Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    3173 research outputs found

    Mostra Virtual Daqui de Casa: uma ação cultural em apoio à produção artística de discentes da UFRJ diante da pandemia de Covid-19

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    A Mostra Virtual Daqui de Casa foi elaborada pela Divisão de Esporte, Cultura e Lazer (Decult) da Pró-Reitoria de Políticas Estudantis (PR7), para auxiliar os/as discentes da UFRJ na promoção de seus trabalhos artísticos durante o período de distanciamento social. Essa demanda foi diagnosticada por meio do “Formulário Covid-19 e seu Impacto para a Vivência de Atividades Físicas, Esportivas, Culturais e de Lazer”. Após quase três meses das aulas presenciais suspensas, a Decult lançou este formulário buscando averiguar como o corpo discente estava lidando com o distanciamento social e se seguia mantendo as práticas de exercícios, de lazer e as atividades artísticas e culturais. Com a análise das informações recebidas, constatamos que parte dos/das discentes mantivera ativa a produção artística. Alguns em função da manutenção de sua saúde mental, outros por ser sua ferramenta de trabalho ou apenas como forma de expressão e lazer, mas igualmente apontavam a necessidade de espaços para divulgação e visibilidade destes trabalhos. Então, a partir deste diagnóstico e devido às Diretrizes de Contingência da Covid-19, propusemos a produção de uma mostra artística totalmente virtual, onde as obras destes discentes seriam expostas nas redes sociais (Instagram e Facebook) da Pró-Reitoria de Políticas Estudantis ao longo dos meses de outubro e novembro. Acordamos com a equipe de Comunicação da PR7 a divulgação de 40 obras durante estes dois meses. Abrimos as inscrições da Mostra Virtual Daqui de Casa em agosto, ofertando sete categorias no campo das Artes Visuais – Desenho, Escultura, Gravura, Fotografia, Instalação, Paisagismo e Pintura. A escolha pela área e categorias também foi resultado das informações recebidas pelo Formulário Covid-19. Todo/a estudante da graduação ou da pós-graduação, regularmente matriculado/a em qualquer área do conhecimento, estava apto/a à participação. Recebemos ao todo 170 inscrições e apenas uma categoria - Paisagismo - não teve inscrições. Em vista disto, foi preciso realizar uma seleção para escolher as 40 obras que seriam divulgadas nas redes sociais da PR7 e optamos por realizá-la entre os próprios servidores e servidoras desta Pró-Reitoria. Como resultado tivemos uma explosão de criatividade e de diversidade de áreas do conhecimento expostas semanalmente em nossas redes sociais, além da produção de um catálogo digital, com apoio da Gráfica UFRJ, que possibilitou contemplar a todos/as que participaram da Mostra Virtual Daqui de Casa e, assim, estimular o vínculo e a permanência destes discentes com a Universidade.

    Maternidade e Trabalho Remoto: Rotina e qualidade de vida das servidoras técnicas-administrativas da Universidade Federal do Rio de Janeiro durante a pandemia de COVID-19.

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    A princípio, essa comunicação espelharia nossas próprias narrativas a respeito das experiências da maternidade atravessadas pela condição do trabalho remoto. Mas, se as narrativas sobre nossas rotinas guardam tantas similaridades, o que pensar das outras mães em condições similares às nossas? Nesse sentindo, essa é uma reflexão sobre nós, coletivamente, mães técnicas-administrativas da UFRJ. O objetivo principal é entender como esse grupo de trabalhadoras tem vivido as experiências da maternidade atravessadas pelo mundo do trabalho no ambiente doméstico. Ao mesmo tempo, como tem vivido as experiências do trabalho que permeiam o mundo doméstico, tendo em vista que os limites entre um e outro estão mais tênues nesses tempos. Em outras palavras, busca-se elucidar sobre a rotina e a qualidade de vida das mães servidoras da UFRJ que estão em trabalho remoto ou em trabalho semipresencial em decorrência da pandemia de COVID-19. A pesquisa foi realizada no período de 04 a 20 de outubro do presente ano por meio do google forms e contou com a participação de 76 servidoras que têm filhos até 12 anos de idade. Ressalta-se que o formulário garantiu o anonimato das respondentes, de forma que não informaram dados que possam identificá-las. Por exemplo, não havia campo para preenchimento dos seus nomes e a informação a respeito da unidade de lotação era opcional. Além disso, consta como informação destacada que os dados sistematizados da pesquisa são objeto de apresentação no VIII Seminário de Integração dos Servidores Técnicos-Administrativos em Educação (SINTAE 2020). Foram questões norteadoras desta pesquisa: a faixa etária das respondentes, número de filhos e idade; condições físicas de trabalho em casa; horário de realização das tarefas do trabalho e das ocupações domésticas; acompanhamento das atividades escolares dos filhos; aspectos relacionados à saúde mental; dentre outras. Para cada questão foi gerado um gráfico que permite uma visualização quantitativa dos dados. Além das questões objetivas e diretas que permitem acessar dados quantitativos a respeito dessas mães, o formulário dispunha de um campo de preenchimento opcional orientando para uma livre narrativa a respeito de suas rotinas. A análise das respostas desse campo permitiu observar que a sobrecarga de trabalho – considerando as tarefas domésticas, cuidados com os filhos, estudos e as atividades inerentes à Universidade - é um ponto de convergência dos depoimentos. A leitura comparativa dessas narrativas evidencia que a qualidade de vida e a saúde das trabalhadoras estão profundamente abaladas. Desta forma, apresentam-se resultados preliminares de uma pesquisa qualitativa, amparada na relação dialógica entre os sujeitos. Por meio dos dados sistematizados a partir do formulário e das narrativas das servidoras, pretende-se refletir, dar visibilidade e sensibilizar para a urgência de políticas públicas no âmbito da Universidade que contemplem as mães trabalhadoras, ainda mais nesse momento. Além disso, trata-se de um registro dos elementos históricos de um contexto inédito que possibilita, a partir da troca entre pares, a reflexão sobre ele

    Preservação do patrimônio cultural universitário: a estratégia do Centro de Ciências da Saúde

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    Introdução: Já vêm de longa data as discussões sobre a preservação de acervos e suas relações com as histórias individuais e coletivas de uma sociedade, território ou nação. Descontadas as particularidades de cada caso onde esse cenário se aplique, muito há de comum no desafio de cumprir a manutenção adequada de objetos que são guardiões de memórias. Na Universidade Federal do Rio de Janeiro, o Centro de Ciências da Saúde (CCS) é tutor dos mais antigos objetos dessa instituição, remanescentes dos atos imperiais assinados por Dom João VI, quando da vinda da Família Real para o Brasil e da criação da Escola Médico Cirúrgica, embrião da atual Faculdade de Medicina da UFRJ Sem esquecer esse legado e ciente da importância da salvaguarda desse referencial institucional e, sobretudo das profissões das ciências da saúde, em 2018, constituiu-se um grupo de trabalho formado por profissionais de 6 unidades do CCS, envolvidos em projetos de preservação de acervos, coleções e museus e que foi institucionalizado em portaria do decano do Centro em 2019, criando-se o Grupo de Trabalho Acervos Culturais do CCS (GTAC-CCS). Objetivo: Promover engajamento do corpo social do CCS para preservação de seu patrimônio cultural universitário. Metodologia: Para propor estratégias de atuação que incentivem a preservação e divulgação do patrimônio cultural existente no CCS foi elaborado um formulário online para mapeamento das ações de preservação e dos objetos preservados, enviado para as 26 unidades do Centro. Para divulgar a existência do GTAC-CCS e promover o debate sobre a importância da preservação deste patrimônio foi realizado em 2019 o I Encontro de Memória, Patrimônio e Acervos Universitários e, no presente ano, diante da necessidade de isolamento social imposto pela COVID-19, criaram-se as redes sociais do GTAC no Facebook (https://web.facebook.com/GTACCCS/)e Instagram (@gtacccs), para visibilização dos acervos já mapeados. Resultado: Apesar da baixa adesão de respostas ao questionário, o resultado revelou grande variedade tipológica de objetos salvaguardados e o uso das redes sociais têm ampliado o alcance das iniciativas do GTAC-CCS, agregando valor e visibilidade aos acervos do CCS. Conclusão: Contribuir para estruturar uma política de preservação do patrimônio do CCS e, através da divulgação científica, dar acesso de seu conteúdo à sociedade são de suma importância e, para isso, o GTAC-CCS tem trabalhado, desde sua criação, reunindo estratégias e planejamento para alcançar suas metas de curto e médio prazos, articulando atividades de ensino, pesquisa e extensão.

    IN 65: um cavalo de tróia

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    Este trabalho é uma aproximação crítica com a recente Instrução Normativa (IN) 65 de 30 de julho de 2020, editada pelo Ministério da Economia/Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital/Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal que regulamenta o teletrabalho na administração pública. Isso não é uma novidade. Já havia previsão na IN 1 de 31 de agosto de 2018, que foi revogada pela IN 65. A nova norma aumenta o escopo de possibilidades para execução desta modalidade de trabalho, a partir da adesão ao programa de gestão pela instituição. O regime de trabalho remoto atual não é o mesmo que o teletrabalho. O trabalho remoto foi estabelecido para alguns/mas servidores/as públicos/as para atender a indicação de isolamento social durante a pandemia. Ou seja, a IN não regulamenta o trabalho remoto executado por nós agora.Essa normativa tem diferentes armadilhas. O regime de teletrabalho é sedutor. Há diversos/as colegas que gastam muito tempo de seu dia somente no deslocamento para o local de trabalho - seja pela distância, seja pelo trânsito - em meios de transporte precários e lotados. Entra também na conta a possibilidade de passar mais tempo com seus afetos: por exemplo, quando o/a servidor/a é responsável por alguma criança ou pessoa que demanda cuidados, é realmente atrativa a ideia de estar com eles/as, atento/a e disponível para questões que surgirem.O problema é que um conjunto de escolhas individuais podem gerar sérios impactos coletivos na política de educação superior. A experiência que estamos vivendo com o trabalho remoto mostra que os impactos negativos podem superar as vantagens. Sua implantação foi sem planejamento, sem orientação, sem garantia de condições de trabalho e tem se demonstrado bastante estressante. Em cada mês completado, a esperança do seu término aumenta, assim como as experiências negativas a ele associadas: o distanciamento entre as pessoas, a sobrecarga de trabalho, o estresse e as práticas assediantes sofridas. O teletrabalho não resolve tais problemas, na verdade, os consolida! A IN atribui ao servidor a responsabilidade para prover a suas condições laborais, assim como fortalece o poder da chefia no que diz respeito às nossas avaliações individuais e a definição das nossas metas, além de poder ser retirada a qualquer momento, posto que não é um direito. Nossa intenção é contribuir para o debate e tentar evitar a precarização mais profunda do trabalho no serviço público federal

    Acolhe COPPE

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    A COVID-19 alterou significativamente nossa rotina com relação aos afetos, o trabalho, o estudo, a vida como um todo. Criou desafios e mobilizou todas as nossas emoções! A saúde emocional tem sido um dos principais fatores de estudo nesse período e requer atenção especializada, individual e coletiva. Em meio a esta pandemia, o atual formato societário capitalista neoliberal, tendo o capital como normatizador das rotinas e a produtividade a todo custo, agravou ainda mais a urgência de espaços instituintes de bem estar nas instituições, que possam fazer um contra ponto aos processos de adoecimento psíquico. Tendo como horizonte a potencialização dos processos de humanização e acolhimento, o Acolhe COPPE é um espaço virtual de acolhimento com escuta e atenção qualificada de questões que afetam a saúde emocional. É criação da Diretoria Adjunta de Gestão de Pessoas da COPPE, em atendimento à demanda do corpo social discente. No formato ainda presencial, foi criado o NUPAD – Núcleo Psicossocial de Apoio Social ao Discente. No entanto, com o advento da pandemia da COVID-19 e a condição de isolamento social imposta, este espaço ampliou sua atuação para o acolhimento de toda a força de trabalho da COPPE, agora no formato on line.  A metodologia para atender a comunidade COPPE se desbobra: roda de conversa, atendimento psicológico individual, grupo de apoio psicológico, atividades integrativas, on line e presenciais, a serem iniciadas no próximo ano. A Roda de Conversa foi iniciada em julho/2020, com periodicidade semanal, duas horas de duração, envolvendo os integrantes através de diálogos, depoimentos, meditação guiada, expressões plásticas, dentre outras. Para os discentes em situação de sofrimento emocional, há o atendimento psicológico breve individualizado, on line, semanal, em média com 10 sessões. Após o ciclo do atendimento individual os discentes continuam recebendo apoio psicológico por meio do Grupo de Apoio específico, enquanto demandarem o acompanhamento. Dentre os objetivos que alicerçam as atividades, destacam-se: o acolhimento, o apoio psicológico e a saúde emocional, individual e coletiva, pela potencialização da força criativa como ferramenta de autoconhecimento e transformação da realidade. Nesse sentido, o Acolhe COPPE ainda de forma inicial, tem apresentado resultados muito positivos, especialmente, para o corpo discente que enfrenta a necessidade de nova adequação aos estudos e produção de pesquisa qualificada. O Acolhe COPPE, destaca-se como relevante espaço de bem estar e atenção à saúde psicossocial do corpo social discente e da força de trabalho da COPPE.  

    As Ações Desenvolvidas pelos Técnicos Administrativos no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas – NEABI

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    Este trabalho tem como objetivo  descrever e  apresentar as ações desempenhadas pelos técnicos administrativos no Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas – NEABI, que em sua dimensão social e educativa contribuir para o desenvolvimento de práticas inclusivas no IFTM. A pesquisa teve início em março de 2019 com término  previsto para março de 2021. O NEABI foi criado no Instituto Federal do Triângulo Mineiro em 2012, tendo como uma de suas finalidades  implementar a Lei nº 11.645/2008, referente a obrigatoriedade  de incluir nos currículos da rede de ensino a Temática “ História e Cultura Afro-Brasileira e Indígenas. Os  membros do NEABI são: docentes, discentes, comunidade externa e técnicos administrativos. As ações desempenhadas  no NEABI são referentes a luta contra o racismo e discriminação da população negra e indígena e  fazem parte de um conjunto de ações afirmativas.  As ações afirmativas são medidas que buscam a promoção da igualdade material e de direitos básicos de cidadania e formas de valorização étnica e cultural de grupos que são historicamente excluídos. Estas ações podem ser  públicas ou privadas sendo adotadas de forma voluntária ou por determinação legal. A aplicação destas ações  impulsionaram a criação de NEABIs,  vinculados a instituições de ensino superior e técnico com o IFTM.  A metodologia utilizada nesta  pesquisa qualitativa/ estudo de caso  está sendo realizadas nas seguintes etapas: 1)  Embasamento teórico por meio de trabalhos de autores que abordam  estudos sobre os NEABIs. 2)  Coleta de dados  com a utilização dos instrumentos: observação  e descrição das atividades realizadas, realização de  entrevistas semiestruturada com servidores técnicos administrativos, 3) Análise de documentos referentes (regulamento, legislação, comunicados, atas; 4) Publicação de artigos. Neste momento da pesquisa podemos fazer as seguintes análises e apresentar os  resultados parciais: a) todos os 9 campi  IFTM possuem um  NEABI; b) os TAEs  realizam atividades  em parceria com docentes  para apoiar e implementar a Lei de Africanidade; c) As ações ocorrem de maneira periódica; d) As atividades mais comuns são: palestras, cine-cultura, exposição artística e cultura, curso de formação;  e) Membros do NEABI fazem parte de Comissões de heteroidentificação,  quando do ingresso dos alunos no IFTM. As  Conclusões obtidas são que os TAEs desempenham diversas  ações nos NEABI sendo  os principais responsáveis pelo  planejamento e execução das atividades realizadas: palestras, cine cultura, curso de formação, exposição de fotografias, arte e dança afro e indígena, que foram realizadas  no IFTM, período analisado

    Wiki-TAE: ferramenta para valorização do técnico administrativo em educação

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    Este trabalho apresenta o projeto Wiki-TAE sendo o início da fase de pesquisa teórica e metodológica que passa por questões estruturais e suporte conceitual. Wiki é uma plataforma de software livre que permite desenvolvimento de páginas web de forma colaborativa. Um software livre (código aberto) é aquele que os usuários possuem a liberdade de executar, estudar, distribuir e melhorar o programa. Neste contexto, existe uma ideologia de comunidade entre seus usuários, que compartilham experiências em fóruns. É possível destacar ferramentas Wiki de código aberto, como: Wiki.js, MediaWiki, XWiki, DokuWiki. Este sistema é normalmente utilizado como apoio ao ensino à distância, divulgação científica, produção de conteúdo em grupo ou individual, gestão documental, armazenamento e compartilhamento de conhecimento enciclopédico, técnico e acadêmico, dentre outros. Na UFRJ existe uma ferramenta Wiki, que é utilizada pela Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicação (SuperTIC), com fins de documentação, contendo manuais e tutoriais. Outra instituição, o Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), possui uma Wiki que é utilizada por diversos setores, como as Pró-Reitorias, contendo formulários, normas internas e fluxos processuais. Neste trabalho, busca-se divulgar a Wiki na UFRJ como ferramenta institucional, propondo sua utilização para a valorização do(a) trabalhador(a) através da socialização do conhecimento produzido pelo próprio técnico com o corpo social da Universidade. Espera-se que a expansão do uso desta ferramenta a outros setores da instituição proporcionará ao(à) servidor(a) a oportunidade de comunicar sua visão sobre momentos históricos da Instituição ou relatos de sua vida funcional e ainda descrever, para as gerações futuras, sua rotina de trabalho, produzir manuais e guias operacionais. Importante destacar que o projeto busca se distanciar do emprego tradicional dos conceitos acerca da gestão do conhecimento, visto que é incentivado em corporações privadas por considerarem uma estratégia para agregar valor à empresa. Por se tratar de uma instituição pública de ensino, pesquisa e extensão, o projeto será direcionado pelos interesses da sociedade e na defesa e valorização da comunidade acadêmica. Sendo assim, com auxílio teórico e de reflexões da Filosofia da Técnica, serão envidados esforços de modo a enaltecer o trabalho do(a) técnico(a) como parte da essência da instituição e fundamental na construção coletiva da Universidade

    Distopias e políticas autoritárias: o corpo e o cerceamento de seus direitos

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    O propósito do presente artigo é promover um debate sobre as aproximações entre o conceito de distopia e a realidade feminina em algumas em sociedades contemporâneas de estrutura patriarcais. Além disso, o artigo ressalta a importância de conhecer o valor que o corpo possui socialmente. Para essa reflexão serão utilizados como base o livro O conto da aia (1985), da escritora canadense Margaret Atwood, e alguns exemplos de leis em vigência pelo mundo que cerceiam os direitos femininos

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    ESPAÇO ACESSÍVEL BIBLIOTECA MARINA SÃO PAULO DE VASCONCELLOS - UFRJ

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    Relato de experiência sobre a criação do espaço acessível na Biblioteca Marina São Paulo de Vasconcellos – IFCS/UFRJ. Fundamentado nos princípios constitucionais do direito à educação, igualdade e dignidade da pessoa humana, bem como da Lei nº 13.146/15 que prevê igualdade de condições do exercício dos direitos e liberdades das pessoas com deficiência - PcD. Tem por objetivo proporcionar acesso à biblioteca, a pesquisa e à informação com autonomia e inclusão aos discentes PcD, contribuir para que as demais bibliotecas da UFRJ possam investir em ambientes acessíveis. O Espaço Acessível foi uma solução prática para oferecer serviços aos alunos PcD e suprir suas demandas. A metodologia utilizada foi a observação e a entrevista. Observando a rotina da Biblioteca e do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - IFCS verificou-se que os alunos PcD não utilizavam a biblioteca. Adotou-se a estratégia de captação dos usuários a partir de abordagem pessoal, direta, com respeito e acessibilidade atitudinal.  Os alunos foram convidados a conhecerem a biblioteca e opinaram a partir da entrevista verbal. O mobiliário foi realocado e o espaço foi montado no térreo. Foram instalados os softwares gratuitos NVDA – Non Visual Desktop Acess – plataforma de código aberto de leitura de tela para sistema operacional Windows que permite a leitura de tela para pessoas cegas ou com deficiência visual; VLibras -  um conjunto de ferramentas computacionais de código aberto, que traduz conteúdos digitais (texto, áudio e vídeo) para Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e o DOSVOX – NCE/UFRJ que é um sistema para microcomputadores da linha PC que se comunica com o usuário através de síntese de voz, viabilizando, deste modo, o uso de computadores por deficientes visuais. Após a elaboração desse espaço o mesmo foi divulgado em rede social e novo convite foi feito aos alunos PcD para que pudessem testar esse espaço. As visitas desses alunos foram de suma importância para melhoria de mínimos detalhes que fazem a diferença, como por exemplo, a troca de outros mobiliários de lugar facilitando a entrada em linha reta desses usuários direto para o computador, bem como para outros espaços da biblioteca. Esses encontros também foram registrados na rede social da biblioteca, tendo uma boa repercussão entre os demais alunos, professores e seguidores da biblioteca. Os resultados parciais indicam boa aceitação dos alunos com e sem deficiência e o espaço tem sido mais utilizado por discentes com deficiência visual, física e mobilidade reduzida

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