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Serviço da Web do Sistema Integrado de Gestão Acadêmica da UFRJ (SIGA)
Alguns sistemas da UFRJ desenvolvidos pela DevTIC precisam de dados atualizados em tempo real de alunos que estão cadastrados no Sistema Integrado de Gestão Acadêmica da UFRJ (SIGA). Já outros precisam gerenciar informações de projetos, bolsas e bolsistas no SIGA, para que as informações relacionadas a bolsas estejam sempre atualizadas e sincronizadas tanto no SIGA quanto para os sistemas que o utilizam. Para isso, foi desenvolvido um sistema com um serviço da web que pode tanto consultar como enviar informações ao SIGA. Atualmente, o serviço contém apenas recursos para consultar dados de alunos através do CPF que são usados nos sistemas PEL, DAE, Decult, Helios, CLAC, CadLDAP e o novo PIBIAC. Já o envio de dados atualmente é feito apenas para projetos, suas bolsas e bolsistas do novo PIBIAC. As novas versões do PIBIC e PROFAEX irão tanto consultar quanto alterar o SIGA. Para dar maior segurança no acesso aos dados, apenas sistemas clientes previamente cadastrados no sistema podem acessar os recursos do serviço, com a autenticação sendo feita através de um token de segurança gerado aleatoriamente. Para desenvolvimento local, testes ou sistemas em homologação, pode-se usar o token do sistema que contém o serviço em homologação. Já o painel de administração, que contém os sistemas autorizados, apenas pode ser acessado por usuários internos da UFRJ logados na Intranet e que possuem perfil de administrador. Com isso, dados sensíveis de alunos correm menos riscos de serem vazados. Os recursos de consulta de alunos só retornam os dados de visões criada na base do SIGA, que podem ser necessários à maioria dos sistemas, apenas repassando os dados no formato JSON para a aplicação cliente, sem lidar com eles diretamente. Se uma coluna for adicionada ou retirada dessas visões, o serviço retornará mais ou menos colunas, respectivamente, sem ser necessário alterar o código do serviço da web. Nesse caso, apenas a aplicação cliente terá de ser alterada. O sistema está implementado em PHP 7.4 usando o framework Laravel 8.0, com o frontend usando Blade, Vue.js, JavaScript, Jquery e framework MaterializeCSS. O banco de dados utilizado para gerenciar os dados administrativos foi o PostgreSQL. O sistema foi implantado em containers Docker usando integração contínua para atualizar o sistema de maneira eficiente com as novas alterações. Por fim, para facilitar o uso do serviço por aplicações clientes, há uma extensa documentação explicando o que faz cada recurso
Fatores que influenciam o acesso e a permanência dos estudantes com deficiência nos cursos de graduação durante a pandemia de COVID-19: a visão dos docentes da UFRJ
Este trabalho contribui para a temática de acessibilidade e inclusão vez que este estudo teve por objetivo geral propor ações e estratégias que favoreçam o acesso e a permanência dos estudantes com deficiência nos cursos de graduação da UFRJ durante a pandemia. Devido a COVID-19, as instituições de ensino tiveram de suspender as aulas presenciais, como forma de evitar o contágio e impedir a propagação da doença. Diante deste cenário pandêmico, o Conselho Nacional de Educação emitiu pareceres permitindo a ministração de aulas remotas. Sendo assim, com o retorno das aulas de forma remota, tornou-se necessário compreender como ocorreu o processo de ensino-aprendizagem durante esse período. O artigo irá discorrer sobre os resultados da pesquisa realizada com os docentes da Universidade Federal do Rio de Janeiro aplicado durante os meses de dezembro de 2020, janeiro e fevereiro de 2021. A fundamentação teórica consistiu em breve histórico do surgimento da universidade e sua criação no Brasil, histórico dos direitos das pessoas com deficiência, políticas públicas implementadas para expansão e democratização da educação superior e fatores que influenciam o acesso e a permanência dos estudantes nas universidades. Trata-se de uma pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa e quantitativa, com predominância da primeira. Refere-se a um estudo de caso e como instrumento de coleta de dados foi utilizado questionário on line, com questões abertas e fechadas, aplicado aos docentes da instituição. Quanto aos resultados, foram encontradas 13 barreiras: desconhecimento acerca do quantitativo de estudantes com deficiência; desmotivação dos estudantes; dificuldade de aprendizagem; falta de concentração/dispersão com outras atividades; condições psicológicas, emocionais e mentais dos docentes; falta de infraestrutura da residência, equipamentos e rede; sobrecarga de atividades; falta de contato com os discentes; falta de levantamento institucional acerca das condições de deficiência desses estudantes; falta de domínio das plataformas virtuais de ensino; falta de capacitação docente para ministrar aulas para esse público; inadequação dos métodos de ensino, avaliação e adaptação de aulas práticas para a modalidade remota e falta de assistência pedagógica adequada as condições de deficiência. Com base nesse levantamento foram propostas 16 ações que podem facilitar o acesso e a permanência desses estudantes com deficiência.
teste de submissão
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Workshop Gestando Sonhos e Tendencias de maneira criativa
: O presente projeto tem por objetivo auxiliar pessoas a compreender a perspectiva dos Sonhos e Tendências como meta do processo de construção de futuro em seu cotidiano. Por meio da análise do diagnóstico atual utilizando a ferramenta SWOT/FOFA. Construindo o mural dos sonhos com a ferramenta SMART. Montando sua identidade com ferramentas de diagrama de imagens. O público-alvo são aspirantes a empreendedores, terceiro setor, estudantes do Ensino Médio Técnico ou Educação de Jovens e Adultos (EJA).Construir a mentalidade empreendedora criativa, permitindo ao participante entender de maneira teórica e prática como criar, estruturar e divulgar seu empreendimento no mundo digital. Desenvolvendo a capacidade empreendedora e criativa. Ampliando a possibilidade de sonhar e desenvolver ideias inovadoras. Construindo um plano de ação sustentável. Compreendendo a maneira de executar o planejamento estratégico de forma eficiente. Criando designs rápidos e práticos a fim de divulgar seu produto/serviço no ambiente digital
A criação do dispositivo móvel para o controle de sinais e sintomas oncológicos
Apresentação: No mundo, o câncer se tornou uma das principais causas de morte prematura. Pessoas com câncer apresentam diversos sintomas, esses decorrentes tanto da própria doença, como também consequentes do tratamento. Atualmente se tem observado a importância de não intervir somente nos sintomas de forma isolada, e sim agrupando-os, visto que eles ocorrem simultaneamente, para que dessa forma se tenha uma abordagem eficiente (KWEKKEBOOM et al., 2020). Por isso é importante realizar o manejo adequado destes sintomas, para que a qualidade de vida do paciente seja otimizada. O cuidado prestado pela equipe de enfermagem ao paciente oncológico requer preparo e entrega plena do profissional, utilizando seus conhecimentos e habilidades para a resolução de diversas situações (DA LUZ et al., 2016). Sendo importante a aplicação da sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) para que o cuidado seja prestado de forma integral e holístico. As tecnologias têm avançado, e o acesso as mesmas têm sido ampliado tanto aos pacientes quanto aos profissionais. Aplicar a SAE, é importante para o cuidado integral, por isso foi pensado em utilizar a praticidade das tecnologias, para facilitar ao enfermeiro implementá-la (SCHULMEISTER, 2016). Objetivos: Desenvolver um software para dispositivo móvel no controle de sinais e sintomas nos pacientes com câncer. Descrever as etapas do processo de construção do software para dispositivo móvel no controle de sinais e sintomas nos pacientes com câncer. Metodologia: Trata-se de um estudo metodológico descritivo e exploratório, aplicado de produção tecnológica. Os passos metodológicos foram baseados na engenharia de software proposto por Pressman. O software foi embasado na teoria das necessidades humanas básicas de Wanda Horta, e utiliza como taxonomia a Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE) 2019. No software, para realizar a avaliação do estado funcional do paciente oncológico foi utilizada a Karnofsky Performance Status (KPS), instrumento de avaliação do desempenho dos pacientes por meio da capacidade física e da autossuficiência. O desenvolvimento do aplicativo seguiu duas fases: 1ª fase – planejamento do aplicativo, onde foi feita a verificação dos requisitos e descrição dos recursos a serem utilizados; 2ª fase – desenvolvimento do aplicativo, o qual se desenvolveu a arquitetura das telas, a utilização da linguagem de programação e testes acerca da aplicabilidade do mesmo. O desenvolvimento do aplicativo foi realizado pela plataforma Android, e sua construção foi por meio do MIT App Inventor 2. O período de construção do software ocorreu entre os meses de janeiro e março de 2021. Resultados: O processo de construção do aplicativo se iniciou a partir da idealização e criação de 21 telas desenhadas manualmente, que comunicavam-se entre si. No primeiro momento, se construiu o design das telas, escolhendo as interfaces necessárias para sua composição de maneira a corresponder a função a ser executada e após esse processo foi efetuada a programação computacional propriamente dita, ela foi realizada em blocos na ferramenta MIT App Inventor. Para desenvolver o software foi preciso unir os conhecimentos sobre os sinais e sintomas prevalentes em pacientes com câncer e as intervenções mais realizadas, frutos de uma revisão bibliográfica anterior; os conhecimentos sobre o processo de enfermagem presente na teoria de Wanda Horta; a CIPE e a lógica da programação computacional. Por intermédio da ferramenta MIT App Inventor 2, criou-se o aplicativo SAEOncoTec. Conclusão: A proposta deste estudo foi desenvolver um software para os profissionais enfermeiros realizarem controle de sinais e sintomas em pacientes oncológicos com a SAE. As telas do software foram elaboradas para facilitar a compreensão do usuário em relação à proposta do aplicativo. Por meio das técnicas de desenvolvimento utilizadas, foi possível a criação de um aplicativo que atendesse às necessidades funcionais e de usabilidade de seus usuários, de acordo com o seu perfil. Sendo de grande valia para a enfermagem, de modo a permitir a gestão do cuidado de forma mais eficiente, pois a tecnologia criada se mostrou uma ferramenta facilitadora do cuidado
ENSINO E DIVULGAÇÃO ONLINE DA QUÍMICA VERDE NAS ATIVIDADES DO ACS UFRJ STUDENT CHAPTER
O ACS UFRJ Student Chapter é um grupo de extensão internacional de alunos de graduação e pós-graduação da Escola de Química e parte oficial da American Chemical Society (ACS), sendo o primeiro Chapter da ACS no Brasil dedicado à Química Verde. Em linhas gerais, visa aproximar a temática da Química Verde das instituições de ensino médio e superior, e das indústrias químicas do Estado do Rio de Janeiro. Em 2020, o ACS UFRJ Student Chapter iniciou uma série de atividades online diversificadas, visando a divulgação e o ensino de Química Verde. A evolução da pandemia da COVID-19 evidenciou muitas questões, dentre elas o ceticismo de alguns quanto ao conhecimento científico, e como a sociedade está conectada e exerce influência sobre o todo. Sob este contexto, é necessário desmistificar a ciência como agente causador de catástrofes e inseri-la como solução, não só para profissionais da área, mas para a formação de cidadãos com participação crítica, os quais poderão ser atores de uma concepção de mundo mais sustentável. Além disso, uma abordagem sustentável traz benefícios não somente para o meio ambiente, mas também para a economia de uma região. Com o intuito de ampliar a divulgação científica em Química Verde e contribuir com o ensino dessa área, a partir do segundo semestre de 2020 o capítulo estudantil desenvolveu atividades online voltadas principalmente para o público acadêmico, mas que também contemplaram professores do ensino básico e profissionais de empresas químicas
Investigação in vitro de eventuais interações entre fibras alimentares solúveis e fármacos anti-hipertensivos
A modificação dos hábitos alimentares deve representar a medida inicial para a prevenção das doenças cardiovasculares. Para indivíduos hipertensos é recomendada a dieta DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension) que é rica em fibras alimentares. A maioria dos hipertensos, porém, necessitará de fármacos além das modificações do estilo de vida para alcançar a meta pressórica (BARROSO; RODRIGUES; BORTOLOTTO; MOTA-GOMES et al., 2021). O uso concomitante de fibras alimentares e medicamentos por via oral pode resultar em interações do tipo fármaco-nutriente, as quais podem alterar a biodisponibilidade do fármaco, induzindo falhas terapêuticas ou efeitos adversos. O objetivo deste trabalho foi investigar eventuais interações entre as fibras solúveis, β-glucana (proveniente de farelo de aveia), Fiber mais® (mistura de goma guar e inulina) e pectina com fármacos anti-hipertensivos pertencentes ao Programa “Aqui Tem Farmácia Popular”, utilizando método in vitro com meios que simulam a absorção gastrointestinal. Para isso, cada um dos fármacos (atenolol, hidroclorotiazida e losartana) foram incubados individualmente com cada uma das fibras, por um período de 30 minutos, em meio gástrico simulado pH 1,2 e meios intestinais simulados pH 6,8 e 7,5. Com a losartana, o ensaio também foi realizado no pH 4,1 que corresponde ao seu pKa. Os outros fármacos possuem pKa acima de 7,5, fora do pH da região de absorção gastrointestinal. Após o período de incubação, a solução foi filtrada em dispositivo de ultrafiltração Centrifree®, que separa o fármaco ligado ou adsorvido à fibra. O fármaco livre foi quantificado utilizando Cromatografia Líquida de Alta Eficiência acoplada a detector ultravioleta (CLAE-UV). As fibras testadas não alteraram as concentrações de atenolol e hidroclorotiazida livres em nenhum dos pHs testados. No caso da losartana, em pH 4,1, a porcentagem de fármaco livre foi 63,16 ± 20,19 (% fármaco livre ± desvio padrão), em comparação ao experimento sem a fibra. Este resultado sugere que existem fatores associados a estrutura da fibra, do fármaco e ao pH do meio que exercem influência na interação fibra-fármaco. Neste caso, somente a losartana e o farelo de aveia merecem atenção quanto ao risco de comprometimento da efetividade do fármaco na concomitância do consumo. Estudos continuam sendo realizados para esclarecer o mecanismo desta interação que poderá ter impacto na atenção à saúde de portadores de hipertensão considerando que a aveia é um cereal bastante consumido, sendo o Brasil o 6° maior país produtor e consumidor de aveia no mundo (COELHO, 2020)
Os objetos da coleção didática do Museu Nacional e os currículos escolares de Ciências e Biologia
O presente resumo destaca a pesquisa de tese desenvolvida no âmbito do Programa de Pós Graduação em Educação da UFRJ/Faculdade de Educação, intitulada “Os objetos da coleção didática do Museu Nacional e os currículos escolares de Ciências e Biologia”. O estudo focaliza as práticas pedagógicas de professores de Ciências e Biologia, a partir do uso que fazem de uma coleção didática zoológica da Seção de Assistência ao Ensino (SAE) do Museu Nacional. O objetivo principal foi analisar os sentidos que esses professores atribuem ao referido material didático na docência. Como base teórica, apostou-se nos estudos sócio históricos de Ivor Goodson (1997,2001,2013) sobre as disciplinas escolares; nos trabalhos de Hooper Greenhill (1999), Paulo Rogério Sily (2008, 2012) e Martha Marandino (2001, 2005, 2009, 2012), que se constituíram em importante suporte para elucidações sobre o campo da educação museal. Além disso, buscou-se também apoio em estudos sobre a cultura escolar (CHERVEL, 1990) e sua materialidade (LATOUR,1995; MILLER, 2013; VIDAL, 1999, 2003, 2009,2017; ESCOLANO BENITO, 2010,2017). Sob os aspectos metodológicos, a pesquisa compreendeu: (i) levantamento de aspectos históricos relativos à coleção didática de zoologia; (ii) análise dos formulários de avaliação sobre o uso da coleção preenchidos por professores de Ciências e Biologia; e (iii) entrevistas com professores de Ciências e Biologia que se utilizam desses materiais em suas atividades de ensino. As análises realizadas no estudo apontaram para os museus impactando o ensino de Ciências nas escolas, assim como estas intervindo nas ações pedagógicas dos museus. Acessando as práticas docentes é possível observar o uso dos exemplares zoológicos da SAE permeado por sentidos de prática, sentidos de novidade que assumem no universo escolar, valorização da História Natural e do Museu Nacional como lugar da ciência. Este estudo apresenta o desenvolvimento de uma proposta de análise que amplia as potencialidades de articulação entre estudos curriculares e educação em museus, com foco nos objetos zoológicos. Considerando que os professores que utilizam a coleção didática do Museu Nacional nos espaços escolares são impactados pelas especificidades de duas instituições, museus e escolas, com finalidades educacionais muito distintas, mas que se intercruzam, acredita-se que esta pesquisa contribui para uma compreensão mais aprofundada das relações entre museu e escola. Pensar a coleção didática no universo dos museus e a prática do professor com essa coleção na escola amplia nosso olhar sobre aspectos relacionados ao ensino de Ciências, tradições escolares, a cultura material escolar e de museus
Elaboração de vídeo: Mitos e Verdades sobre o Óleo de Coco
Este trabalho objetivou esclarecer a luz da ciência, mas com uma linguagem simples e popular- através de um vídeo de animação- o consumo e impacto do óleo de coco sobre a saúde. Inicialmente foram realizados levantamento bibliográfico nos principais artigos e sites de instituições de ensino nacionais e internacionais. Após essa etapa foi elaborado um vídeo animado e publicado em nossas mídias digitais, voltadas para os trabalhadores da UFRJ. Através do levantamento bibliográfico foram abordados no vídeo a composição , beneficio e formas de uso do óleo de coco. Assim, pode-se definir o óleo de coco como um produto obtido a partir da polpa do coco fresco maduro (especie Cocos nucifera L.), composto em sua maior parte por ácidos graxos saturados. A literatura mostra que o óleo de coco não está associado a redução do risco de doença cardíaca, assim como existem poucas evidencias a respeito dos seus efeitos sobre a perda de peso e redução da circunferência abdominal. Em relação a sua forma de uso, devido os possíveis malefícios a saúde no que diz respeito ao uso de óleos e gorduras alterados ou degradados é desaconselhado usar o óleo de coco após seu aquecimento em temperaturas extremas. Conclui-se que para melhor aproveitamento, o óleo de coco deve ser usado sem aquecer e que seu consumo seja moderado, assim como o uso de qualquer outra gordura saturada, além disso, recomenda-se que seu uso seja feito sob a recomendação de um Nutricionista. Todo esse conteúdo foi abordado no vídeo onde obtivemos boa aceitação, entendimento e interação do público
PROJETO DE EXTENSÃO ESPORTE PARA TODOS – METODOLOGIA NA PANDEMIA DE CIVID-19.
O esporte pode ser uma importante ferramenta de inclusão social, além de contribuir para o desenvolvimento físico e psicológico do indivíduo. O Projeto “Esporte para todos” visa contribuir para inclusão social e promoção da saúde dos pacientes oriundos da fisioterapia que obtiveram alta do HUCFF. A dinâmica do projeto antes da pandemia acontecia através de aulas presenciais 3x/semana 50 minutos, com a metodologia da execução de gestuais de modalidades esportivas em circuito, visando ampliar a mobilidade e a capacidade funcional dos idosos, e preservando sua autonomia. Com a pandemia e a necessidade do distanciamento social, elaboramos uma nova metodologia para a prática de atividade física. Nosso primeiro passo foi a execução de vídeos com programa de atividade física para que o aluno paciente pudesse praticar em casa. Os vídeos eram divulgados em um grupo de WhatsApp já existente, e com o passar do tempo foi observado que a aderência aos exercícios era muito baixa, o que gerou uma preocupação. Diante deste problema resolvemos alterar a metodologia. Nosso segundo passo foi a criação de 3 níveis de grupos de WhatsApp. O primeiro nível foi um grande grupo de WhatsApp composto pelos orientadores (Gustavo e Adriano) e todos os extensionistas. Neste grupo passamos as informações gerais e orientações, e através de reuniões online discutimos e elaboramos os programas básicos de atividades físicas que vão ser aplicados. No segundo nível os extensionistas foram reunidos em 4 subgrupos de 3 mais os orientadores. Nestes subgrupos tratamos das individualidades de cada aluno e suas necessidades. No terceiro nível os subgrupos do 2º nível de extensionistas criaram grupos de WhatsApp com a participação dos alunos do projeto, onde eles ficaram responsáveis por aplicar os exercícios, gravar os vídeos e controlar a frequência e motivar a prática de atividade física, além de cuidar do aspecto individual de cada praticante. Após a mudança na metodologia foi observado uma maior interação dos alunos com os extensionistas e uma maior adesão aos exercícios. Foram feitos pedidos pelos alunos de exercícios para atender a dores e necessidades especiais de cada um. Desta forma, podemos concluir que o segundo passo vem atendendo as nossas expectativas. Vale ressaltar que se trata de um processo em construção que pode vir a sofrer adaptações e alterações para que o objetivo principal do projeto de extensão seja atingido