Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    3173 research outputs found

    Mestre

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    Guitarra e Idiomatismo no Metal da última década

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    A Nobreza está entre Nós: Tia Mica, Ogã e Chefe do Centro Espírita Santo Antônio de Umbanda

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    Obras inspiradas e dedicadas à infância de Almeida Prado: contribuições à pedagogia pianística

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    Dezesseis anos do PCCTAE: O que temos agora? Pelo menos um hífen na palavra que nos define: técnico-administrativos.

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    Dezesseis anos do PCCTAE: O que temos agora? O trabalho pretende responder esta pergunta feita na chamada desta nona edição do SINTAE. Para dar conta de encontrar uma das respostas possíveis para esta pergunta, o trabalho explora a existência do hífen na palavra que nos define em nossa carreira, ou seja, a palavra técnico-administrativo. Assim, no âmbito do eixo temático deste SINTAE o trabalho pretende se ater a observar e analisar as sutilezas deste pequeno sinal em forma de um pequeno traço horizontal (-), o hífen. É objetivo encontrar quando foi que ele uniu as palavras técnico e administrativo e criou a palavra composta técnico-administrativo. Para isso, se fará uma trajetória legal tendo como ponto de partida a Lei nº  7.596, de 10/04/1987, a lei do PUCRCE. Ali éramos denominados servidores técnicos e administrativos, ou seja, antes do hífen em nossa categoria. Um dos pontos de chegada será o próprio PCCTAE, ou seja, a Lei nº 11.091, de 12/01/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos e dá outras providências, entre as quais, incluir o hífen e consolidar legal e ontologicamente a palavra composta técnico-administrativos.Também será observado o Estatuto da  UFRJ em sua versão aprovada pelo CONSUNI  08/07/2021. No seu Título III - DO CORPO SOCIAL - Capítulo I - DA COMPOSIÇÃO - Seção I - Da Enumeração - tem escrito em seu Art. 81 que o Corpo Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro compreende o Corpo Técnico-administrativo.  Em sua Seção III este mesmo Estatuto da UFRJ descreve o Corpo Técnico-Administrativo em seu Art. 84. O trabalho encerra sua trajetória no Regimento Geral da UFRJ atualizado em 25/01/2021. Ali ainda se pode encontrar os técnico-administrativos separados (sem hífen) no TÍTULO II. Ali encontramos: Do Corpo Técnico - Art. 181. O Corpo Técnico é constituído na forma do artigo 86 do Estatuto da UFRJ (importante observar que o regimento está errado, o artigo correto é o artigo 84). E no  TÍTULO III encontramos no Art. 182: Do Corpo Administrativo. Concluindo, ainda que na versão do regimento da UFRJ consultada pelo trabalho, o hífen nos técnico-administrativos ainda não esteja plenamente consolidado, este trabalho ofereceu uma das respostas possíveis à pergunta ``Dezesseis anos do PCCTAE: O que temos agora?”. A resposta deste trabalho é: agora temos pelo menos um hífen entre os técnicos e os administrativos, ou seja, somos legal e ontologicamente técnico-administrativos

    INCONTÁVEIS: encontros entre a pedagogia da memória e a divulgação científica

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    Esta comunicação procura refletir sobre o processo de produção e divulgação da série audiovisual INCONTÁVEIS, elaborada ao longo do último ano pela Comissão da Memória e Verdade da UFRJ. Composta por seis curtas-metragens lançados entre os meses de novembro de 2021 e janeiro de 2022, a série trata da violência da ditadura contra os trabalhadores do campo e da cidade, a população LGBTQIA+, moradores de favelas e população negra, estudantes e profissionais da educação, mulheres e povos indígenas.Tais temáticas têm sido em geral pouco lembradas na história pública da ditadura, mas tiveram espaço nas pesquisas realizadas pela universidade e pelas diversas comissões da verdade entre os anos de 2012 e 2015. No entanto, os relatórios das comissões não encontraram no Estado canais eficientes de divulgação. Entre 2016 e as eleições de 2018, ao contrário, o que se verificou foi o grave processo de desmonte das políticas públicas voltadas para memória, verdade, justiça e reparação no país.Os vídeos de até 15 minutos foram pensados para provocar a reflexão sobre histórias de sujeitos coletivos quetiveram seus direitos violados durante a ditadura. Os vídeos se propõem a dar início a um debate sobre memórias invisibilizadas e subterrâneas e assim oferecer uma alternativa ancorada em farta pesquisa documental às narrativas fantasiosas e ao negacionismo da ditadura

    NORMAS PARA CONCURSOS DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR: um estudo avaliativo na UFRJ

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    Considerando a relevância da atuação do professor universitário na formação de outros profissionais e diante de especificidades na seleção docente, se torna necessário que as normas para concursos públicos do Magistério Superior sejam claras e precisas, evitando entendimentos dúbios e contribuindo para garantir um processo movido pelos princípios constitucionais. O presente estudo teve por objetivo avaliar a utilidade, adequação e precisão da Resolução nº 16/2018, que estabelecia as normas para concursos da carreira do Magistério Superior da Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre os anos de 2018 e 2020. Nesta direção, buscou-se obter a visão de candidatos aprovados, integrantes das Comissões Julgadoras e secretários/responsáveis pelo apoio administrativo dos concursos públicos. Foram adotadas duas abordagens avaliativas: a primeira, centrada nos consumidores, teve como foco desvelar as necessidades de informação dos interessados sobre o objeto de estudo, e a segunda, centrada na administração, visou oferecer à administração da universidade subsídios para aprimorar os concursos públicos. Para a coleta de dados, utilizou-se um questionário elaborado a partir de 14 padrões de avaliação internacionalmente reconhecidos e publicados pelo Joint Committee on Standards for Educational Evaluation, selecionados  e adaptados a partir da realização de entrevistas exploratórias. O instrumento de medida, composto por 42 questões, foi validado quanto à técnica e ao conteúdo e respondido por 55 envolvidos nos concursos públicos realizados em 2019 na Universidade. Os dados obtidos foram analisados e interpretados mediante dimensões qualitativa, para as respostas abertas, e quantitativa, para as fechadas, tendo por critério três níveis de julgamento: Atendido Totalmente; Atendido Parcialmente; e Não Atendido. Concluiu-se que as normas para concursos do Magistério Superior, estabelecidas pela Resolução nº 16/2018, atendiam de forma parcial aos padrões de utilidade, adequação e precisão adotados no estudo. A partir dos resultados obtidos, inferiu-se a relevância da Resolução avaliada; a existência de diferentes entendimentos entre os respondentes em relação à regulamentação dos processos seletivos; e a necessidade de atualização desta Norma, o que foi feito por meio da aprovação da Resolução 15/2020. Dentre outras recomendações, indica-se discutir as sugestões dos participantes do estudo, como critérios mais detalhados para julgamento e divulgação de notas ao término das provas, e, de forma mais ampla, revisar periodicamente as normas a fim de sanar os entraves verificados e atender às demandas dos envolvidos. Palavras-chave: Avaliação. Concursos públicos. Normas para concursos da carreira do Magistério Superior. Universidade Federal do Rio de Janeiro.

    Conscientizar é a melhor estratégia!

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    Este trabalho, inserido na categoria Gestão Pública, apresenta proposta de melhoria das atividades do Programa de Conscientização em Segurança da Informação, realizado pela Diretoria de Segurança da Informação (SegTIC), subordinada à Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicação (STIC). O objetivo é reduzir a ocorrência de incidentes de segurança da informação através do fortalecimento de ações educativas que possibilitem o estabelecimento de um sistema de segurança da informação consistente na comunidade acadêmica da UFRJ, proporcionando um ambiente cada vez mais confiável, disponível e íntegro. De acordo com o Acórdão No. 1.768/2022, do Tribunal de Contas da União, a segurança da informação e a segurança cibernética vem ganhando relevância nos cenários estratégicos institucionais e nacionais ao longo dos anos, devido à crescente digitalização de entidades e da sociedade como um todo. Dentro deste cenário, foi identificado que mais da metade dos órgãos públicos estão vulneráveis a ciberataques (TCU, 2022). As tecnologias podem dificultar ataques que comprometam a segurança. Entretanto, ter servidores treinados e conscientes contribui fortemente para manter segura uma organização. A conscientização em segurança da informação também significa educar a todos sobre as políticas e os procedimentos de segurança da empresa (Mitnik, 2003). Assim como o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, entendemos por conscientização, a atividade que tem por finalidade orientar sobre o que é segurança da informação, levando os participantes a obterem um nível adequado de conhecimento sobre segurança, além de um senso apropriado de responsabilidade (GSI, [s/d]). A metodologia aplicada é baseada no framework CIS, um padrão internacional de boas práticas para adoção de controles de segurança. O controle No. 14 – Conscientização sobre segurança e treinamento de competências – trata o tema proposto. Até o momento, o programa alcançou mais 1.150 inscritos nos cursos de capacitação para servidores públicos oferecidos pela PR4 e PR5, mais de 2.500 inscritos na Conferência Anual Orientada à Segurança (CAOS), além dos novos servidores através das Palestras de Acolhimento da PR4 e as dezenas de leitores das notícias relacionadas ao tema no site e redes sociais da SegTIC. Apesar destes números, a SegTIC está ampliando suas ações através do projeto SegTIC Itinerante, que visa promover uma mudança cultural relacionada à segurança da informação na UFRJ. Almejamos alcançar um número maior de servidores treinados e conscientes quanto às suas responsabilidades junto ao sistema de segurança da informação, ofertando a ação às unidades da UFRJ

    Boletim Harpia: uma estratégia para a comunicação interna no Museu Nacional/UFRJ

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    O Museu Nacional/UFRJ é a mais antiga instituição científica e museal do Brasil, abarcando os campos das ciências naturais e da antropologia. Ele possui uma trajetória bicentenária, marcada por eventos históricos; por mudança de sede, passando a ocupar o Paço de São Cristóvão; por alteração de tipologia, tornando-se um museu universitário ao se integrar à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que lhe agregou especificidades como as atividades de ensino, pesquisa e extensão; e, recentemente, pela tragédia que destruiu sua sede principal e parte de seu acervo, impactando significativamente nas atividades desenvolvidas por alguns servidores e estudantes; e delegando à instituição uma nova atividade, que é sua reconstrução. Todos esses elementos apontam a diversidade do Museu que, por vezes, é desconhecida pela sua comunidade interna. Neste contexto, o presente trabalho tem por objetivo apresentar uma das estratégias adotadas para a melhoria da comunicação interna: a (re)criação de boletim interno. Para incluir o corpo social nesse processo, foi realizada uma pesquisa para sugestões de nomes, seguida de votação. “Harpia” ganhou, sendo o mesmo nome do que circulou na década de 1990, com o objetivo de construir uma comunicação mais eficiente sobre as novidades da instituição, mas sua publicação foi interrompida pela falta de recursos. O novo “Harpia” tem o objetivo de resgatar a história, conectar o presente e projetar o futuro do nosso Museu. As edições digitais, mensais, trazem seis editorias que apresentam as pessoas, as pesquisas desenvolvidas, a história e as novidades da instituição, com matérias aprofundadas que buscam contemplar as diferentes categorias, setores, departamentos e programas de pós-graduação. Após a publicação de cada edição, uma pesquisa anônima é enviada para avaliação dos conteúdos e solicitação de sugestões, de maneira a estabelecer um constante canal de escuta com a comunidade interna. Ao fim de 2021, a compilação desses dados apontou que as edições contaram com a participação de 20 docentes, 24 técnicos, 16 estudantes e 01 trabalhador terceirizado, contemplando 06 departamentos de pesquisa científica; 03 programas de pós-graduação e 07 setores da instituição. A nota média atribuída ao boletim foi 9,3. A iniciativa segue sendo desenvolvida ao longo de 2022, mostrando-se amplamente aceita e aprovada pelo corpo social. Ao final do ano, uma nova compilação dos dados de pesquisa será feita, visando manter o acompanhamento da percepção da comunidade interna sobre esta estratégia de comunicação; buscando os aprimoramentos e a incorporação de sugestões aplicáveis ao boletim

    O acesso a e-books pela UFRJ durante a pandemia de Covid-19

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    Este relato de experiência objetiva apresentar os e-books adquiridos pela UFRJ, destacando suas vantagens e desvantagens e aumento do uso durante a pandemia de Covid-19. Esta pesquisa contribui para a divulgação científica visto que diante das demandas informacionais contemporâneas os e-books são bastante adequados, sobretudo no ambiente acadêmico. A UFRJ iniciou sua coleção de e-books em 2007 por iniciativa do Sistema de Bibliotecas e Informação (SiBI) e desde então vem investindo na aquisição de livros eletrônicos para uso em tempo real, por multiusuários e acesso perpétuo aos conteúdos. O acesso aos e-books é gratuito e permitido para quem possui vínculo com a UFRJ, ou seja, docentes, discentes e funcionários. Os títulos estão distribuídos em diversas áreas do conhecimento sendo contempladas as seguintes editoras: Cambridge, Ebrary, IEEE Xplore, Taylor & Francis, Springer, EBSCO, Elsevier, MIT Press, Oxford University Press (acesso remoto via CAFe) e Cengage, Plataforma Lectio e Wiley (acesso remoto via Proxy/Intranet). Trata-se de uma pesquisa básica, descritiva, de abordagem qualitativa e quantitativa. Para a coleta dos dados foi realizada uma pesquisa bibliográfica e análise de páginas na web como fontes de informações. Os resultados parciais apontam que de 2014 a 2020 houve um aumento gradativo no número de acessos aos e-books pela UFRJ, principalmente da Springer, que é a coleção que detém o maior número de títulos catalogados. A pandemia de Covid-19 gerou mudanças e tendências no ensino e intensificou o uso das tecnologias de informação e comunicação. Em 2020 (ano de início da pandemia) o número de acessos da Springer foi de 57.312 contra 46.404 em 2019. Dentre as principais vantagens quanto ao uso dos e-books, podemos destacar: rapidez e facilidade de acesso tanto na Universidade quanto via acesso remoto; download em diferentes suportes informacionais; sustentabilidade e boa aceitação entre a nova geração de usuários, os denominados “nativos digitais”. Já as desvantagens são: a obsolescência das coleções e falta de recursos orçamentários, tendo em vista o crescente número de acessos negados pelas editoras representando uma demanda reprimida. O aumento no número de acessos aos e-books pode sugerir uma reavaliação do papel das bibliotecas, que talvez possa mudar definitivamente da salvaguarda para o acesso, e ter seu espaço menos ocupado por livros físicos e se consolidar como um lugar de aprendizado e leitura. Portanto embora haja uma defasagem nas coleções de e-books, estes conteúdos digitais ainda são muito utilizados pela comunidade acadêmica da UFRJ

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