Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

Portal de Conferências da UFRJ
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    Promoção da saúde sob uma perspectiva Institucional

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    Atualmente as pessoas estão sobrecarregadas de trabalho, estudo, família, contribuindo para um ritmo de vida acelerado, consequentemente diversos setores pessoais são afetados em razão disso. Nesse sentido, torna-se relevante a busca por uma melhor qualidade de vida, principalmente no trabalho, haja vista estudos apontarem os diversos problemas decorrentes do labor. A partir do Edital 046/2018 publicado pela Pró- Reitoria de Extensão da Universidade do Estado da Bahia, voltado para qualidade de vida, o projeto “Guerra de Peso” foi submetido com o objetivo de incentivar um melhor estilo de vida às pessoas, de modo que potencializassem as energias produtivas ressignificando os aspectos vitais à saúde humana. Em um universo de aproximadamente seis mil pessoas, dentre técnicos, docentes e discentes, além da comunidade externa, o projeto contou com uma amostra de 50 pessoas. Os dados foram controlados através de planilhas e pesagem dos participantes. A Qualidade de Vida tem como finalidade proporcionar ambientes de trabalhos mais agradáveis, além de tornar as equipes mais comunicativas e promover a integração dos setores com seus superiores. Para atingir os objetivos, dispomos de treinos funcionais, palestras e aulas de dança dentro da própria Instituição. Foi promovido diálogo entre setores da Universidade, tornando-se indubitável a formação de redes de interação entre os sujeitos, no intuito de produzir conhecimento e autocuidado físico e mental. Segundo Chiavenato, administração é o ato de trabalhar com pessoas para realizar, tanto os objetivos da organização, quanto de seus membros. Laberge sugere que atividades em grupo e que proporcionem novas interações pessoais decorrentes da prática de atividade física, são "investimentos sociais". O que é corroborado por Roy J. Shephard (1986) apud Bouchard ao afirmar que os gastos com o exercício têm uma relação de custo benefício positiva, não sendo mais do que 4 a 6% dos gastos despendidos com serviços médicos. Ao final do projeto foi alcançada além da perda de peso controlada, uma mudança na postura dos participantes no ambiente de trabalho. Com a mudança de hábitos mais saudáveis que contribuem para reverberar no processo laboral aumentando a produtividade e o bem estar dos envolvidos.   CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de Pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 3. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010. LABERGE, Stephen. Toward an integration of gender into Bourdieu's concept of cultural capital. Sociol of Spor Journ. 1995; 12:132-146. SHEPHARD, Roy J. Physical Activity, Fitness, and Health: The Current Consensus. QUEST, v.47, n.3, p.288-309, 1995

    Os 90 anos da Escola de Química se fundem com os 103 anos da UFRJ: entre histórias, memórias, patrimônios, pandemias, e um carnaval inesquecível

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    O trabalho caracteriza e define a Escola de Química, unidade de ensino da Universidade Federal do Rio de Janeiro, em virtude dos seus 90 anos, comemorados neste ano de 2023. Além disso, é de suma importância que também se caracterize e frise a importância da própria UFRJ neste contexto, que em seus 103 anos de existência teve a sua história marcada por diversos acontecimentos, como duas pandemias: gripe espanhola e COVID-19, e as repercussões de um carnaval inesquecível um ano antes de sua existência. Tal estudo mapeia a trajetória da Escola de Química, que ao longo de nove décadas é marcada por suas memórias, suas histórias, suas diferentes formas de patrimônio, seus docentes notáveis, alunos, pesquisadores, servidores, e a sua respectiva contribuição com propagação e o fomento da ciência e tecnologia, e da pesquisa e desenvolvimento no Brasil. Em virtude dos 90 anos da unidade de ensino, um dos eventos da Semana da Escola de Química, que ocorreu entre os dias 11 a 15/09, foi a exposição, valorização, e conscientização para a comunidade acadêmica do patrimônio material que compõe a história do local, como os acervos museológicos, documentais, bibliográficos e arquivísticos. Este trabalho, também, busca ressaltar os desdobramentos destas atividades e a importância da Biblioteca Paulo Geyer, unidade de informação localizada na Escola de Química, e seus servidores gerindo a produção documental do corpo docente e discente, que vem se firmando como um importante patrimônio científico que vem a ser composto por documentos que registram os 90 anos do desenvolvimento da ciência no Brasil. Para que as atividades realizadas durante o evento tivessem um saldo positivo foi necessário, primeiramente, que se definisse e analisasse o patrimônio científico documental de ciência e tecnologia no ambiente universitário. Como contribuições à divulgação e guarda da memória institucional e patrimonial da universidade, não se pode esquecer dos repositórios institucionais, e na UFRJ, o repositório Pantheon tem cumprido tal papel, e ainda há a intenção de se criar um repositório próprio da Escola de Química, visando a guarda e a disponibilização do patrimônio intelectual da unidade. Como contribuições futuras, o trabalho pretende colaborar com os estudos acerca do patrimônio científico documental de ciência e tecnologia no ambiente universitário, e sua respectiva disponibilização para a comunidade acadêmica e consequente registro da trajetória de uma universidade e suas unidades de ensino, além de gerar reflexão sobre o papel primordial das universidades, instituições científicas e institutos de pesquisa na preservação de seus patrimônios culturais e artísticos.   Palavras-chave: Escola de Química. Patrimônio de ciência e tecnologia. Patrimônio universitário. Repositório institucional. Memória institucional

    Servidores com deficiência na Universidade Federal de Santa Maria: relações de trabalho e capacitismo

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    Tendo em vista que a diversidade humana não apenas é parte constituinte de qualquer sociedade, mas, também, algumas de suas expressões podem resultar em fenômenos de desigualdade, entende-se que as pessoas com deficiência precisam ser incluídas quando essa é a pauta; pois, tratam-se de grupos minoritários, estigmatizados e discriminados. Além disso, deficiência é um conceito abrangente e pode vir a acometer qualquer pessoa, em qualquer fase da vida. Somado a isso, no mercado laboral, a ideia de performance é evidente. E, em regra, a pessoa com deficiência presente nesta esfera tem sobre si a exigência de superar sua deficiência e alcançar os padrões normativos; quando não negado de pronto sua entrada por suas características. Além disso, exige-se dessas pessoas certa gratidão pela “oportunidade” recebida no mercado de trabalho, o que provoca angústia pelo sentimento de ter que provar sua capacidade - considerando que tal necessidade tem como modelo a fantasia de um corpo “normal”, autossuficiente e performativo. Disso surge o fenômeno do capacitismo, qual seja, o preconceito atrelado às capacidades da pessoa com deficiência. Nos estudos organizacionais, o adoecimento no trabalho é enfocado sob como o neoliberalismo têm impactado o trabalhador no seu bem-estar. Já a discussão acerca do capacitismo tomou uma dimensão considerável a partir de 2015, quando a Lei Nº 13.146, que define o Estatuto da Pessoa com Deficiência, passou a prever, em seu artigo 4º, que “toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação”. Também surge num contexto de demandas organizacionais que transformaram o ambiente de trabalho, exigindo do trabalhador maior produtividade, desrespeitando as diferenças em prol da performance e tornando as relações mais fragilizadas e marcadas pela violência. O momento é propício para que a sociedade comece a agir diante do problema do capacitismo; e, para que a área de gestão de pessoas assuma um papel de liderança na discussão sobre inclusão. Especialmente pelo cenário atual de produtivismo que assola as instituições de ensino do país, é necessário que as organizações se preocupem mais com os indivíduos do que com os números e impeçam a ação de servidores perversos, adotando medidas de prevenção e combate ao capacitismo. Esse projeto se destina a analisar como se dão as relações de trabalho dos servidores com deficiência na Universidade Federal de Santa Maria, se as mesmas são permeadas por capacitismo e qual significado possui o trabalho para essas pessoas. Este é um tema multidisciplinar, não basta olhar o fenômeno capacitismo somente à luz da Administração, da Psicologia, da Medicina, das Ciências Jurídicas ou da Sociologia. É preciso estudá-lo em todo o seu espectro e reunir os conhecimentos adquiridos por pesquisadores destas diferentes áreas.PALAVRAS-CHAVE: Pessoa com deficiência. Relações de trabalho. Capacitismo. Instituição Federal de Ensino Superior

    Acervo patrimonial documental do Centro de Memória da Amazônia: possibilidade de pesquisas, ensino e extensão universitárias

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    Com um acervo documental civil e criminal do estado do Pará, de 1785 a 1970, o Centro de Memória da Amazônia-CMA da Universidade Federal do Pará-UFPA, instituído em 2007 por convênio com o Tribunal de Justiça do Estado do Pará elabora, desde então, projetos, ações e atividades que se relacionam diretamente com temáticas ligadas a história, cultura, patrimônio e áreas afins. Desde 2018 o CMA adquiriu novos acervos e coleções pessoais, como bibliografias, cartas, prêmios de personalidades que atuaram na história da Amazônia, como a ativista Marga Roth, Paulo Fonteles, Dalcídio Jurandir, entre outros, e ampliou ainda mais suas ações de ensino, pesquisa e extensão sobre patrimônio e história na Amazônia. São ações que buscam relacionar passado e presente, como por exemplo, sobre associações culturais e educativas, em que o CMA guarda esta rica documentação de estatutos de Associações Culturais, Esportivas, Profissionais e de Instrução, oficializadas e estabelecidas a partir, principalmente do final do XIX. O Fazer História social das Associações, através das leituras das fontes de seus estatutos, dá possibilidades de compreensão da vida cultural, educacional e política de um tempo de outrora na Amazônia. Entre as fontes, há diversos processos crimes, alguns que nos possibilitam leituras das relações entre os espaços habitados, seus rios e águas e os sujeitos históricos envolvidos, que podem compor uma história ambiental da Amazônia. Há desafios contemporâneos de ampliar a divulgação das fontes a um maior público e de desenvolver ações digitais que busquem o diálogo entre História Social da Amazônia, patrimônio e acervo na nova era global e sustentável, em que as Universidades devem ser ativas. Resultados da participação dos discentes e técnicos administrativos da UFPA em oficinas, cursos, estágios no ‘Projeto cultural e patrimonial circular’ que acontece nos bairros antigos da cidade de Belém-Pa, são apresentados como ações que buscam este desafio de compreensão do patrimônio como vivo e híbrido na busca da valorização da vida. Palavras-Chaves: Acervo documental, história, amazônia, patrimônio, universidade

    A Evolução da Governança Administrativa nos Setores de Educação Tecnológica em Universidades Federais

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    A governança administrativa no setor de educação tecnológica em universidades federais tem desempenhado um papel crucial na adaptação às rápidas mudanças tecnológicas e nas demandas da sociedade contemporânea. Esta publicação analisa a evolução da governança nesse contexto, destacando seu impacto na eficiência administrativa, qualidade acadêmica e relevância da formação oferecida. Inicialmente, as universidades federais operavam com estruturas de governança mais centralizadas, com decisões concentradas em poucos indivíduos. No entanto, à medida que a tecnologia transformava o cenário educacional, a necessidade de tomadas de decisão mais ágeis e participativas se tornou evidente. A introdução de conselhos consultivos multidisciplinares, envolvendo docentes, pesquisadores e representantes da indústria, proporcionou uma ampla gama de perspectivas na definição de currículos e programas. Isso resultou em uma formação mais alinhada às demandas do mercado de trabalho. Além disso, a adoção de tecnologias educacionais trouxe a necessidade de estratégias de governança mais flexíveis e adaptáveis. A criação de comitês especializados em inovação pedagógica e infraestrutura tecnológica permitiu uma gestão mais eficaz de recursos e investimentos. Essas mudanças permitiram que as universidades federais oferecessem programas de ensino tecnológico de alta qualidade, mantendo-se relevantes no contexto global. A transparência e a prestação de contas também foram aprimoradas por meio da evolução da governança. Mecanismos de avaliação externa e interna, juntamente com maior divulgação de informações sobre resultados acadêmicos e indicadores de empregabilidade dos graduados, fortaleceram a confiança da sociedade na eficácia das instituições de ensino. Assim, a governança administrativa no setor de educação tecnológica das universidades federais passou por uma transformação significativa para enfrentar os desafios da era digital. A descentralização das decisões, a inclusão de múltiplas perspectivas, a adaptação à tecnologia e a ênfase na transparência demonstram a busca contínua por excelência acadêmica e relevância socioeconômica. Como resultado, as universidades federais estão preparadas para formar profissionais capacitados e inovadores que impulsionarão o desenvolvimento tecnológico e social do país

    Emprego de ferramentas lúdicas como estratégia de conscientização sobre o uso racional de medicamentos junto à Comunidade Universitária

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    Introdução: O estresse caracteriza-se como uma reação orgânica vivenciada a partir de situação de perigo e/ou ameaça expondo o organismo ao estado de alerta, e assim, uma série de eventos bioquímicos decorrem,  estabelecendo uma nova condição  adaptativa. A carga horária extenuante,  dupla jornada (trabalho/estudo),  má gestão do tempo e alimentação, pouco  descanso e vida sedentária são fatores que concorrem para  estresse, mental e físico, alterando  a homeostase. Assim, a automedicação surge como alternativa para  atenuar a presença de sintomas e juntamente com as  consequências do uso indiscriminado de medicamentos tornaram-se um problema de saúde pública devido uma série de fatores: interações medicamentosas, riscos de intoxicação, dependência química e encobrimento de patologias sérias por tratar um sintoma de forma paliativa. De acordo com estudo realizado pelo Conselho Federal de Farmácia em 2019², o Brasil está entre os dez países que mais consomem medicamentos no mundo e outro fator preocupante  é a idade precoce de 16 anos para automedicação. Neste sentido, o Projeto de Extensão “Ta Na Hora De Tomar O Remédio” trabalha com  propostas de promoção da saúde e uso racional de medicamentos utilizando ferramentas lúdicas, para  conscientizar o público sobre os riscos e agravos à saúde ocasionada pelo uso indiscriminado de medicamentos. Objetivo: Conscientizar o público composto por estudantes universitários da Universidade Federal do Rio de Janeiro sobre os riscos da automedicação e uso indiscriminado de medicamentos, abordando a temática a partir de uma dimensão ampla, através da exposição de situações vivenciadas pelos estudantes dentro e fora da Universidade que corroboraram para a automedicação. Metodologia: Do tipo pesquisa-ação, as atividades desenvolvidas foram pautadas em Oficina desenvolvida durante a Semana de Saúde do Estudante em março/2023 com universitários do 1º e 2º anos dos cursos da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com conteúdo expositivo, jogos educativos e Podcast, ferramentas desenvolvidas pelo projeto  dentro desta proposta de trabalho. Resultados: Os resultados obtidos durante a Oficina sinalizam tendências importantes referentes aos hábitos  familiares, dentre eles, a dupla jornada de trabalho por estudantes do período Noturno, o hábito da automedicação, em especial o consumo dos Antiinflamatórios Não-Esteroidais (AINES), como a classe mais comentada. Outro destaque sãoos erros mais comuns relacionados à conservação e locais de armazenamento  domiciliares. Conclusão: Com este trabalho demonstra-se a necessidade de discussões sobre a temática dentro do espaço universitário bem como no ambiente de trabalho, confirmando a importância da educação em saúde, destacando a necessidade da população em aderir hábitos mais saudáveis que possam proporcionar bem-estar.. O Projeto de Extensão ' Tá na hora de tomar o remédio ', vinculado ao Curso de Farmácia da UFRJ, traz  ações sobre   os riscos do uso irracional de medicamentose o gerenciamento da farmácia doméstica, desde a aquisição até o descarte correto. Palavras-chave: Automedicação; Uso Racional de Medicamentos; Estresse; Exaustão; Referências BibliográficasMINISTÉRIO DA SAÚDE. Estresse, in Biblioteca Virtual em Saúde. Nov.2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/estresse/. Acessado em mar. 2023. CFF-CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA. Quase metade dos brasileiros que usaram medicamentos nos últimos seis meses se automedicou até uma vez por mês, in Notícias do CFF. 27 abr.2019. Disponível em: https://www.cff.org.br/noticia.php?id=5267. FRANCO, M.A.O; ZAMPIERI, M.F.O; MACIEL, R.G; SILVA, C.R.S; OLIVEIRA, L. Jogos como ferramenta para favorecer a aprendizagem, in CONEDU-Congresso Nacional de Educação, mar.2018. Disponível em: https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2018/TRABALHO_EV117_MD1_SA17_ID768 0_07092018192407.pdf. Acessado em 16 de out. 2022.PIAGET, Jean. A formação do Símbolo na criança Imitação: Jogo e sonho, imagem e representação. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1971.

    PROTOCOLO PARA RECEBIMENTO DE DOCUMENTOS FUNCIONAIS DE SERVIDORES REDISTRIBUÍDOS

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    A vida funcional de um servidor das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) está toda documentada em seu assentamento funcional, presente nos arquivos dos setores de gestão de pessoas. Cada instituição possui sua própria lógica para a criação desses dossiês, podendo ele ser um conjunto de documentos e processos ou apenas atos administrativos de determinados aspectos da vida funcional dos servidores. No entanto, no decorrer do processo de redistribuição de servidores, a prática mais comum entre as instituições é o envio de todos os documentos no momento da movimentação de um servidor, da instituição de origem para a nova casa do mesmo. Contudo, não se observa a existência de protocolos para a transferência dessa documentação, sobretudo tendo em vista os documentos nato-digitais, que são muito mais do que apenas o Assentamento Funcional Digital (AFD). O presente trabalho visa discutir a necessidade de elaboração, por parte das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), de procedimentos operacionais específicos para o recebimento de documentos em suporte papel e digital de servidores redistribuídos. Para tanto, tomaremos o protocolo elaborado pela equipe do Arquivo da Secretaria de Recursos Humanos da Universidade Federal de Campina Grande como objeto para fomento de discussões técnicas e teóricas, haja visto as especificidades existentes em cada arquivo de pessoal das IFES. Visamos o compartilhamento e a discussão de boas práticas institucionais

    ORGANIZAÇÃO DO VII FÓRUM PERMANENTE DE MUSEUS UNIVERSITÁRIOS POR TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

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    O objetivo desta comunicação é apresentar a importância do trabalho dos técnicos administrativos em educação que atuam nos museus da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) na proposição e organização de um evento científico nacional de grande porte. Trata-se do VII Fórum Permanente de Museus Universitários (VII FPMU), ocorrido na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 28 de agosto a 01 de setembro de 2023, e que teve como tema: “30 anos depois… para que(m) ainda serve(m) os museus e coleções universitárias? Panoramas históricos, provocações reflexivas, perspectivas empíricas e proposições metodológicas para o século XXI”. O referido evento foi co-organizado pelas Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), representadas por servidores técnicas administrativas do Museu da Geodiversidade (UFRJ) e do Museu Nacional (UFRJ), mas que possuem algum vínculo também com a UNIRIO. O evento reuniu profissionais, estudantes e demais interessados nas discussões acerca dos museus e coleções universitárias, a partir de um programa científico que incluiu conferências, apresentações orais, além de 8 reuniões temáticas. Também foram oferecidas visitas técnicas ao Museu Nacional (com duas visitas), Museu de Anatomia - por dentro do corpo, Dom João VI, Espaço Coppe Miguel de Simoni Tecnologia e Desenvolvimento Humano e a Casa da Ciência, todos da UFRJ; e a Casa da Descoberta da Universidade Federal Fluminense (UFF), e  uma atividade cultural  realizada pela Escola de Música da UFRJ, o Quinteto Experimental de Sopros, coordenado pelo Professor Aloysio Fagerlande. Esta edição contou com 241 pessoas inscritas, incluindo a comissão organizadora, palestrantes, alunos monitores e intérpretes de Libras, que foram disponibilizados pela Diretoria de Acessibilidade da UFRJ (DIRAC). Foram aprovados 88 resumos simples e 77 foram apresentados. Esses trabalhos discutiram e aprofundaram diversos temas relacionados aos museus universitários. Será possível publicar os trabalhos em formato completo em revistas da área.  O evento foi organizado por técnicos administrativos em educação de diferentes regiões do país e teve a coordenação de servidoras da UFRJ. Através da atuação desses servidores, foi possível dar continuidade às importantes discussões no campo, refletir sobre as práticas existentes e provocar a construção de políticas públicas impulsionadoras para o setor, através  da participação ativa da comunidade que estuda e atua nos museus universitários brasileiros

    ROTOCOLO DIGITAL UFRJ: UMA PERSPECTIVA DE INOVAÇÃO INSTITUCIONAL

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    Este trabalho pretende apresentar o Projeto Protocolo Digital UFRJ, uma iniciativa do Sistema de Arquivos (SIARQ) com base na Portaria SEGES/ME nº 10.988 de 23 de dezembro de 2022, que institui o Protocolo.gov.br, como um canal de atendimento para envio eletrônico de documentos, solicitações e requerimentos no âmbito da administração pública federal direta, autarquia e fundacional. O Protocolo.gov.br é uma ferramenta com objetivo de auxiliar no processo de digitalização do serviço de atendimento de protocolo e já possui integração com o SEI – Sistema Eletrônico de Informações. Desta forma, o presente trabalho busca contribuir para a melhoria dos serviços de protocolo desenvolvidos na universidade colaborando para as discussões do Grupo de Trabalho Arquivos e Gestão de Documentos. O trabalho tem o objetivo de apresentar uma proposta de inovação para melhorias e/ou mudanças na realização das atividades de protocolo no âmbito da universidade. A metodologia será desenvolvida a partir da prática na implantação do sistema, iniciando no Protocolo Central, através de projeto-piloto, a fim de elucidar incoerências e consequentemente ampliar o conhecimento sobre o sistema. Posteriormente serão ampliados gradativamente para as unidades da UFRJ. O Projeto Protocolo Digital UFRJ, surge como elemento essencial para UFRJ na gestão de documentos digitais, visando a racionalização e controle da produção documental, aliado a isso a busca por maior celeridade, segurança, economia e acesso fácil aos documentos. A partir do processo eletrônico, as atividades de Protocolo e Arquivo necessitam de uma redefinição de padrões de operação das funcionalidades próprias do sistema, bem como a modernização e padronização dos serviços de protocolo executados na universidade. Enfim, este trabalho traz a perspectiva de inovação dos serviços de protocolo desenvolvidos em toda universidade, buscando maior eficácia e eficiência a partir do sistema protocolo.gov.br, a ser implementado até 2024.]Palavras-Chave: Protocolo; Protocolo Digital; Gestão de Documentos; Sistema Eletrônico de Informações

    Programa da Saúde do Estudante Universitário do Centro de Ciências da Saúde - PSEU-UFRJ

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    Introdução Nos últimos anos aumentou o ingresso de estudantes nas universidades. Essa expansão representa uma oportunidade de ações de promoção da saúde, em especial prevenindo comportamentos de risco. O estudante universitário passa por processo de transição na vida que pode acarretar alterações na sua dinâmica social envolvendo transformações físicas, emocionais, busca de independência, autonomia e contato com novas experiências, considerado como um período de maior vulnerabilidade. Práticas não saudáveis de forma individual e coletiva levam a um comportamento de risco à saúde, tais como o consumo alimentar inadequado, uso abusivo de álcool e tabagismo. Estes comportamentos estão associados e podem predispor a doenças crônicas no futuro. Objetivo Apresentar o Programa da Saúde do Estudante Universitário do Centro de Ciências da Saúde (CCS)- PSEU-UFRJ. Metodologia Descrever o processo de criação, seus objetivos, metodologia de implantação e resultados preliminares do PSEU-UFRJ. Resultados O PSEU-UFRJ é um programa acadêmico que objetiva promover a saúde do estudante de graduação do CCS. Foi elaborado e proposto pela Coordenação de Projetos Especiais da Decania com apoio do Laboratório Multidisciplinar de Pesquisa em Epidemiologia e Saúde da Faculdade de Medicina, aprovado no Conselho de Centro-CCS e na Congregação da FM. A metodologia adotada foi conhecer os principais comportamentos de risco dos estudantes e suas magnitudes através de inquéritos periódicos. A partir desses resultados formular estratégias e ações para minimizar os problemas encontrados e avaliar a efetividade de tais ações. Pretende-se vincular alunos de iniciação cientifica e pós-graduandos interessados. Os inquéritos por via eletrônica foram aprovados por Comite de Ética em Pesquisa. Foram realizados dois inquéritos, no primeiro e segundo semestre (2023) e aproximadamente 550 alunos responderam. Discussão No Brasil experiências semelhantes ao PSEU-UFRJ em universidades são escassas. Países de alta renda investem em estudos periódicos, a nível nacional, de prevenção de comportamentos de risco no ensino médio. Trata-se, portanto, de uma experiencia inovadora, que poderá contribuir para a melhora da saúde dos estudantes assim como do seu rendimento acadêmico. Todas as etapas serão monitoradas possibilitando acumular conhecimentos com a experiencia no CCS. Conclusões O PSEU-UFRJ pretende implantar intervenções que visando a promoção da saúde do estudante do CCS. Essa implantação acumulara conhecimentos e experiencia permitindo aprimorar o PSEU-UFRJ e expandir para outros Centros.   Palavras-chaves: estudantes, universitário, comportamento de risco, doenças crônicas não transmissíveis

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