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ESTUDO SOBRE A EFICÁCIA DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DOS SERVIDORES DA UTFPR - AVALIAR PARA QUE?
A avaliação de desempenho tem a finalidade de ser um instrumento para analisar o desempenho dos colaboradores, focando no alcance de melhores resultados e necessidades de capacitação, bem como oportunizar ao colaborador bem-estar, segurança e motivação para que desenvolva as suas potencialidades. O presente estudo tem como objetivo estudar o Programa de Avaliação de Desempenho de Servidores de uma Instituição de ensino superior da esfera federal que foi desenhado para servir como instrumento para fornecer indicadores para subsidiar planejamento e ações para gestão, o artigo pretende identificar se é o que de fato acontece. Para tanto, o desenvolvimento desse estudo explana sobre avaliação em instituições de ensino, sobre avaliação de desempenho e especificamente sobre a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, seu programa de avaliação, e instrumentos avaliativos. O estudo se caracteriza pela natureza qualitativa de caráter descritivo e método indutivo, apoiado em delineamento bibliográfico e documental para coleta dos dados foi utilizado questionário semiestruturado aplicado a uma amostra intencional, composta por indivíduos participantes do programa que relataram suas impressões sobre a avaliação de desempenho. Por fim, a análise dos resultados e as considerações finais buscam identificar se a avaliação de desempenho na universidade tem sido eficaz e indicar possíveis caminhos para que as pontuações registradas. PALAVRAS-CHAVE: Avaliação de desempenho; Universidade tecnológica; Gestão de pessoas
Projeto ComAcess: Uma Estratégia Para A Acessibilidade Comunicacional À Pessoas Com Deficiência Visual No Serviço Público
A sociedade passou por diversas transformações culturais ao longo dos séculos. Por exemplo, na Antiguidade as pessoas caminhavam longas distâncias ou andavam a cavalo para entregar um simples bilhete. Já na atualidade geralmente utilizamos as tecnologias para desempenhar nossas atividades cotidianamente (estudo, trabalho, etc). Desse modo, podemos dizer que nos dias atuais vivemos numa sociedade tecnológica e hiperconectada. Cabe destacar que este cenário de alterações culturais igualmente alcança as instituições públicas. Nelas, em função dos avanços políticos e legislativos, também estão presentes pessoas com deficiência visual. Porém, nem sempre estes indivíduos conseguem ter acesso às informações que circulam nas instituições devido a presença de barreiras comunicacionais. A relevância deste trabalho está na oportunidade de oferecer uma reflexão aos diversos profissionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em relação às barreiras de comunicação enfrentadas por pessoas com deficiência visual. Nessa perspectiva, objetiva-se ampliar as discussões sobre a temática da acessibilidade comunicacional no serviço público. Utilizou-se a observação participante das experiências de uma servidora com deficiência visual que possui formação em comunicação. Como resultados obtidos, observa-se a baixa incidência de comunicações acessíveis a pessoas com deficiência visual na UFRJ. Verificou-se a existência das seguintes demandas: ampliar o acesso a informação à comunidade com deficiência visual na UFRJ. E, sensibilizar a comunidade universitária sobre esta questão. Concluiu-se ser importante adotar a seguinte estratégia para promover a acessibilidade nas comunicações: a criação do Projeto de Pesquisa e Elaboração de Comunicações Acessíveis (Projeto ComAcess)
CCMN Acessível : acolhimento e humanização através de narrativas nas Rodas de Conversas
Em virtude da necessidade de ampliar a interação dos indivíduos com deficiência no corpo social do Centro de Ciência Matemáricas e da Natureza, através de seus representantes em Acessibilidade, a partir de 2021, num momento de isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19, foram promovidos encontros quinzenais com objetivos de identificar as principais barreiras excludentes na vida do estudante jovem e adulto com deficiência, discutir o papel das universidades como instituições pública no combate à discriminação e preconceito, gerados pela falta de acessibilidade atitudinal e tecnologias assistivas aplicadas, acolher e ouvir as pessoas com deficiência e as pessoas que trabalham com acessibilidade e inclusão para se pensar políticas públicas para o CCMN. Tendo como metodologia a roda de conversa e a problematização, foram realizadas reuniões em pequenos grupos transdisciplinares internos e externos, utilizando o Google Meet como interface de acesso e trocas entre os participantes. O intuito foi conhecer projetos inovadores dentro e fora da UFRJ e, ao mesmo tempo, buscar se aproximar das pessoas com deficiências que frequentam o centro. Foram realizados encontros com duração de 1 hora. O tempo de duração da roda foi um critério intencional para que pudessem haver trocas objetivas entre os participantes. O convidado apresentava as suas considerações em 15 minutos e, nos demais havia o espaço para interação dialógica. Os relatos dos participantes indicam que a barreira atitudinal ainda está presente em nossa universidade e, muitas vezes, a universidade, em suas várias instâncias, desconhece as necessidades de seu corpo social, o qual as rodas de conversas se tornam necessárias e fundamentais para articulação com outros setores da universidade. Por outro lado, há o desafio do engajamento em atividades como essa, uma vez que o público foi composto por pessoas que já trabalham com acessibilidade e tendo uma rotatividade de pessoas com deficiência. Ou seja, as pessoas com deficiência não participaram de forma contínua dos encontros. Isso pode ser reflexo da agenda com outros compromissos e também o interesse por algum tema mais específico que outro, mas também pode demonstrar a dificuldade em nos aproximarmos e atingirmos o nosso público alvo, enquanto instituição
Percursos pedagógicos percorridos pelo Núcleo de Educação da Prefeitura da UFRJ
A partir do Plano de Carreira dos Técnicos Administrativos em Educação (PCCTAE-2005) grande parte dos trabalhadores da UFRJ - e de outras instituições federais de ensino - retornaram aos bancos escolares. É assim que começa esta história. Várias iniciativas educacionais foram criadas na instituição, mas a Prefeitura Universitária traz a educação em um ambiente totalmente diferente. Um espaço educacional é criado em meio a pá, vassoura, cimento, asfalto, redes de esgoto, cabos de energia elétrica, recolhimento de lixo, poda de árvores etc.; uma iniciativa inédita em um local que foge do senso comum do espaço educacional. Um estudo feito no ano 2017 a respeito do perfil desses trabalhadores apontou que 31% não concluiu a Educação Básica e muitos estão afastados dos bancos escolares há mais de 30 anos. O objetivo desse trabalho é apresentar a comunidade acadêmica a especificidade do percurso pedagógico percorrido, com foco em criar uma cultura de educação permanente no cotidiano de trabalho, para que esse modelo possa ser replicado em outras unidades da UFRJ. Ao iniciarmos as ações no Núcleo de Educação da Prefeitura Universitária da UFRJ – criado em 2019 – olhos desconfiados posavam sobre nós e perguntas que nos causavam estranheza começaram. “Vou precisar ler na frente dos outros?”, “Vou precisar falar?”, “Tem prova?”, “Eu tenho vergonha.”, “Tem muito tempo que não vou para escola, minha cabeça não está mais para isso.”, “Não tenho mais idade para aprender.” Com base nas perguntas começamos a pensar caminhos pedagógicos que os incentivassem a participar, que os deixassem felizes, acolhidos, dialogando com o lúdico e principalmente sem infantilizar. Podemos acrescentar que além de estarem há muitos anos afastados da escola eles apresentam especificidades peculiares como dificuldades socioeconômicas, baixa autoestima e uma trajetória de invisibilidade em seus fazeres cotidianos. Com este cenário foi necessário um caminho metodológico baseado na educação dialógica libertadora de Paulo Freire (1986), a fim de conquistar esses alunos contemplando suas diferentes necessidades. O resultado foi a capacitação trabalhadores - com cursos estruturados especificamente para eles - e que a partir de então puderam evoluir no plano de carreira dentro da Instituição e construir novos conhecimentos
Desenvolvimento musical de crianças autistas com Transtorno do Neurossensorial na educação musicalEducação Musical Inclusiva. Autismo Infantil. Transtorno Neurossensorial.
CONTROLE JUDICIAL DO ATO ADMINISTRATIVO DISCRICIONÁRIO
Apesar da diferenciação das espécies dos atos administrativos e de certa classificação destes, o intuito do presente trabalho foi de mostrar opiniões específicas sobre o tema, similares ou opostas às dos administrativistas, sinalizando que ao revés do que se acredita sobre a temática dos atos administrativos, não há um consenso na doutrina ou na jurisprudência brasileiras sobre os limites da atuação do Poder Judiciário frente à atuação do gestor público. Assim, o estudo expõe que as políticas públicas governamentais são implementadas por intermédio dos atos administrativos, e que estes podem sofrer controle também através da via judicial, e que por muitas vezes acarreta exacerbante protagonismo do Poder Judiciário sobre as decisões da Administração, sob justificativa de controlar o autoritarismo ou equívocos do gestor público. O presente artigo foi elaborado através de revisão bibliográfica e jurisprudencial no que tange ao tema da atuação administrativa pública em busca dos interesses da sociedade, com foco no controle judicial do ato discricionário da Administração. O presente trabalho dedica-se, deste modo, a estudar a apreciação e controle, pelo Poder Judiciário, dos atos administrativos discricionários realizados nos casos de violação aos direitos fundamentais, de inércia injustificável do poder público, promovendo a investigação, a apuração e o julgamento, baseando-se nas premissas da igualdade e universalidade das leis e nos princípios constitucionais. Pretende-se, portanto, demonstrar a possibilidade de atuação do Judiciário na análise dos atos discricionários, a partir da revisão de literatura e de decisões judiciais, os quais tratam da indefinição dos conceitos-chaves para a jurisprudência e para a doutrina brasileiras, que podem gerar um descontrole da atuação do Judiciário sobre as ações e decisões dos administradores públicos quando da iminente substituição da decisão do gestor pela análise deste poder, já que os limites são tênues
Desafios e possibilidades de fazer extensão por meio do cinema, a experiência do Projeto Por que não eu?
Palavras-chaves: cinema, trabalho, gênero, educação,extensão. A presente proposta de vídeo-poster busca compartilhar as experiências de servidoras técnico-administrativas em educação, no processo de realização de um projeto de extensão iniciado em 2019. A partir das trajetórias pessoais, acadêmicas, conhecimentos adquiridos no mundo do trabalho, suas vinculações aos movimentos sociais e interações no trabalho em IFES (Instituições Federais de Ensino Superior), as proponentes perceberam o cinema como ferramenta para abordar a discussão sobre trabalho e gênero, divulgar as instituições públicas de ensino e incentivar estudantes de escolas públicas a ingressarem nos diversos cursos técnicos e superiores, independentemente dos guetos ocupacionais baseados em estereótipos de gênero e processos discriminatórios propagados culturalmente. O filme trata da trajetória de quatro mulheres em atividades hegemonicamente masculinas e as reflexões feitas por elas mostram as semelhanças e as diferenças no enfrentamento do machismo, especialmente no âmbito da educação e do trabalho. Na sua produção, o documentário estabeleceu diálogos com o processo de ensino, aprendizagem e permanência de estudantes cis e trans do curso de cinema e audiovisual do IFG/Cidade de Goiás. O diálogo com a sociedade, a confiança nos servidores da educação foi um aspecto relevante na produção do filme uma vez que a busca por personagens com os perfis desejados dependia de um trabalho de pesquisa, entrevista e interação com as possíveis personagens. O documentário tem possibilitado a discussão da temática de forma intra e extra institucional em diversos contextos educativos e sociais, como por exemplo eventos com estudantes da rede básica de ensino; discussão da temática em cursos superiores; exibição e debate em núcleos de pesquisa e eventos voltados para a produção cinematográfica tais como: Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental - 2022; Elas Fazem Cinema UFG, Cine Cultura Goiânia e outros. O projeto contribuiu para ampliar e fortalecer a percepção da atividade técnico-administrativa na sua relação com o ensino, a pesquisa e a extensão. Do mesmo modo, o projeto demonstra caminhos possíveis para se fazer extensão por meio da produção e distribuição de conteúdo audiovisual. Além disso, a experiência motivou as idealizadoras a darem continuidade nos estudos sobre educação, trabalho, raça e gênero, de modo que ambas estão matriculadas em programas de pós-graduação com objetos e sujeitos de estudos que se relacionam direta e indiretamente com a temática do projeto. Link para o filme: https://youtu.be/QFoHedhDgl
Projeto informacional e midiático pós-pandemia - diagnóstico e ações
Com o desafio constante para a ampliação do acesso à informação dos processos educacionais, administrativos e sociais, desenvolvidos no Setor Litoral da Universidade Federal do Paraná, a Seção de Comunicação -SECOM prove visibilidade aos projetos institucionais, por meio da divulgação científica, e da apresentação de seus cursos e de que forma acessá-los, no seu site e mídias sociais. Sediada no município de Matinhos, a UFPR Litoral, em seus 16 anos de atuação no litoral paranaense, contabiliza diversas atividades e projetos calcados no tripé: ensino, pesquisa e extensão. Nesse período, mais de 5.000 estudantes já ingressaram no Setor e diversos projetos setoriais e profissionais graduados já começaram a deixar sua marca transformadora, não apenas regionalmente. Porém, o crescimento da procura pela educação remota reflete na procura pela educação presencial. Isso fica evidente ao se analisar os números de inscritos nos vestibulares dos últimos 5 anos. De acordo com os dados do Núcleo de Concursos da UFPR, houve uma queda de 63% no número de inscritos do vestibular de 2016/17 em comparação com o vestibular de 2020/21 em toda a universidade. Apenas durante a pandemia (vestibular 2019/20 e 2020/21), a queda foi de cerca de 34%. Assim, a SECOM buscou desenvolver ações estratégicas visando aumentar o acesso/alcance das plataformas de comunicação setoriais em 20%, e que possam promover em um aumento de 10% no número de inscritos no vestibular para os cursos setoriais até o final de 2022. Como diagnóstico foram criados perfis (proto-personas) de interessados na educação superior, para entender o processo, atitudes e sentimentos desses candidatos, desde o momento da concepção da vontade de cursar um curso superior, até a efetivação desse processo, foram criadas as jornadas de cada persona, o que resultou em um formulário aplicado aos ingressantes dos cursos do setor para descobrir como os canais de informação institucional influenciaram suas opções pelos cursos da instituição. Tal análise, que contou com a participação de 47% dos estudantes que ingressaram no setor em 2021, e seus dados subsidiaram as ações de comunicação e publicidade para as mídias emergentes, além do estabelecimento de parcerias com projetos visando o mesmo objetivo. Segundo os resultados preliminares das ações, houve uma ampliação do alcance e da participação nas mídias sociais, bem como um aumento de 50% no número de inscrições no vestibular 2023 equiparando-se à 2020, pré-pandemia, e contribuindo para ultrapassar a meta de 10% de incremento, estipulada em 2021.
Condições e Ambiente de Trabalho na Visão dos Técnicos Administrativos em Educação
A nova perspectiva de trabalho que visa maior eficiência, eficácia e efetividade parece contraditória segundo a realidade enfrentada nas organizações universitárias. Essa forma de gestão muito presente nas organizações privadas, mas sem a estrutura organizacional ideal, provoca alterações no perfil profissional das instituições, refletindo no quadro de seus servidores. O objetivo desse trabalho foi identificar e analisar as condições e ambiente de trabalho segundo a visão dos Técnicos Administrativos em Educação (TAE) lotados em uma unidade do Centro de Tecnologia da UFRJ. A intenção foi identificar os pontos positivos e negativos do ambiente organizacional e suas implicações no bem ou mal-estar dos servidores. Para isso foi utilizado os conceitos da Psicodinâmica do Trabalho que tem um papel importante nos estudos sobre a saúde física e mental do trabalhador. Um questionário baseado na Escala de Avaliação do Contexto de Trabalho (EACT) serviu de instrumento de coleta de dados. Essa escala tem sido empregada para entender o comportamento dos indivíduos no ambiente organizacional buscando relação com experiências de prazer ou sofrimento. Os resultados indicaram que há vivências de prazer confirmadas nas Relações Socioprofissionais. O bom relacionamento com os colegas de trabalho conduz a uma satisfação neste ambiente, de forma a se ter um melhor rendimento. Porém, há experiências de mal-estar observadas no fator Organização de Trabalho que é considerado “crítico”. Itens como ritmo de trabalho acelerado, pressão para cumprir as tarefas, cobranças por resultados, rigidez na realização das tarefas e falta de clareza na divisão das tarefas de quem planeja e executa apresentaram maior tendência negativa, ressaltando que os TAE’s não se sentem participantes do planejamento das atividades que são ordenadas pelas suas chefias, geralmente, docentes. O fator Condições de Trabalho também foi considerado crítico no que se refere às condições de trabalho precárias e, instrumentos, equipamentos e materiais de consumo insuficientes. Todos esses fatores são fonte de sofrimento físico e psíquico, podendo causar adoecimento nos servidores e comprometer a qualidade dos servidos oferecidos. Por esse motivo é preciso que os gestores da unidade atuem nos pontos críticos indicados a fim de não agravar a situação e colocar em risco a saúde do seu servidor técnico-administrativo, comprometendo sua integridade física e a qualidade dos servidos prestados pela unidade para a sociedade
O CAMINHO DOS ODS NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
A atuação da Universidade Estadual do Maranhão - UEMA no ensino, pesquisa, extensão e gestão apresenta articulação com os principais temas elencados pela Agenda 2030, como a pobreza, fome, desigualdades, justiça inclusiva, direitos humanos, igualdade de gênero, empoderamento das mulheres e meninas e recursos naturais. Reconhecendo a importância das temáticas apontadas pela Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável no planeta, a Universidade Estadual do Maranhão instituiu o Biênio 2021-2022, pela Resolução nº 1047/2021-CONSUN/Uema, para destaque dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS em todas as atividades institucionais. Para acionar a articulação junto a todos os setores da Uema, serviços e atividades voltadas à promoção e desenvolvimento dos ODS, foi instituída em 9 de abril, a Assessoria Especializada na Articulação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS Uema, pela Resolução nº 1050/2021-CONSUN/Uema. Compreendendo o papel da Uema com relevante impacto social, econômico e ambiental, principalmente para o estado do Maranhão, o desenvolvimento de ações alinhadas à Agenda 2030 foi compilado e apresentado num plano de ação de alinhamento institucional, em reunião com o Conselho Universitário – CONSUN, Conselho de Administração – CAD e Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão – CEPE, a 26 de fevereiro do mesmo ano, tendo sido discutido e aprovado. Seus objetivos principais foram desenvolver a cultura institucional de sustentabilidade na UEMA, aplicando a Agenda 2030 e os 17 ODS; envolver todas as dimensões e setores da UEMA na inclusão da Agenda 2030 e dos ODS, nos processos institucionais; elaborar propostas de colaboração, cooperação e interligação com a sociedade, na geração de respostas e soluções para problemas; e, por fim, criar ações estratégicas para a adoção dos ODS na UEMA, para o enfrentamento e solução dos desafios do desenvolvimento sustentável. Para auxiliar nessa execução foi criada, pela Portaria Normativa nº 66/2021-GR/Uema, a Comissão para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – CODS, para o desenvolvimento, acompanhamento e cooperação na implantação do Plano de Ação ODS Uema, nesta IES