1020 research outputs found

    A sorte, a honra e a felicidade de ter conhecido Alberto

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    Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silv

    Pan-Africanismo e diáspora

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    Review of: ADI, Hakim. Pan-Africanismo: Uma história. Salvador: Edufba, 2022. 444 p.Resenha de: ADI, Hakim. Pan-Africanismo: Uma história. Salvador: Edufba, 2022. 444 p

    Orientalismo Sinológico: reflexões acerca de um conceito analítico para a historiografia chinesa

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    The following paper intends to present the category of “sinological orientalism” from the reflections of Said (1996), Hung (2003), Chan (2010) and Vukovich (2013). Over the course of this article, we pretend to show that Western historiography referring to China, regardless of its erudition, it is engaged by orientalists conceptions that tend to stagnate and stereotype the historical development of Chinese society. Therefore, analyzing some of the main historiographical works about China that were produced in anglophone countries, we intend to show off how the idea of “sinological orientalism” allows us to learn some of the theoretical and epistemological limits of some of those Western sinology works. In the end, the paper shall present a few reflections about the deadlocks that “sinological orientalism” imposes to the researchers and how, in a certain way, we can establish a framework to overcome the political and epistemological limits of this specific form of “orientalism”.reflexões de Edward Said, Hung, Chan e Vukovich. Ao longo do artigo, demonstrar-se-á que a historiografia ocidental referente à China, não obstante sua erudição, é eivada por concepções orientalistas que tendem a estagnar e estereotipar o desenvolvimento histórico da sociedade chinesa. Dessa forma, analisando algumas das principais obras historiográficas referentes a China produzidas nos países anglófonos, pretende-se demonstrar como a formulação do conceito de “orientalismo sinológico” permite apreender limites teóricos e epistemológicos de algumas das principais obras da sinologia ocidental. No final, o artigo apresentará algumas reflexões sobre os impasses que o “orientalismo sinológico” impõe aos pesquisadores e como, em certa medida, podemos estabelecer um plano de ação visando superar os limites políticos e epistemológicos dessa forma específica de “orientalismo”

    Família, insurgências e contravenções: memória e história de Luiz Gama na Bahia

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    Poet, abolitionist and self-taught lawyer, Luiz Gama is one of the most celebrated figures of Afro-Brazilian history. His writings and professional life have inspired numerous scholarly works, but thus far, information about his childhood has been limited to what he provided in a letter written in 1880, two years before his death. The present paper, based on extensive archival research presents the first empirical data about Gama’s childhood in Bahia, in dialogue with the recollections given in his letter and narratives about him that arose after his death. The paper begins by examining the arrival in Brazil of his mother, the legendary Luiza Mahin, a victim of the ilegal slave trade. The second section analyzes his father’s family, tracing its roots to the town of Santo Amaro da Purificação and the island of Itaparica. In reconstructing Gama’s childhood in the City of Bahia during the 1830s, we look at the family’s physical proximity to insurgencies of the time, especially the Malê and Sabinada rebellions. We conclude by presenting evidence confirming Gama’s memories about his father’s involvement in gambling and the increasing debts that led him to sell off his property, finally reducing his own son to slavery in 1840. In addition to furnishing the first empirical basis for Gama’s recollections of his childhood in Bahia, the paper provides nuance and context to his memories, while also highlighting the unstable relationship between historical events and present-day narratives about the lives of legendary black leaders during the time of slavery.Um dos personagens mais celebrados na memória afro-brasileira é o poeta, abolicionista e rábula baiano Luiz Gama. Sua obra e trajetória profissional têm sido tema de inúmeros trabalhos acadêmicos, mas até agora as únicas informações sobre sua infância vieram de uma carta autobiográfica escrita em 1880, dois anos antes da sua morte. O presente texto rompe o silêncio documental sobre seu tempo na Bahia, apresentando dados levantados por meio de extensiva pesquisa documental, em diálogo com as memórias apresentadas na sua carta e as narrativas que surgiram depois da sua morte. Começamos com a chegada ao Brasil de sua mãe, a legendária Luiza Mahin, arrancada de sua terra natal pelo tráfico ilegal. Em seguida, analisamos a família paterna, mostrando que as raízes se estendiam à Santo Amaro da Purificação e Itaparica. As experiências de infância de Gama são examinadas no contexto político da Cidade da Bahia na década de 1830, e a proximidade física da família aos acontecimentos da Revolta dos Malês e da Sabinada. O texto se encerra com a análise de documentos que confirmam as lembranças do futuro abolicionista sobre o envolvimento do progenitor em jogos de azar e a consequente liquidação de bens, o que culminou, em novembro de 1840, na redução do próprio filho à escravidão. Ao oferecer a primeira base empírica sobre as experiências de Luiz Gama na Bahia, matizamos suas lembranças, além de problematizar a relação nem sempre estável entre a história e memória de nossos tempos sobre personagens negros do tempo da escravidão

    Dossiê histórias angolanas, séculos XVI-XX: introdução

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    Introdução do dossiê histórias angolanas, séculos XVI-X

    Entre o porto e a pia batismal: três séculos do tráfico de escravizados em Pernambuco

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    Review of: CARVALHO, Marcus J. M. de (Org.). Tráfico de escravizados para Pernambuco: Agentes, políticas e sociedades (séculos XVII a XIX), Recife. Editora UFPE, 2024. 341p.Resenha de: CARVALHO, Marcus J. M. de (Org.). Tráfico de escravizados para Pernambuco: Agentes, políticas e sociedades (séculos XVII a XIX), Recife. Editora UFPE, 2024. 341p

    Três causos internacionais em torno do arquivo do CEAO

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    Remembrance: 65 Years of the Afro-Oriental Studies CenterMemória: 65 anos do Centro de Estudos Afro-Orientais&nbsp

    Francisco Félix de Souza, mercador de escravos: um sonho acordado e o medonho pesadelo

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    Homenagem a Alberto Vasconcellos da Costa e Silv

    Lugares de memória dos trabalhadores, lugares da história social do trabalho

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    Review of: FONTES, Paulo. Lugares de Memória dos Trabalhadores. São Paulo: Alameda, 2023. 400 p.    Resenha de: FONTES, Paulo. Lugares de Memória dos Trabalhadores. São Paulo: Alameda, 2023. 400 p

    Dinâmicas raciais na responsabilização da polícia: um olhar para os fluxos processuais e históricos

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    This article seeks to organize an interdisciplinary theoretical framework to describe the racial dynamics that emerge in the course of processes of accountability of police officers involved in approaches that result in death. To this end, the inputs of empirical research in the field of Law are recovered, to build theoretical bridges in time and space. The theoretical framework of reference are studies on race, race relations and institutional racism, first developed in the United States and further developed in Brazil by Brazilian scholars. We call this theoretical-methodological exercise “retroracialization”, through which we go through interdisciplinary and geopolitical shifts that allow us to develop useful concepts for understanding the role that race has played in the legal accountability of the police and police officers in Brazil. It is hoped that the article will help to refine the dialogues between criminal procedural law, a sphere of law that is still resistant to studies on the effects of race and racism on the Brazilian justice system, and disciplines and areas outside of law.  Este artigo busca organizar um quadro teórico interdisciplinar para descrever as dinâmicas raciais que emergem no curso de processos de responsabilização de policiais implicados em abordagens com resultado morte. Para tanto, recupera-se os insumos de uma pesquisa empírica inscrita no campo do Direito, para construir pontes teóricas no tempo e no espaço. O quadro teórico de referência são os estudos sobre raça, relações raciais e racismo institucional, construídos inicialmente nos Estados Unidos e aprofundados no Brasil por estudiosos brasileiros. Nomeamos esse exercício teórico-metodológico de “retrorracialização”, através do qual, percorremos deslocamentos interdisciplinares e geopolíticos, que permitem o desenvolvimento de conceitos úteis para compreender o papel que a raça tem ocupado na responsabilização jurídica da Polícia e de policiais no Brasil. Espera-se que o artigo possa aportar no refinamento dos diálogos entre o Direito processual penal, esfera do direito ainda resistente aos estudos sobre os efeitos da raça e do racismo no sistema de justiça brasileiro, e disciplinas e áreas externas ao Direito.

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    Afro-Ásia
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