Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    3173 research outputs found

    Oficina de Literatura de Cordel - uma ferramenta online do Projeto de Extensão "Arautos do Mundo"

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    Desde 2017, o Projeto de Extensão da UFRJ, “Arautos do Mundo” trabalha com ferramentas de educação em direitos humanos, com servidores da UFRJ, profissionais do ensino básico, usuários dos serviços do Instituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB-UFRJ) e coletivos negros e indígenas. A oficina de cordel é a nossa mais nova atividade de educação em direitos humanos, cujo material foi criado em grupos de trabalho com usuários dos serviços de saúde mental do IPUB, servidores da UFRJ e extensionistas do projeto durante o segundo semestre do ano de 2021.Dividimos a oficina em quatro módulos: história do cordel, elementos do cordel, critérios estéticos e xilogravuras. Para potencializar o impacto sobre os participantes da oficina, escolhemos diferentes linguagens, como a literatura de cordel, o audiovisual, cards com imagens e textos e podcast. Para otimizar nosso tempo, já que priorizamos servidores da UFRJ e profissionais do ensino básico com um sobrecarga de trabalho considerável, criaremos um grupo no WhatsApp para comunicação entre coordenadores da oficina e participantes. Nele, será feita a distribuição dos conteúdos e daremos os feedbacks sobre os conteúdos e sobre os formulários e enviaremos lembretes sobre os prazos para envio dos formulários.  Realizaremos apenas dois tipos de encontros síncronos por videoconferência: um encontro virtual síncrono para a apresentação da proposta da oficina e, no decorrer da oficina, uma vez por mês, faremos um plantão online de acompanhamento de cada módulo da oficina

    Curso de extensão em formação continuada para acessibilidade cultural: uma experiência no Museu da Geodiversidade

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    O projeto de extensão Um Museu para Todos: Adaptação da Exposição Memórias da Terra (Museu da Geodiversidade) para Inclusão da Pessoa com Deficiência, registrado na Pró-reitoria de Extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro, desde 2013, tem por objetivo propor diretrizes para tornar a exposição “Memórias da Terra” acessível e inclusiva, considerando a qualidade no atendimento, o compromisso com a divulgação da ciência e os direitos das pessoas com deficiência. Uma das ações desenvolvidas é a oferta de treinamento e capacitações através de cursos de extensão, oficinas e minicursos. Em 2022, numa parceria com o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social, o MGeo ofereceu, de forma gratuita e remota, o curso de extensão “Aprendendo a lidar com a diversidade: Acessibilidade Cultural e Educação Ambiental para o público infanto-juvenil com Deficiência Intelectual”, com 468 inscritos, 52 selecionados e 29 concluintes, e o minicurso “Acessibilidade e inclusão em museus para público infanto-juvenil com Deficiência Intelectual” no Festival do Conhecimento da UFRJ do Ancestral ao Digital, com 31 inscritos e 10 concluintes. O presente resumo aborda a metodologia empregada nessas ações e mostra que existe a demanda por capacitações nesta temática. Realizaram-se visitas virtuais mediadas à exposição “Memórias da Terra” com apresentação de recursos de Tecnologia Assistiva utilizados no museu. Os participantes refletiram sobre acessibilidade cultural para crianças e jovens com Deficiência Intelectual num museu universitário. Usou-se como instrumentos de coleta de dados a observação participante, questionários semiabertos e relatos de estudantes extensionistas. Destaca-se a avaliação de alguns participantes: “O aprendizado sobre a acessibilidade e deficiência intelectual tem grande relevância nos tempos atuais, eu como professora tenho que me aperfeiçoar mais, já que, não sei o que posso encontrar na sala de aula”; “As atividades sempre muito dinâmicas proporcionaram interação e melhor entendimento do que estava sendo proposto”; “As oficinas e atividades práticas foram maravilhosas!”. A grande maioria afirmou que os objetivos foram alcançados, que recomendaria a formação a outras pessoas e que fariam outras atividades pelo MGeo. Houve destaque para a forma como os professores expuseram os conteúdos e a importância do espaço para diálogo e troca de experiências. O formato remoto também foi apontado como um ponto positivo, pois possibilitou pessoas de outros estados e países a participarem. Espera-se com essas ações que o MGeo contribua para a formação continuada de profissionais de museus, da rede básica de ensino, de graduandos e para tornar a universidade mais inclusiva

    15 anos em dados: Grau de Escolaridade e Titulação dos Técnicos Administrativos em Educação da UFRJ em quatro momentos - 2005, 2010, 2015, 2020.

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    Este trabalho foi feito a partir dos dados do SIAPE e é uma necessária reflexão sobre a categoria dos técnicos administrativos em educação da UFRJ, uma categoria que muda muito. Há dois motivos para a escolha desse recorte temporal, indo de 2005 a 2020. O primeiro é que 2005 é um ano muito importante para os técnicos administrativos das instituições federais de ensino superior de todo o país. É o ano em que começa a valer nossa atual carreira, o PPCTAE, fruto de muita luta e de organização da categoria. É um ano de mudança para quem já estava na universidade e trouxe bons ventos de mudanças para quem viria a entrar. E o segundo motivo é que não tenho dados anteriores a 2005. Se comemoramos em 2020 os 100 anos de UFRJ, então é possível imaginar que tivemos também 100 anos de trabalho técnico administrativo na universidade. Desses 100 anos, há apenas dez mais da metade da categoria tem, pelo menos, a graduação. Levamos 90 anos para chegar nesse patamar.  Foi um longo caminho até aqui. Se comemoramos o avanço rápido no número de mestres e também o avanço, mais tímido, no número de doutores, é importante lembrar que conhecidos problemas permanecem como o ainda grande número de servidores sem o ensino médio. O texto completo fruto dessa reflexão ficará disponível online no Blog Papo de TAE com esse mesmo título

    Projeto Eco Creche

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    O Projeto Eco Creche tem como objetivo geral levar educação ambiental para creches comunitárias, tendo como conceito, promover uma aprendizagem prática e teórica, através da troca de conhecimentos entre comunidades e a implementação de exemplos de tecnologia social. Como metodologia usaremos ferramentas como cursos de educação ambiental, construção de biodigestores para tratamento biológico dos esgotos e geração de energia, hortas didáticas e instalação de filtros de água para comunitários e nas creches. O projeto foi selecionado no edital da Petrobras Socioambiental e vem sendo implementado desde 2020. Visa atuar em comunidades de baixa renda na região Metropolitana de Rio de Janeiro. Territórios frequentemente marcados por pobreza, violência, narcotráfico, falta de ofertas de educação, saúde, lazer e outros serviços públicos, desemprego, trabalho informal e falta de perspectivas de mobilidade social. A implantação territorial será no município de São Gonçalo, onde 84% da população tem acesso a água potável. Mesmo havendo uma cobertura razoável no nível municipal, pouca água chega às comunidades de baixa renda, onde apenas existe o acesso a água clandestina, um acesso muito precário, não havendo coleta ou tratamento de esgoto. Apenas 39% dos habitantes do município dispõem de coleta de esgotos e 8% de esgotos tratados (Quintslr e Britto 2014, SNIS 2013). Nas comunidades de baixa renda a situação é claramente precária, poucas iniciativas foram realizadas, seja pelo poder público, seja por organizações da sociedade civil. O acesso universal à água potável é uma necessidade fundamental e um direito humano indispensável. É um pré-requisito para a realização de outros direitos humanos. Garantir o acesso de todos seria um grande passo na redução de doenças e mortes, especialmente entre crianças (ONU 2018). Esses temas a serem trabalhados no projeto são importantes porque foram identificados como desafios locais pelas lideranças comunitárias e pelos pais das crianças das creches. O papel que as creches cumprem nas comunidades, resulta no respeito e simpatia dos moradores por esses núcleos de conhecimento e cuidado destinados à primeira infância, através de décadas de trabalho no território. As relações próximas e parceiras durante muitos anos com as creches, permitem que o projeto possa atuar em áreas de difícil acesso, através de uma articulação de instituições comunitárias que trabalham em rede. Como resultado esperamos um engajamento social, através do conhecimento adquirido e a reflexão sobre os problemas ambientais, gerando protagonismo social no encaminhamento de propostas para a resolução dos problemas levantados

    A experiência do trabalho remoto na pandemia e o processo de organização de teletrabalho nos setores de recursos humanos da UFRJ

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    Introdução Como um tema bem recorrente hoje no mundo do trabalho e do serviço público no Brasil, a possibilidade do teletrabalho vem sendo bem quista por alguns dos profissionais do setor e pela própria gestão do Governo Federal, representado neste assunto como Ministério da Economia. A modalidade de teletrabalho, conhecida também como home-office ou trabalho remoto já havia sido iniciada no setor público em 2006, no SERPRO - Serviço Federal de Processamento de Dados ligado ao Ministério da Fazenda, de acordo com a SOBRATT (2013). No entanto, foi a partir da experiência dada em decorrência do surgimento do coronavírus a partir de fevereiro de 2019, que esta outra forma de trabalhar passou a ser considerada como possibilidade de forma permanente de trabalho em vários setores do serviço público. Objetivos Portanto, o objetivo central desta pesquisa consiste em compreender as experiências do trabalho remoto na pandemia pelos setores de recursos humanos das unidades da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, a partir dos conceitos de ergonomia, a fim de contribuir para o projeto de implantação do teletrabalho na Universidade. Para o alcance do objetivo principal deste estudo, foram definidos os seguintes objetivos específicos: Levantar literatura sobre ergonomia e melhorias práticas de teletrabalho.Entrevistar profissionais que atuam em áreas de recursos humanos das unidades da UFRJ.Identificar e compreender os modelos de teletrabalho instituídos por outras instituições públicas, com atividades análogas a dos referidos trabalhadores. Metodologia A presente pesquisa adotou como método o estudo de caso, realizado através da análise ergonômica do trabalho, com a realização de entrevista com profissionais da área de DP ou RH da UFRJ e de outro órgão, na fase de coleta de dados, entre agosto e setembro de 2022. Discussão dos Resultados Os dados foram sistematizados e organizados, de forma verificar quais as principais percepções do trabalho remoto pelos trabalhadores, quais dificuldade enfrentaram e como poderiam auxiliar na organização do teletrabalho de forma permanente na Instituição. A maioria deles disseram que determinadas atividades são realizadas com qualidade melhor quando não estavam nas dependências físicas da instituição, devido a haver menos interrupção na realização das tarefas, entre outros pontos mencionados. Conclusão Assim, conclui-se que o conhecimento, planejamento e organização das atividades do setor previamente, prevendo atividades para realização de forma remota e outras para atividades presenciais pode contribuir de forma contundente para o trabalho de tais profissionais, sob a forma do teletrabalho parcial no órgão.  

    A Voz-paisagem na Poética Eletroacústica

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    Clubes e Sociedades Musicais no Brasil dos oitocentos – tensões e representatividades.

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    A PERFORMANCE VOCAL SOB UMA PERSPECTIVA NEUROCOGNITIVA: UM ESTUDO PRELIMINAR

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    Construindo uma universidade mais acessível: ações desenvolvidas por extensionistas.

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    Os estudantes com deficiência deparam-se com barreiras de todo tipo na universidade: barreiras urbanísticas, arquitetônicas, nos transportes, nas comunicações e na informação, atitudinais e tecnológicas. Por conta disso, a permanência desses estudantes no ensino superior torna-se insustentável, muitas vezes.   Esse cenário vai de encontro àquilo que está expresso no artigo 28 da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência: “Incumbe ao poder público assegurar, criar, desenvolver, implementar, incentivar, acompanhar e avaliar: I - sistema educacional inclusivo em todos os níveis e modalidades (...); II - aprimoramento dos sistemas educacionais, visando a garantir condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem, por meio da oferta de serviços e de recursos de acessibilidade que eliminem as barreiras e promovam a inclusão plena (...)” (Brasil, 2015). O projeto de extensão Educação, Deficiência e Facilitação de Aprendizagem tem como um de seus objetivos a realização de ações que contribuam para a inclusão de discentes que enfrentam barreiras na universidade. Nesta apresentação, iremos tratar de algumas dessas atividades, tais como: acessibilidade web, a produção de material pedagógico acessível, a criação de estratégias para a inclusão em sala de aula e o compartilhamento de informações sobre serviços existentes na universidade.  Ao realizarem essas ações, os extensionistas do projeto multiplicam os conhecimentos aprendidos e contribuem para a construção de um ensino superior mais acessível

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