Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    3173 research outputs found

    Drones ao resgate: um estudo sobre as percepções dos especialistas

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    Este projeto apresenta por objetivo a criação de uma ferramenta de apoio à tomada de decisão no contexto de emergências de forma colaborativa. Disponibilizando informações confiáveis do cenário de emergência para análise de outros usuários; contribuindo para otimizar o tempo de resposta à emergência, pois as mesmas exigem respostas rápidas de especialistas e daqueles que precisam de suporte em situações de risco. A percepção das pessoas sobre as situações de emergência e suas soluções tornou-se um elemento importante da pesquisa acadêmica e prática (GUTWIN e GREENBERG, 2003). O trabalho propõe uma solução colaborativa suportada por uma aplicação web e drones (CORREIA et al, 2020), a qual envolve três aplicações: duas aplicações já existentes, que ficam responsáveis pela captura de imagens via drone, e disponibilização das mesmas na nuvem, e a aplicação principal web desenvolvida para visualização e edição de forma colaborativa. Nesse contexto, a falta de respostas em tempo real pode afetar ambientes sensíveis e cenários de emergência causando danos irreparáveis. Assim, esta pesquisa visa apoiar os especialistas envolvidos na resposta a emergências, fornecendo-lhes ferramentas e recursos para apoiar seu processo de tomada de decisão (BRAVO e OLIVEIRA, 2018). Deste jeito o projeto busca servir de apoio às etapas de prevenção e de resposta com uma solução útil para apoiar a tomada de decisão de agentes responsáveis pela resposta a situações de emergência por meio de: disponibilização de informações sobre o cenário; redução de riscos e menor tempo de resposta; análise colaborativa do cenário agregando conhecimento; funcionalidades amigáveis e agrupadas; satisfação de necessidade de ferramentas de apoio às emergências, por parte do Corpo de Bombeiros; histórico da colaboração poderá ser utilizado para análises posteriores. A pesquisa foi exploratória e descritiva, com levantamento bibliográfico sobre os temas relacionados, baseando-se em materiais publicados, como livros, teses, dissertações, notícias e materiais de empresas relevantes em seu meio. Para avaliação usamos um experimento controlado e um questionário o qual foi respondido por um grupo de especialistas na área de resposta à emergência. No geral, em termos de facilidade de uso, a ferramenta foi avaliada como intuitiva, e permitiu a inserção das informações desejadas pelos especialistas. Referente ao tema de colaboração, disseram que o material gerado pelos outros especialistas através da ferramenta foi útil para análise da situação simulada

    Cidad0n - gestão participativa cidadã & inovação social na criação de políticas públicas através de dados, gerar impacto positivo nas cidades.

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    Com a sociedade cada vez mais conectada, Cidad0n permitirá a conexão do atendimento através de gestão online via aplicativo, buscando atender as solicitações das demandas públicas, que além de possibilitar economia na gestão pública, como redução de papel, reduzir procedimento burocráticos, dando acesso à informação registrada, e retornado qualidade no atendimento das solicitações do cidadão, gerando sustentabilidade, e impacto positivo

    ODS nas escolas de Duque de Caxias: Uma proposta de atividade extensionista na área de Educação ambiental

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    APRESENTAÇÃO: O crescimento populacional e a expansão industrial refletem em uma produção de resíduos sem precedentes. No ano de 2018, foram gerados 79 milhões de toneladas de resíduos sólidos no Brasil, o que perfaz 1% de aumento em relação a 2017. No entanto, somente 92% desses resíduos gerados foram coletados (ABRELPE, 2018). Só no Rio de Janeiro são gerados cerca de 21.000 toneladas de lixo por dia, dos quais apenas 66% possuem destinação final adequada, tornando este problema mais importante. Estudos de ecologia urbana silenciavam sobre as consequências negativas da intensa aglomeração humana em espaços urbanos cada vez mais reduzidos, o que pode ter favorecido a falta de conscientização ambiental para manutenção destes espaços na sociedade. As escolas são consideradas ambientes importantes para a difusão de políticas institucionais pois não apenas divulgam a informação, mas também determinam a transformação de atitudes e culturas e forma cidadãos conscientes.  Dentre os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável, agregar educação de qualidade e a formação de Cidades e Comunidades Sustentáveis tem sido tema central de abordagem da educação ambiental. O município de Duque de Caxias abrigou um dos maiores lixões do Brasil e a comunidade enfrenta até hoje os impactos sociais, econômicos e de saúde coletiva. Dentro desse cenário, propostas de engajamento da sociedade civil são fundamentais para a melhoria das condições ambientais no município. OBJETIVOS:Tendo em vista esse panorama o projeto tem sido impulsionado pela necessidade de conscientização e mobilização capaz de gerar mudanças de atitudes sobre a reciclagem do lixo e a sustentabilidade de um modo geral. Dessa forma, o projeto busca trabalhar a conscientização das crianças, adolescentes e público adulto tornando-as parte do projeto de maneira mais integrada e colaborativa, fazendo da separação dos resíduos um hábito comum e propagando ideias de sustentabilidade, preservação do meio ambiente, reciclagem para sua família e sua comunidade, agregando impacto do conhecimento adquirido e despertando uma consciência ambiental.METODOLOGIA:Os discentes tiveram contato com a problemática abordada através de atividades, aulas dinâmicas, jogos e oficinas que fazem ligação entre o conhecimento científico sobre a composição de resíduos e as possíveis formas de reutilização e reciclagem dos mesmos. As atividades foram realizadas tanto nas salas de aula como em visitas ao laboratório, além disso, as crianças entraram em contato com composteiras e atividades de reciclagem que proporcionaram um conhecimento multidisciplinar. Durantes os anos de 2020 e 2021 com a suspensão das atividades escolares o projeto atuou exclusivamente na internet, produzindo conteúdos diários (posts, vídeos, panfletos, folders informativos, resumos de artigos) que foram divulgados no instagram, facebook, site e youtube, que envolviam temas já trabalhados pelo projeto como conscientização, Lei 12.305, sustentabilidade e duas novas vertentes uma voltado a conscientização sobre o coronavírus e outra ligada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. O projeto também faz a divulgação científica por meio de participação em eventos tanto dentro da UFRJ como fora, sendo convidado para participar de mesa-redonda de educação ambiental devido a  sua relevância. RESULTADOS:O projeto desenvolveu questionários e material didático para serem utilizados nas aulas, visando a abordagem da temática do 4º ODS de forma adaptada à realidade dos alunos e sua faixa etária. Foram desenvolvidas cartilhas infantil e adolescente, bem como folders com temática de vermicompostagem, oficinas de papel reciclado, com o objetivo de disseminar a educação ambiental e a sustentabilidade. O projeto participou de entrevistas na Rádio, eventos e congressos a fim de fazer a divulgação científica. O projeto conta ainda com suas redes sociais, YouTube e o site para ampliar as atividades e fazer postagens diariamente. Com a pandemia as atividades foram transferidas para as redes sociais, dessa forma o projeto direcionou suas postagens para conscientização da população, por meio da implementação do “calendário ambiental que reúne datas comemorativas para o meio ambiente onde são postadas matérias sobre as ODS. Para oferecer maior dinâmica e engajamento nas redes sociais o projeto trabalha duas ODS por mês, abordando metas, objetivos, frases dos pensadores, “eco-dicas”, vídeos para o youtube, além de mostrar os problemas que a ODS buscam resolver.. Acredita-se que essa dinâmica possibilite que a população reflita em prol dos ODS. O projeto sempre traz a problematização para contextualizar os objetivos trabalhados, associando-os com questões mais tangíveis a fim de evidenciar a melhoria da qualidade de vida e os impactos inerentes de mudanças cotidianas.CONCLUSÃO: O ambiente escolar concentra um universo de oportunidades, especialmente para a formação de cidadãos conscientes e multiplicadores de ideias e culturas. O projeto aqui apresentado teve como base a melhoria da educação pública, mas identificou lacunas para o trabalho de divulgação dos ODS como pressuposto para a formação cidadã. As atividades que inicialmente eram realizadas no âmbito de 5 escolas do município de Duque de Caxias, migraram na pandemia para a internet e ganhou as redes como aliado de divulgação. As atividades trabalham a importância do conhecimento e implementação dos objetivos do desenvolvimento sustentável na comunidade de forma geral. Acredita-se que dinâmicas em rede propiciem a internalização de conceitos que antes eram restritos ao ambiente educacional. Sugere-se que nossas conexões sejam sempre implementadas a fim de que possamos ter uma sociedade mais engajada para poder estabelecer metas e cobrar o poder público frente ao não cumprimento dos objetivos coletivos.

    Preservação, divulgação científica e acessibilidade: 10 anos da exposição Memórias da Terra do Museu da Geodiversidade do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio de Janeiro

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    A exposição “Memórias da Terra”, do Museu da Geodiversidade (IGEO/UFRJ), completou 10 anos em 2021. Ela busca contar a história do nosso Planeta numa perspectiva geológica e biológica, e está dividida em 11 módulos, que perpassam a origem do Planeta Terra e até o Tecnógeno (também conhecido como Antropoceno), buscando a preservação e valorização do patrimônio geológico brasileiro. Desde sua inauguração, em setembro de 2011, a equipe do MGeo vem buscando a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão através de ações que buscam o diálogo com o público interno e externo à UFRJ. Durante essa primeira década, foram inseridos novos acervos, módulos, aparatos tecnológicos e alguns recursos de acessibilidade no seu circuito expositivo. Destacamos o módulo da exposição Gondwana, o aparato interativo “De olho no petróleo”, o AppMGeo e a inclusão de maquetes táteis. O trabalho no MGeo é realizado por uma equipe com seis técnicos administrativos, uma docente, estudantes extensionistas e de iniciação científica e duas técnicas administrativas colaboradoras da Diretoria de Extensão do Instituto de Geociências. Os servidores têm projetos de extensão cadastrados na Pró-reitoria de Extensão e de Iniciação Científica vinculados ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica (PIBIC) da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa que oferecem bolsas para os estudantes. Também buscam financiamentos junto a editais de agências de fomento como CNPq, FAPERJ, e parcerias com empresas privadas e com outras unidades da UFRJ para desenvolverem ações museais inclusivas.  Até o momento, a exposição já recebeu cerca de 50 mil visitantes, abrangendo o público interno da Universidade (servidores e estudantes), e externo. Este último é composto majoritariamente pelo público escolar. Foram crianças, jovens e adultos de todas as idades, vindos de diferentes regiões do Rio de Janeiro e mesmo de outros estados. Para dinamizar o contato e interação do visitante com a mostra são criados roteiros para as visitas mediadas e atividades educativas que estimulem uma percepção crítica sobre o patrimônio geológico nacional e sobre o planeta Terra. O MGeo também realizou nestes 10 anos da exposição eventos voltados para a Educação  Básica, como a 1ª Olimpíada Nacional de Geociências em 2011, o projeto “Herdeiros do Pré-Sal” de 2013 a 2015 e atualmente os Projetos “Rio Geológico” e “Geociências: substantivo feminino”. Essas ações se inscrevem nos campos da acessibilidade cultural, da educação museal, da museologia e da divulgação científica. Um conjunto multidisciplinar atuando para a democratização de saberes

    Podcasting na educação: aspectos técnico-operacionais

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    O meio Rádio passa por importantes transformações. Com o crescente interesse pelo podcasting no país, impulsionado pela ampliação do acesso à banda larga e pela acessibilização dos recursos técnicos para a produção e dos meios de distribuição, nota-se uma tendência importante no contexto educacional, que vem adotando este recurso para a divulgação científica, a extensão e, mais recentemente, também na educação formal, através dos ambientes virtuais de aprendizagem. A partir da experiência desenvolvida na Diretoria de Operações e Tecnologia do Núcleo de Rádio e TV da UFRJ, com a integração de podcasts educacionais e outros formatos radiofônicos para a veiculação nas plataformas de streaming e webcasting da Rádio UFRJ e, na forma de estudo de caso, o presente trabalho visa identificar e avaliar os principais aspectos técnicos e operacionais envolvidos na elaboração, desenvolvimento e distribuição de podcasts no contexto universitário. Com a realização de dois editais de seleção de conteúdos radiofônicos, a partir de 2020, a Rádio UFRJ mobilizou produções em variados formatos, de diversas instituições de ensino. A maior parte destes proponentes não dispunham da infraestrutura e dos recursos adequados para a gravação e edição dos programas, o que foi agravado pelo estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional devido ao surto do novo coronavírus declarado pela OMS em 30 de janeiro daquele ano, impondo a necessidade do isolamento social e o trabalho remoto. No decorrer da seleção, foram identificadas dificuldades relacionadas principalmente à captação de som, devido às condições inadequadas de tratamento e isolamento acústico nos locais de gravação; indisponibilidade de equipamentos apropriados, como microfones, gravadores ou interfaces de áudio, softwares e monitoração; utilização de aplicações de videoconferência, que causam importante deterioração do sinal de áudio pelos algoritmos de compressão de dados; ausência de formação técnica para o trabalho de captação e edição de áudio, assim como na produção, direção e apresentação em rádio; utilização de obras com direitos autorais e conexos não licenciados; desconhecimento de normas técnicas de áudio e diretrizes de uso das plataformas de distribuição. Nesse contexto, a DirOT/NRTV buscou soluções alternativas para contornar as limitações técnicas dos proponentes, ministrou oficinas destinadas às equipes dos programas selecionados e elaborou diretrizes operacionais, acompanhando continuamente as entregas dos episódios e orientando nas dificuldades identificadas. Por conseguinte, este processo permitiu retroalimentar com informações para a elaboração de um guia operacional a ser disponibilizado nas próximas seleções e um programa interno de controle de qualidade

    A exposição Alzheimer: Um olhar sobre as experiências e desafios na pandemia de Covid 19 na casa da Ciência da UFRJ

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    Este trabalho é um relato de experiência que tem como objetivo compartilhar vivências, métodos e aprendizados desdobrados da Exposição Alzheimer no contexto da Casa da Ciência da UFRJ, mais especificamente o trabalho realizado na coordenação de mediadores. A Casa da Ciência é um Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ. Situada num prédio histórico, desde 1995 a Casa da Ciência vem sendo uma instituição construtora e promotora da popularização da ciência no Brasil, explorando as diversas áreas do conhecimento através de linguagens variadas. Desde sua concepção, a instituição tem como missão ser um espaço inclusivo e atento às questões atuais que permeiam as discussões e desafios da ciência. Na Exposição Alzheimer tratamos de uma doença que afeta milhões de pessoas no mundo inteiro, através de representações artísticas. A mediação das obras foi pensada como um diálogo entre a linguagem artística usada pelos artistas, no sentido do que está sendo representado, e todos os recursos simbólicos que eles usaram para representar suas interpretações do Alzheimer. O objetivo não é descrever as obras no que diz respeito às técnicas, os desenhos, mas criar, através de questionamentos estéticos, pontes para diálogos com as questões científicas e artísticas impregnadas nas obras. A formação para a exposição foi bem sólida e ocorreu antes do período da pandemia. Os alunos bolsistas, que inicialmente atuam como mediadores das atividades e exposições presenciais da Casa, durante a pandemia de COVID-19, que trouxe a necessidade de suspensão das atividades dos museus, se viram diante de um novo desafio. Tendo em vista a necessidade de isolamento social, os bolsistas participaram de reuniões remotas e de atividades formativas, de pesquisa e de preparação de posts e oficinas a partir dos temas da exposição. As atividades foram desenvolvidas durante o segundo semestre de 2020. Mesmo diante de uma formação sólida que fizemos com a equipe da casa e de mediadores, notamos que a exposição exige uma sensibilidade por parte de cada mediador. A cada um deles cabe perceber, nos indivíduos e grupos que foram mediados e que seriam mediados futuramente, as suas particularidades e níveis distintos de conhecimento sobre a doença e possíveis links com as obras que estão na exposição

    Curso de formação de princípios básicos de acessibilidade e inclusão para monitores e facilitadores de aprendizagem

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    Já na sua segunda edição, o "Curso de formação de princípios básicos de acessibilidade e inclusão para monitores e facilitadores de aprendizagem" oferecido em fluxo contínuo e utilizando tanto a plataforma do Moodle, como o os aplicativos Telegram e whatsapp, reuniões síncronas por Google Meet, aulas assíncronas produzidas em vídeo e postadas em canal de Youtube e, por fim o envio das atividades de avaliação a cada aula e-mail. O curso é oferecido para alunos da UFRJ e externos. Esta ação tem por objetivo incentivar os alunos de graduação e pós-graduação a agregar valores e práticas curriculares envolvendo atividades de monitoria especializada e se candidatarem a facilitação de aprendizagem no auxílio em disciplinas e nos cursos dos alunos com deficiência ingressantes na UFRJ. A sua primeira edição, já apresentada em formato de vídeo, no Festival do Conhecimento de 2021, mostrou um tímido cenário do interesse dos alunos. Com quase 40 inscritos, um pouco mais de 20 cursistas que foram evadindo até uma turma com quase 15 alunos conseguissem terminar suas atividades. A maior parte do alunado adveio do curso de Licenciatura em Química EaD (Ensino à Distância) do IQ-UFRJ e consórcio CEDERJ/CECIERJ. Nessa nova turma, no período de 2021-2, configurou-se um novo cenário, com parcerias estabelecidas entre coordenações dos cursos de Licenciatura em Química presencial e EaD, conseguindo divulgação mais ampla por conta de docentes responsáveis por essas questões, gerando assim maior interessse e, por conseguinte promovendo mais inscrições com a garantia da declaração da atividade valendo horas de AACC (Atividade Acadêmico-Científico-Curricular). Dessa forma, a atividade descrita constituí formalmente para a complementação curricular de graduação para esses 15 alunos, agora cursistas. Espera-se continuar todos os períodos promovendo novas edições que possam, a cada turma, serem mais povoadas

    FISCALIZAÇÃO DE CONTRATOS DAS EMPRESAS TERCEIRIZADAS: DO CUMPRIMENTO DA LEI AO COMPROMISSO COM A HUMANIZAÇÃO NO TRABALHO EM TEMPOS DE PANDEMIA

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    Este relato de experiência tem como objetivo demonstrar as duas vertentes da fiscalização de contratos vivenciados por uma técnica administrativa designada como fiscal de contratos de empresas terceirizadas. A primeira se refere aos procedimentos adotados ao cumprimento da lei, normas procedimentais aplicáveis, teor contratual e a segunda aos desafios diante do período pandêmico. Exige-se o preenchimento de relatórios do fiscal, de fiscalização, declaração de frequência e folhas de ponto, mas além do conhecimento do regime jurídico, dos termos contratuais, do processo que resultou o contrato e sua fase de planejamento e organização é fundamental compreender o conflito existente em como a mão de obra é tratada na universidade: recursos humanos ou indivíduos colaboradores da organização. Surge a reflexão que o trabalho humanizado deveria ser regra para todas as categorias da comunidade acadêmica e questões norteadoras para o entendimento das lacunas que o cenário crítico de pandemia proporcionou aos contratos terceirizados das instituições públicas. As empresas contratadas deixarão de pagar o salário se o trabalhador terceirizado não comparecer presencialmente no pico da pandemia? Qual é o ponto de equilíbrio com as atribuições das atividades? Como lidar com as incertezas que sempre permearam essas relações de trabalho? A empresa vigente manterá o contrato? Os materiais de proteção ao vírus serão entregues? Salientam-se as imensas responsabilidades aos contratantes, da gestão da atividade subsidiária, que além da cessão dos fatores de produção lidam com as complexidades dos pagamentos e decisões em período de calamidade pública. Os impactos são mensurados constantemente sobre as limitações da modalidade terceirizada. No período pandêmico o departamento de Educação Campus XI/Serrinha da Universidade do Estado da Bahia passou por desafios como: troca de empresas, adaptação com o início de novo contrato, demissão a pedido de funcionário, dificuldade de comunicação com prestador de serviço, não envio de fardamentos e equipamentos de proteção individual fornecido pela empresa contratada. A mudança refletiu na escala de trabalho, pois existem colaboradores do grupo de fatores de risco, acima dos 60 anos e com comorbidades. A partir desse relato é possível identificar como a etapa de gerenciamento de riscos é imprescindível para elaboração do contrato e que os aspectos comportamentais e de mudanças organizacionais devem ser inclusos e balanceados, respeitando e evitando eventuais responsabilizações

    Visão Geral da Auditoria Interna na Universidade Federal do Rio de Janeiro

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    Considerando a pluralidade característica das Instituições Públicas de Ensino Superior, a diversidade de assuntos tratados no âmbito interno das auditorias é permeada por normatizações específicas. De modo a gerar maior confiabilidade e, melhor prestação de contas, a Lei n.º 3 591/2000 determina o estabelecimento e implementação de unidades de auditoria interna na estrutura organizacional de entidades públicas. Diante do exposto, este artigo visa apresentar o panorama da auditoria interna na Universidade Federal do Rio de Janeiro como órgão regulador dentro da Gestão Pública Universitária. Para consecução desse objetivo será realizado uma exposição de experiências sobre as atividades da Auditoria Interna da UFRJ (Audin) com metodologia descritiva e abordagem qualitativa dos dados, os quais foram obtidos através de vivência diária, visto que a autora integra a equipe da Audin, à qual constituí a população alvo da pesquisa. A agência de referência para este trabalho é a Audin (Auditoria Interna da UFRJ), responsável por avaliar o controle interno de operações contábeis, financeiras e patrimoniais, administrativas e de pessoal das unidades gestoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, comparando a situação identificada com critérios técnicos, operacionais ou jurídicos especificados, criada pela Portaria n.º 810, de 3 de maio de 2001, conforme disposto no Decreto n.º 3 591 de 6 de setembro de 2000, e institucionalizada pelo seu regimento aprovado na Resolução n.º 12, de 28 de outubro de 2004 e publicado no Boletim Interno n.º 22, de 4 de novembro de 2004. A Audin atua, fundamentalmente, na terceira linha de defesa da auditoria interna governamental e suas atividades são realizadas de forma independente e objetiva, de modo a avaliar e melhorar os processos da organização, tendo como objetivo de apoiar a alta direção da UFRJ na estruturação da primeira e segunda linhas de defesa, que correspondem à gestão de riscos e processos de gestão e governança

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