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A Função do Escritório de Planejamento para Gestão da Infraestrutura Predial
O Escritório de Planejamento do Centro de Tecnologia (EPlan/CT) foi criado pelo Regimento Interno do CT, de 1971, sendo responsável pelas seguintes atividades: proceder ao levantamento das demandas de profissionais, pesquisadores e docentes, impostas pelas necessidades do meio social, manter a interligação técnica com a Superintendência Central. Assim, ao longo dos últimos anos entre 2014 à 2022 o EPlan/CT as atribuições foram relacionadas ao Planejamento e a Fiscalização, das obras e reformas, das unidades internas e externas. Além disso, à elaboração, revisão e avaliação de projetos de engenharia e arquitetura, à vistoria, à elaboração de pareceres técnicos, à elaboração, atualização e arquivamento de desenhos, projetos, planilhas e procedimentos, à capacitação e atualização profissional, à fiscalização de obras e serviços de engenharia em execução. Outrossim, com o propósito de assessorar nas atividades de ensino, pesquisa e extensão fornecemos diversas informações técnicas ao corpo docente e discente das Unidades Acadêmicas CT para contribuir nas pesquisas e trabalhos de conclusão de curso de graduação e pós-graduação. O objetivo é informar qual a importância da Função do Escritório de Planejamento para realizar boa prática de gerenciamento da infraestrutura e gestão de manutenção predial com estratégia alinhada as partes interessadas, à sustentabilidade, para obter mais recursos financeiros, aumentar a disponibilidade dos sistemas e diminuir o número de manutenção não-planejada. A metodologia aplicada é a Pesquisa-Ação na Engenharia. Este é o método que lida com dados qualitativos de abordagem de problemas, que cobre muitas formas de pesquisa orientada para a ação. Trata-se de um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada em associação com uma ação ou resolução de um problema coletivo e no qual os pesquisadores e os participantes representativos da situação ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou participativo. O método de pesquisa é apresentado por um processo cíclico de cinco passos: (i) planejar a pesquisa-ação, (ii) coletar dados, (iii) analisar dados e planejar ações, (iv) implementar ações e (v) avaliar resultados e gerar relatório. Os resultados da Função do EPlan/CT é apresentar os projetos mais robusto na elaboração de projetos de engenharia e arquitetura para o CT da UFRJ. Por exemplo, os levantamentos de projetos arquitetônicos, como melhorar o sistema de fornecimento de energia elétrica, intervenções de obras e serviços de engenharia no CT
O PAPEL DA MÚSICA DE CÂMARA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO: UM OLHAR VOLTADO PARA AS HABILIDADES PIANÍSTICAS
Entrevista, avaliação e medição da voz infantil: investigação de aplicativos voltados para a análise do desenvolvimento vocal
Os Serviços da Secretaria Acadêmica do Instituto de História: avaliação dos usuários
O estudo se inscreve na Categoria d) Gestão Pública Universitária, tendo por objetivo focalizar a satisfação dos alunos ingressantes e concluintes com os serviços da Secretaria Acadêmica de Graduação do Instituto de História, da UFRJ. Como informa Oliveira (2021, p.150, “A Secretaria Acadêmica é o setor responsável por todas as atividades ligadas à vida acadêmica dos alunos, desde o seu ingresso no curso até à conclusão, com o ato final da colação de grau e, posteriormente, a expedição de diploma.” Os procedimentos metodológicos incluíram a identificação do público principal para os serviços da Secretaria, alunos ingressantes e concluintes. Devido às aulas remotas em 2020, o estudo se limitou aos concluintes do Bacharelado e ingressantes de Licenciatura e Bacharelado em História cursando o 3º período no 2º semestre em 2020. A revisão incluiu a documentação vigente e pertinente ao tema no âmbito da Universidade. Para construir o instrumento do estudo, foram identificadas as categorias, subcategorias e indicadores relacionados a seu objetivo, orientadas por dados do INEP, do MEC. Após a validação, o questionário foi enviado para 180 alunos, sendo 80 Ingressantes da Licenciatura, 10 do Bacharelado e 90 concluintes do Bacharelado. Disponibilizado na plataforma Google Forms, via link enviado pelo SIGA/UFRJ, o questionário foi encaminhado por e-mail individual aos 180 alunos. O retorno de 55 questionários - 23 ingressantes de Licenciatura, 4 ingressantes e 28 concluintes de Bacharelado, corresponde a pelo menos 30% do total, considerado aceitável em estudos semelhantes. Os resultados indicaram que, em geral, os alunos respondentes estão satisfeitos com os serviços prestados pela Secretaria Acadêmica, mas apontaram problemas pontuais na infraestrutura, no horário de funcionamento da Secretaria e no número de servidores. Esses resultados permitem afirmar que o objetivo do estudo foi atendido. No entanto, merecem atenção como fundamentais para garantir o bom funcionamento do setor: aumentar o quantitativo de servidores para atender melhor os alunos; ampliar o horário noturno de atendimento; renovar a infraestrutura utilizada para a prestação do serviço; ampliar a divulgação de informações sobre os procedimentos adotados pela Secretaria; unificar procedimentos relativos aos serviços prestados, em um protótipo de Manual, buscando maior eficiência; elaborar um plano de gestão, de responsabilidade da Direção Adjunta de Graduação, que reforce a necessidade de os funcionários fazerem treinamentos e cursos de capacitação para atenderem a alunos e público com mais presteza. Palavras-chaves: Secretaria Acadêmica. Avaliação dos serviços. Satisfação de usuários
Apoio Pedagógico no Ensino Superior: um relato de experiência.
A Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ, através da Resolução do CONSUNI no 14, de 08 de outubro de 2020, estabeleceu, devido às exigências relacionadas ao contexto da Pandemia da Covid-19, que as atividades acadêmicas continuariam não presenciais, após o Período Letivo Excepcional (PLE), que teve como objetivo atender aos estudantes concluintes. Por tal motivo, a Divisão de Integração Pedagógica (DIPED) resolveu dar continuidade ao projeto de apoio pedagógico que realizou com os estudantes no PLE, mas agora abrindo oportunidade para todos os discentes. Assim, a Divisão de Integração Pedagógica da Pró-Reitoria de Politicas Estudantis (DIPED/PR7) atuou, durante o período de ensino remoto, com p projeto de apoio pedagógico para os estudantes visando que que a experiência de ensino-aprendizagem remota, apesar das complicações relativas ao ineditismo e às limitações de recursos tecnológicos, fosse menos problemática para os estudantes, sobretudo para aqueles mais afetados pelos efeitos econômicos e sociais da pandemia. Nesse sentido, foram disponibilizados materiais com sugestões para organização e técnica de estudos e sobre comportamentos autorregulados, segundo Boruchovith e Gomes(2019), que visam potencializar a aprendizagem. Também foram realizadas diversas lives e rodas pedagógicas com temas relacionados aos problemas de aprendizagem mais comuns. Além disso, na perspectiva de uma formação dialógica e problematizadora, conforme Freire (1987), oportunizou-se espaços e momentos, através de rodas de conversa no Google Meet e trocas de mensagens em grupos do WhatsApp, quando pudemos ampliar e discutir os temas de interesse dos estudantes. O projeto foi realizado em 6 edições temáticas e com especificidades de cada um dos períodos, mas totalmente voltado para as questões inerentes ao período remoto, contexto pandêmico e seus desdobramentos
Segurança Alimentar e Nutricional e Assistência Estudantil: a garantia do direito à alimentação na UFRJ
O presente trabalho tem como objetivo compartilhar a experiência prática desenvolvida pela Divisão de Apoio ao Estudante (DAE), no âmbito da Assistência Estudantil, voltado para um dos seus eixos: o direito à alimentação. A referida equipe aplicou questionário semiestruturado, via formulário eletrônico, com base na Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA), para mapeamento sobre o estado de segurança alimentar e nutricional dos discentes de graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para proposição de ações voltadas à garantia do direito à alimentação. Observou-se que entre os 1287 entrevistados, 25% possuem renda familiar per capita até meio salário-mínimo e 10% são assistidos com o auxílio alimentação do Programa de Auxílios da Pró-Reitoria de Políticas Estudantis (PR7). Entre os entrevistados, em média, 27% apresentam situação de insegurança alimentar grave. Já se considerados apenas os assistidos com o auxílio alimentação da PR7, esse percentual salta para 51%. Sobre gastos com alimentação, 69% dos discentes que recebem alguma bolsa na Universidade, seja acadêmica ou assistencial, informam que parte da bolsa recebida é gasta com alimentação. Sobre a utilização do Restaurante Universitário (RU) ou distribuição de refeições gratuitas da UFRJ, 74% dos entrevistados acessam esses serviços e, dentre este grupo, 68% relatam que essa é sua principal refeição do dia. Conclui-se, portanto, que o acesso regular à alimentação de qualidade e em quantidade suficiente é fundamental para permanência dos estudantes na Universidade
A importância da inclusão na comunidade acadêmica: um novo modo de ação das atividades complementares no componente curricular
I. Introdução O presente trabalho consiste em relato de experiência, pela qual se direciona proposta de inserção de nova ação que se habilite à categoria de aquisição de atividade complementar pelo corpo discente, em vista da contribuição da comunidade acadêmica para realizar, de fato, a inclusão nas Unidades de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFRJ. II. Fundamentação e objetivos A partir da introdução na Secretaria de Departamentos da Faculdade de Direito, observou-se que os discentes, pessoas com deficiência, ingressantes do Sistema de Cotas ou não, e de mobilidade reduzida, recebem suportes logísticos voluntários, tais como o auxílio à cópia de aulas no momento da aplicação, a facilitação de transcrição dos conteúdos e outras ações mais, de alunos das suas turmas de lotação. Nesse sentido, reconhecendo que os Facilitadores de Aprendizagem também são alunos, que possuem suas peculiaridades no campo acadêmico, não podendo participar de toda a rotina diária de seus facilitados, bem como a importância de ações que amplifiquem e tornem visíveis os significados da inclusão, indica-se a inserção de uma nova ação apta à inscrição como atividade complementar: o auxílio logístico voluntário aos discentes com deficiência e mobilidade reduzida. III. Metodologia aplicada e análise da discussão A partir da utilização de dados quantitativos e qualitativos, preferencialmente os últimos, o trabalho se debruça na questão da atividade complementar, parte componente da organização curricular da UFRJ, delineada a partir do Projeto Pedagógico de cada curso, nos termos do art. 5º, VI, da Resolução CEG 02/2003. Nesse sentido, explorando, a título de exemplificação, as categorias de atividade complementar aprovadas pela Faculdade de Direito, na Portaria nº 5.561/2016, indica-se de inserção da atividade “auxílio logístico voluntário aos discentes com deficiência ou mobilidade reduzida” ao grupo 2 – Atividades de capacitação e formação adicional, reconhecida a importância de divulgação e amplificação de tal prática no cenário discente a partir da troca de saberes e a interação pessoal, tornando efetivo e prático o real significado da inclusão. IV. Conclusão Espera-se, a partir do presente, colaborar para com a disseminação de uma cultura de interação e inclusão diárias, envolvendo trocas de saberes e a amplificação da ideia de desenvolver, institucionalmente, uma ação potencializadora e realmente efetiva. Palavras-chave: inclusão; interação; atividade complementar; reconhecimento.