Latin American Archives of Animal Production
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    Resposta produtiva de novilhos suplementados em pastagem natural no Verão

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    La producción de forraje del campo natural (CN), principal fuente de alimento de los sistemas ganaderos en Uruguay, tiene una gran variabilidad durante el verano. El objetivo de este trabajo fue evaluar la respuesta productiva de novillos suplementados sobre CN durante el verano. Se realizaron tres experimentos independientes en los veranos 2020/21, 2021/22 y 2022/23 en la Unidad Experimental Palo a Pique (INIA Treinta y Tres). En cada experimento se utilizaron novillos Angus (273 ± 13 kg) pastoreando CN con acceso a sombra artificial en dos tratamientos: sin suplemento (control, CONT) y con suplemento (SUPL) en un diseño de bloques al azar con 3 repeticiones. La unidad experimental fue el grupo de animales (3-5 novillos) en 2 ha. El modelo estadístico mixto incluyó los efectos fijos del tratamiento y bloque, y el efecto aleatorio del año. Se utilizó ración balanceada (15-17% PC, 43% FDA y 62% FDN) con suministro infrecuente (lunes, miércoles y viernes) al 0,87% de PV equivalente diario. De acuerdo con el índice de temperatura y humedad (ITH), los animales estuvieron expuestos a condiciones de estrés calórico entre un 28% y 35% del tiempo. La altura (4,5±0,4 cm) y disponibilidad de forraje (1929±161 kg) inicial no presentaron diferencias significativas entre tratamientos. La altura del forraje final fue mayor (P < 0,05) en SUPL (5,5±2,0 cm) que en CONT (4,8±1,7 cm). La calidad del forraje fue de 7,9+0,7% PC, 43+2% FDA y 62 +1% FDN. Los animales suplementados registraron mayor (P < 0,05) PV final (347±9 kg) y ganancia de peso (0,90±0,17 kg/a/d) que aquellos sin suplementación (313±8 kg y 0,45±0,15 kg/a/d, respectivamente) con una eficiencia de conversión de 6,8±2,8 kg MS de suplemento por kg de PV agregado. La suplementación estival es una alternativa válida para mejorar y estabilizar el desempeño de novillos pastoreando CN durante el verano

    Espectroscopia fecal próxima do infravermelho multiespecífica para a estimativa da proteína bruta fecal de ruminantes em pastagens heterogéneas

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    Crude fecal protein, an important marker of ruminants diet’s quality in pastoral systems, has been satisfactorily estimated using species-specific fNIRS models. The study aimed to evaluate the quality of multispecies models in estimating fecal crude protein (fCP) in cattle and sheep receiving native pasture from the Pampa Biome, Italian ryegrass (Lolium multiflorum L.) and Pearl Millet (Pennisetum americanum (L.) Leeke.). Data were obtained from 23 metabolism assays conducted in six independent experiments between 2007 and 2020 in different locations with male cattle or sheep receiving native pasture from the Pampa Biome (7), Italian ryegrass (10), replacement levels of native pasture and ryegrass (2), and Pearl millet (4). The experiments were conducted during 10 to 20 days of adaptation, followed by 5 days of fecal collection. A compound sample was produced from each animal, totaling 225 samples. Analyses were performed to determine dry matter (DM), organic matter (OM), and nitrogen concentration (N), from which fecal crude protein (fCP, g/kg OM) values were obtained. The samples were analyzed using NIRSFOSS 5000 equipment. The software used was Unscrambler 11, and calibration was performed using Partial Least Squares (PLS). The pretreatments used were Standard Normal Variate (SNV) and Extended Multiplicative Scatter Correction (EMSC), isolated or in combination with Detrending (DET), Savitsky-Golay (SG), 1st and 2nd derivatives, and Smoothing (SMO). Of the total, 180 samples were used for calibration and 45 for validation. The performance of the models was evaluated based on the indicators of coefficient of determination (R²), root mean square error (RMSE), and relative predict error (RPE). The best multispecies model for fCP was EMSC, SG2(13), 2nd derivative, with R² 0.96, RMSEp 12.25, and RPEp 6.98%. The multispecies model performed satisfactorily and can be used to estimate fCP of cattle and sheep in grazing systems

    Efeito do uso de probiótico em substituição a ionóforo em dietas de alto grão sobre o consumo alimentar de bovinos confinados

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    O uso de antibióticos na alimentação animal tem sido questionado por seu risco sanitário. O objetivo com este experimento foi avaliar o efeito da substituição de um ionóforo por um probiótico sobre o consumo dos animais. O experimento foi realizado na agropecuária CEDRON, Anastácio, MS, Brasil. Foram utilizadas 40 novilhas cruzadas Angus X Nelore (15 meses e 350 kg), alojadas em duas baias coletivas de 400m² cada. Cada grupo de 20 animais recebeu a dieta experimental (relação volumoso/concentrado de 6:94, à base de bagaço de cana e um concentrado de milho, casca de soja e farelo de soja) contendo, Monensina Sódica (Monensina) ou um probiótico (Probiótico) à base de leveduras (Levucell® SC, Lallemand, Brasil) como aditivos. A dieta foi fornecida ad Libitum, duas vezes ao dia. O período experimental teve uma fase de adaptação (21 dias, em escada) e uma de avaliação de desempenho (65 dias). O consumo diário de matéria seca (MS) foi mensurado pela diferença entre o total ofertado e as sobras. A silagem e as sobras foram avaliadas diariamente quanto à MS. O consumo médio diário de cada semana foi analisado segundo um DIC utilizando-se o software SAS On Demand e uma significância de 5%. Durante a adaptação não se observou diferença (P>0,05) no consumo de MS (7,293 kgMS/d para os animais que recebiam Monensina ou 7,474 kgMS/d para os que recebiam Probiótico). Já na fase de desempenho os animais Probiótico tiverem consumo (10,031 kg MS /d) maior (P<0,05) que os Monensina (9,566 kg MS /d). Esta diferença foi significativa (P<0,05) nas semanas 5, 6, e 9 da fase de avaliação de desempenho. O uso de Probiótico conseguiu manter o consumo de MS dos animais mesmo após a segunda metade da fase de avaliação de desempenho, quando os animais que recebiam Monensina reduziam este consumo

    Dinâmica da qualidade das pastagens no Uruguai: uma análise integrada de índices de vegetação e variáveis abióticas

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    As pastagens representam a base alimentar da pecuária extensiva, constituindo-se um recurso fundamental para nutrição de ruminantes. O desempenho produtivo e o bem-estar dos animais estão diretamente ligados à quantidade ideal e qualidade da forragem disponível, cuja dinâmica é influenciada por variáveis climáticas, principalmente pela disponibilidade hídrica. Técnicas de sensoriamento remoto, como o Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e o Índice de Diferença Normalizada da Água na Vegetação (NDWIveg) permitem avaliar de forma rápida, espacial e continuamente o estado de saúde das pastagens. Objetivou-se avaliar a relação entre variáveis abióticas e os índices de vegetação em regiões de pastagem no Uruguai. Foram utilizados dados de NDVI e NDWIveg derivados de imagens do satélite Landsat 8, processadas via Google Earth Engine, além de dados meteorológicos extraídos do modelo TerraClimate de 2014 e 2023. As variáveis abióticas incluíram precipitação total anual (PPT), evapotranspiração potencial (ETP) e déficit hídrico potencial (DH), estimados pelo método de Hargreaves. Os resultados revelaram uma redução significativa na PPT em 2023 (1136,9 mm) em comparação a 2014 (1692,4 mm), acompanhada por um aumento da ETP (de 778,7 mm para 811,1 mm) e consequente queda no DH (de 913,4 mm para 325,8 mm). Essa condição refletiu na vegetação com leve queda nos valores médios de NDVI (de 0,346 para 0,342) e NDWIveg (de 0,119 para 0,107), refletindo em menor teor de água nas plantas. A elevada variabilidade espacial do DH (59,3%) e do NDWIveg (56,4%) evidencia a heterogeneidade hídrica, que afeta diretamente o vigor da vegetação. Esses resultados indicam que, mesmo com menor disponibilidade hídrica, as pastagens proporcionaram uma produtividade relevante, embora sob possível estresse, reforçando o papel estratégico do monitoramento climático

    A sincronização com um padrão luteolítico melhora a eficiência da prostaglandina e aumenta a taxa de gestação em bovinos em pastoreio.

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    Objetivo determinar si una inclusión del patrón luteolítico con prostaglandinas (frecuencia de 7 hora/ dosis) en los protocolos de sincronización incrementa la tasa de gestación en vacas bajo pastoreo. Grupo dosis simple (GS; n=11; condición corporal 4.41 ± 0.5 puntos) sometido a una sincronización con prostaglandinas (dosis luteolítica) con 3 aplicaciones de dosis simples con intervalos de 11 días/dosis y un grupo doble dosis (GD; n=11; condición corporal 4.45 ± 0.4 puntos) sincronizadas con dosis dobles (intervalo 7 h entre dosis) en 3 periodos de aplicaciones con intervalo de 11 días. se realizó 12 horas posteriores al inicio del estro la inseminación artificial + GnRH (86 mcg de gonadorelina). Ambos grupos alimentados con pasto Humidicola y pasto estrella, agua y sales minerales a libre acceso. Se determinó el porcentaje de hembras en estro, eficiencia de las prostaglandinas (tiempos cortos entre estros del periodo 2 y 3 de aplicación), el tamaño del CL, y el porcentaje de vacas gestantes a los 120 días postinseminación. Fueron utilizadas las pruebas de chi2 y t studet test. El porcentaje de vacas en estro únicamente al primer periodo fue mayor en el GD vs. GS (P=0.001), y similar en el segundo y tercer periodo (P=0.061 y P=0.63). La eficiencia de la prostaglandina fue mayor en el GD comparado con GS, 54.5 % vs. 9 %, (1 al 2 periodo; P=0.000), y 72.7 % vs. 36.4 %, respectivamente, (2 al 3 periodo; P=0.000), el tamaño del cuerpo lúteo no difirió entre los grupos y periodos (P ≥ 0.2). Asimismo, la tasa de gestación fue mayor en las vacas del GD comparado con GS (81.82 vs. 36.36 %; P=0.002). Se concluye que la inclusión del patrón luteolítico en los programas de sincronización con solo prostaglandinas mejora la tasa de gestación en vacas mantenidas bajo pastoreo tropical

    Pecuária na América Latina: metano entérico e principais países emissores

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    La ganadería bovina es vital para la seguridad alimentaria, y la economía de América Latina. La región concentra 28 % del stock bovino mundial y contribuye significativamente a la oferta global de carne. Desarrollada mayoritariamente sobre pasturas, la ganadería convierte forrajes no comestibles en proteína de alto valor nutritivo. Sin embargo, estos sistemas generan emisiones de metano (CH₄)  entérico, un potente gas de efecto invernadero de vida corta, cuya reducción puede aportar beneficios climáticos a corto plazo. El objetivo de este estudio fue cuantificar y comparar las emisiones absolutas e intensidad de emisiones de CH₄ entérico (kg CO₂ eq/kg de proteína: carne + leche) en los sistemas bovinos de América Latina, con foco en los principales países productores. Se utilizaron datos del modelo GLEAM 3.0 (FAO) para analizar las emisiones totales (t CO₂eq) e intensidad de emisiones (kg CH₄/kg proteína) por país, así como variables del rodeo como edad al primer parto, mortalidad, preñez y tasa de reemplazo. La región cuenta con 411 millones de cabezas que generan 0,7 Gt CO₂ eq de metano entérico y una intensidad promedio de 115 kg CO₂ eq/kg de proteína. El 70 % del stock bovino se concentra en tres países: Brasil, Argentina y México. Las emisiones absolutas fueron 375 millones t CO₂ eq en Brasil, 76 millones en Argentina y 53 millones en México. La intensidad de emisiones (kg CO₂eq/kg de proteína) fue mayor en Brasil (125), seguida por Argentina (93) y México (84). En Brasil, la mayor tasa de mortalidad explica en parte su mayor intensidad de emisiones. Reducir la mortalidad en la cría permitiría disminuir las emisiones por unidad de proteína producida, incrementar la oferta sin aumentar el stock y avanzar hacia sistemas ganaderos más productivos y sostenibles

    Variação racial e pigmentar na espessura epidérmica bovina e o seu possível impacto na suscetibilidade a ectoparasitas

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    El espesor de la epidermis puede afectar la penetración de ectoparásitos hematófagos y estaría modulado, entre otros factores, por la pigmentación cutánea. Se comparó el grosor epidérmico en vacunos Brahman (Bos indicus) y en tres biotipos híbridos Bos taurus × Bos indicus (Braford, Brangus Colorada y Brangus Negra) y se evaluó su relación con el color de la piel (clara vs. negra). Se obtuvieron biopsias cutáneas (punch 5 mm) de la región dorsal caudal a la escápula en 20 vacas adultas (n = 5 por biotipo). Las secciones histológicas (H-E) se digitalizaron y se midió el espesor epidérmico con ImageJ; se registraron 4 857 mediciones (242 ± 37 por animal) y se promedió por individuo. Los valores (µm) se analizaron mediante ANOVA de una vía (factor = raza/biotipo) y prueba t para la comparación piel clara vs. negra (α = 0,05). Los espesores epiteliales promedios para cada biotipo fueron: Braford 33,2 ± 3,5; Brahman 28,0 ± 4,1; Brangus Colorada 29,5 ± 4,8; Brangus Negra 26,7 ± 3,9. El ANOVA reveló diferencias entre biotipos (p = 0,015). Tukey indicó que Braford presentó una epidermis más gruesa que Brahman (p = 0,014), Brangus Colorada (p = 0,019) y Brangus Negra (p = 0,018); no se detectaron otras diferencias. Agrupando por pigmentación, las pieles claras (30,0 ± 3,9 µm; n = 8) fueron más gruesas que las negras (25,6 ± 4,2 µm; n = 12) (p = 0,015). Se concluye que el grosor epidérmico difiere entre estos biotipos y que los bovinos de piel clara presentan una epidermis significativamente más gruesa que los de piel negra. Esto sugiere que la pigmentación cutánea influye en la arquitectura epidérmica y podría conferir distinta resistencia física frente a la penetración de probóscides de parásitos hematófagos, modulando su eficiencia alimentaria y el potencial de transmisión de enfermedades

    Perdas de amônia por volatilização em azevém fertilizado com diferentes fontes nitrogenadas

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    O uso de fertilizantes nitrogenados é essencial para manter a produtividade de pastagens, no entanto, a sua aplicação pode resultar em perdas significativas para o ambiente, principalmente por volatilização de amônia (NH₃). O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes fontes nitrogenadas nas perdas de N por volatilização de NH3 em pastagem de azevém (Lolium multiflorum Lam.) fertilizada. O estudo foi realizado na UFSM/RS no período entre maio e novembro de 2023. Os tratamentos consistiram: controle (CON; sem adubação), ureia (UR; 46% de N) e nitrato de amônio (NA; 27% de N). Para mensurar as perdas de NH3 foram utilizados coletores compostos por câmaras abertas confeccionadas com garrafas de politereftalato de etileno e esponjas embebidas em solução ácida para captura da NH₃ volatilizada, logo após as três aplicações de fertilizantes em cobertura, realizadas a lanço, sendo respectivamente 81, 41 e 41 kg/ha de N na forma de ureia ou nitrato de amônio. O delineamento experimental foi ao acaso, com três tratamentos e quatro repetições. O nível de significância adotado foi de 5% de probabilidade. Os fluxos diários de N-NH3 apresentaram picos de volatilização logo após as aplicações de fertilizantes, sendo mais elevados no tratamento UR. Na primeira fertilização, não houve diferença entre os tratamentos. No entanto, nas duas fertilizações seguintes, a UR apresentou perdas acumuladas de N-NH3 maiores (8,11 e 10,94 kg/ha de N-NH3 na segunda e terceira fertilização, respectivamente) em comparação aos demais tratamentos. O NA apresentou perdas cumulativas de 2,57 e 2,56 kg/ha de N-NH3 na segunda e terceira fertilização, respectivamente, enquanto no CON foi observado 1,41 e 1,67 kg/ha de N-NH3, respectivamente. Dessa forma, nas condições do estudo, o nitrato de amônio demonstrou ser uma fonte nitrogenada mais eficiente para mitigar as perdas de amônia para a atmosfera em comparação com a ureia

    Artigo convidado O papel da pecuária no aprimoramento dos sistemas agrícolas: perspectivas de modelos mistos de cultivos e pecuária

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    Global food production faces mounting climate and health pressures, creating demand for agricultural systems that regenerate soils, recycle nutrients, improve human diets, reduce emissions, and minimize chemical inputs while maintaining farmer livelihoods. Integrated crop–livestock systems (ICLS), extensively researched in Brazil, offer a viable pathway to meet these combined challenges. This communication highlights evidence from long-term experiments and comparative studies showing how ICLS improve resource efficiency and food supply. We synthesize findings from multi-year field experiments and simulation studies that evaluate grazing management, soil nutrient cycling, carbon dynamics, and human-edible nutrient outputs under contrasting hydroclimatic conditions. Grazing animals provide functional synergies in ICLS by recycling nutrients through feces and urine, modifying soil structure via hooves, and enhancing soil–microbiota connectivity. Well-managed grazing increases soil carbon by up to 20% in mixed systems, improves nitrogen use efficiency, and decreases fertilizer dependence. Evidence from soybean–livestock rotations show energy and protein yields for human consumption rising by 24–28% compared to ungrazed systems, while diversified rice–livestock systems reduce unsustainability indexes and increase renewability by more than 120%. Nutritional yield analyses demonstrate that moderate grazing intensities buffer energy, protein, and micronutrient supply against drought stress, outperforming pure crop systems in both productivity and stability. ICLS simultaneously generate plant and animal foods from the same land, enhancing food quantity, nutritional diversity, and resilience while preserving arable soils. For farmers, ICLS diversifies income, reduces chemical costs, and strengthens adaptive capacity. Rooted in Brazilian innovation, these results demonstrate that livestock integration is essential to sustainable intensification and agricultural adaptation to climate variability today and in the future

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