Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO E SEU PAPEL NA PESQUISA CIENTÍFICA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES

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    Desde a criação das universidades no Brasil até a década de 1980, os servidores técnicos e administrativos (TAE) configuravam um segmento da comunidade universitária invisível aos olhos dos que detinham o poder através do Ensino e da Pesquisa, assim como pelos jovens que ali eram forjados para desempenhar suas profissões. Passados mais de 35 anos da construção da identidade dos TAE e, junto com isso, sua qualificação e inserção no fazer institucional de Ensino, de Pesquisa e de Extensão, muito ainda há por fazer. Atualmente, a UFRJ dispõe de um contingente de TAE qualificados que não são aproveitados em sua total capacidade de formulação e desempenho de atividades finalísticas: TAE pesquisadores. O objetivo deste trabalho é propor a elaboração de um censo de TAE, incluindo sua qualificação, assim como estabelecer a discussão acerca da sua inclusão em funções de elaboração, formulação, coordenação e desenvolvimento da pesquisa científica na UFRJ. Foi realizada busca de dados sobre a qualificação dos TAE da UFRJ, através de pesquisa bibliográfica utilizando redes e buscas na Internet, empregando as palavras-chave: universidade; técnicos-administrativos, plano de carreira, Fasubra-Sindical. Foram selecionados por análise qualitativa artigos, livros e documentos institucionais relacionados ao objetivo da pesquisa. Os resultados obtidos foram limitados pela ausência de publicações institucionais relatando a formação acadêmica dos TAE da UFRJ. Dados de 2003 mostram um total de 8.893 TAE: 778 tinham especialização; 329 com mestrado e 70 com doutorado. Em 2013 esses dados foram para: 1.358 com especialização; 609 mestres e 141 doutores, em um total de 9.333. Os TAE há muito deixaram as sombras e assumiram o papel de trabalhadores em Educação, eixo fundamental e indispensável na concretização dos fins da universidade – Ensino, Pesquisa e Extensão. Esses trabalhadores chegaram a formular uma proposta de “Universidade Cidadã para os Trabalhadores”, onde se inseriram como corpo atuante e construtor dos caminhos a serem percorridos pela instituição. Esse segmento foi capaz de reconhecer sua urgência de pertencimento, formulando um projeto de carreira (PUCRCE) que cumprisse o objetivo de estimular ao engajamento como cidadãos universitários. Posteriormente, o PUCRCE foi substituído pelo PCCTAE, com inovações importantes em capacitação, em desenvolvimento na carreira e em reconhecimento da qualificação destes “novos atores da cena universitária”. Assim, os TAE pesquisadores devem assumir papel também de liderança na UFRJ, abrindo espaços para novos grupos de pesquisa científica que abriguem, em associação, técnicos, docentes e estudantes construindo o futuro da nossa Universidade

    A saúde mental e a produtividade, durante o período de trabalho remoto, das(os) Técnicas(os) Administrativos em Educação da UFPR, UTFPR e Unila.

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    Uma preocupação das relações de trabalho, seja na modalidade presencial seja no remoto emergencial, é a saúde do trabalhador. Para além dos aspectos físicos, é necessário que os gestores de pessoal também olhem para o lado socioemocional dos profissionais. A fim de entender melhor o problema de saúde mental dentro das universidades, mais especificamente no contexto da pandemia de Covid-19, aplicamos duas pesquisas de opinião com técnicos administrativos em educação – TAE de três universidades públicas federais no Paraná, a saber, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná e Universidade Federal da Integração Latino-Americana. As pesquisas ocorreram entre os anos de 2020 e 2021 e foram organizadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior no Estado do Paraná. Os questionários foram aplicados online, através do software SurveyMonkey. Na 1ª fase (2020) registrou-se 804 respostas e na 2ª fase (2021) 609 respostas. Os principais resultados foram os seguintes. Em relação à saúde mental na 1ª fase 52% dos entrevistados disseram não ter percebido alterações, 48% citaram alguns problemas, sendo utilizados em questões específicas na 2ª fase como: ansiedade (48%), seguida por perda de noção do tempo (35%), desmotivação (34%), maior tristeza do que o normal (28%), insônia (27%), dores de cabeça (22%) e outros (11%). Na 2ª fase, as mulheres apresentaram um percentual ligeiramente maior de problemas relacionados à saúde mental (54%) em relação aos homens (51%). Quanto a produtividade, comparando os períodos de trabalhos remoto e presencial, na 1ª fase, 41% observaram aumento da sua produtividade, 40% mantiveram o desempenho e 19% perceberam diminuição. Na 2ª fase, 44% mantiveram a produtividade, 38% perceberam aumento e 19% voltaram a perceber queda. Demandas explicitas ou implícitas, de chefias, de colegas ou pelo próprio individuo para aumento da produtividade podem estar relacionadas aos problemas de saúde mental observados pelos respondentes. Em relação ao recorte de gênero, onde as mulheres relataram um percentual maior de problemas de saúde mental hipotetizou-se que as horas e a produção do trabalho no modelo remoto podem ser impactadas pelas atividades diárias e responsabilidades domiciliares que historicamente impactam mais as mulheres. Salienta-se que a produtividade deve ter um limite, visando a saúde e o bem-estar individual, o qual age sobre a qualidade das interações sociais inclusive na vida profissional. Os bons parâmetros em saúde mental devem ser uma meta cobrada pelos TAE junto aos gestores das nossas Instituições

    A IMPLEMENTAÇÃO DAS NORMAS DE BIOSSEGURANÇA NO RETORNO ÀS ATIVIDADES DE AULAS PRÁTICAS DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19

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    Em decorrência do isolamento social implementado para conter a disseminação do SARS-CoV-2, as Instituições de Ensino Superior (IES) precisaram se adaptar à modalidade de ensino remoto emergencial a fim de possibilitar a continuidade das atividades acadêmicas. No entanto, os cursos da área da saúde possuem em sua grade curricular atividades de aulas práticas e estágio supervisionado que determinam o desenvolvimento de habilidades e competências fundamentais específicas. Visando atender as diretrizes, os cursos da área da saúde foram os primeiros a retornar às atividades práticas na UFRJ, em meados de junho. Identificou-se, após a 2ª semana de retorno de aulas práticas em uma das Escolas do Centro de Ciências da Saúde, a presença de um docente infectado pelo SARS-CoV-2 no universo de 23 integrantes, fato que foi determinante para interrupção das atividades e testagem de todos os envolvidos. A presente pesquisa visa a avaliação da eficiência da implementação das normas de biossegurança presentes nos protocolos da Universidade durante o retorno das atividades de aulas práticas. Como critério metodológico, adotou-se o estudo descritivo de caráter qualitativo realizado por meio do acompanhamento do retorno de uma turma do curso de graduação em enfermagem durante a 3º onda da pandemia da COVID-19. A pesquisa, fundamentada na revisão de literatura e análise documental, foi segmentada em duas etapas. A primeira consistiu na aplicação de questionário online, respondido pelo grupo de docentes e discentes, seguida de acompanhamento por meio de exame diagnóstico para COVID-19 e auxílio e determinação de condutas de biossegurança. A segunda etapa compreendeu a análise comparativa, por meio do software Iramuteq, entre os documentos norteadores de biossegurança da universidade e as respostas dos questionários. Não foi identificada a ocorrência de transmissão do SARS-CoV-2 no grupo acompanhado. Identificou-se, entretanto, a existência de falha na comunicação entre os grupos de docentes e discentes sobre as recomendações presentes no guia de biossegurança e no plano de retorno gradual das atividades da universidade. Não obstante a falha na comunicação, os resultados evidenciaram que os participantes das aulas práticas não foram infectados, sinalizando que as medidas de biossegurança foram implementadas com êxito. A minimização dos riscos de contágio dentro do ambiente laboral está substancialmente relacionada ao nível de conhecimento do uso adequado de equipamento de proteção individual (EPI). Nesse sentido, a análise pelo software Iramuteq evidenciou uma consonância entre as condutas adotadas no ambiente das aulas práticas e os documentos de biossegurança da Universidade

    Núcleo de Apoio à Produção Cultural da UFRJ (NAPROCULT): A extensão universitária como potência de articulação com agentes culturais mesmo em tempos de pandemia

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    O Núcleo de Apoio à Produção Cultural da UFRJ (NAPROCULT) é um projeto de extensão, criado em setembro de 2018, no âmbito da Pró-Reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que promove ações de capacitação, trocas de experiências e compartilhamento de metodologias com agentes culturais, coletivos, artistas e movimentos sociais nos campos da Produção e Gestão Cultural. Desde a sua criação até novembro de 2021, o projeto já apoiou mais de 1.068 fazedores de cultura, a partir da realização de consultorias e oficinas nas áreas de Elaboração de Projetos Culturais, Introdução às Leis de incentivo à Cultura, Captação de Recursos, Produção Executiva e Prestação de Contas. O presente trabalho pretende apresentar como o NAPROCULT adaptou suas atividades durante a pandemia da COVID-19 e conseguiu ainda ampliar o alcance da sua atuação e rede de parcerias com coletivos, conselhos, fóruns e secretarias de cultura, contribuindo com a potencialização de ações culturais de diferentes realidades e regiões do país, especialmente em contexto tão desafiador ao setor cultural. A partir da exposição de dados, obtidos pela a análise dos formulários de agendamento das consultorias preenchidos pelo público atendido e dos registros de solicitações das oficinas realizadas, serão compartilhados alguns dos impactos do Núcleo de Apoio à Produção Cultural que favorecem a reflexão do potencial de articulação da extensão universitária com agentes culturais mesmo em tempos de pandemia. Propõe-se destacar ainda que, apesar das medidas necessárias de isolamento social em função da pandemia do novo coranavírus, desde março de 2020 a novembro de 2021, com todas as atividades do NAPROCULT passando a ser realizadas exclusivamente de forma remota, o projeto alcançou um público maior durante o período, de 851 agentes culturais. Além disso, ressalta-se que foram ampliadas as parcerias com instituições de ensino superior como a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), o Instituto Federal Fluminense de Campos dos Goytacazes (IFF – Campus Campos Centro) e a Universidade Federal do Ceará (UFC). O projeto já alcançou mais de 36 municípios do Estado do Rio de Janeiro e 17 estados do país. Em 2021, o Núcleo de Apoio à Produção Cultural recebeu a premiação de Ordem do Mérito Cultural Carioca, maior honraria do setor na cidade do Rio de Janeiro, por sua contribuição para reduzir os impactos da pandemia na área cultural

    Repositório da Politécnica: Um recurso de apoio ao desenvolvimento de conhecimentos na área da Engenharia

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    Em tempos de ensino remoto é preciso pensar no uso de tecnologias que aproximem os alunos de conteúdos contextualizados e adequados aos assuntos dos seus cenários educacionais. Os repositórios digitais se apresentam como recursos que permitem o acesso a referências e que, consequentemente, podem apoiar o desenvolvimento de novos conhecimentos. Os repositórios digitais, em uma definição ampla, são sistemas de informação que armazenam conteúdos da produção intelectual de uma comunidade e que disponibilizam o acesso, de forma facilitada, a estes conteúdos. Os repositórios institucionais, um dos tipos de repositórios digitais, são repositórios únicos que concentram em seus acervos um conjunto de referências desenvolvidas por uma determinada instituição, em suas diferentes áreas de conhecimentos. Em uma pesquisa realizada no ano de 2019 foram identificados na Internet 60 repositórios institucionais de universidades públicas brasileiras. Os repositórios temáticos, outro tipo de repositório digital, abrigam em seus acervos conteúdos de pesquisas relacionadas com uma área específica do conhecimento. O Repositório da Politécnica é o repositório temático da Escola Politécnica da UFRJ. Está disponível na Internet, no endereço http://www.repositorio.poli.ufrj.br . Este repositório abriga um conjunto de trabalhos relacionados com as diferentes áreas da Engenharia em que atuam os cursos da Escola. Em seu desenvolvimento foram utilizados softwares livres e as descrições dos seus conteúdos foram organizadas seguindo as especificações dos metadados Dublin Core. O uso de especificações de metadados permite padronizar os dados que descrevem os diversos conteúdos armazenados no repositório e facilita o resgate destes conteúdos. Este repositório não possui restrições no acesso aos seus conteúdos, que foram disponibilizados de forma pública, e podem ser acessados por qualquer pessoa na Internet. Atualmente recebe mais de 10.000 acessos mensais e conta com mais de 5.000 trabalhos armazenados, entre Projetos de Graduação, Dissertações e Teses. É importante destacar que todos os trabalhos armazenados no repositório são de autoria de alunos da Escola Politécnica, possuem assuntos relacionados com os diferentes cursos de Engenharia da Escola, foram desenvolvidos com apoio de docentes orientadores e foram aprovados por uma banca de docentes. Com as características apresentadas é possível entender o Repositório da Politécnica como uma tecnologia que oferta conteúdos contextualizados com a área Engenharia, que pode apoiar o desenvolvimento de novos conhecimentos e que pode contribuir positivamente em cenários educacionais

    Envelhecimento, Nutrição e Promoção da Saúde

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    A promoção do envelhecimento saudável é uma das diretrizes da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa no Brasil e converge com a perspectiva da promoção da saúde, que visa trabalhar uma concepção positiva de saúde que supõe a participação dos diversos atores sociais e a adoção de múltiplas estratégias. O projeto Envelhecimento, Nutrição e Promoção da Saúde é amplamente reconhecido tanto no âmbito universitário quanto pela comunidade local, está bem consolidado na região, tendo iniciado suas atividades em 2014. Desde então, desenvolve ações em diversos cenários de atuação social do idoso macaense. O projeto é composto por docentes do Campus UFRJ-Macaé, discentes bolsistas e acadêmicos voluntários. As atividades possuem como recorte teórico a saúde do idoso enquanto processo subjetivo, e são planejadas tendo como base as propostas e diretrizes da educação popular em saúde. As atividades têm como finalidade o fortalecimento da autonomia e do protagonismo do sujeito, visando a promoção da saúde nos aspectos biopsicossociais. Tais ações permitem o compartilhamento de saberes entre comunidade-universidade, auxiliando a formação de alunos envolvidos com a realidade social local, por meio do estreitamento da distância entre a teoria e prática e oportunizando rica troca de conhecimentos. O projeto visa propor aos estudantes uma reflexão sobre o desafio das ações em saúde por meio do diálogo entre promoção de saúde e o processo de envelhecimento

    Projeto WC&WC - Wetland Construída para o tratamento ecológico de esgotos

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    Formas descentralizadas e ecológicas de tratamento de esgotos podem ser uma alternativa para a implantação em localidades periféricas ou rurais, especialmente com baixa densidade populacional e baixo retorno econômico. Entre essas formas de tratamento estão as wetlands construídas, que se baseiam na depuração do esgoto através de processos físicos, químicos e biológicos de regiões alagadas e suas plantas. O projeto WC&WC iniciou-se a partir de uma estação piloto de tratamento de esgotos e está sendo implementada no campus da UFRJ-Macaé. A estação tem como proposta tratar o esgoto gerado por um banheiro através de wetlands construídas de fluxo vertical. Devido a sua concepção, o projeto pode ser replicado para outros locais que não disponham de tratamento de esgoto, sobretudo a partir da validação do seu funcionamento na estação piloto. A concepção do projeto converge com a proposta da ODS 6: água potável e saneamento. Pois o projeto WC&WC visa a contribuir para a universalização do saneamento, garantindo que o efluente seja tratado antes do seu descarte. Desta forma, a devolução do efluente tratado em conformidade com os parâmetros de qualidade ambiental colabora na preservação dos corpos hídricos receptores propiciando água limpa a outros usuários

    Segurança e proteção do recém-nascido, da criança e sua família em diferentes contextos

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    O projeto teve início em 2018 e está sendo desenvolvido por integrantes pesquisadores do grupo de pesquisa de Enfermagem em Saúde do Recém-nascido e sua Família com alunos de graduação e pós-graduação da Escola de Enfermagem Anna Nery e do Campus Macaé. A segurança é reduzir ao mínimo aceitável o risco de ocorrência de um evento com dano desnecessário (OMS, 2009). É fundamental discutir sobre a segurança e proteção do recém-nascido e da criança nos diferentes cenários: escolas, domicílio, unidades estratégias de saúde da família e hospitalares a fim de reduzir ao mínimo aceitável a ocorrência de riscos desnecessários, secundários ao cuidado à sua saúde. É preciso informar, sensibilizar e empoderar crianças e adultos nos diferentes contextos, fornecendo informações quanto: aleitamento materno e segurança alimentar, cuidados de termorregulação e nutrição do recém-nascido prematuro, a prevenção de acidentes na infância, direitos do recém-nascido e da criança. As famílias necessitam de apoio para cuidar de seus filhos, com evidências para ajudá-los a modificar estímulos negativos no cuidado ao recém-nascido/criança. Portanto o projeto tem como público-alvo crianças, mães/famílias, comunidade, profissionais de saúde e da educação. As ações do projeto articulam as atividades de ensino, pesquisa e extensão e se relacionam na interdisciplinaridade e na interprofissionalidade: saúde, educação, cidadania e direitos da criança para um desenvolvimento saudável

    PROMOÇÃO À SAÚDE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA: AÇÕES EDUCATIVAS PARA ATIVIDADES DA VIDA DIÁRIA

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    O projeto de extensão intitulado “promoção à saúde da pessoa com deficiência: ações educativas para atividades da vida diária”, vinculado ao Grupo de Estudos e Pesquisa em Reabilitação e Inclusão Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (GEPRIS-UFRJ), tem como campo de atuação o desenvolvimento de estudos e ações educativas na perspectiva da promoção à saúde e da inclusão social à pessoa com deficiência (PcD). O projeto traz a interação dialógica, interdisciplinaridade e interprofissionalidade como diretrizes, além do impacto na formação do estudante e na transformação social no município de Macaé. A ação extensionista tem como objetivos elaborar espaços de trocas de saberes para as ações educativas nas atividades de vida diária da pessoa com deficiência por meio de mídias digitais; estimular o compartilhamento de saberes sobre as atividades de vida diária (AVD's) da pessoa com deficiência e a comunidade; construir materiais educativos sobre ações de promoção da saúde para a pessoa com deficiência; promover trocas sociais entre a universidade e a pessoa com deficiência;  desenvolver pesquisas e ações que ajudem as pessoas com deficiências a manterem uma funcionalidade ideal na interação com seu ambiente e na fase de adaptação; criar dispositivos para o conhecimento da pessoa em processo reabilitação na aquisição de habilidades para o cuidado de si; e produzir um ambiente virtual facilitador e impulsionador da inclusão social e acessibilidade para a PcD. O projeto é desenvolvido por meio de encontros quinzenais, que no momento atual da pandemia da COVID-19 estão restritos ao ambiente virtual. Ainda, são realizadas rodas de conversa com profissionais da área e pacientes para garantir a maior integração e produção de conhecimento dentro da temática. Assim, diante da nova realidade mundial imposta pelo avanço da pandemia, o projeto passou a apresentar como foco a elaboração de conteúdos digitais de caráter educativo sobre a reabilitação, prevenção e promoção da saúde da PcD. No entanto, o acesso seguro e autônomo aos dispositivos, aos sistemas e meios de comunicação e informação ainda apresenta diversos obstáculos, comprometendo a promoção da acessibilidade e exigindo, portanto, novas estratégias que assegurem a equidade no ambiente virtual. Por isso, os estudantes estão envolvidos na produção de materiais virtuais voltados à pessoa com deficiência e no desenvolvimento de novos recursos capazes de impulsionar a inclusão digital na perspectiva da educação em saúde, criando, para tal, conteúdos educativos e inclusivos para as redes sociais ligadas ao projeto de extensão. Logo, é imprescindível que novas pesquisas e estudos tragam mais informações sobre o assunto, para que o conteúdo não deixe de circular e também para expandir o grau de informação da sociedade. A atuação do grupo busca, então, reverter o cenário que limita e colabora negativamente para a inclusão social e digital da PcD, de modo que as ferramentas exploradas pelos discentes têm por intuito contribuir para o incremento da acessibilidade e auxílio na redução das barreiras sociais impostas, a fim de garantir o acesso igualitário e a promoção da saúde, ampliando o alcance da informação e ciência

    Divulgando a Agenda 2030 pelo Instagram para alunos da Rede Pública da Zona Norte do Rio de Janeiro

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    O atraso da educação brasileira quanto à inclusão digital ficou ainda mais evidente com a suspensão das aulas presenciais devido ao isolamento social para conter a pandemia do novo Coronavírus. Este projeto propõe a divulgação da Agenda 2030 e dos seus 17 ODS através do IG Química Fundamental da rede social Instagram para alunos da rede pública, busca atender os ODS 4. 10 e 13. Pretende assim incentivar a reflexão sobre o consumo consciente, contribuir para a formação cidadã e protagonista do aluno da rede pública, sensível às transformações necessárias para a construção de uma sociedade sustentávelentendendo que educação ambiental não pode ser negligenciada, mesmo na pandemia, pois a reflexão da relação inadequada do homem com a natureza, torna-se fundamental que, aprendamos com o grave momento vivido, caminhemos para um futuro onde vidas sejam preservadas

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