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Procedimentos metodológicos para coleta de dados a partir de uma perspectiva prática
Este trabalho versa sobre os procedimentos metodológicos adotados no estudo avaliativo intitulado Avaliação do Projeto de Extensão CLAC (Cursos de Línguas Abertos à Comunidade/Faculdade de Letras/UFRJ) como uma Ação para a Formação Docente, dissertação de mestrado defendida por Franciane Santos de Sousa, Técnica em Assuntos Educacionais da UFRJ, na Faculdade Cesgranrio. O objetivo desta apresentação é compartilhar, com outros técnicos em educação, conceitos, abordagem metodológicas e estruturações para a elaboração de instrumentos de coleta de dados para pesquisas quantitativas e qualitativas numa perspectiva prática, a partir de um estudo concluído. Esse propósito se justifica pela relevância que os procedimentos metodológicos têm no desenvolvimento de uma pesquisa, uma vez que, de acordo com a natureza do estudo a ser realizado, a escolha desses procedimentos e sua realização poderão definir se a pesquisa cumprirá ou não o seu objetivo. Serão abordados os seguintes procedimentos metodológicos para coletas de dados: entrevista, grupo focal, observação de campo e questionários. Resultados: foi possível pontuar, a partir da referida dissertação, os conceitos dos referidos procedimentos, suas características básicas, a quais tipos de coletas se destinam, quando devem ser adotados, os cuidados que demandam, suas observações importantes, como devem ser estruturados e manejados
A experiência do estágio remoto em Serviço Social do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho
Introdução: O presente trabalho tem o objetivo de compartilhar a experiência da supervisão de campo através do estágio remoto, coordenado por um grupo de assistente sociais do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, considerando a garantia de continuidade do ensino no âmbito da formação universitária em matéria de Serviço Social naquela instituição no período pandêmico imposto do novo coranavírus (Sars-Cov-2). Fundamentação: Desde 2020, todo o processo de trabalho e, sobretudo, as ações de assistência à saúde e atividades de ensino foram repensadas para atender as necessidades de adaptação determinada por tal contexto, que exigiu a implementação de medidas sanitárias como o distanciamento social. Nessa conjuntura, o ensino remoto se apresentou como a única ação estratégia possível e a opção pelo desenvolvimento do estágio remoto ocorreu após intenso debate da equipe de Serviço Social, que avaliou ser a melhor alternativa naquele momento. O objetivo geral do estágio remoto em Serviço Social, realizado no período de março a outubro de 2021, é contribuir para o processo de formação profissional do discente no âmbito de um hospital universitário e oferecer a compreensão da relação teoria e prática, através da integração: aluno, campo de estágio e a unidade de ensino. Os objetivos específicos são: fomentar a participação do aluno em pesquisas de recursos institucionais e articulação de redes intersetoriais, assim como contribuir com a capacitação dos estagiários no desenvolvimento de ações educativas em saúde. Metodologia: O estágio remoto foi executado através da criação de três subgrupos temáticos, um grupo responsável pela pesquisa temática e a produção de materiais educativos referentes aos direitos sociais, o segundo grupo realizou pesquisa de recursos e articulação com a rede intersetorial através de contatos telefônicos e envio de e-mails, enquanto o terceiro grupo foi o responsável pela criação e elaboração do conteúdo digital a ser divulgados nos canais de mídias sociais do Serviço Social, tais como Instagram e Facebook. Resultados parciais: Apesar dos limites encontrados na execução das atividades propostas pela supervisão do estágio remoto, principalmente quanto a recursos digitais disponíveis, as ações de estágio evitaram a descontinuidade do processo de formação profissional do aluno de graduação e possibilitaram aperfeiçoamento e inovação do fazer profissional do assistente social no HUCFF. Conclusão: As atividades do estágio remoto potencializaram a qualificação da intervenção profissional, a valorização e o reconhecimento do trabalho do assistente social no âmbito da saúde de um hospital universitário e a prestação de serviços à população usuária
ADAPTABILIDADE NA CARREIRA NO SERVIÇO PÚBLICO: ESTUDO COM OS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO
O presente trabalho tem como objetivo analisar se existem diferenças na adaptabilidade de carreira dos servidores Técnico-Administrativos em Educação – TAEs. A pesquisa adota um enfoque quantitativo e é caracterizada como não probabilística, não experimental e com corte transversal (SAMPIERI, COLLADO e LÚCIO, 2013). Realizou-se um survey de âmbito nacional, com 746 respostas, 721 destas válidas, distribuídas em 159 na região Sudeste, 294 na Sul, 110 no Nordeste, 48 do Centro-Oeste e 110 do Norte. O instrumento utilizado foi a Escala de Adaptabilidade Carreira derivada do estudo internacional de Savickas e Porfeli (2012) composta pelos construtos preocupação (concern), controle (control), curiosidade (curiosity) e confiança (confidence), cada um com 6 itens, totalizando 24 itens traduzida e validada no contexto brasileiro em Audibert e Teixeira (2015). As respostas são selecionadas através de uma escala de tipo Likert com cinco pontos, entre 1 e 5, onde o respondente reflete sobre ser nível de desenvolvimento de cada item, sendo 1 para pouco ou nada e 5 para extremamente bem. Na exploração dos dados, se avaliou a existência de diferenças por gênero, ocupação de função, ter trabalhado em outro órgão, possuir outro vínculo, satisfação e interesse de rotatividade, idade e escolaridade. Verificou-se ausência de diferenças entre gêneros, ocupação de função e diferenças estatisticamente significantes nas avaliações de quem possui outro vínculo, de satisfação e interesse em rotatividade, idade e escolaridade. Entende-se como contribuição a exploração do construto de adaptabilidade de carreira em um contexto de carreira pública, no Brasil, com características muito diversas dos cenários explorados até então, bem como ofertar maiores elementos sobre estratégias de adaptabilidade de carreira dos servidores de uma carreira pública, que podem contribuir para a construção de políticas e práticas de gestão de pessoas para este contexto
Levantamento Preliminar dos Acervos Culturais do Centro de Ciências da Saúde
O Grupo de Trabalho Acervos Culturais do Centro de Ciências da Saúde, desde 2019, vem promovendo o engajamento do corpo social do CCS para a preservação do patrimônio cultural das Ciências da Saúde. Através do formulário online “Levantamento Preliminar de Acervos Culturais do CCS”, o GTAC faz o mapeamento das ações de preservação do patrimônio cultural do CCS, Podem responder ao formulário, curadores de museus, coleções e acervos preservados em diversos locais, incluindo bibliotecas. O formulário é dividido em 3 partes: a primeira categoriza quem responde, a segunda traça o perfil do acervo, suas condições de guarda e acesso, e a última trata das relações com o ensino, pesquisa e extensão. Desde 2021 o GTAC tem um projeto de extensão que divulga os acervos em seus perfis nas redes sociais. Esse trabalho objetiva apresentar os dados das respostas do formulário que constam no Relatório de Atividades 2019-2020 e os dados de 2021, e mostrar os assuntos abordados nas postagens em mídias sociais. Para a análise dos dados do formulário será usado um método comparativo, traçando o perfil da situação dos acervos culturais, quanto as condições de guarda e acesso, dimensionando as necessidades do patrimônio cultural do CCS para a preservação adequada. Quanto ao projeto, serão analisados os temas das postagens e o nível de engajamento do usuário, dados que podem orientar o projeto a investir em assuntos e modelos mais atraentes aos seus seguidores
Articulação de Recursos Institucionais para Novos Direitos dos Pacientes
Apresentamos, pela perspectiva do Serviço Social, o resultado de um Projeto Piloto implementado em 2020 para o fornecimento de alimentação para os pacientes com tuberculose atendidos em ambulatório da UFRJ, que foi realizado em parceria entre o Serviço de Nutrição, Serviço Social, Direção Administrativa e Executiva de duas Unidades de Saúde do Complexo Hospitalar.O projeto articulou uma medida de suporte após o jejum requerido para a realização dos exames necessários para o acompanhamento/tratamento, para garantia de permanência durante os atendimentos oferecidos pela equipe multiprofissional - Enfermagem, Laboratório, Medicina e Serviço Social - com o fornecimento de lanche que grande parte dos pacientes atendidos não tem recursos para arcar individualmente.O projeto piloto teve como propósito articular os recursos institucionais disponíveis para garantir o atendimento e acompanhamento dos pacientes com a maior qualidade e humanização, possibilitando uma contribuição significativa em seu tratamento e buscando consolidar esse atendimento como um direito. O projeto foi realizado entre os meses de novembro e dezembro de 2020 e também no mês de fevereiro de 2021, para avaliarmos a dinâmica de distribuição e o atendimento com esse novo recurso utilizando, inicialmente, cotas disponíveis e não utilizadas devido a diminuição do fluxo de pessoas atendidas devido a Pandemia de Covid-19.A avaliação da equipe técnica e dos pacientes foi de melhoria da qualidade do atendimento, especialmente diante da ampliação dos agravos da pobreza e pobreza extrema, que destituem parte da população usuária de patamares mínimos necessários à vida digna e ao sucesso do tratamento, cruciais para o paciente, família e comunidade. Após a execução e avaliação do projeto piloto o projeto de fornecimento de alimentação foi repactuado internamente e foi reconfigurado em novo formato, ampliando a entrega para outros dias, como previsto no projeto piloto, mas pendente ainda de garantias de manutenção como ação permanente, pois ainda não foi institucionalizado e provisionado de recursos, sendo esse o maior desafio em nossa avaliação para que de fato se consolide como direito do paciente
Os desafios de fechar, mas não parar. A adaptação da rotina administrativa no Departamento de Educação Física e Desportos durante a pandemia de covid-19.
Resumo: Em março de 2020, com o avanço da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE) da Universidade Federal Fluminense (UFF) publicou a Instrução de Serviço n.º 004 de 2020 possibilitando aos servidores o trabalho remoto como medida de proteção à vida de docentes, discentes e técnicos-administrativos. Neste momento estávamos diante de um novo desafio, manter as atividades acadêmicas e administrativas em um cenário de mudança de rotina não só de trabalho, mas de uma mudança radical na forma de viver. As secretarias do Departamento de Educação Física e Desportos tiveram a necessidade de se adaptarem para buscar desenvolver novas formas de atender às demandas que possuía e às novas que surgiram com a suspensão do trabalho presencial e início do trabalho remoto. O primeiro desafio a ser superado foi a montar uma estrutura em casa que permitisse ao servidor trabalhar de forma mais produtiva possível. Essa foi uma grande dificuldade, pois alguns não dispunham de equipamento adequado como notebooks, computadores com webcam, celulares de última geração e até mesmo internet de alta velocidade. Nesse sentido, a Instrução de Serviço n.º 008 de 2020 da PROGEPE possibilitou que os servidores pudessem retirar equipamentos de informática, mediante preenchimento do termo de responsabilidade, para desenvolver suas atividades laborais em suas residências. Outra dificuldade enfrentada pelos servidores foi desenvolver os trabalhos que sempre foram realizados em equipe sem estar com suas equipes. Dentre os desafios apresentados também devemos mencionar a dificuldade em separar a rotina de trabalho da rotina do lar. Por vezes essa questão impôs um exercício enorme para ajustar horário de trabalho e as necessidades de casa, dentre elas podemos citar a atenção que precisava ser dispensada às crianças, que naquele momento também estavam com as aulas presencias suspensas além dos cuidados com outros familiares, bichos de estimação, entre outros. Dentre as mudanças ocorridas o Departamento passou a possibilitar que os alunos realizassem as inscrições em disciplinas por e-mail. Uma outra ação possibilitou autonomia ao corpo docente e técnico-administrativo com relação à abertura de processos de progressão e/ou promoção na carreira, estágio probatório, afastamentos, entre outros, publicando no site do Instituto o passo a passo para abertura de processos no Sistema Eletrônico de Informações (SEI!)
INTERNAÇÕES HOSPITALARES POR DIARREIA E GASTROENTERITE DE ORIGEM INFECCIOSA EM CRIANÇAS DE 0 A 4 ANOS NO MUNICÍPIO DE MACAÉ/RJ
Introdução: Sabe-se que a diarreia é a segunda causa de morte em crianças menores de 5 anos no mundo inteiro e no último relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), estima-se que 8% das crianças no planeta morrem por doença diarreica. Os países em desenvolvimento são os mais atingidos com esse problema pois, em sua maioria, eles têm precarização no fornecimento de água potável segura, saneamento básico, higiene e dispõem de um mau estado geral relacionado à saúde nutricional. Esses fatores se tornam uma complicação pois a maioria dos patógenos responsáveis pelas doenças diarreicas compartilham a mesma via de transmissão, sendo essa conhecida como transmissão fecal-oral, pois passa das fezes de uma pessoa até a boca de outra, a transmissão ocorre principalmente associada a ingestão de água e alimentos contaminados por esses patógenos (OMS, 2009; UNICEF, 2019). Objetivo: Descrever e discutir o número de internações hospitalares por diarreias e gastroenterites de origem infecciosa em crianças de 0 a 4 anos em Macaé/RJ, comparando-o ao Estado do Rio de Janeiro e ao Brasil. Metodologia: Este estudo foi desenvolvido na perspectiva da pesquisa epidemiológica e, portanto, possui abordagem quantitativa com análise retrospectiva a partir de dados secundários disponíveis publicamente. Resultados: No município de Macaé em 2016, 4 crianças foram internadas por alguma doença diarreica e gastroenterite de origem infecciosa; 6 crianças em 2017; 4 crianças em 2018; 3 crianças em 2019 e 2 crianças em 2020. Não há dados específicos para o município sobre internações por Shigelose, Amebíase, Cólera e Esquistossomose. No estado do Rio de Janeiro em 2016, 1.046 crianças foram internadas por alguma doença diarreica e gastroenterite de origem infecciosa; 959 crianças em 2017; 1.176 crianças em 2018; 1.362 crianças em 2019 e 1.427 crianças em 2020. No Brasil em 2016, 45.239 crianças foram internadas por alguma doença diarreica e gastroenterite de origem infecciosa; 34.940 crianças em 2017; 33.499 crianças em 2018; 31.777 crianças em 2019 e 18.234 crianças em 2020. Este estudo encontra-se em desenvolvimento e os fatores ambientais e sanitários associados aos dados de internação hospitalar encontram-se em fase de análise e discussão. Conclusão:Considerando as características municipais urbanas que impactam a saúde, é necessário novas investigações no que se refere as internações infantis por diarreia e gastroenterite de origem infecciosa e exposição a condições sanitárias de risco
Projeto Escola Solar: Energia Renovável, Futuro Sustentável
O Projeto Escola Solar é um projeto de extensão criado em 2018 e em execução desde 2019 que se propõe a construir uma ponte entre o conhecimento produzido na UFRJ e alunos da rede pública de ensino. Esta iniciativa visa promover um despertar sobre questões socioambientais e contribuir para a formação de jovens mais críticos, conscientes e transformadores da realidade em que vivem. É uma realização do Laboratório de Química de Superfícies (LaQuiS) do IQ/UFRJ, coordenado pela Profa. Maria Luiza Rocco. O projeto estabeleu uma parceria com a Secretaria Estadual de Educação para execução de palestras, minicursos, oficinas e a implantação de sistemas de células solares orgânicas que atuarão como instrumentos pedagógicos transdisciplinares. O projeto conta com uma equipe composta por um professor que atua na escola piloto, uma química e oito alunos extensionistas de diferentes unidades da UFRJ, que contribuem de forma proativa para a construção de conhecimentos baseados na pluralidade. Devido às restrições sanitárias, as atividades do último ano se concentraram no planejamento estratégico das ações previstas, além da elaboração de materiais didáticos acessíveis ao público-alvo (estudantes do Ensino Médio) para serem publicados em um perfil no Instagram com o intuito de aproximar estes alunos de conhecimentos relevantes sobre a produção de energia sustentável e outros temas relativos à sustentabilidade.
A divulgação científica em tempos de pandemia
A divulgação científica é um desafio para a ciência em todo o mundo. Em tempos de pandemia, o ato de conscientizar a população sobre a importância da ciência se tornou ímpar. O CENABIO/UFRJ é um centro multiusuário, multidisciplinar com infraestrutura e parque de equipamentos único na América Latina. Oferecendo suporte técnico-científico e acadêmico a cientistas de todo o país, permitindo o desenvolvimento de projetos de caráter multidisciplinar na fronteira do conhecimento que podem ir da molécula ao organismo inteiro. Além de constituir um centro de referência na pesquisa biomédica, o CENABIO também cumpre seu papel na educação e divulgação da ciência ao grande público. Possuindo um Núcleo de Educação e Divulgação Científica - NEDiCi, que é responsável pela criação de atividades de divulgação científica. Dentro desse contexto, o NEDiCi, já realizou diversas ações recebendo alunos nas dependências do CENABIO e levando oficinas até as escolas. Em tempos de pandemia, esse núcleo passou a exercer suas atividades de forma remota. E uma das grandes questões foi a de como transpor visitas presenciais em oficinas remotas. Tendo como contexto a disseminação crescente de fake News durante o período de pandemia e desenvolvimento das vacinas contra o SARS-CoV2, foi montada uma oficina lúdica e dinâmica contendo informações acerca da Covid-19 para ser ministrada online por plataformas de videoconferência para o público infantojuvenil. Durante a realização da oficina foi estimulado o pensamento crítico dos jovens participantes e o debate através de afirmações, que poderiam ser verdadeiras ou falsas, acerca da Covid-19 e do SARS-Cov2. Os participantes deveriam debater com os colegas e chegar a um consenso sobre se as afirmações eram fatos ou fakes e explicar o porquê. Após a exposição das justificativas pelos participantes, os facilitadores expunham as explicações sobre as afirmativas e as debatiam. O objetivo desta oficina foi o de conscientizar o público infantojuvenil acerca da qualidade da informação veiculada na internet, nas mídias sociais e aplicativos de comunicação. Demonstrar que toda a informação precisa ser obtida a partir de uma fonte confiável e analisar quais podem ser consideradas fontes confiáveis, além de muni-los com informações corretas e atualizadas sobre a Covid-19. Foi considerado que essas informações foram repassadas com êxito para as crianças de maneira lúdica e leve para que elas possam agir na prática, da maneira mais segura para todos, além de estimular o pensamento crítico-científico e trabalho em equipe