3173 research outputs found
Sort by
Sistema do Programa de Iniciação Artística e Cultural da UFRJ (PIBIAC)
O PIBIAC é um sistema web desenvolvido pela DevTIC para gerenciar o edital do Programa de Iniciação Artística e Cultural da UFRJ. Através dele, os administradores da PR-1 podem gerenciar o edital com suas etapas, inscrição de propostas, avaliação, distribuição e alocação de bolsas, e relatórios de atividades de bolsistas e voluntários. Apenas usuários internos da Universidade podem acessar o sistema, feito usando a Intranet da UFRJ por motivos de segurança. O sistema atual foi refeito do zero em 2019 porque o antigo era o sistema PIBIC adaptado, que não atendia por completo às necessidades dos usuários, além de usar tecnologias descontinuadas e uma interface com o usuário antiquada. Já o atual foi feito usando técnicas, métodos e ferramentas mais modernos disponíveis no mercado, com uma interface moderna, responsiva e com foco na usabilidade do usuário. O desenvolvimento do sistema PIBIAC foi feito de acordo com as metas de usabilidade, que são: eficácia, eficiência, segurança, utilidade, learnability e memorability, além dos princípios de design, que são: visibilidade, feedback, restrições, consistência e affordance. O PIBIAC conta também com integração entre outros sistemas da UFRJ, como o SIGA, para mandar os projetos aprovados com suas respectivas bolsas, pegar dados de alunos e alocá-los em bolsas, algo feito através de outro sistema da DevTIC, o Webservice do SIGA. Também há integração com o SisPessoal, feito pela mesma unidade, para pegar automaticamente a localização do servidor (necessário para cadastrar os projetos aprovados com o número de bolsas recebidos no SIGA) e a classe do servidor técnico-administrativo (apenas os pertencentes às classes D e E podem se inscrever no edital). Há ainda integração com o sistema da SIAC, para os avaliadores poderem dar notas aos trabalhos submetidos em seu último edital. O backend foi desenvolvido inicialmente em PHP 7.1, usando o framework Laravel 5.8. Posteriormente, as versões foram atualizadas para serem 8.0 e 8.75, respectivamente, por causa de pacotes descontinuados e atualizações de segurança. Já o frontend foi feito utilizando Blade, Vue.js, JavaScript, Jquery e framework MaterializeCSS. O banco de dados utilizado foi o PostgreSQL. Por fim, a metodologia utilizada para o desenvolvimento foi o SCRUM, e o sistema foi implantado num container Docker usando integração contínua via Git e Jenkins para atualizar o sistema de maneira eficiente com as novas alterações
Práticas Sustentáveis em Unidades de Alimentação e Nutrição
O objetivo do trabalho foi desenvolver práticas e mecanismos que auxiliem no processo de inserção da responsabilidade socioambiental e da sustentabilidade em atividades ligadas à produção de refeições em cozinhas industriais, as UANs (Unidades de Alimentação e Nutrição). Para tal, foi selecionada uma unidade hospitalar e uma unidade institucional, pertencentes ao CBMERJ (Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro). Ambas de forma independente desenvolvem ações sustentáveis e medidas socioambientais. O trabalho foi dividido em três etapas. A primeira etapa, constou de observação participativa em campo e foram selecionadas metas dos ODS que possuem conexão mais direta com as atividades que transcorrem nas UANs. A segunda etapa, constou da elaboração e aplicação de um questionário adaptado da escala de comportamento ambiental de Karp (1996), para três grupos, os funcionários e usuários das duas UANs. A terceira etapa consistiu na elaboração das recomendações de práticas sustentáveis para UANs. Os resultados apontaram que muitos comportamentos importantes para o contexto da sustentabilidade não fazem parte da rotina dos indivíduos e há carência de ações efetivas, mas possuem alto grau de interesse em participar de atividades voluntárias em prol do meio ambiente, algo positivo para a transição acontecer. Este estudo propõe um conjunto de estratégias para dar início ao processo de transição do estado atual para um mais sustentável, contribuindo para os atuais debates de sustentabilidade alimentar
Destreza Digital e servidores da Educação Superior: A importância de um perfil autodidata.
Este trabalho busca destacar a importância da destreza digital no contexto dos servidores técnico-administrativos em educação superior. A crescente influência da tecnologia da informação em nossas vidas torna essencial que esses profissionais desenvolvam habilidades digitais sólidas. O trabalho visa conscientizar os servidores sobre os benefícios da destreza digital, tanto pessoal quanto profissionalmente, em um ambiente onde o perfil autodidata é crucial para adquirir conhecimento tecnológico. Neste aspecto, compreende-se que a revolução tecnológica transformou radicalmente a forma como as instituições educacionais operam. Para os servidores técnico-administrativos, a destreza digital não é apenas uma vantagem, mas uma necessidade. Com a proliferação de ferramentas digitais e sistemas automatizados, a capacidade de compreender, utilizar e adaptar-se a novas tecnologias é crucial para melhorar a eficiência, a qualidade dos serviços prestados e a colaboração interna. Objetiva-se conscientizar os servidores sobre a importância da destreza digital em sua vida pessoal e profissional, destacando a necessidade atual de um perfil autodidata para adquirir conhecimento tecnológico. Este estudo empregou a análise de conteúdo para examinar abordagens e pesquisas relacionadas à destreza digital e sua aplicação no âmbito dos servidores técnico-administrativos, por meio de estudos de caso, estatísticas e tendências para embasar as conclusões apresentadas. A partir da análise realizada, observa-se a necessidade contínua de aprendizado e adaptação às tecnologias emergentes, o que demanda, de forma crucial, um perfil autodidata. A capacidade de explorar recursos online, cursos e tutoriais é uma habilidade que deve ser cultivada. Conclui-se que a destreza digital é um ativo indispensável para os servidores técnico-administrativos em educação superior. Este trabalho ressalta como a busca autodidata de conhecimento tecnológico pode ser fundamental na era da transformação digital. Ao adquirir habilidades digitais, os servidores estarão melhor preparados para enfrentar os desafios do ambiente de trabalho atual e contribuir para a melhoria contínua das atividades administrativas. A destreza digital não apenas impulsiona a eficiência, mas também capacita os servidores a serem agentes de mudança e inovação. Palavras-chave: Destreza digital; Autodidatismo; Transformação Digital; Servidores Técnicos em Educação Superior
A Extensão no Complexo de Formação de Professores : Articulando universidade e a escola básica.
O Complexo de Formação de Professores (CFP) da UFRJ é responsável por gerir uma política de articulação intra e interinstitucional de formação inicial e continuada de professores. Nesse sentido, o CFP estabeleceu parceria com a Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME), constituindo um grupo de escolas parceiras que foram visitadas, feito levantamento de demandas e de oportunidades formativas escolares para os estudantes de cursos de licenciatura. No primeiro ano de atividades escolares presenciais, após período pandêmico que impôs à sociedade restrição ao convívio social, a SME identificou preocupante diminuição do rendimento escolar dos estudantes da rede. Através de um processo dialógico, técnicos em assuntos educacionais do CFP, desenvolveram, junto com as escolas, o Projeto de Extensão “Ligando Aprendizados”. Nesse projeto, são selecionados estudantes dos cursos de licenciatura para atuarem como apoio pedagógico aos estudantes do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, com o objetivo de contribuir para o estabelecimento de uma relação produtiva desses estudantes com o conhecimento escolar. Os extensionistas selecionados participam de uma formação inicial, encontros quinzenais com a equipe executora do Projeto e produzem relatórios bimestrais, criando um movimento de ação-reflexão-ação. Assim, ao mesmo tempo que contribui com o aprendizado dos estudantes da educação básica, o projeto investe na qualidade da relação dos licenciandos com o conhecimento profissional docente, aproximando-os do lócus de atuação profissional. Também, proporciona formação continuada em serviço aos professores das escolas, pois enquanto exercem papel formativo, também se formam na relação com os licenciandos. Com mais de um ano em atividade, foi possível perceber, pelo relato dos extensionistas, que participar do projeto contribuiu, na fala dos extensionistas, para: experienciar a sala de aula; a teoria fazer sentido; despertar a necessidade de estudar mais; vivenciar a profissão professor. Os professores que receberam os extensionistas, avaliaram que receber os extensionistas em suas salas de aula contribuiu para inovação de metodologias e recursos pedagógicos e com melhora no comportamento e aprendizagem dos estudantes. Exercer as atividades de formação dos extensionistas e acompanhar seu desenvolvimento tem sido uma experiência também formativa para a equipe executora, posto que nos impõe refletir e buscar alternativas às realidades e dificuldades vivenciadas pelos extensionistas. Contribuir com a formação de futuros professores na perspectiva do CFP, reforça nossa luta pela melhoria da qualidade na Educação Pública Brasileira. Palavra-chave: Formação Inicial e Continuada de Professores; Extensão; Articulaçã
PROGRAMA ESPORTE E LAZER COMO ESTRATÉGIA DE PERMANÊNCIA QUALITATIVA
O Programa Esporte e Lazer integra o rol de programas institucionais contidos na Política de Assistência Estudantil da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), estando essa alinhada com os preceitos do Programa Nacional de Assistência Estudantil que tem como objetivo principal ampliar as condições de permanência na educação superior pública federal. O referido programa institucional faz parte do escopo de trabalho da Pró-Reitoria de Políticas Estudantis (PR7), sendo a Divisão de Esporte, Cultura e Lazer (Decult) responsável pela execução do mesmo.O esporte encontra-se entre as áreas que ações de permanência estudantil devem ser desenvolvidas. A concepção de esporte aqui adotada é mais abrangente, contemplando para além das atividades esportivas outras práticas corporais que buscam a melhoria da saúde e da qualidade de vida do corpo discente, bem como promover aspectos positivos de socialização. A permanência estudantil também contempla um conjunto de iniciativas que não envolvem recurso financeiro direto, mas sim a prestação de serviço, como por exemplo, orientação pedagógica, acompanhamento em saúde física e/ou mental, oferta de atividades físico-esportivas, dentre outras. Assim, o Programa Esporte e Lazer está nesse conjunto de iniciativas que visam a permanência qualificada do corpo discente participante de suas atividades, oportunizando o acesso gratuito de práticas esportivas e corporais.O referido programa funciona há aproximadamente sete anos com periodicidade semestral, acompanhando o calendário acadêmico institucional de seus cursos de graduação, com atividades nos formatos presencial e remoto. Durante este período de funcionamento, foram ofertadas 8.236 vagas em turmas de alongamento, corrida e caminhada, desenho, esportes eletrônicos, handebol, ginástica artística, lutas, natação, pilates solo, violão, voleibol, xadrez, yoga, outras. Utilizou-se a pesquisa documental como caminho metodológico. Gil (2002) considera a pesquisa documental semelhante à pesquisa bibliográfica, diferenciando-se pela natureza das fontes, sendo a da pesquisa documental algo que ainda não recebeu tratamento analítico ou que ainda possa ser reelaborado em conformidade com os objetivos da pesquisa. Nesse sentido, documentos oficiais (resoluções e portarias), mas também os editais publicados do Programa Esporte e Lazer ao longo do tempo foram analisados.É importante destacar que grande parcela dos cursos de graduação e pós-graduação da UFRJ acontecem em tempo integral, situação que dificulta seu corpo discente de incluir em sua rotina as práticas esportivas e corporais no seu cotidiano, limitando à própria instituição a única possibilidade de ter esse momento de cuidado com a sua saúde física e mental.Palavras-chaves: esporte; práticas corporais, saúde; qualidade de vida; permanência estudantil
O surgimento do fenômeno TAES na Luta em um contexto marcado pela invisibilidade institucional dos servidores TAE no âmbito da educação federal
Surgido, em dezembro de 2022, como um movimento essencialmente de base, com foco na mobilização e na resistência do segmento dos servidores técnico-administrativos em educação – TAE – ante sua condição fragilizada no contexto das instituições federais de ensino e do próprio serviço público federal, o movimento TAES na Luta – TNL – percebeu um crescimento exponencial desde sua concepção, no último mês de 2022, com apenas cerca de 10 membros, até o momento atual, em que se constitui por um vultoso número de integrantes, dotado de quase 30.000 membros somadas todas as suas frentes. Tal mobilização foi capaz de renovar os ânimos da categoria TAE, outrora absolutamente desmobilizada, fomentando um ambiente de esperança pela reestruturação de sua prejudicada carreira e de reforço no processo de reconstrução de seu papel institucional e de seu vínculo identitário. Como objetivo central, este trabalho visa a desenvolver um panorama acerca do processo de construção do fenômeno TAES na Luta em um contexto marcado pela invisibilidade institucional dos servidores TAE vigente na educação federal. Por sua vez, a metodologia empregada foi a pesquisa descritiva, de abordagem majoritariamente qualitativa e básica em sua natureza, tendo sido utilizado o relato de caso como a principal ferramenta procedimental. Os principais resultados apresentados foram a elevação dos índices de filiação de servidores TAE a suas entidades sindicais; a majoração no quantitativo de integrantes TAE nas direções sindicais; uma subjetiva percepção acerca do início de um processo de horizontalização entre as relações dos servidores TAE e docentes; uma maior penetração do segmento TAE nas diversificadas esferas institucionais, além do o notório apoio do povo brasileiro à proposta de reestruturação da carreira PCCTAE, traduzido em mais 55.000 votos favoráveis ao tema, na plataforma Brasil Participativo, criada pelo governo federal para fomentar a participação popular na execução do orçamento público. Em vista disso, torna-se possível concluir que o surgimento do movimento TAES na Luta foi capaz não apenas de apresentar ganhos objetivos, capazes de serem mensuráveis quantitativamente, como também avanços menos tangíveis, como a própria percepção de um crescente processo de empoderamento coletivo da categoria, em busca pelo fim do processo intencional de invisibilização desses trabalhadores e, por consequência, por um maior protagonismo no âmbito da educação federal
O trabalho da Coordenação Integração Acadêmica do CT /UFRJ como ação pedagógica
O tema integração acadêmica é geralmente discutido na literatura sob a perspectiva dos processos que influenciam a adaptação de alunos de ensino superior ao ambiente acadêmico.De maneira geral, aponta-se para a transição enfrentada pelos jovens ingressantes no ensino superior, que pode ser fator gerador de crises e desafios. Aspectos pessoais, interpessoais, familiares e institucionais influenciam a maneira como essa transição é enfrentada pelos jovens. Os desafios são, geralmente, descritos como o processo de adaptação à instituição e ao curso, autonomia para aprendizagem e processos de estudos, gestão de tempo e do dinheiro, estabelecimento de novos relacionamentos com colegas e professores, expectativas e perspectivas com a carreira e aspectos logísticos com moradia, deslocamentos para universidade e etc. Índices maiores de satisfação foram relatados em relação a aspectos de relacionamentos pessoais, seguidos pela aprendizagem ou o aumento do conhecimento e o crescimento pessoal.Desta maneira, é recomendável que as instituições possam oferecer diversos tipos de programas que possibilitem a integração do estudante no meio acadêmico. A Coordenação de Integração Acadêmica do Centro de Tecnologia da UFRJ desenvolve suas atividades na forma de ações pedagógicas em uma perspectiva reflexiva, metódica e sistemática. Na prática são desenvolvidos projetos com temas relacionados ao contexto acadêmico e transversais a todas as unidades que compõem o CT, seguindo os seguintes princípios metodológicos:Busca de soluções comuns de modo a criar um senso de comunidade CT; Processo dialógico e plural;Rede interna de colaboração;Compartilhamento de experiências e infraestrutura;Fomento de atividades acadêmicas interdisciplinares.A Coordenação desenvolve um conjunto de ações destinadas a incrementar o desenvolvimento de uma dinâmica integradora por meio da construção de articulações institucionais. Seguindo a metodologia, os principais projetos desenvolvidos são: o Clube da Escrita, o programa de rádio Tecnoversas, as ações de apoio à prática docente, a participação em projetos que dialogam com os nossos objetivos (CASA e Acolhe Coppe), o trabalho conjunto com a Biblioteca Central do CT a fim de fomentar o conhecimento e maior uso dos serviços oferecidos, o acolhimento aos estudantes no início dos períodos letivos, apoio às equipes de competição,etc.. A atuação da Coordenação tem desafios a serem enfrentados como o desenvolvimento de instrumentos de maior engajamento de nossa comunidade e de avaliação e impacto de nossas ações, além de uma sistematização e divulgação regular das experiências realizadas
GESTÃO ESCOLAR: A LIDERANÇA DEMOCRÁTICA E PARTICIPATIVA PARA A GARANTIA DA QUALIDADE DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM
PALAVRAS-CHAVE: Gestão Escolar; Líder; Democrático; Participativo. INTRODUÇÃO O espaço escolar é cada vez mais visto como um centro de decisão fundamental na gestão do serviço público de educação. Construir um ambiente escolar que aposta na criatividade de professores e alunos, aberta à participação da comunidade e que mantém o foco na melhoria da aprendizagem, é uma responsabilidade que demanda novos valores, conhecimentos e atitudes. Em geral, nas escolas que estão conseguindo vencer este desafio, o diretor líder democrático e participativo tem se revelado fundamental. FUNDAMENTAÇÃO Como justificativa percebe-se que na gestão Escolar moderna é essencial o gestor ser um líder democrático e participativo, já que tal ambiente é um espaço de construção democrático de ensino e aprendizagem, com responsabilidade social, onde há indivíduos com aptidões e competências múltiplas e diversificadas, sendo necessário alcançar metas institucionais para sobrevivência deste espaço, além de atender aos requisites legais que lhes são impostos para seu exercício. EXPOSIÇÃO DOS PRINCIPAIS OBJETIVOS Dada a complexidade do ambiente escolar e suas demandas como é importante o gestor escolar ser um líder democrático e participativo, enfrentando os desafios e conflitos que lhes são impostos, motivando e liderando sua equipe, tornando o diálogo com a comunidade como meio de entender e atender seus anseios e propiciar um clima favorável e produtivo. METODOLOGIA APLICADA Realizou-se uma pesquisa bibliográfica considerando as contribuições de autores como CURY (2002), DA SILVA (2009) E LÜCK (2009, 2000), entre outros, procurando enfatizar a importância do tema da gestão escolar no contexto da liderança democrática e participativa. ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS PARCIAIS OU FINAIS E CONCLUSÃO Na gestão democrática percebe-se que a escola deve ser um ambiente democrático e livre que estimula a vivência associativa em seus elementos, pois precisam ser participativos, presentes, de forma organizada e coordenada, sendo um dos pilares essências a comunicação que possibilita enxergar as reais demandas da comunidade e da sociedade. Também, nesse contexto, é essencial respeitar as normas e regulamentos advindos da constituição, leis, diretrizes e estatutos. Já na gestão participativa notou-se que a comunidade precisa ser atuante, composta por uma consciência crítica e autocrítica pensando no coletivo, no que é melhor para todos os envolvidos no sistema. Em vez de deixar de lado, os conflitos ou minimizá-los, recomenda-se que combatam com inteligência, discernimento, mediando estes em soluções realistas e práticas que favoreçam e propiciem um melhor clima organizacional, além de especialmente, oferecer um ensino de excelência a população
Jogos Estudantis Interminerva
Introdução: O Interminerva é um evento organizado pela Coordenação de Esportes da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD) com o intuito de promover a prática esportiva na UFRJ para os discentes regularmente matriculados e, em casos pontuais, ex-alunos com curso de graduação concluído na UFRJ. Os Jogos Estudantis Interminerva-UFRJ visam proporcionar uma experiência esportiva vivenciada pelos discentes curriculares com participações pontuais de ex-alunos da UFRJ, proporcionando a integração entre os cursos de graduação, com a possibilidade de crescimento acadêmico, social e cultural. Objetivo: O Interminerva tem como objetivo fomentar a prática esportiva e congraçamento entre os discentes de diversos cursos da UFRJ, oferecendo oportunidade para uma prática saudável de atividade física. Metodologia: O evento acadêmico se caracteriza por uma disputa esportiva entre as equipes representativas de diversos cursos de graduação, incluindo o Campus de Macaé, regido pelas regras oficiais de cada modalidade, sendo alteradas quando necessário de acordo com as necessidades da competição, envolvendo as quatro modalidades de quadra que são Futsal, Basquete, Vôlei e Handebol, além da Natação. A competição tem a previsão de acontecer nos ginásios de Basquete, Verdão e Piscina, em 4 finais de semana, sendo um por mês: um em 30 de setembro e 1º de outubro, um em 21 e 22 de outubro, um em 11 e 12 Novembro e um em 2 e 3 de dezembro. Resultados esperados: Esperamos que o evento promova atividades esportivas e a integração dos discentes da UFRJ de uma forma saudável, com previsão de participação de 23 cursos de graduação, sendo aproximadamente 1.500 discentes curriculares. Palavras-chave: Inteminerva, esporte, discente, UFRJ
Museu Nacional Vive. Relato sobre a campanha institucional que fez parte das estratégias da gestão de crise após o incêndio de 2018.
Em 2 de setembro de 2018, um dos maiores museus de antropologia e história natural da América Latina e mais antiga instituição do gênero no país, o Museu Nacional/UFRJ ardeu em chamas aos olhos do mundo. Tão logo a notícia sobre o incêndio passou a ser veiculada nos meios de comunicação, iniciava-se um trabalho de gestão de crise que perdurou por um longo período após a tragédia. Neste resumo, abordarei uma das primeiras ações de comunicação impetradas, a campanha Museu Nacional Vive, que serviu como alça motivadora do corpo social e para reposicionar a marca da instituição diante dos públicos de interesse. Como relato de experiência, apresento brevemente seus principais pontos, produtos e desenrolar até o momento, de modo a contribuir com as reflexões deste grupo de trabalho. Crises institucionais trazem, em sua “essência”, uma transformação imediata do ritmo de trabalho, alteram o clima interno da organização, desestabilizando e trazendo elementos que antes não faziam parte da rotina. Desse modo, tão logo ela é instaurada, demanda ações imediatas e assertivas com o intuito de conter, limitar e reparar danos gerados. A campanha Museu Nacional Vive surge da necessidade de que, passados os impactos imediatos do incêndio, fosse criado um mote que mantivesse o interesse sobre a instituição (sem que significasse tocar, a todo momento nos dados da destruição causada pela tragédia, mas que pudesse apontar para novos rumos e conquistas), envolvendo a comunidade e resgatando a autoestima de seu corpo social. Apostou-se, então, em uma marca forte, curta e direta e seu fortalecimento foi pensado de modo que pudesse ser um guarda-chuva para diversas ações voltadas para a reconstrução e o fortalecimento do Museu. Assim, além da divulgação em mídias sociais, do incentivo ao uso da logo e da hashtag, a expressão “Museu Nacional Vive” passa a integrar nome de atividades, dá nome a hot site, exposições e diversos eventos. Bottons, camisetas e outros produtos que passam a ser vendidos, reforçam a presença imagética da mensagem entre o público interno e reverbera na sociedade que, além de “vestir” a marca da campanha, se engaja nas ações da instituição. Esses resultados apontam para o sucesso da iniciativa e têm como consequência a adoção do “Museu Nacional Vive” para intitular o projeto de reconstrução do Museu, comprovando o valor de uma marca que se mostra forte cinco anos depois de sua criação. Palavras-chave: Museu Nacional; gestão de crise; comunicação institucional; campanha institucional