Revista de Salud Ambiental
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Vigilância epidemiológica e ambiental de criptosporidiose em Guipúscoa
Cryptosporidiosis is a worldwide parasitosis caused by protozoa of the genus Cryptosporidium. Infection occurs after ingestion of oocysts excreted with human or animal faeces. Crypstosporidium is one of the most prevalent agents of waterborne outbreaks and diarrhoeic illness. Therefore, its prevention should be a Public Health priority. In order to find out and describe the cryptosporidiosis occurring pattern, detect cases early, prevent the illness from spreading, take preventive measures and avoid outbreaks, the illness began to be actively surveilled in Gipuzkoa in 2015. This paper sums up all public health and microbiological surveillance and environmental monitoring results and control actions taken in Gipuzkoa.La criptosporidiosis es una parasitosis de distribución mundial causada por un protozoo del género Cryptosporidium. La infección se produce tras la ingestión de ooquistes excretados en las heces de animales o humanos. Cryptosporidium es uno de los agentes más importantes que causan brotes de origen hídrico y enfermedades diarreicas en todo el mundo, siendo su prevención una prioridad de Salud Pública. Con el propósito de conocer y describir el patrón de presentación de la criptosporidiosis en la población y detectar precozmente los casos para controlar la difusión de la enfermedad, establecer medidas de prevención y evitar brotes, se inició en 2015 la vigilancia activa de esta enfermedad en Gipuzkoa. Este trabajo resume los resultados de la vigilancia epidemiológica, microbiológica y ambiental de criptosporidiosis llevada a cabo en Gipuzkoa y las medidas de control establecidas.A criptosporidiose é uma parasitose de distribuição mundial causada por um protozoário do género Cryptosporidium. A infeção ocorre através da ingestão de oócitos excretados nas fezes de animais ou de humanos. Cryptosporidium é um dos agentes mais importantes entre os que causam surtos de origem hídrica e doenças diarreicas em todo o mundo, sendo a sua prevenção uma prioridade de Saúde Pública. Com o propósito de conhecer e descrever o padrão de apresentação da criptosporidiose na população e detetar precocemente os casos para controlar a difusão da doença, estabelecer medidas de prevenção e evitar surtos, iniciou-se em 2015 a vigilância ativa desta doença em Guipúscoa. Este trabalho resume os resultados da vigilância epidemiológica, microbiológica e ambiental de criptosporidiose levada a cabo em Guipúscoa e as medidas de controlo estabelecidas
Impacte da temperatura e da poluição associada ao tráfego sobre variáveis adversas ao nascimento em Madrid. Uma análise de séries temporais
Preterm birth (< 37 weeks), low birth weight (< 2500 g) and fetal mortality are perinatal morbi-mortality causes impacting public health, society and the economy. Their etiology is multifaceted. There is scientific evidence pointing to environmental variables being risk factors. The purpose of this study was to analyze and quantify the impact on a daily and a weekly basis of PM2.5, NO2 and O3 (μg/m3), noise levels (Leq), and temperature (°C) on variables detrimental to health in Madrid from 2001 till 2009. Poisson regression models were prepared from an ecological study of time series, and the results were expressed in terms of the Relative Risk (RR). The environmental variables were included in previously identified explanatory delays. 298,705 births were analyzed: the average weekly prematurity was 7.5, the average low weight 6.9, and the average fetal mortality 3.7. In the case of preterm births, a relation with PM2.5 during the 2nd quarter of pregnancy [RR: 1.026 (1.018-1.034)] and with Leq in the week prior to childbirth [RR: 1.020 (1.012-1.028)] was detected. This impact was also noticeable in the daily results. In addition, heat waves also affect prematurity. With regard to low birth weight, noise levels had an impact throughout the pregnancy and the effect of NO2 during the 2nd quarter thereof. As for fetal mortality, the most significant effects were those of the three analyzed pollutants during the 2nd and 3rd quarters. The gestating population is a group that is particularly vulnerable to the analyzed environmental factors, so it should be taken into account in the existing prevention plans.Parto prematuro (< 37 semanas), bajo peso al nacer (< 2500 g) y mortalidad fetal, son causas de morbi-mortalidad perinatal con impacto en salud pública, social y económico. Su etiología es múltiple existiendo evidencia científica que sitúa como factores de riesgo a variables ambientales. El objetivo es analizar y cuantificar el impacto a nivel semanal y diario de PM2.5, NO2 y O3 (μg/m3); nivel de ruido (Leq) y temperatura (ºC) sobre las variables adversas al nacimiento en Madrid de 2001 a 2009. Mediante un estudio ecológico de series temporales, se realizaron modelos de regresión Poisson, obteniendo resultados en forma de Riesgo Relativo (RR). Se incluyeron las variables ambientales en retardos explicativos identificados previamente. Se analizaron 298 705 nacimientos, el promedio semanal de prematuridad fue 7,5; el promedio de bajo peso 6,9 y el de mortalidad fetal 3,7. Para partos prematuros, se detectó asociación para PM2.5 durante el 2º trimestre del embarazo (RR: 1,026 (1,018-1,034)) y Leq en semana previa al parto RR: 1,020 (1,012-1,028). Este impacto también se refleja en los resultados a nivel diario, influyendo además las olas de calor sobre la prematuridad. Sobre el bajo peso se observa impacto a lo largo de todo el embarazo del Leq y efecto del NO2 sobre el segundo trimestre. Sobre la mortalidad fetal el efecto más significativo fue el de los tres contaminantes analizados en el segundo y tercer trimestre. La población gestante se presenta como grupo de especial vulnerabilidad frente los factores ambientales analizados, deben de incluirse en los planes de prevención existentes.Parto prematuro (< 37 semanas), baixo peso ao nascer (< 2500 g) e mortalidade fetal são causas de morbimortalidade perinatal com impacte em saúde pública, social e económico. A sua etiologia é múltipla existindo evidência científica que aponta variáveis ambientais como fatores de risco. O objetivo é analisar e quantificar o impacte dos níveis semanal e diário de PM2.5, NO2 e O3 (μg/m3); nível de ruído (Leq) e temperatura (°C) sobre as variáveis adversas ao nascimento em Madrid de 2001 a 2009. Através de um estudo ecológico de séries temporais, realizaram-se modelos de regressão Poisson, obtendo resultados expressos em termos de risco relativo (RR). Incluíram-se as variáveis ambientais em desfasamentos explicativos previamente identificados. Analisaramse 298 705 nascimentos, a média semanal de prematuridade foi 7,5; a média de baixo peso 6,9 e a de mortalidade fetal 3,7. Para partos prematuros detetou-se associação para PM2.5 durante o segundo trimestre de gravidez (RR: 1,026 (1,018-1,034)) e Leq na semana anterior ao parto RR: 1,020 (1,012-1,028). Este impacte também se reflete nos resultados de nível diário. Acresce que as ondas de calor também influenciam a prematuridade. Quanto ao baixo peso observa-se o impacte ao longo de toda gravidez do Leq e efeito do NO2 no segundo trimestre. Relativamente à mortalidade fetal o efeito mais significativo foi dos três contaminantes analisados, no segundo e terceiro trimestres. A população de gestantes apresenta-se como um grupo de especial vulnerabilidade face aos fatores ambientais analisados, devendo ser incluída nos planos de prevenção existentes
Ocratoxina A e resíduos de produtos fitofarmacêuticos em vinhos elaborados nos distritos sanitários de La Roda e Villarrobledo (Albacete) 2008- 2015: avaliação
The presence of pesticide residues and/or ochratoxin A in wine can affect the health of consumers. Fewwineries have taken control measures or have verified the effectiveness of the control measures they have taken.It was of interest to evaluate the results for pesticide residues and ochratoxin A in wine samples taken by wineriesor by official inspection bodies.All analytical results for pesticides and/or ochratoxin A in wine samples taken between 2008 and 2015 and available at the wineries in both districts, or in the official control samples, were considered. All in all, 20 analytical results on pesticide residues and 64 Ochratoxin A determinations.No results exceeded the maximum limit of pesticide residue onwine grapes, since there is no legal limit onwine. The determination of pesticides in wine only makes sense when concentration or dilution factors during the winemaking process, with regard to the maximum limits of pesticide residueson wine grapes, are justified, but this did not happeninanycase. Two different pesticide residues were found in one sample, and a concentration of 5 mg kg-1 of iprodione (maximum limit of iprodione residue on wine grapes: 10 meaning kg-1) was found in an organic wine sample, which gives an idea of wrong agricultural practices.No ochratoxin A result exceeded the legal limit for wine of 2 μg L-1(Commission Regulation (EC) No.1881/2006). Concentrations of up to 0.44 μg L-1 were obtained, which shows that ochratoxin A can occur inwine.Wineries need to define and take effective control measures to deal with these two hazards.La presencia de residuos fitosanitarios o de ocratoxina A en vinos puede afectar a la salud de los consumidores. Pocas bodegas han implantando medidas de control, o han verificado la eficacia de las medidas adoptadas.Era interesante valorar los resultados sobre residuos fitosanitarios y ocratoxina A en muestras de vino tomadas por las bodegas o por el control oficial.Se consideraron todos los resultados analíticos sobre fitosanitarios o ocratoxina A en muestras de vino tomadas entre 2008 y 2015 disponibles en las bodegas de los distritos de salud de La Roda y Villarrobledo, o en muestras de control oficial. En total 20 analíticas de fitosanitarios y 64 determinaciones de ocratoxina A.Puesto que no hay límite legal en vino, ningún resultado sobrepasó el límite máximo de residuos fitosanitarios en uva de vinificación. La determinación de fitosanitarios en vino tiene sentido si se justifican factores de dilución o concentración durante el proceso de elaboración, respecto a los límites máximos de residuos fitosanitarios en uva, lo cual no sucedió en ningún caso. Una muestra presentó residuos de dos fitosanitarios distintos, y en una muestra de vino ecológico se obtuvo 5 mg kg-1 de iprodiona (límite máximo de residuo de iprodiona en uva: 10 mg kg-1), orientando sobre prácticas agrícolas incorrectas.Ningún resultado de ocratoxina A superó el límite legal en vino de 2 μg L-1 (Reglamento(CE)Nº 1881/2006). Se obtuvieron concentraciones de hasta 0,44 μg L-1, demostrando que es posible la ocurrencia de ocratoxina A en vino.Es necesario que las bodegas definan y apliquen medidas de control eficaces sobre estos dos peligros.A presença de resíduos fitofarmacêuticos e/ou de ocratoxina A em vinhos pode afetar a saúde dos consumidores. Poucas adegas têm estabelecido medidas de controlo, ou verificado a eficácia das medidas adotadas.Assim, mostrou-se interessante avaliar os resultados de resíduos fitofarmacêuticos e ocratoxina A em amostras de vinho recolhidas pelas adegas ou por Controlo Oficial.Foram considerados todos os resultados analíticos sobre fitofarmacêuticos e/ou ocratoxina A em amostras de vinho recolhidas entre 2008 e 2015 nas adegas situadas nos Distritos Sanitários de La Roda e Villarrobledo, ou em amostras de Controlo Oficial. No total, realizaram-se 20 análises de fitofarmacêuticos e 64 determinações de ocratoxina A.Considerando que não existe limite legal para o vinho, nenhum resultado ultrapassou o limite máximo de resíduos fitofarmacêuticos na uva de vinificação. A determinação de fitofarmacêuticos em vinho faz sentido, caso se justifiquem fatores de diluição ou de concentração no processo de elaboração, em relação ao limite máximo de resíduos em uva, situação que não aconteceu. Uma amostra revelou resíduos de dois fitofarmacêuticos distintos. Numa outra amostra de vinho biológico obtiveram-se 5 mg kg-1 de iprodiona (limite máximo de resíduo em uva: 10 mg kg-1), o que é sugere práticas agrícolas incorretas.Nenhum valor de ocratoxina A excedeu o limite legal em vinho de 2 μg L-1(Regulação (CE) Nº 1881/2006). Foram atingidas concentrações de 0,44 μg L-1, mostrando que é possível a presença de ocratoxina A em vinho.Deste modo, é necessário que as adegas definam e apliquem medidas eficazes para controlar estes dois perigos
O laboratório clínico na exposição ao chumbo: do diagnóstico de intoxicação aguda ao rastreio neonatal? Um relatório de dois casos
The role of clinical laboratories in lead exposure has traditionally focused on the diagnosis of poisonings that pose a risk to human health. However, the last decades of the twentieth century saw an increase in public awareness of lead exposure, which prompted the banning of both lead-containing paint and petrol. As a result, acute lead poisonings are increasingly rare in industrialized countries. However, this is always a latent danger that clinicians should be aware of. As an example of this we describe two cases that we recently diagnosed at our laboratory.Even more worrying is confirming the harmful effects of lead on children, even at concentrations hitherto considered safe. This has renewed interest in the determination of this element in clinical laboratories in order to find and control all those pregnant women and children who might have blood lead levels above a suitable threshold value, which is currently set at 50 μg L-1 for both populations. If this situation becomes the norm, the role of clinical laboratories with respect to lead determination will undergo a major change. This possibility is discussed in this paper, together with a pilot program developed at our hospital for such purpose.El papel del laboratorio clínico en relación con la exposición al plomo se ha centrado clásicamente en el diagnóstico de intoxicaciones que pusiesen en peligro la salud humana. Sin embargo, la concienciación sobre la exposición a este elemento en las últimas décadas del siglo XX, que culminó con la prohibición de la utilización de la pintura y de la gasolina con plomo, ha conducido a que este tipo de intoxicaciones agudas sean cada vez más raras en los países industrializados. A pesar de ello, este es un peligro siempre latente que debe ser conocido por los clínicos. Como ejemplo se describen dos casos recientemente diagnosticados en nuestro laboratorio.Más preocupante es si cabe la constatación de los efectos perjudiciales que ejerce el plomo en niños, incluso en concentraciones que hasta ahora se consideraban seguras. Esto ha renovado el interés por la determinación de este elemento en los laboratorios clínicos para así poder detectar y controlar todas aquellas mujeres embarazadas y niños que puedan tener concentraciones de plomo en sangre por encima de un valor umbral de conveniencia, que actualmente se ha establecido en 50 μg L-1 para ambas poblaciones. Si esta situación se acaba imponiendo, el papel del laboratorio clínico con respecto a la determinación del plomo experimentará un importante cambio. Se discute dicha posibilidad junto con un programa piloto desarrollado en nuestro hospital con tal fin.O papel do laboratório clínico sobre a exposição ao chumbo tem tradicionalmente focado no diagnóstico de intoxicação que põe em perigo a saúde humana. No entanto, nas últimas décadas do século XX experimentou um aumento na consciência pública sobre a exposição ao chumbo, o que levou à proibição do uso de tintas e gasolina com chumbo. Como consequência, as intoxicações agudas chumbo são hoje em dia cada vez mais raras nos países industrializados. No entanto, este é sempre o perigo latente que deve ser conhecido pelos clínicos. Como exemplo, descrevemos dois casos recentemente diagnosticados em nosso laboratório.Hoje, talvez mais preocupante, é a constatação dos efeitos prejudiciais exercidos por chumbo em crianças, mesmo em concentrações até então considerados seguras. Este renovou o interesse na determinação deste elemento no laboratório clínico, a fim de detectar e controlar todas as mulheres grávidas e crianças que podem ter níveis de chumbo no sangue acima de um limite de conveniência, actualmente fixado em 50 μg L-1 para ambas as populações. Se esta situação acaba por impor, o papel dos laboratórios clínicos com relação a determinação de chumbo vai sofrer uma grande mudança. Esta possibilidade é discutida no presente documento, juntamente com um programa piloto desenvolvido em nosso hospital com tal fim
Perceção do risco de exposição a campos eletromagnéticos de radiofrequência na coorte INMA-Guipúscoa
Perception of environmental risks to the population is a priority issue for the bodies and administrations responsible for managing them. There are few studies on the perception of the risk to RF, but all of them report high levels of concern. This study describes and analyzes the RF risk perception of mothers belonging to the INMA-Gipuzkoa project.Data on perception were collected by means of two questionnaires given to mothers in two different periods. During pregnancy, 625 mothers chose the five relevant environmental issues in their place of residence from a list of 16. When their children were 8, 386 mothers rated, on a scale from 0 to 10, their perception of their levels of exposure to RF and the health risk derived from such exposure.During pregnancy, 31.8 % of mothers chose proximity to RF antennas as one of the 5 most important environmental problems. When their children were 8, 98.0 % and 90.3 % of women reported medium or high perception values (between 5 and 10) regarding exposure and health risk, respectively. A moderate correlation was found between exposure perception and risk perception (0.5). There is no association between RF exposure perception and actual levels measured inside homes.Knowing the factors associated with the perception of risks by the population will be useful to manage them properly.La percepción sobre los riesgos ambientales en la población es un tema prioritario para los organismos y administraciones responsables de su gestión. Los pocos estudios que han evaluado la percepción del riesgo a radiofrecuencias (RF), apuntan a unos niveles altos de preocupación. Este estudio describe y analiza la percepción del riesgo a RF en las mujeres del proyecto INMAGipuzkoa.Los datos sobre percepción se recogieron mediante cuestionarios en dos diferentes periodos. Durante el embarazo 625 madres seleccionaron 5 problemas ambientales relevantes en su lugar de residencia de una lista de 16. A los 8 años de edad de los niños, 386 madres puntuaron, en una escala de 0 a 10, su percepción sobre el nivel de exposición a RF y el riesgo para la salud derivado de esa exposición.Durante el embarazo un 31,8 % de madres eligieron la cercanía a antenas de RF como uno de los 5 problemas ambientales más importantes. A los 8 años de edad de los niños el 98,0 % y el 90,3 % de las mujeres referían niveles de percepción medios o altos (entre 5 y 10) respecto a la exposición y el riesgo para la salud, respectivamente. Se encontró una correlación moderada entre percepción de exposición y de riesgo (0,5). No existe relación entre percepción de la exposición a RF y los niveles reales obtenidos mediante mediciones en las viviendas.Conocer los factores asociados con la percepción de los riesgos por la ciudadanía ayudará a gestionarlos de forma adecuada.A perceção da população sobre os riscos ambientais é um assunto prioritário para os organismos e administrações responsáveis pela sua gestão. Os poucos estudos que avaliaram a perceção do risco de exposição a radiofrequências (RF) indicam níveis altos de preocupação. Este estudo descreve e analisa a perceção de risco de exposição a RF em mulheres do projeto INMA-Guipúscoa.Os dados sobre a perceção foram obtidos através de questionários em dois períodos diferentes. Durante a gravidez 625 mães selecionaram 5 problemas ambientais relevantes no seu local de residência de entre uma lista de 16. Aos 8 anos de idade das crianças, 386 mães pontuaram, numa escala de 0 a 10, a sua perceção sobre o nível de exposição a RF e o risco para a saúde derivado dessa exposição.Durante a gravidez 31.8% das mães elegeram a proximidade a antenas de RF como um dois 5 problemas ambientais mais importantes. Aos 8 anos de idade das crianças 98,0 % e 90,3% das mulheres referiram níveis de perceção médios ou altos (entre 5 e 10) relativos à exposição e ao risco para a saúde, respetivamente. Encontrou-se uma correlação moderada entre a perceção de exposição e de risco (0,5). Não existe uma relação entre a perceção da exposição a RF e os níveis reais obtidos através de medições nas habitações.Conhecer os fatores associados à perceção de risco por parte dos cidadãos ajudará a geri-los de forma adequada
25 anos da Sociedade Espanhola de Saúde Ambiental... na perspetiva de uma sócia...
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