Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    A produção de conteúdos autorais nas mídias sociais do Espaço Memorial Carlos Chagas Filho

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    O Espaço Memorial Carlos Chagas Filho (EMCCF) é o museu de ciência e tecnologia do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF/UFRJ). Além de preservar a memória do IBCCF, o museu tem como objetivo abrir as portas da universidade ao público externo. O que fazer, então, quando um museu com essas características precisa fechar as suas portas ao público? Essa foi a situação que o EMCCF se deparou com o início da pandemia de COVID-19. Em meio às incertezas e medos nos meses iniciais da pandemia, o EMCCF decidiu que a melhor forma de continuar desempenhando sua missão institucional era atuando na divulgação de informações de qualidade sobre assuntos relacionados à pandemia. Neste sentido, o objetivo principal foi desenvolver conteúdo autoral de divulgação científica nas mídias sociais como forma de estabelecer comunicação entre o museu e a sociedade. A metodologia envolveu pesquisa exploratória sobre os temas a serem abordados e posterior desenvolvimento de conteúdo autoral de divulgação científica para Instagram e Facebook. Associado às publicações, foi realizada a análise das métricas de engajamento nas mídias sociais para embasar a análise do impacto das postagens em relação ao público. A primeira coluna, “Fique de olho - especial COVID-19”, estreou no dia 25/05/2020, inicialmente publicada de segunda-feira a sábado, focando em informações relacionadas ao novo coronavírus, como por exemplo, características do vírus, notícias sobre sua prevenção, proteção, pandemias anteriores e etc.  Buscando ampliar o formato, a partir de julho de 2020 o EMCCF modificou a estrutura das publicações e inaugurou outras cinco colunas: “Fique de olho”, “Mito ou verdade”, “Peça do mês”, “Quem sou e onde estou?” e “Um museu para todos”. As novas colunas passaram a explorar novas possibilidades de layout, temas e a incorporar recursos audiovisuais. Em maio de 2021, a fim de ampliar ainda mais a atuação nas redes e buscar maior alcance e engajamento do público, foram criadas quatro novas colunas: “É fato ou fake?”, “Que que cê tá falando?!”, “Vestibulei...e agora?!” e “Fala Cientista”. Dessa forma, a produção que havia começado como resposta ao momento pandêmico, evoluiu e deu início a uma série de ações, explorando formatos e temas diversos. O projeto nas redes sociais vem permitindo que o museu dê continuidade à sua missão institucional de criar pontes entre a produção científica produzida na academia e a sociedade e continuará a fazer parte das atividades regulares do museu mesmo em tempos não pandêmicos

    Arautos do Mundo: produzindo oficinas antirracistas e de literatura de cordel

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    O Projeto de Extensão “Arautos do Mundo” trabalha, tornando acessíveis recursos humanos, simbólicos, teóricos, tecnológicos e espaços de circulação pela cidade para o seu público alvo. É o acesso a estes meios que funciona como estratégia de empoderamento para servidores da UFRJ, usuários dos serviços do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB-UFRJ) e coletivos negros, indígenas e de mulheres. Além da promoção do empoderamento e da saúde mental destes grupos, visamos favorecer o funcionamento de uma rede de cooperação entre diversas unidades da UFRJ e equipes externas parceiras e fortalecer o espírito crítico e o compromisso social de extensionistas, servidores da UFRJ e membros da comunidade externa. Utilizamos a metodologia participativa e instrumentos como diários de campo, questionários e depoimentos registrados em áudio e vídeo. Desta forma, nos reunimos com público alvo e parceiros para definir junto com eles as atividades que serão desenvolvidas, contando com a participação ativa de todos nossos interlocutores e colaboradores. Dentre os resultados alcançados, está o enriquecimento das estratégias que nosso público alvo já utiliza no combate à intolerância e à exclusão social e os significativos efeitos que isto tem para a saúde mental destes. Soma-se a isso a ampliação da sensibilidade sócio-cultural deles, assim como de nossos extensionistas, mediante experiências com atividades que envolvem interculturalidade, diversidade, pluralidade, alteridade e a percepção de si e do outro como sujeitos de direito. Com a pandemia da Covid-19, em reuniões não presenciais, passamos a produzir conteúdos para duas oficinas online. A primeira oficina começou a ser organizada a partir do contato com conteúdos antirracistas de coletivos parceiros que ampliou nossa percepção da importância do protagonismo de negros e indígenas no passado, no presente e no futuro do Brasil. Produzimos nossos próprios conteúdos e decidimos organizar uma oficina online antirracista, tendo coletivos indígenas como curadores de conteúdo. Já a ideia de fazer uma oficina de literatura de cordel online originou-se do trabalho que temos feito com este valioso bem do patrimônio histórico cultural brasileiro desde 2018. Portanto, em 2022, estaremos oferecendo online uma oficina antirracista indígena e uma oficina de literatura de cordel e daremos prioridadade para sevidores da UFRJ e profssionais do complexo de formação de professores.

    SABEDORIA E MOBILIZAÇÃO POPULAR A SERVIÇO DA COMUNIDADE - VILA RESIDENCIAL SEM CHEIA DE MARÉ

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    A comunidade da Vila Residencial da UFRJ, localizada na Ilha do Fundão, é o local de moradia imposta para vários moradores residentes nas diferentes ilhas antes da unificação dos arquipélagos em uma única ilha, e por interesse da Universidade foram removidos e alocados no canteiro de obras dos trabalhadores da construção da ponte rio Niterói que passou a se chamar Vila Residencial da UFRJ. E com a expansão de vagas de acesso a graduação sem ampliação de vagas na Residência Estudantil a Vila Residencial da UFRJ virou uma opção de moradia para vários estudantes que ingressaram por meio do SISU, principalmente por ser um local pacato e de aproximação com a universidade que garante melhor qualidade de vida no deslocamento casa/Universidade/casa. A comunidade tem um histórico de lutas e resistência que se arrasta a anos em busca da sua regularização fundiária, porém dentre suas conquistas de luta está a obra de Urbanização que foi executada numa parceria entre a UFRJ e o Governo do Estado do RJ com parte do processo de despoluição da Baia de Guanabara. Entretanto outros problemas, a exemplo das Cheias de Maré se mantiveram e continuam alagando ruas, residências e impedem a circulação dos moradores durante suas cheias e em alguns casos causando prejuízos e perdas materiais. O presente trabalho ira apresentar o resultado de um experimento de instalação de comportas nas canaletas de águas pluviais da Vila Residencial da UFRJ que foi pensado por trabalhadores Técnicos Administrativos em Educação da UFRJ moradores desta comunidade e executado por meio de mutirão comunitário envolvendo outros moradores Técnicos Administrativos em Educação da UFRJ e outros moradores não trabalhadores da Universidade. Que em sintonia conseguiram fazer o experimento, ainda em fase de observação, mas com resultados visíveis de que houve impedindo dos alagamentos das ruas pelas constantes cheias de marés. E neste IX SINTAE, que destaca os dezesseis anos do PCCTAE, queremos ainda reafirmar nossa identidade como Técnicos Administrativos em Educação que no seu fazer atuam como agentes do processo de formação do cidadão e da construção do conhecimento e do fortalecimento da Educação Superior. E a cada evento nos sentimos mais fortalecidos e estimulados para apresentar e publicar nossa produção que buscam iniciativas para resolver problemas do cotidiano do trabalho e também na relação social com a comunidade, a exemplo deste experimento na Vila Residencial

    PROPOSTA DE INTERVENÇÕES BREVES PARA O ENVOLVIMENTO COM SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS ENTRE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM

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    O uso indevido de substâncias psicoativas é considerado um grave problema de saúde pública que, em 2019, foi responsável por quase meio milhão de mortes no mundo (UNODC, 2021). Considera-se que o consumo de substâncias psicoativas pelos profissionais de enfermagem é semelhante à população em geral, apresentando consumo pesado para álcool e maconha, e uso abusivo de sedativos (JUNQUEIRA ET AL, 2018). Observa-se que, apesar de apresentarem conhecimento técnico-científico sobre as consequências do consumo de substâncias psicoativas, os profissionais não transpõem este conhecimento para a própria realidade. Deste modo, é evidente a necessidade de se detectar precocemente o envolvimento dos profissionais de enfermagem com substâncias psicoativas e intervir de forma preventiva, a fim de minimizar as consequências do uso abusivo. Este trabalho científico tem o objetivo de compartilhar uma proposta de pesquisa cujo objeto é o envolvimento com substâncias psicoativas entre os profissionais de enfermagem de um Hospital Universitário.  Trata-se de um relato da experiência de construção do projeto de tese de doutorado, em andamento, vinculado à Escola de Enfermagem Anna Nery. Pretende-se desenvolver este estudo de prevalência no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho. Os participantes serão os profissionais de enfermagem do hospital, através de amostra probabilística aleatória e atendendo aos critérios de inclusão e exclusão. Será traçado o perfil socioeconômico ocupacional, com aplicação do questionário ASSIST. A partir dos resultados do questionário ASSIST, será realizada a Intervenção Breve, adotando seus elementos essenciais (FRAMES – Feedback; Responsability; Advice; Menu of option; Empathy; Self-efficacy). Os dados serão analisados através de estatística descritiva, com análises univariadas e bivariadas, apresentadas em frequências absolutas e relativas. Os dados serão processados a partir de sua codificação, tabulação, organização e tratamento estatístico, utilizando-se o software Statistical Package for Social Science (SPSS). Em cumprimento à legislação ética vigente, após autorização da instituição coparticipante, o projeto será submetido aos CEP e, assim que aprovado, serão contatadas as chefias de enfermagem dos setores do HUCFF para apresentação da pesquisa e agendamento da coleta de dados junto aos profissionais de enfermagem, cuja participação será condicionada à assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Conclui-se que o compartilhamento da construção deste projeto se configura como um importante respaldo científico para as práticas assistenciais preventivas, relacionadas ao uso abusivo de substâncias psicoativas entre profissionais de enfermagem

    O trabalho do tradutor intérprete de Libras acadêmico no contexto remoto: análise e reflexões das demandas recebidas e suas implicações

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    Este relato de experiência objetiva apresentar dados estatísticos acerca das demandas de tradução e interpretação recebidas a partir do mês de março de 2020 até a presente dada, juntamente com uma análise dessas informações no intuito de apontar sugestões factíveis que contribuam positivamente para a atuação deste importante promotor de acessibilidade nos contextos acadêmicos, a saber, o tradutor intérprete de Libras. Cada vez mais presentes e atuantes dentro da UFRJ, tendo alcançado uma exposição jamais vista durante o período remoto pandêmico, através das presenças em lives, aulas, palestras, festivais entre outros eventos, a quantidade de solicitações demandando a atuação desses profissionais disparou. Ao mesmo tempo em que a crescente atenção dada à acessibilidade pode ser considerada um progresso alcançado pela instituição, uma necessidade maior de cuidado com o trabalho realizado pelos tradutores intérpretes de Libras precisa ser dispensada. Para garantir uma maior qualidade de seu trabalho que diretamente influencia o quanto uma pessoa surda diretamente apreenderá do conteúdo, faz-se necessário que certas medidas sejam cumpridas como: a solicitação antecipada dos eventos; o envio de material de apoio para preparação; e cuidados importantes a serem tomados quando a interpretação acontece. A pesquisa realizada coletou dados não apenas da quantidade de eventos solicitados, mas com quanto tempo de antecedência as solicitações se deram; a porcentagem de eventos em que algum tipo de material preparatório foi entregue e com quanto tempo antes isto ocorreu. A partir da interpretação desses números, sugestões para aprimoramento da qualidade desse trabalho serão repassadas e espera-se que a partir delas, uma maior conscientização a respeito da importância desses profissionais assim como um maior suporte para que tal trabalho possa ser propriamente conduzido seja cada vez mais observada.

    Técnicos-administrativos (as) em Educação na Extensão: uma experiência no Grupo de Estudos de Participação e Avaliação na Ação Humanitária

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    Este trabalho tem o objetivo de apresentar como se deu a atuação das técnicas-administrativas, em colaboração com docentes e discentes, em uma atividade de extensão durante a Pandemia do covid-19. E como metodologia utiliza-se do relato de experiência da equipe organizadora, usando da narrativa, apresentada nas reuniões de avaliação das atividades. Assim como usou-se da pesquisa bibliográfica e documental para fundamentar este resumo. O Grupo de Estudos de Participação e Avaliação na Ação Humanitária (GEPAAH) realizou suas primeiras atividades através da plataforma Zoom, usou ainda do Google Drive para o compartilhamento de materiais entre outras ferramentas para o diálogo entre a coordenação e demais extensionistas. Este grupo de estudos foi desenvolvido pelo Núcleo Multidisciplinar de Avaliação de Políticas Públicas (NUMAPP), da Universidade Federal do Ceará (UFC), em conjunto com o Projeto de Extensão Cultura Avaliativa: Desafios e Perspectivas (PR-5), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com base na pesquisa de Morais (2020). E que, inicialmente, realizou o Ciclo de Atividades em Participação e Avaliação na Ação Humanitária que partiu da construção de conhecimentos e práticas emergentes sobre Avaliação e Participação na América Latina. Este ciclo foi dividido em dez sessões temáticas coordenadas por Alcides Gussi, Regislany Morais e Márcia Braz e teve ainda profissionais convidados nacionais e internacionais. Desses dez encontros foram realizadas palestras com especialistas no assunto abordado, duas oficinas de trabalho e um workshop o que possibilitou ter um panorama teórico e prático dos conteúdos apresentados. Como resultado deste trabalho evidenciamos a relevância da atuação conjunta entre docentes, técnicos-administrativos em educação (TAEs) e discentes para o bom desempenho das mais diversas atividades do grupo. Frisa-se que dentre as funções dos TAEs, com base no Plano de Carreira dos Cargos Técnicos-Administrativos em Educação (PCCTAE), tem-se a de oferecer suporte e contribuir com o desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão em diálogo com o tripé que norteia as atividades das Universidades e Institutos Federais. Sendo assim indissociáveis e fundamentais para atingir os objetivos institucionais dentre eles o de proporcionar uma educação que visa ser emancipatória. No entanto, uma das dificuldades encontradas pelos TAEs é justamente a possibilidade de que estes atuem nas atividades de pesquisa e extensão dentro de sua carga-horária de trabalho. Assim concluímos a partir dessa experiência que a atuação conjunta de todos os que fazem parte da comunidade acadêmica, especificamente na extensão, potencializou ainda mais o bom desempenho das atividades do GEPAAH

    Universo Acessível – um projeto de ensino de astronomia para quem não pode ver com os olhos

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    A astronomia é uma ciência que em si sempre desperta nas pessoas um interesse especial e independente de sua origem cultural ou social. Fato que se deve principalmente a questões ligadas a nossa própria existência e nosso lugar no Universo: Como surgiu o Universo? Qual o seu tamanho? São alguns exemplos desses questionamentos. Por seu caráter atrativo, ela é usada como agente motivador no ensino de outras ciências, tais como matemática, por exemplo. Na verdade, a astronomia pode ser considerada como um dos maiores motivadores para despertar o interesse de jovens para as áreas de ciência e tecnologia. De uma maneira geral, há diversos problemas no ensino de Ciências nos níveis Fundamental e Médio e isso se acentua no caso da Astronomia. Para pessoas cegas e com baixa visão, o ensino de Astronomia é ainda mais precário, pois carece de material específico, desenvolvido para suprir essa necessidade. Neste contexto, trabalhos em relevo com diferentes texturas e contraste de cores, impressos em Braille e tipo ampliado são essenciais. Assim, diante da escassez de materiais para alunos com deficiência visual e diante do crescente número de alunos cegos ou com baixa visão matriculados nas escolas regulares do país, surge o projeto Universo Acessível desenvolvido no Observatório do Valongo – UFRJ em parceria com o Instituto Benjamin Constant (IBC). Nosso trabalho tem enfoque na produção de recursos didáticos adaptados em diferentes formatos, servindo de apoio para alunos do Ensino Fundamental com deficiência visual, buscando estimular o conhecimento acerca da astronomia. Todo material desenvolvido segue as diretrizes apresentadas na Base Nacional Comum Curricular. Deste modo, cada material será aplicado em diferentes séries. Uma vez escolhido o tema e escrito o texto e figuras a serem adaptadas, passamos aos professores do IBC para que verifiquem a adequação das escolhas. Após a aprovação iniciamos o processo de desenvolvimento do material.  Como resultado, desenvolvemos material 3D, de fácil reprodução e baixo custo (Lua, Planetas); recursos didáticos táteis, utilizando a técnica de termoformagem (três cadernos pedagógicos); jogos (dois jogos) e livro falado. Depois de finalizado, o material é avaliado por revisores cegos e com baixa visão do IBC e, uma vez corrigidos os eventuais problemas, são testados em sala de aula. Finalmente o material aprovado é doado ao IBC que é responsável por sua distribuição no território nacional para instituições públicas de ensino. Como conclusão podemos afirmar a importância do trabalho interdisciplinar como um dos caminhos que favorece produções pela perspectiva da Educação Inclusiva, respondendo às demandas das pessoas cegas ou com baixa visão, tendo como resultado materiais inclusivos, mas não exclusivos para esse público

    Projeto Ares novos para a primeira infância

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    O objetivo principal deste projeto é obter informações sobre as concentrações de PM2,5 em áreas da cidade do Rio de Janeiro com alta densidade populacional, crianças em idade pré-escolar e escolar e famílias morando em condições desfavoráveis (baixo índice de qualidade de vida e/ou qualidade do ar regular) através da instalação de monitores de baixo custo (IQAir), bem como compartilhar os dados e resultados obtidos com a Prefeitura da cidade de forma que possam ser utilizados como suporte na procura de soluções para os problemas de qualidade do ar e qualidade de vida da população, especialmente as crianças.Os resultados do monitoramento são disponibilizados on-line através do site IQAir e do aplicativo AirVisual que pode ser utilizado no celular pelo público em geral para informação dos valores horários e valores diários de concentrações de  PM2,5 e Índice de Qualidade do Ar (USA). Além disso, os usuários cadastrados, podem obter no site o histórico dos valores medidos.Os resultados são também compartilhados com a Prefeitura do Rio de Janeiro, a Red Convergencia para la Acción/Proyecto Aires Nuevos para la Primeira Infancia e a toda a sociedade podendo auxiliar na melhoria da qualidade de vida e saúde da população

    GENERO E AGUA

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    Promover o emponderamento, a sensibilização, autonomia e conscientização das mulheres e meninas referentes ao gênero e água, através de oficinas expositivas

    Aproveitamento e aumento do valor agregado dos resíduos e coprodutos agroindustriais para produção de diferentes produtos biotecnológicos

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    Produtos e processos biotecnológicos têm despertado grande interesse nos últimos anos devido ao seu potencial para substituir os produtos convencionais obtidos principalmente a partir de matérias-primas de origem petroquímica.  Similar a uma refinaria petroquímica, um bioprocesso sustentável do futuro terá uma instalação integrada, que poderá converter uma grande variedade de matérias-primas em bioenergia, calor, produtos químicos e outros materiais de maior valor agregado maximizando o valor da biomassa e, minimizando o desperdício e a quantidade de resíduos descartados no meio ambiente. Este projeto tem como foco a produção e utilização de produtos biotecnológicos de interesse industrial dentro da ótica da Bioeconomia e do conceito integrado das biorefinarias. Esta abordagem deverá possibilitar formação de recursos humanos e desenvolvimento em bioprocessos que poderão levar ao desenvolvimento de tecnologias nacionais, viabilizando e ampliando a utilização destas em diversos segmentos industriais.  O estudo e inter-relação entre os aspectos fundamentais e tecnológicos dos processos de produção e utilização de metabólitos de origem microbiana e vegetal de interesse de diversos segmentos industriais como a indústria do petróleo, química, farmacêutica, alimentícia e ambiental constitui-se como o principal objetivo desse projeto

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