Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

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    3173 research outputs found

    UM CURSO TEÓRICO-PRÁTICO SOBRE OS FUNDAMENTOS DA CIÊNCIA DA IMPLEMENTAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA

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    Introdução: Evidencia-se um atraso entre o aprendizado e o empreendimento de efetivas soluções diante de problemas de saúde mundiais. O motivo por trás disso parece ser o “abismo” que separa o intercâmbio de conhecimento entre a pesquisa, políticas públicas e a prática, o que a OMS refere como o “know-do gap”. Nesse interim, a Ciência da Implementação (CI) surge como um estudo de métodos que se debruçam na busca por elementos centrais de intervenções baseadas em evidências científicas que possam gerar impacto nos sistemas de saúde. Objetivos: relatar a participação no Curso Intensivo sobre Fundamentos da Ciência da Implementação (CI) em Saúde Global e apresentar o escopo teórico dos métodos da CI e as potenciais perspectivas de aplicabilidade para melhoria da saúde global. Método: relato de experiência sobre a participação no curso, promovido pela University of Washington, EUA, setembro de 2017. Resultados: o curso apresentou metodologias da CI e estudos de caso selecionados, focalizando oportunidades e desafios na aplicação da CI na prática. Conclusão: no intuito de reduzir o “know-do gap” observado entre a literatura e o mundo real, é necessária a compilação e consequente utilização, testagem, comparação e avaliação de pesquisas globalmente. O curso ofereceu   ferramentas para seleção de material científico publicado e sua utilização por meio de planos, programas, projetos de intervenção, modelos e protocolos que assumam diminuir incongruências e alavancar resultados em larga escala na ciência da saúde

    PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO DA INTERVENÇÃO BREVE EM UMA UNIDADE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA PARA PROBLEMAS RELACIONADOS AO CONSUMO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS

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    Introdução: Os usuários procuram os serviços relacionados ao álcool e outras drogas, muitas vezes, em um estado avançado do consumo. Face a isso, pensar em um serviço organizado e que oferte uma atenção ampla e resolutiva na Atenção Primária, contribuirá para a efetividade da sistematização do cuidado, proporcionando um maior protagonismo e consequentemente melhor adesão ao tratamento pelo usuário por meio da Intervenção Breve (IB). A IB é uma prática que foca na identificação de problemas reais ou potenciais e que motivam o indivíduo a reduzir o consumo e os problemas ligados ao uso de álcool e outras drogas, sendo realizada em um curto espaço de tempo em sessões que variam de 5 a 45 minutos. Objetivo: Descrever o processo de implementação da Intervenção Breve em uma unidade de Atenção Primária para problemas relacionados ao consumo de álcool e outras drogas. Método: Trata-se de um relato de experiência da implementação da Intervenção Breve em uma Unidade de Atenção aos Problemas Relacionados ao Álcool e Outras Drogas (UNIPRAD), em um hospital universitário no Rio de Janeiro, campo de prática da graduação e pós-graduação. Esse processo ocorreu em cinco etapas: 1) Diagnóstico situacional; 2) Organização do serviço e processos; 3) Capacitação dos profissionais para IB; 4) Apresentação da nova dinâmica do serviço aos usuários; 5) Avaliação e monitoramento. Resultados: Organização dos agendamentos, acolhimento, consultas individuais e interdisciplinares, grupos de reflexão e apoio à família, classificação de risco, busca ativa, fluxos interno e externo para a rede de saúde e intersetorial, aplicação do ASSIST e AUDIT, Projeto Terapêutico Singular, elaboração de critérios de adesão, abandono e alta. Conclusão: A implementação da IB em um Serviço público de saúde é um grande desafio, visto que necessita de maior participação dos gestores, adesão dos profissionais, coparticipação dos usuários, contribuindo, assim, para a quebra dos paradigmas e das práticas assistenciais equivocadas. Como perspectivas, espera-se maior efetividade na assistência ofertada, maior otimização dos recursos, contribuição para o ensino, pesquisa e assistência no hospital universitário em nível de Atenção Primária. Portanto, a implementação de um protocolo baseado na Intervenção Breve tornou-se norteadora de todo o cuidado no Serviço

    Projeto "Trainee" - Atendendo ao compromisso social da universidade

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    Relato de experiência da implementação do curso teórico-prático no modelo de treinamento profissional em serviço, mais conhecido em instituições privadas como “trainee”. Trata-se de uma iniciativa da Coordenação de Educação Permanente (COEP) da Divisão de Enfermagem (DEN) do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que se destina a Enfermeiros graduados nas diversas instituições, portadores de registro no Conselho Regional de Enfermagem (COREN). Se faz necessário o desenvolvimento de competências com vistas a um novo perfil de profissional de saúde, atento as transformações socioeconômicas e culturais da população, aberto a mudanças e a inovação, visando a produção de soluções qualificadas, seguras e sustentáveis. A concepção utilizada de competência implica na capacidade de mobilizar diferentes recursos para solucionar problemas da prática profissional, em diferentes contextos. A mobilização e a combinação de conhecimento com capacidades cognitivas e atitudinais são traduzidas em melhoria contínua de processos e de desempenho. O projeto se alinha ao compromisso social da universidade de “entregar” profissionais qualificados e capacitados a sociedade e ao mercado de trabalho, seja nos serviços públicos ou privados. Os esforços empreendidos almejam a valorização e o reconhecimento do profissional enfermeiro, caminhando por uma vertente que de forma latente cresce em nossa consciência profissional, o aprimoramento técnico, científico e gerencial. Objetivo geral: Desenvolver competências relacionadas a Gestão da Clínica, do Cuidado e da Educação Permanente em Saúde. Objetivos específicos: Contribuir para o pensamento crítico-reflexivo, ético-legal favorecendo o desenvolvimento das habilidades de liderança e tomada de decisão; oportunizar treinamento e desenvolvimento profissional para Enfermeiros, tendo como base boas práticas, qualidade, humanização, segurança do paciente e sustentabilidade. O curso tem potencial para ser espaço coletivo e democrático de produção do conhecimento, quem ensina aprende e quem aprende ensina. Esta produção se dá orientada em três vertentes: Gestão da clínica: sistematização da assistência e geração de conhecimento sobre processos, inovações e tecnológicas na produção e na organização do trabalho em saúde; Gestão cuidado:  gestão e organização do cuidado com foco nas necessidades individuais e coletivas. Compreende a centralidade, integralidade, equidade e qualidade das ações de atenção a saúde; Gestão da educação permanente em saúde: tem foco na sistematização da produção e disseminação do conhecimento sobre as tendências e mudanças educacionais em serviço na área da saúde, tendo a compreensão sobre as possibilidades e desafios. 

    AVALIAÇÃO DA APLICABILIDADE DE UM MUSEU VIRTUAL E AS QUESTÕES DE DIREITO AUTORAL: UM ESTUDO DE CASO NA BIBLIOTECA PLÍNIO SUSSEKIND ROCHA – IF/UFRJ

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    O artigo tem como tema avaliar a implementação de um Museu Virtual. O estudo foi desenvolvido por meio de um questionário-entrevista e possibilitou também avaliar o serviço online no tocante a direito autoral das imagens e do conteúdo, com base nos incisos do art. 7º da Lei n. 9.279 de 1996 da Constituição de 1988; o que gerou mudanças significativas na estrutura da página. O estudo foi focado na funcionalidade de cada tópico do serviço digital. Participaram da análise 176 usuários que utilizam o site para busca de informação e pesquisa acadêmica. Constatou-se que 57% dos entrevistados consideram relevante o conteúdo. Os resultados da pesquisa nos permite concluir que independente do Museu Virtual do IF/UFRJ ter seis (06) anos de implementação, ainda há muito trabalho a ser realizado; ele necessita de constantes revisões e atualizações, pois alguns dos conteúdos do site foram considerados incipientes e carece de inclusão de informação e/ou imagem. A pesquisa possibilitou também constatar um ponto de destaque na preferência dos usuários; o conteúdo do Levantamento documental que foi considerado o tópico de maior interesse dentre os entrevistado. Outro ponto positivo que merece destaque é a seção de Fotografias, pois o seu conteúdo foi muito bem avaliado pelo público alvo, o que nos faz crer que a utilização da Documentação fotográfica como ferramenta para salvaguardar a história e memória de uma Instituição de destaque no cenário científico brasileiro mostrou ser um recurso assertivo dentro do espectro dos lugares de memória. Por outro lado, a pesquisa também possibilitou constatar outros pontos negativos que precisam ser sinalizados. Pode-se afirmar que o entrave na avaliação do Museu Virtual, baseado no presente estudo está na falta de informação de alguns tópicos do serviço digital, tal como: Mobiliário e Instrumentos científicos. E a falta ou carência dela o faz ficar fora dos padrões necessários para um Museu na Internet. Entretanto, esse fato não retira, em momento algum, a relevância e importância do Museu virtual para a comunidade científica do IF/UFRJ, fato comprovado a partir da avaliação do serviço digital pelos seus usuários. Sendo assim, espera-se que este estudo contribua para a reflexão acerca do papel das novas TICs em relação ao ambiente biblioteca universitária de maneira que essas e seus profissionais da informação encontrem, através desta plataforma, meio de verdadeiramente revolucionar o fazer biblioteconômico

    A GESTÃO DOCUMENTAL E A TRANSPARÊNCIA PÚBLICA COMO REQUISITOS PARA O USO DE SISTEMAS ELETRÔNICOS NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

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    A Lei de Acesso à Informação foi implantada no Brasil, a parir de maio de 2012, em todos os órgãos e entidades públicas representando uma nova era para a administração pública em que o acesso a informação passou a ser a regra, e o sigilo passou a ser exceção. O uso de sistemas eletrônicos como ferramenta para tratamento de dados e informações públicas já era uma realidade desde a década de 1980, com a implantação de sistemas de orçamento e de pessoal. Em 2015, através do Decreto nº 8539, o governo federal determinou o uso do meio eletrônico para a realização do processo administrativo no âmbito dos órgãos e das entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional. O Sistema Eletrônico de Informações – SEI, foi selecionado, em consulta pública, como ferramenta para o cumprimento da norma e vem sendo implantada em vários órgãos públicos por adesão ao Processo Eletrônico Nacional - PEN. A experiência da autora, de implantação do referido sistema em vários órgãos, possibilitou verificar as limitações dos servidores públicos com relação aos conceitos básicos de gestão documental e da transparência pública. O presente artigo busca apresentar o processo de capacitação de servidores, desde 2017, através do curso de extensão “Noções de Gestão Documental, Transparência Pública e uso dos Sistemas de Informação ao Cidadão (e-SIC) e Sistema Eletrônico de Informação (SEI)” no âmbito dos editais do Programa Registro Único de Ações de Extensão (RUA), na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e dos cursos de curta duração oferecidos no âmbito do Programa Capacitação de Pessoal da Divisão de Aperfeiçoamento na Carreira (DIAC) da Pró-Reitoria de Pessoal da UFRJ e de outros órgãos públicos. Caracteriza-se como uma pesquisa descritiva, exploratória e aplicada, com abordagem qualitativa. As técnicas de coleta de dados são a pesquisa bibliográfica, a observação, a análise de documentos e as páginas web

    Gestão da Segurança da Informação na UFRJ: um modelo para avaliação de riscos dos ativos de informação

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    Conforme a Norma Complementar nº 04/IN01/DSIC/GSIPR, um risco de segurança da informação é um potencial associado à exploração de uma ou mais vulnerabilidades de um ativo de informação ou de um conjunto de ativos, por parte de uma ou mais ameaças, com impacto negativo no negócio da organização. Convém a toda organização estabelecer e implementar um processo formal e documentado para a proteção de seus ativos. A avaliação de risco é a primeira etapa da Gestão de Riscos de Segurança da Informação (GRSI) e seu propósito é identificar e analisar as ações necessárias, em relação aos requisitos de segurança da informação, a fim de preservar a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos ativos. E assim, prover um ambiente seguro para a organização. A Diretoria de Segurança da Informação e Governança (SegTIC), responsável pela segurança da informação na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ambiciona e se compromete com a melhoria contínua de seu Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI).  Por isso, atualmente, a SegTIC desenvolveu um modelo para a avaliação de riscos, pautado pelas boas práticas da ABNT NBR ISO/IEC 27005 e pela Instrução Normativa GSI N° 01. O objetivo deste modelo é identificar os riscos e, a partir da análise dos resultados, determinar as ações para tratá-los a um nível aceitável. Neste modelo, foram contempladas as seguintes etapas: definição do contexto, identificação, análise e avaliação de riscos. Com o intuito de validar e aprimorar o modelo, conduziu-se um teste piloto na SegTIC, coordenado pela própria equipe. O teste piloto obteve um bom resultado além de apontar melhorias, visto que um processo de GRSI deve ser contínuo, sempre produzindo recursos para suportar o SGSI.É importante ressaltar que, quando se avaliam todas as circunstâncias onde determinada ameaça pode explorar alguma vulnerabilidade, a instituição obtém a vantagem de tomar decisões mais assertivas, melhorado assim o seu desempenho, além de ganhar a oportunidade de agir preventivamente contra possíveis perdas

    CURSOS DE EXTENSÃO DA ESCOLA DE MÚSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

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    Este trabalho busca publicizar o trabalho realizado pela equipe de Coordenação dos Cursos de Extensão da Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A Escola de Música da UFRJ tem uma história de 171 anos, que se originou do Imperial Conservatório de Música. Nossa universidade conta um histórico de extensão de cerca de oito décadas. Atualmente o oferecimento desses cursos é feito através de Edital Público, que costuma ser divulgado em outubro de cada ano. A organização do curso é feita nas seguintes modalidades: Musicalização Infantil, que recebe crianças entre 5 (cinco) e 8 (oito) anos e que pode durar até 4 (quatro) anos; Básico Infanto Juvenil, que trabalha com crianças e jovens entre 9 (nove) e 15 (quinze) anos e com duração de 4 (quatro) anos; o Básico Adulto que atende a idade mínima de 16 (dezesseis anos) e também dura 4 (quatro) anos, em 8 (oito) semestres; e, por último o Intermediário, que tem duração de 3 (três) anos, divididos em 6 (seis) períodos semestrais. Para o ingresso, as crianças vivenciam um encontro onde compartilham experiências musicais entre seus pares e os adultos. A partir desse encontro, os educadores musicais se reúnem para discutir o grupo mais adequado a cada criança, tendo em vista a perspectiva de considera-las sujeitos ativos e criativos diante do saber musical. As disciplinas oferecidas na Musicalização Infantil são: Vivência Musical (obrigatória), onde a criança aprende de maneira lúdica, os princípios fundamentais da música, cantando e tocando instrumentos de percussão e flauta doce; e Prática Coletiva de Instrumento (optativa), onde a criança aprende, em aulas coletivas, o violino. Nos cursos Básico Infanto, Básico Juvenil e Básico Adulto, as disciplinas oferecidas são: Linguagem Musical (obrigatória), onde os alunos têm aulas de Teoria e Percepção Musical, e disciplinas optativas: Canto Coral; Prática Coletiva de Instrumentos (violão, contrabaixo e violino); História da Música; Prática de Conjunto; e Prática Individual (violino, viola, violoncelo, contrabaixo, harpa, percussão, canto, órgão, clarineta, violão e piano). No Curso Intermediário, a única diferença com relação aos cursos anteriores é a disciplina obrigatória, que leva o nome de Percepção Musical. Atualmente temos cerca de 323 alunos que fazem parte dos cursos de extensão da Escola de Música e monitores que desempenham um importante papel de introduzir crianças e jovens no mundo da música

    Comunidades de prática online como ferramenta colaborativa para as bibliotecas dos Colégios de Aplicação das IFES

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    Expõe uma pesquisa que foi desenvolvida no ano de 2015 e que fez parte da dissertação, Comunidades de prática online para as bibliotecas dos colégios de aplicação das IFES: um espaço de discussão sobre a mediação da leitura e da informação, apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Apesar de o estudo ter ocorrido há quatro anos, alguns conceitos trabalhados na dissertação ainda estão em evidência e podem ser fontes de informação para o desenvolvimento de boas práticas em unidades de informação. Deste modo, apresenta informações sobre a criação de uma comunidade de prática online para os bibliotecários e demais profissionais, que atuam nas bibliotecas dos colégios de aplicação das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), trocarem experiências e informações de maneira colaborativa sobre a mediação da leitura e da informação. Aponta quais são as ações de mediação desenvolvidas nessas bibliotecas dos colégios de aplicação das IFES.  Mostra qual é a melhor plataforma na internet para a criação de uma comunidade de prática online. Para tanto, a fim de atender aos propósitos desse trabalho, é indispensável ressaltar os procedimentos metodológicos da pesquisa qualitativa que foram os instrumentos de coleta de dados (questionário e entrevista) e a técnica de tratamento dos dados (análise de conteúdo). Vale destacar que o universo da pesquisa de campo são as dezessete bibliotecas dos colégios de aplicação das IFES. O resultado apresenta informações relevantes sobre as atividades de mediação da leitura e da informação que são realizadas pelas bibliotecas dos colégios de aplicação. Além de constatar que o facebook é a mídia social ideal para esses profissionais refletirem sobre as suas práticas de maneira colaborativa em torno da mediação da leitura e da informação

    MATEMÁTICA BÁSICA INSTRUMENTAL: UMA FORMAÇÃO CONTINUADA DE SERVIDORES

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    O presente trabalho visa a apresentar o curso de extensão Matemática Básica Instrumental, de proponência e coordenação pedagógica de um servidor técnico-administrativo em educação da Escola Politécnica, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Realizado na modalidade de educação a distância (EaD) e contando, em sua equipe, com outros dois servidores lotados nessa mesma unidade acadêmica, trata-se de uma formação continuada para servidores públicos, com abrangência nacional, que tem como objetivo principal oportunizar ao participante o redimensionamento de seus conhecimentos e competências matemáticos, bem como o aperfeiçoamento de sua habilidade para mobilizá-los de forma a contribuir para a sua qualidade de vida e, consequentemente, para o atendimento dos interesses institucionais. Iniciada sua oferta em 2015 via Subcoordenação de Formação Profissional, da Pró-Reitoria de Pessoal (PR-4), e passando, a partir de 2016, a integrar o Programa de Formação Continuada de Servidores Públicos – PROFOS, da Pró-Reitoria de Extensão (PR-5) da UFRJ, o curso é composto por 7 (sete) Módulos semanais, com carga horária total de 60 horas, nos quais são discutidos conceitos matemáticos que abrangem áreas como Aritmética, Geometria, Matemática Financeira e Estatística. Em 2019, inauguramos um segundo curso, intitulado “Matemática Básica Instrumental – Parte II” onde, além de aprofundarmos a discussão sobre os referidos temas e conceitos, ampliamos o escopo conceitual abordando também temas como Proporcionalidade, Funcionalidade e Probabilidade. Com suas atividades desenvolvidas na Plataforma EAD UFRJ, o processo avaliativo se dá de forma contínua, por meio dos seguintes instrumentos: 1. Fórum Virtual, o espaço de interação e discussão sobre o tema, dentro de uma perspectiva dialógica, problematizadora e de construção de conhecimentos de forma colaborativa; 2. Tarefa Semanal, composta por situações-problema contextualizadas, onde os conceitos matemáticos discutidos na semana são mobilizados e aplicados; e 3. Trabalho Final, abordando todos os temas discutidos no curso, a ser produzido e encaminhado pelos participantes no último Módulo. Os dados analisados por este trabalho são oriundos da Autoavaliação e da Avaliação do Curso, que os participantes são convidados a realizar, no último Módulo, respondendo a um formulário online. Apoiando-nos na análise de conteúdo de Bauer (2002), os dados mostraram que há uma satisfação geral com o curso, no entanto, sugerem a necessidade de alguns ajustes, especificamente no tocante a ampliação do seu tempo de duração e aos prazos para a realização das atividades.

    BASE DE DADOS GERENCIAIS (BAGER): ferramenta imprescindível para o planejamento e para a avaliação das bibliotecas que compõem o SiBI/UFRJ

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    As 45 bibliotecas que integram o Sistema de Bibliotecas e Informação, SiBI, são gerenciadas também através da coleta de dados semestrais que compõem a Base Gerencial BAGER, a partir da qual fornecem subsídios para avaliar o desenvolvimento e desempenho, identificar as necessidades de pessoal, acervo e infraestrutura que serão atendidas pelos recursos orçamentários que a UFRJ dispõe, por projetos e editais. A base é revista e atualizada todos os anos, valendo-se do uso de opções de tecnologia passíveis de serem implantadas pelos bibliotecários gerenciadores desse serviço. É com base nas informações da base que o SiBI tem como planejar as ações de manutenção e desenvolvimento do sistema, o compartilhamento de dados, a geração de ideias e à tomada de decisões. O modelo de coleta de dados utilizado pela base foi adaptado ao Google Formas em 2018 e o SiBI investiu no treinamento dos gestores das bibliotecas no uso desse modelo e prospecção de dados para elaboração de relatórios gerenciais a partir dos dados extraídos da base. A base BAGER tem como princípio norteador a definição de variáveis consideradas relevantes para a dinâmica de uma biblioteca e para sua gerência. É estruturado em seções: Recursos Humanos; Capacitação e Qualificação do Pessoal; Instalações Físicas; Recursos Financeiros; Equipamentos para usuários e servidores: infraestrutura, segurança, preservação; Acessibilidade; Acervo: Livros, Materiais Especiais, Coleções Especiais, T&D, Periódicos, Acervos Especiais, Obras Raras, Objetos Tridimensionais; Aquisição de acervo; Livros Eletrônicos; Processamento técnico: Aleph, Pantheon; Fluxo de Usuários: Usuários inscritos; Consultas e empréstimos; Consultas online – Base Minerva; Redes sociais; Serviços; Produtos de Informação; Treinamentos; Cursos promovidos; Produção científica dos servidores; Participação em eventos; e Participação em Redes. Como exemplo pode-se citar que para fins de planejamento de pessoal, a base oferece o quadro completo das equipes que trabalham nas bibliotecas informando sua formação acadêmica, tempo de serviço, capacitação e qualificação. Oferece dados que possibilitam avaliar a composição das equipes das bibliotecas e planejar as demandas para concursos, redimensionamento de pessoas e treinamentos.Os dados na base estão organizados também individualmente por biblioteca, o que possibilita aos bibliotecários, gestores das bibliotecas, terem gerência sobre seus dados em particular, recurso fundamental para a construção de relatórios anuais de atividades. A Coordenação do SiBI se beneficia dos dados da base para seu relatório anual de atividades, utilizando as informações condensadas que refletem uma análise global do sistema. Os dados estão abertos e disponíveis na internet, no site do SiBI

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