel de tensões ensejado pelas leis pombalinas – as quais refletiam, em última análise, as lutas entre a primeira e a segunda nobreza –, estas, a despeito de não se constituir num corpus legal abolicionista ou humanitário, tanto poderiam favorecer a senhores como a escravos

    O passado e o presente da África e Europa

    Get PDF
    Resenha de:BENNETT, Herman L.. African Kings and Black Slaves: Sovereignty and Dispossession in the Early Modern Atlantic. Filadélfia: University of Pennsylvania Press, 2019. 240p

    Raça e cidadania no pós-abolição maranhense (1888-1889)

    Get PDF
    A emancipação dos últimos escravos afro-brasileiros foi sancionada numa só penada, mas chegou de diversas maneiras ao norte e ao sul país, conforme o desenvolvimento da economia e sua função no sistema agroexportador, a preponderância ou não da população negra e mestiça nas províncias, cidades, comarcas e povoados, a importância do trabalhador livre nas diferentes agriculturas escravistas, a presença do incentivo estatal ou privado em favor da imigração estrangeira europeia ou asiática, o atraso ou modernização do sistema produtivo da grande lavoura, a força política do latifúndio no pós-abolição, e a relevância dos estados e regiões na condução da política brasileira. O presente artigo visa caracterizar o imediato pós-abolição maranhense tendo em vista a luta social em torno da liberdade, a legitimação de estratégias de domínio senhorial e a categorização racial enquanto critério de subordinação de grupos. Utilizo para esse fim dados primários coligidos nos jornais maranhenses e outros documentos de época correlacionando-os às descobertas da antropologia social do campesinato e da historiografia da escravidão para caracterizar a construção da cidadania negra na periferia do norte agrário brasileiro

    As origens dos Mardi Gras Indians de Nova Orleans em contexto atlântico

    Get PDF
    Resenha de:DEWULF, Jeroen. From the Kingdom of Kongo to Congo Square: Kongo Dances and the Origins of the Mardi Gras Indians. Lafayette: University of Louisiana at Lafayette Press, 2017. 242p

    Racismo, racismos: ainda há muito que dizer

    Get PDF
    Resenha de:BETHENCOURT, Francisco. Racismos: das cruzadas ao século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2018. 603 p

    862

    full texts

    1,020

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    Afro-Ásia
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇