Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    Tecnologia para quê? Tecnologia para quem?

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    A tecnologia é apresentada como solução para muitas áreas de conhecimento. Se uma instituição deseja melhorar os processos de gestão, utiliza a tecnologia. Se há questões com relação a problemas na área da saúde, são criadas soluções tecnológicas. Contudo, o que é efetivamente a tecnologia? Que olhar específico podemos desenvolver sobre a melhoria dos processos utilizando a base tecnológica? Tecnologia vai além de aparelhos e aplicativos, é ação do ser humano aplicando técnicas para benefício da humanidade. A cadeira que você está sentado é tecnologia, bem como a caneta que você escreve e o papel que você usa. Estamos imersos em um mundo transformado pelos seres humanos e sua necessidade de criar, recriar e cocriar. O objetivo deste trabalho é problematizar a tecnologia na área de gestão de pessoas. Do que se trata? Quais são seus limites? Quais são as suas possibilidades? Observamos que cada vez mais pessoas e organizações recorrem à tecnologia para a gestão dos processos de trabalho, sem uma reflexão aprofundada dos impactos que a tecnologia causa na vida de determinado grupo de trabalhadores. Toda questão tecnológica é contextualizada como solução para diversos contextos, mas ela também causa dificuldades. E quais dificuldades seriam? A UFRJ mesmo após 16 anos de PCCTAE possui um quadro de trabalhadores com educação básica incompleta. Estas pessoas possuem os mais baixos salários da carreira e muita dificuldade com os conhecimentos tecnológicos. O olhar para as tecnologias utilizando um computador convencional já é uma realidade desde os anos 2000, mas qual é o estranhamento? Para que um servidor tenha acesso ao seu contracheque, para que possa agendar as suas férias, atualmente ele precisa de um smartphone, precisa de internet e precisa saber utilizar o aplicativo. Se antes o trabalhador poderia pedir ajuda e se dirigir à uma unidade de pessoal e utilizar um equipamento coletivo - como o computador com toda a segurança e orientação dada por profissionais - hoje ele precisa de um equipamento individual, pago por ele, com uma internet paga por ele e com uma tecnologia que o afasta dos seus próprios dados funcionais. Quais caminhos são necessários para superarmos estes desafios

    Na aldeia, o universo - Uma interpretação

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    A CONSTRUÇÃO DE INDICADORES DE SAÚDE AMBIENTAL NA ATENÇÃO MATERNA E INFANTIL NO MUNICÍPIO DE MACAÉ/RJ

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    A problematização do desenvolvimento dos espaços coletivos envolvem aspectos que abrangem: a contradição entre os diversos aspectos positivos produzidos pelo processo de urbanização e potenciais prejuízos sociais, econômicos e ambientais de alto impacto e de difícil avaliação; os aspectos físicos e sociais de uma localidade que podem atingir a saúde dos indivíduos; e a partir de uma visão mais abrangente, os agravos ao processo saúde-doença associados ao meio urbano, sobrepujando os atributos individuais. Neste contexto, destaca-se a vulnerabilidade das mulheres grávidas, dos fetos em desenvolvimento e das crianças pequenas à medida que os padrões de exposição ambiental se modificam em consequência de mudanças climáticas, econômicas, sociais e exposição a riscos provenientes das modificações destas realidades. Muitas exposições ambientais são consideradas evitáveis e desta forma as ações para prevenção de agravos ou redução de danos podem ser propostas a partir de evidências das consequências adversas à saúde. Assim, o estudo em tela apresenta como objetivo geral: avaliar os dados de saúde, socioeconômicos e ambientais disponíveis para a construção de indicadores de saúde ambiental para a população materna e infantil (primeiro ano de vida) do município de Macaé /RJ. Trata-se de um estudo epidemiológico, transversal e ecológico. Serão estruturados indicadores de saúde ambiental específicos a partir de dados estatísticos, disponíveis em sistemas de informação e fontes de dados secundários sobre mulheres durante o ciclo gravídico-puerperal e população infantil até o primeiro ano de vida completo residentes no município de Macaé/RJ. Para a proposição dos indicadores será utilizado o modelo FPSEEA (força motriz-situação-pressão-exposição-efeito e ações) que objetiva mensurar e monitorar os possíveis agravos à saúde decorrentes das constantes e intensas mudanças sociais, econômicas e ambientais. Espera-se que os resultados possam contribuir na instrumentalização local sobre questões relacionadas ao ambiente e saúde materna e infantil para um desenvolvimento humano sustentável

    A ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NA SAÚDE MATERNO-INFANTIL FRENTE À VIVÊNCIA DO PUERPÉRIO NA PANDEMIA DO COVID-19

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    O puerpério é uma etapa de mais vulnerabilidade para a saúde materno-infantil. Com a pandemia do Covid-19, o suporte a saúde da mulher e do lactente foi prejudicado com o isolamento social. É necessário descrever os impactos e analisar a atuação de Enfermagem nesse contexto. A pesquisa será um estudo exploratório, de abordagem quantitativa e qualitativa. O atual momento pandêmico nos dá a condição de pesquisar acerca dos impactos e consequências dessa nova pandemia na saúde materno-infantil

    Voos: registrando e divulgando a biodiversidade

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    O VOOS é o primeiro projeto de extensão oriundo do Laboratório de Representação Científica da UFRJ (LaRC), e tem como objetivo compartilhar conhecimento, proporcionando um mundo melhor por meio da educação, pesquisa, extensão e inovação. A equipe que compõe o LaRC é formada por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, favorecendo a transdisciplinaridade. A UFRJ está compartimentada em diferentes campi, cada um com suas particularidades e diferentes fauna e flora. Por exemplo, há registros de mais de 220 aves, visitantes e moradoras, que circulam no campus da Ilha da Cidade Universitária, no Rio de Janeiro. Já no Observatório do Valongo (OV), uma das Unidades do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN), localizado no centro da cidade, esse número chega a 39. O projeto VOOS pretende apresentar, representar e instigar as pessoas a conhecerem o ambiente que as cerca através de material especialmente produzido para essa finalidade.   Pretendemos promover uma aproximação entre o público e a biodiversidade da UFRJ, a partir da apresentação, representação e divulgação da fauna e da flora nativas de diferentes campi, utilizando criações científicas-lúdicas-artísticas, acionando linguagens variadas (textos, desenhos, pinturas, fotografias). Todo material produzido será publicado ou publicitado em várias plataformas (produtos, impressos, mídias sociais). A divulgação das informações tem o objetivo de despertar no público em geral o interesse em se aproximar dessa diversidade de espécies que coabitam a UFRJ. Intentamos despertar a curiosidade científica e a atenção artística do público sobre esses habitats e seus habitantes, divulgando e valorizando as produções artístico científicas dos aglomerados vivos que atravessam a UFRJ. Buscamos contribuir para o encurtamento das distâncias entre arte e ciência, assim como para as produções que se inserem nas fronteiras desses campos de conhecimento.   Buscamos contribuir para o encurtamento das distâncias entre arte e ciência, assim como para as produções que se inserem nas fronteiras desses campos de conhecimento, pois acreditamos na indissociação desses saberes e/ou na sobreposição de seus limites. Embora a informação seja transmitida de forma simplificada e acessível, todo esse projeto tem sido feito com a participação de ornitólogos, designers, ilustradores e também contamos com a participação de observadores e fotógrafos de aves que possuem um conhecimento prático nessa questão. As pesquisas mais recentes nessas áreas assim como na área de desenho científico estão presentes. Quando for possível o retorno presencial, roteiros especiais serão criados com a finalidade de observar a biodiversidade.     Embora seja um projeto desenvolvido para a UFRJ, ele é facilmente aplicável a qualquer região da cidade

    Divulgação do patrimônio cultural existente na universidade: o estudo de caso do GTAC

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    Em 2019, foi criado pelo então Decano do Centro de Ciências da Saúde (CCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) o Grupo de Trabalho Acervos Culturais (GTAC-CCS), tendo como um dos seus objetivos promover a preservação do patrimônio cultural deste centro universitário. Algumas ações de sensibilização neste sentido foram empreendidas, como a realização, por duas vezes, do Encontro de Memória, Patrimônio e Acervos Universitários, bem como a aplicação de um formulário digital a fim de mapear preliminarmente as ações existentes de preservação nas unidades do CCS. Além disso, uma outra frente também foi aberta neste cenário, agora com atividades voltadas para a divulgação do patrimônio já reconhecido como tal nas redes sociais do GTAC. Este trabalho tem por objetivo justamente explorar os primeiros impactos desta última ação, colocada em marcha desde junho de 2020. Em função deste objetivo, este resumo enquadra-se na categoria “Extensão” do eixo temático “Artes e Cultura”. De início, é preciso dizer que o trabalho de divulgação dos acervos do CCS nas redes sociais do GTAC (Instagram e Facebook) teve início em junho de 2020 como uma estratégia de manter ativas as atividades do grupo de trabalho durante a pandemia. Neste período, os docentes e técnicos que integravam o GT alternavam-se produzindo o material que seria divulgado, sempre de acordo com o que desejavam destacar no interior do seu acervo. Em função das atribulações do dia a dia, não foi possível manter a frequência desejada e as divulgações autorais tornaram-se mais espaçadas. Com a aprovação do Projeto de Extensão “Divulgação dos Acervos Culturais do Centro de Ciências da Saúde como Estratégia de Preservação da Memória Institucional”, foi possível integrar ao trabalho discentes dos cursos de Odontologia, Paisagismo e Conservação e Restauração. Isto permitiu, em julho de 2021, uma retomada das postagens autorais de forma mais sistemática, todas com o objetivo não só de divulgar os acervos culturais existentes no CCS, mas também de divulgar as ações do próprio GTAC, de celebrar datas comemorativas concernentes à área cultural e de sensibilizar a respeito da importância dos museus e do patrimônio em geral. Como resultado, até o presente momento foi possível desenvolver uma identidade visual para as postagens, conferindo maior harmonização ao conjunto, e ampliar as temáticas abordadas nos posts, que agora contam também com informações mais gerais sobre museus, arte e cultura, além das tradicionalmente lá veiculadas

    Estudo de caso sobre o desafio para elaborar, remotamente, o Plano de Desenvolvimento da Unidade (PDU) da Decania do CT 2021-2024.

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    Em 2010 foi desenvolvido o primeiro Planejamento Estratégico (PE) da Decania do CT, quando foram concebidos a missão, a visão e os valores organizacionais. Com a renovação periódica da gestão, as ações do planejamento estratégico não tiveram continuidades. O PDU da Decania do CT foi desenvolvido remotamente devido à pandemia da Covi19, com objetivo de atender à IN 24, de 18 de março de 2020, estruturado nos termos do art. 21 do Decreto nº 9.739, de 28 de março de 2019. A metodologia utilizada foi a aplicação da ferramenta denominada Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças (Matriz F.O.F.A.) para o diagnóstico e análise da gestão segundo os seus critérios. O desdobramento do PDU consistiu, inicialmente, na reunião com os chefes dos setores para a revisão da missão, da visão, dos valores, na exposição dos motivos e na importância da ferramenta a ser aplicada. Num segundo momento, os chefes foram separados em seis grupos por afinidade de processos para posterior agendamento das reuniões com os grupos separadamente. Cada grupo foi induzido a responder e identificar num brainstorm as “Forças” e as “Fraquezas”, com relação ao ambiente interno da instituição e elencar as “Oportunidades” e as “Ameaças” em relação ao ambiente externo à instituição. A partir do resultado e para estabelecer um primeiro nível de corte no brainstorm, as “Fraquezas” e as “Ameaças” foram avaliadas segundo a matriz de riscos com relação à probabilidade e ao impacto. As “Forças” e “Oportunidades” foram avaliadas segundo os critérios da matriz B.A.S.I.C.O. Após essas etapas de avalições, o resultado do diagnóstico inicial foi separado por assuntos e selecionados os fatores de melhor pontuação e eliminadas as repetições de ideias. Na última etapa de avaliação, os chefes dos setores, reunidos, avaliaram dentro dos critérios da Matriz F.O.F.A. o grau de importância, intensidade e tendência para os fatores internos (“Forças e Fraquezas”), e o grau de importância, urgência e tendência para os fatores externos (“Oportunidade e Ameaças”). Parcial: A primeira fase do PDU com relação ao resultado da matriz F.O.F.A. apresentou um índice de favorabilidade de equilíbrio entre o índice das Forças de 34%, acima do índice das Fraquezas de 29%. Quanto ao índice das Oportunidades que foi de 20% este superou o índice de 17% das Ameaças. A partir do resultado da avaliação F.O.F.A., os planos de ação serão abertos para cada segmento, passará pela aprovação dos superiores e nomeada uma comissão para acompanhamento do P.D.U

    O USO DE MÁSCARA E A VOZ DO DOCENTE.

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    Tem como objetivo promover a conscientização dos servidores da UFRJ sobre a importância da voz humana para a qualidade de vida, bem como conscientizar a respeito dos sinais e sintomas de alterações vocais, favorecendo a prevenção e o diagnóstico precoce de doenças. A voz é a principal ferramenta de trabalho de muitos trabalhadores da universidade. O Distúrbio da Voz Relacionado ao Trabalho (DVRT) se caracteriza por qualquer forma de desvio vocal diretamente relacionado ao uso da voz durante a atividade profissional que diminua, comprometa ou impeça a atuação e/ou comunicação do trabalhador, podendo ou não haver alteração orgânica da laringe. (COSTA,2003) O Ministério da Saúde, em 24 de agosto de 2017, reconhece a relação entre os distúrbios de voz e a atividade laboral, e encaminha para publicação o protocolo de Distúrbio de Voz Relacionado ao Trabalho (DVRT). A disfonia tornou-se uma doença ocupacional ganhando ainda mais importância para a Saúde do Trabalhador da UFRJ. A pandemia da COVID-19 trouxe novos desafios e com isso a necessidade do uso de máscara facial para proteção, podendo causar prejuízo na inteligibilidade da fala e projeção vocal. A fadiga vocal é uma queixa recorrente principalmente dos docentes e servidores que utilizam a voz como principal ferramenta de trabalho. Com isso, a Saúde Vocal da Seção de Promoção e Prevenção em Saúde do Trabalhador (SEPS) pensou na produção deste vídeo informativo para atender esta demanda dos servidores da UFRJ.

    IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA SERVIDORES DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO

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    Este projeto, inserido na linha Inovação no Serviço Público, trata da implementação de um Programa de Educação Financeira na Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), que busca, de forma interativa, fazer com que as pessoas melhorem a sua compreensão em relação ao dinheiro, por meio da informação e orientação. A Educação Financeira tem recebido visibilidade no âmbito educacional, dada a situação de fragilidade econômica enfrentada por muitos países e, ao estar em caráter de ascensão, faz-se necessário que estratégias sejam traçadas com o objetivo de produzir conhecimentos sólidos e direcionados à necessidade de cada comunidade. Ao longo dos anos, dentro da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), observou-se que o interesse pela Educação Financeira tem crescido e que as pessoas têm cada vez mais se preocupado com o assunto. O Programa foi montado e estruturado com base nos livros e páginas eletrônicas dos principais autores sobre a temática, tais como Gustavo Cerbasi, Thiago Nigro, Nathalia Arcuri, Tiago Reis e Robert T. Kiyosaki. Desta forma, foi necessário realizar uma minuciosa pesquisa bibliográfica para a elaboração do curso. Depois de realizada a pesquisa em livros, artigos e websites da área, foi possível obter uma coletânea de materiais adequados à apresentação no Programa de Educação Financeira. O primeiro curso do Programa de Educação Financeira foi planejado para durar grande parte do ano de 2021, desde abril até novembro, de forma que o assunto ficasse presente na mente dos participantes e a fim de que houvesse tempo hábil para que se colocassem em prática os conteúdos que foram abordados. Espera-se que ao final da implementação do Programa, a sociedade como um todo se beneficie, dado que, à medida que o servidor público começa a gerir de maneira mais eficiente suas finanças pessoais, espera-se que, como consequência, ele também melhore a gestão de recursos públicos que estão sob sua responsabilidade.    

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