Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    A importância da oralidade e da história oral na internacionalização da capoeira

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    Proposta de Plano de Conservação para o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira da UFRJ

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    A preservação da arquitetura moderna é um campo do patrimônio cultural em expansão e constitui uma urgência, vista a acelerada degradação desses bens devido à decrepitude causada pelo seu envelhecimento e por intervenções inadequadas que os levam à descaracterização, muitas vezes associada com a falta de reconhecimento da população de que se trata de uma obra com valor cultural produzida no passado. Neste cenário, a Universidade Federal do Rio de Janeiro se destaca pelas atividades acadêmicas deste campo – nas áreas de arquitetura, história e cultura, áreas de interesse de programas como a Pós-Graduação em Projeto e Patrimônio (PGPP) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) – por seu patrimônio moderno edificado –projetado pelo arquiteto Jorge Machado Moreira, mesmo autor do plano da Cidade Universitária – e pelo conjunto de ações que visam a sua preservação – onde atua a Coordenação de Preservação de Imóveis Tombados (COPRIT). Entre eles se destaca o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira (IPPMG), primeiro edifício inaugurado na Cidade Universitária. O edifício possuiu paisagismo de Roberto Burle Marx e projeto de Jorge Machado Moreira. O IPPMG mantém seu uso original de hospital pediátrico e centro de pesquisa e formação na área da saúde. Entre os desafios de sua preservação, destaca-se a necessidade do reconhecimento do edifício enquanto bem cultural e a urgência de um planejamento de intervenções (de caráter conservativo e de restauração) que objetive compatibilizar suas demandas enquanto hospital público e bem cultural edificado. Esta pesquisa foi desenvolvida no mestrado profissional em Projeto e Patrimônio, em parceria com a COPRIT. Seu objetivo foi propor um Plano de Conservação do IPPMG. Para tal, foram realizados a contextualização história, aprofundamento temático e estudo de precedentes, o que embasou a análise do IPPMG e a elaboração do Plano. O resultado é um conjunto de diretrizes de diferentes escalas que orientam o planejamento das intervenções necessárias para a preservação do IPPMG. Entre os produtos desenvolvidos estão uma metodologia de análise para constante atualização dos valores culturais do IPPMG, uma síntese estruturada das características do projeto original e seu estado de conservação atual para possibilitar análises posteriores, além das propostas de planejamento e intervenção nos quatros aspectos identificados como os que demandam ações mais eminentes: a criação de um Plano Físico Hospitalar para planejamento de sua ocupação; a recuperação da estrutura em concreto armado, a restauração e conservação das fachadas e a requalificação dos espaços livres

    Tirando o suicídio do armário: Prevenção em saúde mental, em tempos pós pandêmicos

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    No Brasil, a taxa de suicídio entre universitários cresce ano a ano desde 2002. E, ocupamos o primeiro lugar na América Latina. Em sala de aula, as questões de saúde mental se intensificam. O ambiente acadêmico é um estressor. E, nem todos possuem recursos internos para responder adaptativamente a ele. Alguns cursos são mais associados a maior prevalência de transtorno mental e ao suicídio. Uma das consequências da pandemia de Covid-19 foi o aumento de queixas relacionadas a sintomas psíquicos e transtornos mentais. A exposição prolongada ao estresse pandêmico elevou o risco para desenvolver ou agravar transtornos mentais já existentes. Distanciamento social, desajustes na dinâmica familiar, medo do contágio, perda de pais, familiares e amizades, trabalho e ensino remotos, reduções na renda, crescimento do desemprego, elevação do custo de vida dentre outros fatores, impactaram a saúde mental da comunidade universitária. Como preconiza a Lei 13.819/2019 que instituiu a Política Nacional de Prevenção da automutilação e do suicídio, conhecer os fatores de risco associados aos transtornos mentais e ao suicídio podem ajudar a preveni-lo, aumentar os fatores de proteção, construir alternativas de enfrentamento da realidade e resolver problemas de forma colaborativa. Vidas podem ser salvas quando figuras de referência conseguem identificar algum problema e encaminhar o (a) estudante a buscar um serviço mais especializado. O presente trabalho objetiva promover informação para prevenir o suicídio, contribuindo para atuar, de forma didática e acessível, neste grave problema de saúde pública. A leitura de pesquisas atuais realizadas no Brasil sugere que grupos específicos (mulheres, negros e idosos) sofreram mais os efeitos da pandemia, gerando impactos nas taxas de suicídios durante esse período. Uma das ações recomendadas para promover a educação em saúde mental é estimular que as pessoas falem sobre o problema. Demonstrar empatia reduz a ideação suicida e, alivia a angústia. O Suicídio é uma emergência que solicita acolhimento, proteção e ajuda imediata. Requer capacitação para identificar situações de risco e competência técnica. É um fenômeno complexo que requisita a articulação de diversos atores. Por diversas razões não é tratado como prioridade seja por mitos, desconhecimento sobre aspectos das doenças mentais ou  discriminação em relação aos doentes mentais. O quadro agrava-se devido à demora em procurar o tratamento, evidenciando a importância de ampliar estratégias de identificação precoce, prevenção e intervenção. E, o desenvolvimento de condições institucionais e políticas mais efetivas de auxílio e permanência para tratar a temática

    MEMÓRIAS E NARRATIVAS TECIDAS DE UMA EXPERIÊNCIA EM UM PROGRAMA EXTENSIONISTA NA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA

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    O presente resumo coloca em análise o percurso profissional construído por Técnicos Universitários participantes de um projeto extensionista na Universidade do Estado da Bahia - UNEB, denominado Programa Universidade para Todos - UPT, instituído pelo Decreto nº 20.004 de 21 de setembro de 2020. O programa visa o fortalecimento das aprendizagens e a preparação dos estudantes concluintes e egressos da rede pública para os processos seletivos de ingresso ao ensino superior. Entre seus objetivos destacam-se: fortalecer os conhecimentos da educação básica, adquiridos pelos estudantes da rede pública de ensino, visando elevar os indicadores de aprovação no processo seletivo vestibular, no Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM e outras formas de ingresso e acesso ao ensino superior; ampliar as opções de acesso dos estudantes aos conteúdos que estão relacionados ao ENEM e outros processos seletivos para ingresso ao ensino superior e proporcionar o processo de iniciação à docência aos estudantes universitários, que lecionam no programa, a partir do exercício teórico-prático dos conteúdos e atividades pedagógicas. Relata-se também neste trabalho, a experiência do Supervisor e do Gestor de Polo ocorrida de forma remota no ano de 2021. Como método, apoia-se nas noções de diálogo (Paulo Freire) para descrever a experiência dos profissionais envolvidos no programa. O trabalho permitiu retomar alguns fragmentos de memórias para pensar o lugar que ocupávamos no programa. Repensar a nossa assessoria por este prisma nos permite refletir sobre as formas de fazer extensão no campo da educação, entendido este como o lugar dos experts que aplicam seu conhecimento para transformar uma determinada realidade. Palavras-chave: UPT; método; extensão; educação

    De Pavilhão da Loucura a Pavilhão de Cultura: a edificação da Casa da Ciência da UFRJ.

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    Esta comunicação apresenta um breve histórico da edificação que assumiu diferentes funções ao longo de sua existência, e onde se encontra atualmente a Casa da Ciência – Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), situada no Campus da Praia Vermelha, na cidade do Rio de Janeiro. É uma unidade vinculada ao Fórum de Ciência e Cultura, e em suas dependências físicas internas e externas – salão, auditório e jardins – são realizadas exposições de caráter interativo e outras atividades de divulgação científica e popularização da ciência, valorizando-se a arte e demais expressões culturais. Os objetivos desta reflexão, além de trazer luz às finalidades e uso do Pavilhão Alaor Prata, visam a contribuir para o conhecimento do patrimônio da UFRJ, estimulando à sua preservação por parte dos servidores envolvidos diretamente ou indiretamente com a temática. Seu conteúdo versa também sobre a importância da localidade destacada, relacionando-a ao desenvolvimento das abordagens científicas para a saúde mental brasileira. Assim, buscamos discutir a importância histórica e patrimonial do espaço ocupado pela Casa da Ciência, assinalando algumas de suas transformações físicas e de propósitos, e posicionando a instituição no âmbito das discussões atuais sobre a concepção de museu

    A adoção de princípios da comunicação-não-violenta na gestão de equipes

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    Esta comunicação apresenta o relato de experiência de prática de desenvolvimento de equipes com a adoção de técnicas de Comunicação Não-Violenta na assessoria de comunicação da Universidade do Estado da Bahia. A análise da prática fundamentou-se, epistemologicamente, nos princípios da aprendizagem organizacional (SENGE, 2018) e da Comunicação Não-Violenta (ROSENBERG, 2006), tendo como objetivo identificar as possibilidades da adoção de técnicas de Comunicação Não-Violenta no desenvolvimento de capacidades centrais da aprendizagem em grupo. Segundo Senge, o paradigma da gestão de pessoas, ancorado na dimensão da gestão “com” pessoas, abre espaço para a interlocução com métodos de desenvolvimento das relações intra e interpessoal com foco no processo de comunicação. Senge apresenta o domínio pessoal, “disciplina de continuamente esclarecer e aprofundar nossa visão pessoal, de concentrar nossas energias, de desenvolver paciência e de ver a realidade objetivamente” (SENGE, 2018, p.39) como uma das capacidades centrais da aprendizagem em grupo. Nesse ponto, identifica-se o imbricamento entre a concepção de aprendizagem organizacional e o processo de comunicação não-violenta (CNV). O conceito de CNV foi desenvolvido pelo psicólogo Marshall Rosenberg e defende a premissa de que quando você se concentrar na conexão consigo mesmo e com os outros, você atenderá às suas próprias necessidades e, ao mesmo tempo, outras pessoas em seu mundo atenderão às necessidades delas (LASATER; STILES, 2020). Essa premissa se articula, em boa medida, com as disciplinas apresentadas por Senge, principalmente a dimensão da aprendizagem em equipe que, segundo ele, começa pelo ‘diálogo’, e representa a capacidade dos membros de deixarem de lado as ideias preconcebidas e participarem de um verdadeiro ‘pensar em conjunto’. A partir de pesquisa qualiquantitativa, afirmações autodescritivas foram relacionadas a indicadores da prática do processo de CNV, com o intuito de mensurar o grau de adoção dos conceitos no cotidiano do grupo. Os resultados fazem inferir que os componentes da CNV estão inseridos na rotina de trabalho da assessoria de comunicação da Universidade do Estado da Bahia, porém nem todos são facilmente identificados pela equipe. Os resultados apontam que as técnicas são utilizadas em algumas dimensões das relações de trabalho e sinalizam para a possibilidade de desenvolvimento de competências socioemocionais que favoreçam a habilidade de dialogar e o aprendizado em grupo.Palavras-Chave: Gestão de pessoas. Comunicação Não-Violenta. Cultura Organizacional.

    A música metal e a extrema direita: uma etnografia da atual ‘cena Metal’ de Belo Horizonte

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    Dificuldades e estratégias para aplicação de uma metodologia de pesquisa-ação participativa em um grupo de tradição oral do nordeste do Brasil

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