Fundacao Universitaria Jose Bonifacio

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    3173 research outputs found

    Acesso Digital e Mulheres Vulneraveis: um relato de experiência sobre os desafios no uso da plataforma gov.br

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    AS TICS COMO UM DOS MECANISMOS DAS CONTRARREFORMAS GERENCIAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL NO BRASIL

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    Patrimônio e os Objetos dos Laboratórios de Física Experimental da Área Básica II da Universidade Federal de Pernambuco

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    Este trabalho de pesquisa foi desenvolvido no âmbito do Mestrado Interinstitucional em Museologia e Patrimônio, fruto de Acordo de Cooperação estabelecido em 2019 entre a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob a Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio – UNIRIO e o do Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST). O trabalho perseguiu o objetivo de investigar os objetos do ensino de física experimental em desuso na Área Básica II da UFPE, no sentido de verificar suas possibilidades de vir a fazer parte do patrimônio cultural da ciência e tecnologia brasileiro. Nessa direção, a pesquisa converge com o proposto pelo Grupo de Trabalho ‘Museus, Coleções e Patrimônios’, pois reflete sobre os mecanismos e fragilidades institucionais de promoção e valorização do patrimônio universitário. Como fundamentos teóricos buscamos pesquisadores e pesquisadoras notáveis no campo da museologia como: Choay, Desvallées, Mairesse, Gonçalves, Granato, Lima, Lourenço e Scheiner; que nos possibilitaram uma melhor compreensão sobre os conceitos de museu, museologia, patrimônio, patrimonialização, cultura material, patrimônio cultural da ciência e tecnologia, entre outros.  Foram adotados como métodos e procedimentos a revisão bibliográfica, a pesquisa documental, o estudo das características intrínsecas dos objetos e a aplicação de questionários. A partir das pesquisas, identificamos três grupos de equipamentos: os que antecedem a década de 1970; os que têm relação com os diversos convênios firmados pelo Departamento de Física da UFPE durante seus primeiros anos de existência, início da década de 1970; e os que têm o registro de um convênio específico realizado em 1978 entre a FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos) e a UFPE com recursos tomados de empréstimo pela União ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Os estudos confirmaram que os objetos – pelo seu valor histórico e, concomitantemente, de pesquisa – têm possibilidades de vir a fazer parte do patrimônio cultural da ciência e tecnologia. Os artefatos podem compor coleções que, entre outras funções, ajudem a contar as histórias da ciência, de cientistas, da Universidade e da sociedade que utilizaram os instrumentos nas suas finalidades anteriores, ensino e pesquisa

    Proposta para implementação do plano de educação em saúde para colaboradores do setor de manutenção e higienização da Universidade Estadual da Bahia/CAMPUS I

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    De acordo com a OMS, a eficácia de qualquer sistema educacional está condicionada à sua capacidade de fomentar a saúde e o bem-estar não apenas dos alunos, mas também dos funcionários e de toda comunidade. Logo, faz-se imperativo que o ambiente Universitário atue constantemente em atividades de promoção e manutenção da saúde de toda a coletividade. Nesse sentido, levando em consideração o quantitativo expressivo de colaboradores do setor de manutenção e higienização da Universidade Estadual da Bahia (UNEB). Ainda, associando aos dados alarmantes do crescente número de brasileiros portadores de hipertensão, obesidade e diabetes. É urgente que a Universidade se mobilize para a orientação destes indivíduos, fomentando o seu bem-estar geral e qualidade de vida. Com o fim de valorizar esta categoria que é indispensável para o bom funcionamento da Universidade. Em vista disso, o objetivo da proposta está em conscientizar e orientar os funcionários acerca das doenças crônicas de maior prevalência no grupo. Expor os principais fatores de risco que podem agravar as doenças crônicas pré-existentes e ensinar como prevenir novas doenças, além de apresentar os benefícios advindos da adoção de um estilo de vida mais saudável. A metodologia utilizada será dividida nas seguintes etapas: 1. Realizar a identificação das doenças preexistentes e dos principais fatores de risco entre os colaboradores por meio da aplicação de questionário; 2. Avaliar o nível de conhecimento dos participantes acerca de hábitos saudáveis que promovem a saúde e ajudam a enfrentar essas doenças; 3. Criar um plano de ação personalizado para a necessidade da população; 4. Implementar a ação de educação em saúde dentro do ambiente Universitário. Ao colocar em prática essa iniciativa, almejamos estimular a adoção de comportamentos mais saudáveis, promovendo aprimoramentos nas condições de saúde dos indivíduos. Reconhecendo que a qualidade de vida é influenciada tanto pelas escolhas individuais quanto pelo coletivo, resultando em um impacto que se reflete em um ambiente de trabalho mais produtivo, acolhedor e gratificante. Essa transformação não apenas abrange o âmbito profissional, mas também se estende ao aspecto humano. palavras-chave: educação em saúde, qualidade de vida, saúde do trabalhador, fatores de risco, setor público

    Perícias em Saúde no Siass e o Distanciamento das Práticas de Saúde do Trabalhador

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    O presente trabalho refere-se à pesquisa de doutorado finalizada em 2020 que investigou as possíveis relações entre práticas de Saúde do Trabalhador e as de perícia em saúde, conforme descritas, estas últimas, nos Manuais de Perícia do Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor Público Federal (Siass). Sendo a perícia, no âmbito do Siass, responsável por variados pleitos de saúde, como licenças para tratamento da saúde, horário especial e outras, a pesquisa teve como foco as percepções dos profissionais envolvidos nessa função, procurando ressaltar aspectos específicos relevantes nas falas dos entrevistados, como desconforto em relação à função de perito, concepções sobre quais seriam as funções da perícia (o que envolve a visão sobre os periciados) e a suspeita como princípio. Registra-se que o Siass não visa apenas realizar perícias em saúde, mas também ações de Saúde do Trabalhador, sendo um dos princípios desse campo o afastamento das práticas da medicina do trabalho e da saúde ocupacional, que, ao investigarem o adoecimento no contexto laboral, desconsideram os aspectos vinculados à organização do trabalho, que podem ter estreita ligação com o processo de saúde-doença do trabalhador (Lacaz, 1997; Minayo Gomez, 2011). Como metodologia, realizaram-se entrevistas semiestruturadas, com 32 profissionais de saúde, sendo vinte médicos/as, quatro psicólogos/as, quatro assistentes sociais, três odontólogos/as e um/a fisioterapeuta de 5 instituições federais de ensino do Estado do Rio de Janeiro. Os relatos evidenciaram que a prática da perícia e as propostas da Saúde do Trabalhador ainda são incomensuráveis, partindo de princípios incomunicáveis. Nas entrevistas, foram encontradas diversas funções atribuídas às perícias, sendo que a minoria delas colocava o cuidado ao trabalhador no centro, havendo, ao contrário, constantes referências à relação de suspeita entre perito e servidor. Parece-nos que uma perícia cuja prática fosse mais cuidadosa com o trabalhador avaliaria os aspectos do adoecimento relacionados à organização do trabalho e às relações de poder nas instituições. O valor central na perícia parece ser o da suspeição, e o cenário pericial pauta-se no distanciamento, pressupondo-se que empatia e isenção, ou empatia e justiça, sejam excludentes entre si. Entretanto, considera-se aqui que a perícia sem empatia e que a construção de um imaginário conflituoso desse ofício desconsidera o sofrimento de servidores/as nos processos de saúde-doença, mutilando a compreensão multidimensional da saúde

    FERRAMENTAS TECNOLOGICAS NO SERVIÇO PÚBLICO: OS IMPACTOS DO SEI PARA O DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO – UNEB/CAMPUS I

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    Os avanços tecnológicos tão fragrantes no nosso cotidiano têm impulsionado diversos setores da sociedade a investir em novos equipamentos que tragam melhores resultados, com mais agilidade e economia.  Essa é uma realidade para o Estado da Bahia, que diante da necessidade de trazer uma eficiência e automatização dos processos, inovou trazendo o Sistema Eletrônico de Informação – SEI. Dentro deste contexto a reflexão proposta emerge da seguinte pergunta: quais são os impactos da implementação do Sistema Eletrônico de Informações - SEI para a rotina administrativa do Departamento de Educação – UNEB/Campus I – DEDC-I? OBJETIVO: Analisar quais os impactos da implementação do Sistema Eletrônico de Informações - SEI para a rotina administrativa do Departamento de Educação Campus I – DEDC-I. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Identificar as dificuldades que o SEI trouxe para a rotina dos funcionários do DEDC-I; - caracterizar as melhorias que o SEI trouxe para a rotina dos funcionários do DEDC-I; - entender quais os avanços que o SEI possibilitou para a rotina administrativa do DEDC-I. METODOLOGIA: Buscando trazer um melhor resultado do trabalho proposto, o método de pesquisa foi uma abordagem qualitativa, na perspectiva do estudo de caso. Assim, demos voz aos usuários do SEI, permitindo que eles enriquecessem o trabalho, por meio de suas próprias reflexões sobre essa implementação e seus impactos. Desta forma, além da analise bibliográfica, nos guiamos pela coleta dos relatos das entrevistas e da observação, conseguidos nos diversos setores do Departamento de Educação (DEDC-I), no período de janeiro a fevereiro de 2022. RESULTADOS ENCONTRADOS: Aumento na agilidade, transparência e economicidade na tramitação dos processos; redução de atividades por parte dos prestadores de serviço, em razão da falta de acesso ao sistema e da baixa capacitação; melhorar o parque tecnológico da instituição

    Desafios e perspectivas para o reconhecimento e a preservação do patrimônio cultural na UNIRIO: um diálogo sobre espaço e memória universitária

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    O processo histórico de constituição dos espaços da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e o testemunho dos edifícios históricos que compõem o seu patrimônio permitem traçar um paralelo com a própria história da instituição. A UNIRIO foi criada na esteira da Reforma Universitária de 1968, a partir da reunião autocrática de diversos cursos e escolas isoladas. A dinâmica contraditória e violenta que permeou a formação da universidade durante a ditadura empresarial-militar deixou marcas no espaço e na memória coletiva da comunidade universitária. Se hoje o espaço da UNIRIO se revela como uma espécie de colcha de retalhos fragmentada e contraditória, isso é expressão da sua própria história. Embora a UNIRIO tenha incorporado cursos e instituições relevantes e pioneiras para a cultura e a memória nacionais, até hoje a universidade não possui uma política consolidada de memória e de preservação do patrimônio. Especialmente no que se refere aos bens edificados o debate é ainda mais incipiente. A atuação do Grupo de Estudos em Patrimônio e Memória Universitária (GEPAM) visa fomentar e ampliar o debate sobre memória e patrimônio na comunidade da UNIRIO, estabelecendo pontes e mediações entre os âmbitos acadêmico, administrativo, político e institucional. O GEPAM tem por objetivos contribuir para uma cultura coletiva de preservação e valorização da memória e do patrimônio universitário como também para a construção de uma política permanente de preservação do patrimônio edificado. Trata-se de um grupo interdisciplinar de pesquisa, extensão e cultura criado pela equipe de arquitetura e urbanismo da Coordenadoria de Engenharia da UNIRIO. Além de servidores técnicos-administrativos, integram o grupo estudantes bolsistas e voluntários de diversas áreas como museologia, cenografia e indumentária e ciências sociais. Apresentaremos algumas das ações de pesquisa, extensão e cultura que vêm sendo desenvolvidas pelo grupo. Entre estas ações estão a elaboração de acervos de registros históricos documentais sobre os edifícios e espaços livres do presente e do passado da instituição e a construção de um inventário participativo de memórias e relatos sobre o espaço universitário, coletadas com base no método da cartografia colaborativa. Com base nessas pesquisas, o grupo vem realizando ações de divulgação científica e cultural por meio de exposições virtuais, publicações escritas e produções audiovisuais de curta metragem sobre as temáticas do patrimônio e da memória da UNIRIO.Palavras-chave: Memória Coletiva; Patrimônio Cultural; Patrimônio Construído; Patrimônio Universitário; Cultura

    Boas práticas da Biblioteca do CT para a organização do conhecimento por meio do processamento técnico de Dissertações e Teses dos Programas de Engenharias do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE)

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    O presente trabalho tem como objetivo apresentar a  relevância da comunicação entre diferentes setores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e a otimização dos serviços cotidianos. Apresenta-se o projeto desenvolvido para organização do conhecimento entre a Biblioteca Central do CT (BC/CT), a Coordenação dos Programas de Engenharias do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia (COPPE) e o Centro de Integração de Serviços de Informática (CISI) no intuito de otimizar o processamento técnico (catalogação e classificação) e a disseminação das dissertações e teses dos cursos dos Programas envolvidos. O propulsor do projeto foi a identificação da necessidade de mudança na execução da atividade supracitada para aperfeiçoar o trabalho realizado, além de  promover uma interação mais efetiva entre os membros da equipe envolvida com a criação de planilhas e o compartilhamento de arquivos. Dessa forma, a equipe do CISI em parceria com a coordenação da COPPE, desenvolveu um sistema em que a BC/CT verifica os arquivos das dissertações e teses que foram defendidas e aprovadas na instituição e realiza o passo a passo das etapas inerentes ao processamento técnico dos títulos, desde a descrição em planilhas até a disponibilização dos registros no sistema Aleph (opac Base MInerva) e posteriormente no repositório institucional Pantheon da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Destaca-se a possibilidade de compreender e identificar as habilidades dos profissionais bibliotecários na organização do conhecimento para realizar suas atividades rotineiras. Dentre os resultados alcançados com esse trabalho conjunto, foi possível constatar melhorias tanto na comunicação entre a equipe da biblioteca como com os setores externos que compartilham os arquivos e as informações necessárias para a organização e disponibilização das publicações na Base Minerva, quanto a comunicação da biblioteca com o público. O que reflete positivamente no relacionamento entre as pessoas envolvidas com o projeto e  consequentemente na disseminação da produção acadêmica da UFRJ.Palavras-chave: Organização do conhecimento; Gestão por processos; Metodologia e rotinas; Compartilhamento; Otimização

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