Estudos Semióticos (ISSN 1980-4016)
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    COLAS-BLAISE, Marion. L’Énonciation. Évolutions, passages, ouvertures. Liège : Presses Universitaires de Liège, 2023, 352 p.

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    Semiótica do discurso didático em Direito: a prática pedagógica, a palavra e o espaço didático

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    This article develops, from the perspective of French Semiotics, an analysis of the didactic discourse in Law (Ddid). It is studied as a complementary discourse subordinated to the scientific discourse (Dc), fulfilling, however, a specific function, which implies (i) approximation, (ii) desocultation, (iii) decryption and (iv) diffusion of legal knowledge. The word is at the center of didactic practice in Law and, through the didactic contract, generates the possibility of competency of the students. The article is also dedicated to understanding the Ddid in the specific case of the Law class in the Faculty of Law of the Largo de São Francisco (São Paulo, Brazil). Regarding this experience the perception is reached that the teaching ritual is coupled to the ritual of justice.Este artigo desenvolve, na perspectiva da semiótica francesa, uma análise do discurso didático em Direito (Ddid). Ele é estudado enquanto discurso complementar e subordinado ao discurso científico (Dc), cumprindo, no entanto, função específica, que implica (i) aproximação, (ii) desocultação, (iii) desencriptação e (iv) difusão do saber jurídico. A palavra está no centro da prática didática em Direito e, por meio do contrato didático, gera a possibilidade de competencialização do(a)(s) estudante(s). As complexas estruturas que conduzem à realização da prática didática são estudadas à luz das categorias gerais da Semiótica Didática. O artigo ainda se dedica a compreender a experiência concreta da didática na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, procurando-se assimilar o ritual de ensino ao ritual de justiça

    Sémiotique et rhétorique : de près et de loin. Entretien d’un sémioticien avec lui-même à propos de la rhétorique

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    On propose ici une forme de « rhétorique en acte » en adoptant le genre du dialogue. Dialogue du sémioticien avec lui-même pour interroger la relation trouble et ombrageuse de la jeune sémiotique avec l’antique rhétorique. La discussion se situe par-delà les critères théoriques de la scientificité, ignorés ici, revendiqués là, et en deçà des critères pratiques de l’opérationnalité. Elle porte sur la manière dont une théorie générale du langage et du sens entend reprendre, réarticuler, analyser de nouvelle manière et peut-être revitaliser les anciennes notions de la rhétorique si riches mais parfois un peu figées, sous l’éclairage de la narrativité, de la tensivité, de la figurativité et de quelques autres concepts. Le dialogue entre les deux instances de l’énonciateur devient ainsi, on l’espère du moins, un dialogue entre les deux disciplines.This paper proposes a form of "rhetoric in action" by using the genre of dialogue. A dialogue between the semiotician and himself, questioning the troubled and shady relationship between the young semiotics and the ancient rhetoric. The discussion goes beyond the theoretical criteria of scientificity, ignored here, claimed there, and below the practical criteria of operationality. It concerns the way in which a general theory of language and meaning intends to take up, re-articulate, analyze in a new way and perhaps revitalize the old notions of rhetoric, so rich but sometimes a little frozen, in the light of narrativity, tensivity, figurativity and few other concepts. The dialogue between the two instances of the enunciator thus becomes, we hope, a dialogue between the two disciplines.On propose ici une forme de « rhétorique en acte » en adoptant le genre du dialogue. Dialogue du sémioticien avec lui-même pour interroger la relation trouble et ombrageuse de la jeune sémiotique avec l’antique rhétorique. La discussion se situe par-delà les critères théoriques de la scientificité, ignorés ici, revendiqués là, et en deçà des critères pratiques de l’opérationnalité. Elle porte sur la manière dont une théorie générale du langage et du sens entend reprendre, réarticuler, analyser de nouvelle manière et peut-être revitaliser les anciennes notions de la rhétorique si riches mais parfois un peu figées, sous l’éclairage de la narrativité, de la tensivité, de la figurativité et de quelques autres concepts. Le dialogue entre les deux instances de l’énonciateur devient ainsi, on l’espère du moins, un dialogue entre les deux disciplines

    Photography, painting and iconicity: a semiotic study on creative processes in contemporary Brazilian painting

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    Desde meados do século XIX, fotografias foram constantemente tomadas por pintores de diversas partes do mundo como orientadoras de suas criações; trazendo a questão para a arte brasileira das duas primeiras décadas deste século, apresentamos um estudo semiótico sobre as relações referenciais de natureza simbólica, indicial e, sobretudo, icônica, estabelecidas por pintores com a fotografia em seus processos criativos. A pesquisa levantou e analisou documentos remanescentes dos percursos trilhados por quinze artistas brasileiros para a produção de quinze pinturas, um conjunto escolhido com base em critérios que atestassem sua relevância e representatividade no atual cenário artístico nacional e a partir do qual investigamos o pensamento artístico em processo através de preceitos da crítica genética, com abordagem teórico-metodológica alicerçada por aspectos da filosofia de Charles S. Peirce, buscando identificar, na relação entre as obras e registros sobre seus percursos criativos, a natureza sígnica das relações de referencialidade estabelecidas pelos artistas com a fotografia, ressaltando o nível icônico como tendência predominante.Since the mid-19th century, photographs have been used by painters from various parts of the world to guide their creations. By addressing the issue in Brazilian art from the first two decades of this century, we present a semiotic study on the symbolic, indicative and, above all, iconic reference relationships established by painters with photography in their creative processes. The research collected and analyzed documents remaining from the paths taken by fifteen Brazilian artists to produce fifteen paintings, a set chosen based on criteria that attest to their relevance and representativeness in the current national artistic scene. From these documents, we investigated artistic thought in process through precepts of genetic criticism, with a theoretical-methodological approach based on aspects of Charles S. Peirce\u27s philosophy, seeking to identify, in the relationship between the works and records of their creative paths, the symbolic nature of the referential relationships established by the artists with photography, highlighting the iconic level as the predominant tendency

    Peirce’s semiotics applied to architectural graphic representation

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    Este artigo tem por objetivo discutir o desenho de arquitetura à luz da semiótica de Peirce. Por meio da consulta aos escritos originais do autor e de duas das principais especialistas brasileiras em sua obra, Lúcia Santaella e Lucy Niemeyer, elucidam-se alguns de seus conceitos e sua aplicação à representação gráfica arquitetônica, que constitui uma das formas de comunicação não verbal utilizadas pelo arquiteto na comunicação do projeto a seus interlocutores. Introduz-se a noção de signo, bem como de sua estrutura triádica formativa (representâmen, objeto e interpretante). Posteriormente, dividem-se os desenhos de arquitetura em dois tipos, de acordo com a relação que guardam com o objeto arquitetônico que representam, chamados de notacional e imaginativo. Exemplos de desenhos de cada categoria são analisados separadamente, de forma que os conceitos de Peirce emerjam conforme forem solicitados. Por fim, é apresentada uma discussão a respeito da adequação de cada tipo de desenho aos objetivos de comunicação.The aim of this article is to discuss architectural drawing in the light of Peirce\u27s semiotics. By consulting the author\u27s original works and those of two of the main Brazilian researchers focused on his work, Lúcia Santaella and Lucy Niemeyer, we elucidate some of his concepts and their application to the graphic representation of architecture, which is one of the forms of non-verbal communication used by the architect in communicating the project to their interlocutors. The concept of sign is introduced, as well as its formative triadic structure (representamen, object, and interpretant). Subsequently, drawings are divided into two types, according to their relationship with the architectural object they represent, called notational and imaginative. Examples of drawings from each category are analyzed separately, so that Peirce\u27s concepts emerge as required. Finally, a discussion is presented on the suitability of each type of drawing for communication objectives

    El signo artístico como icono en Charles S. Peirce

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    Este artículo pretende explorar la noción del signo artístico en Charles S. Peirce. La estética peirceana se caracteriza por la búsqueda de lo admirable en sí mismo, y la belleza aparece para Peirce como un fin último que solo es posible cuando se logra un equilibrio entre cualidades sensibles y razonabilidad o, en términos de las categorías peirceanas, entre primeridad y terceridad. Desde este punto de vista, el signo artístico es para Peirce aquel en el que se encarna aquello que lo trasciende. No es verdadero ni falso, sino que representa a su objeto como signo de una mera posibilidad. Tiene el carácter expresivo propio de los iconos, reflejando una semejanza que no se entiende como un criterio de adecuación externa, sino como un reflejo de las sensaciones que el artista pretende plasmar. El icono aparece como un tipo de signo que es lo suficientemente amplio para servir a la novedad y a la pluralidad del arte.Este artículo pretende explorar la noción del signo artístico en Charles S. Peirce. La estética peirceana se caracteriza por la búsqueda de lo admirable en sí mismo, y la belleza aparece para Peirce como un fin último que solo es posible cuando se logra un equilibrio entre cualidades sensibles y razonabilidad o, en términos de las categorías peirceanas, entre primeridad y terceridad. Desde este punto de vista, el signo artístico es para Peirce aquel en el que se encarna aquello que lo trasciende. No es verdadero ni falso, sino que representa a su objeto como signo de una mera posibilidad. Tiene el carácter expresivo propio de los iconos, reflejando una semejanza que no se entiende como un criterio de adecuación externa, sino como un reflejo de las sensaciones que el artista pretende plasmar. El icono aparece como un tipo de signo que es lo suficientemente amplio para servir a la novedad y a la pluralidad del arte.This article aims to explore the notion of artistic sign in Charles S. Peirce. Peirce’s aesthetics is characterized by the pursuit of what is admirable in itself, and beauty appears to him as a final end that is only possible when a balance is achieved between sensible qualities and reasonableness — or, in terms of Peirce’s categories, between Firstness and Thirdness. From this perspective, the artistic sign, for Peirce, is one in which something that transcends it is embodied. It is neither true nor false, but rather represents its object as a sign of mere possibility. It has the expressive character typical of icons, reflecting a likeness that is not understood as a criterion of external adequacy, but as a reflection of the sensations the artist seeks to convey. The icon appears as a type of sign broad enough to serve the novelty and plurality of art.Este artículo pretende explorar la noción del signo artístico en Charles S. Peirce. La estética peirceana se caracteriza por la búsqueda de lo admirable en sí mismo, y la belleza aparece para Peirce como un fin último que solo es posible cuando se logra un equilibrio entre cualidades sensibles y razonabilidad o, en términos de las categorías peirceanas, entre primeridad y terceridad. Desde este punto de vista, el signo artístico es para Peirce aquel en el que se encarna aquello que lo trasciende. No es verdadero ni falso, sino que representa a su objeto como signo de una mera posibilidad. Tiene el carácter expresivo propio de los iconos, reflejando una semejanza que no se entiende como un criterio de adecuación externa, sino como un reflejo de las sensaciones que el artista pretende plasmar. El icono aparece como un tipo de signo que es lo suficientemente amplio para servir a la novedad y a la pluralidad del arte

    Iconicity in language since F. de Saussure and C. S. Peirce

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    The paper examines trends and tendencies in modern linguistics since Ferdinand de Saussure and Charles S. Peirce in the study of iconicity in spoken and written language. Saussure’s dogma of the arbitrariness of the linguistic sign impeded research into linguistic iconicity for decades. Only in the 1980s did iconicity become a vital research field of modern linguistics (again). The paper argues further that Saussure’s concept of the arbitrary sign is not congruent with Peirce’s symbol and shows that Peirce’s icon differs from the Saussurean concept of the verbal sign motivated by similarities between the signifier and the signified. The study shows how some scholars interpreted the renewed interest in iconicity in language as an “iconic turn” in modern linguistics, while others hastened to narrow the concept of iconicity down again.O artigo examina as tendências da linguística moderna desde Ferdinand de Saussure e Charles S. Peirce no estudo da iconicidade na linguagem falada e escrita. O dogma de Saussure sobre a arbitrariedade do signo linguístico impediu a pesquisa sobre a iconicidade linguística durante décadas. Somente na década de 1980 a iconicidade se tornou um campo de pesquisa vital da linguística moderna (novamente). O artigo argumenta ainda que o conceito de signo arbitrário de Saussure não é congruente com o símbolo de Peirce e mostra que o ícone de Peirce difere do conceito saussuriano de signo verbal motivado por semelhanças entre o significante e o significado. O estudo mostra como alguns estudiosos interpretaram o interesse renovado pela iconicidade na linguagem como uma “virada icônica” na linguística moderna, enquanto outros se apressaram em restringir novamente o conceito de iconicidade

    Dimensions of icon for a semiotics of art and a philosophy of the image

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    In the context of Peircian semiotics, an icon denotes a given sign that has a relationship of similarity with its object. In turn, the signs of iconicity are associated with firstness, and so, also carry possibilities and qualities, although it is common to associate them with the mere idea of a similar image. However, images and similarity are not always synonymous, and this seems to be precisely one of the key points to understand why Peirce could include in the same range of iconicities, not only images, but diagrams and metaphors. In fact, following his modus operandi, he resorted to the vocabulary of ancient philosophy; however, there are two Greek terms associated with the ideas of image and similarity, namely: eikon (icon) and eidolon (idol). Although they can be taken as synonyms, since Plato they have been complementing and opposing each other, thus including intimate relations with the ideas of copy and analogy; and also, of imitation and representation; of verisimilitude and possibility; of simulacrum and illusion; imagination and apparition, among other binomials. So, this is the complexity of the term that Peirce borrowed from the Greeks. Therefore, we propose a conceptual archaeology of the icon and its main correlates within the scope of the Platonic and Aristotelian philosophical vocabulary — eikón; eídolon; phantasía; mímesis; eikós — to analyze the differences and similarities of the possible dimensions of the icon in Peircian semiotics, in dialogue with a philosophy of the image in Greek Antiquity, which underlies a philosophy of art to this day, and thus also outlines a semiotics of art.No âmbito da semiótica peirciana, ícone denota um dado signo que tem relação de semelhança com seu objeto. Por sua vez, os signos de iconicidade estão associados à primeiridade e, portanto, acarretam, igualmente, possibilidades e qualidades, ainda que seja comum associá-los à mera ideia de imagem semelhante. No entanto, imagem e semelhança nem sempre são sinônimos e parece ser justamente esse um dos pontos chaves para compreendermos por que Peirce pôde incluir numa mesma gama de iconicidades, não apenas imagens, mas diagramas e metáforas. Com efeito, seguindo seu modus operandi, ele recorreu ao vocabulário da filosofia antiga; todavia, há dois termos gregos associados às ideias de imagem e semelhança, a saber: eikón (ícone) e eídolon (ídolo). Embora possam ser tomados como sinônimos, desde Platão vêm se complementando e se contrapondo, incluindo assim, relações íntimas com as ideias de cópia e analogia; e também de imitação e representação; de verossimilhança e possibilidade; de simulacro e ilusão; imaginação e aparição, entre outros binômios. Eis então a complexidade do termo que Peirce tomou emprestado dos gregos. Sendo assim, propomos uma arqueologia conceitual do ícone e de seus principais correlatos no âmbito do vocabulário filosófico platônico e aristotélico — eikón; eídolon; phantasía; mímesis; eikós —, para analisar as diferenças e similaridades das possíveis dimensões do ícone na semiótica peirciana, em diálogo com uma filosofia da imagem na Antiguidade grega, que fundamenta uma filosofia da arte até hoje, e assim, delineia igualmente uma semiótica da arte

    Between imagination and denunciation: the ethos of Lygia Bojunga

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    Conforme Fiorin (2008), é dentro de uma totalidade de textos que a imagem do ator da enunciação se define, levando-se em consideração, a escolha do assunto, dos percursos figurativos e temáticos, a maneira como se constroem as personagens, o estilo de linguagem escolhido, dentre outros recursos. Assim, a partir do estudo da obra A casa da madrinha, de Lygia Bojunga, que transita entre realidade e imaginação, priorizaremos o percurso de três personagens: Alexandre, Vera e o Pavão, para traçar o éthos de Lygia Bojunga. Como aporte teórico, recorremos à semiótica discursiva e tensiva para abordar as modalidades veridictórias e epistêmicas, os percursos figurativos e temáticos, as estratégias de modalizações, assim como os processos de triagem e mistura. Ao retratar com muita precisão o contexto da pobreza e da exclusão social, contrapondo-o à leveza do mundo da imaginação, ao mesmo tempo que denuncia as diferentes formas de cerceamento e controle no campo das ideias, a obra vai revelando traços de um ator da enunciação solidário, sensível e corajoso.According to Fiorin (2008), the image of the enunciator is defined within a totality of texts, taking into account the choice of subject, figurative and thematic paths, the construction of characters, the selected linguistic style, among other elements. Thus, through the study of A casa da madrinha (The Godmother’s House) by Lygia Bojunga — a work that navigates between reality and imagination — we will focus on the trajectories of three characters: Alexandre, Vera, and the Peacock, to outline Lygia Bojunga’s ethos. As a theoretical framework, we employ discursive and tensive semiotics to analyze veridictory and epistemic modalities, figurative and thematic paths, strategies of modalization, as well as processes of filtering and blending. By sharply depicting the context of poverty and social exclusion — juxtaposing it with the lightness of the imaginary world — while denouncing various forms of ideological restraint and control, the work gradually reveals the traits of a compassionate, sensitive, and courageous enunciator

    A classification of iconicity from Peircean phaneroscopy

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    Este artigo propõe uma classificação ampliada da iconicidade ancorada na faneroscopia de Charles S. Peirce e articulada a um esquema composicional que explica por que as formas de iconicidade acessíveis à consciência são, em geral, degeneradas. Parto da hipótese de que ícones puros — ocorrências de primeiridade, nas quais há indiscernibilidade formal entre signo e objeto — proporcionam um tipo de cognição imediata dificilmente tematizável reflexivamente; logo, a maior parte do que chamamos “representação icônica” na vida mental e cultural aparece sob as formas degeneradas de ergosemas (primeiridade da secundidade) e metáforas (primeiridade da terceiridade). Mostro que, ao aplicar regras de composicionalidade inspiradas na gramática especulativa peirciana, é possível derivar 36 classes cujo segundo correlato (relação signo–objeto) é icônico (ícone puro ou degenerado).This article proposes an expanded classification of iconicity anchored in Charles S. Peirce’s phaneroscopy and articulated through a compositional scheme that explains why the forms of iconicity accessible to consciousness are, in general, degenerate. I start from the hypothesis that pure icons — occurrences of Firstness in which there is formal indiscernibility between sign and object — afford a kind of immediate cognition that resists reflective thematization; therefore, most of what we call “iconic representation” in mental and cultural life appears in the degenerate forms of ergosemes (firstness of secondness) and metaphors (firstness of thirdness). I show that, by applying compositional rules inspired by Peirce’s speculative grammar, it is possible to derive 36 classes whose second correlate (the sign–object relation) is iconic (whether pure or degenerate)

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