Portal de Periódicos Unespar (Universidade Estadual do Paraná)
Not a member yet
4774 research outputs found
Sort by
MEIOS DE ENSINO, APRENDIZAGEM E COMUNICAÇÃO DE DISPOSITIVOS PARA O ACESSO SEMÂNTICO À CULTURA DO TERREIRO
UMA MUSICOTERAPIA LATINOAMERICANA? POLIFONIA E POLITOMIA NO DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL E DISCIPLINAR DA AMÉRICA LATINA
O objetivo deste artigo é apresentar algumas das características dodesenvolvimento da musicoterapia na América Latina (que a autora identifica comorelevantes a partir de sua experiência profissional) e refletir sobre as relações dinâmicasentre os diversos atores que contribuíram para o desenvolvimento profissional. atual naregião
LA RESISTENCIA AL NO VERBAL: DE LA MUSICOTERAPIA A LA TERAPIA BENENZON
Las transformaciones crean resistencias. Mupsicoterapeuta y terapeuta no verbal por terapeuta Benenzon; identidad sonora por identidad sensorial. Paciente por elotro, yo otro, nos otros. Los 9 principios de la etica del no verbal de la terapia Benenzon
Semiosis del Musicante
Considerando los valiosos aportes de colegas estudiosos de la música en la musicoterapia, este trabajo se propone contribuir a la construcción de una semiosis del musicante, entendiendo por tal al signo musical, con características propias que determinan las particularidades tanto del lenguaje musical como de un aspecto diferente y distintivo, propuesto como "sonancia" . Se discurrirá sobre las especificidades del lenguaje musical en el encuadre musicoterapéutico, como portador de sentido terapéutico
GODDESS OF THE JEWELLED WEB: THE TRANSMISSION OF THE TRANSPERSONAL IN VISIONARY ART
Art striving for an existential veracity or ‘truth’ will be put upon a difficult and confusing road, forking and branching pathways; between on one hand positivist and nominalist systems tending toward rationality (as in ‘ratio’, to measure), and on the other extreme something akin to pure aesthetics, decor, and the enjoyment of a sensoric object. What we wish to seek here is a deeper meaning for the Arts which put Sacred Art upon a respectable and integral foundation.Via an inter-discourse between established concepts and liminal mythologies, tentative explorations are made on how visionary art transmits and perpetuates symbols of transpersonal experiences into culture. By using the concept of memes, cultural units that are transmitted through imitation and replication, we explore how visionary art facilitates and communicates liminal experiences with transformative impact upon established realities
O EU COMO PRODUTO IDEOLÓGICO: BAKHTIN APLICADO
Neste artigo, usamos as formulações semióticas e estéticas desenvolvidas por Bakhtin, principalmente nas suas obras Marxismo e Filosofia da Linguagem e Estética da Criação Verbal, para analisarmos qual a função tanto da arte quanto do esoterismo no que diz respeito a criação de si. Ou seja, buscamos compreender como esses dois domínios de criação ideológica ensejam a criação de si, vista como um processo artístico de produção e reprodução. Para tanto, lançamos mão de dois autores, cada um considerado sob o seu domínio ideológico correspondente. Na arte, escolhemos Marcel Proust, autor de Em Busca do Tempo Perdido. No esoterismo, Carl Gustav Jung, em razão da recente publicação de seu (até então privado) Livro Vermelho ou Liber Novus, o livro no qual ele registrava suas auto experimentações. Aplicamos as elaborações teóricas de Bakhtin em ambos, de modo a revelar a figura dessa interação entre o eu e o mundo enquanto um processo de produção semiótica. Mais especificamente, procuramos o espaço no qual é possível deixar de apreender a ideologia passivamente, mas, antes, ativamente participar da história.In this paper, we use the semiotical and aesthetical formulations developed by Bakhtin, mainly in his works Marxism and Philosophy of Language and Aesthetics of Verbal Creation, to analyse what is the function both of art as of esotericism in what regards self creation. That is, we seek to comprehend how these two domains of ideological creation give rise to self creation, seen as an artistic process of production and reproduction. For that, we resort to two authors, each considered under his corresponding ideological domain. In art, we chose Marcel Proust, author of In Search of Lost Time. In esotericism, Jung, for the recent publication of his (until then private) Red Book ou Liber Novus, the book in which he registered his self-experimentations. We apply Bakhtin’s theoretical elaborations to both of them, so that the shape of this interaction between the I and the world as a process of semiotical production is revealed. Specifically, we seek the space in which it is possible to cease to aprehend ideology passively, but rather actively participate in history
Quem conta um conto aumenta um ponto: Titanic entre a realidade e a necessidade
Esse artigo se propõe a instigar a reflexão a respeito do real, o ficcional e a necessidade em obras cinematográficas selecionadas sobre o naufrágio do RMS Titanic que, mais de cem anos depois, continua servindo de base para a produção de filmes, documentários, livros etc. Em um primeiro momento são abordadas as visões que se têm dos acontecimentos, as mudanças que ocorrem conforme novas descobertas são feitas e a maneira como são apresentadas, evidenciando, assim, os diversos modos de experienciar uma mesma circunstância: pessoalmente, distante espacialmente e temporalmente. Em um segundo instante, é abordada a necessidade de se continuar criando em vista da existência de produções prévias. Partindo de um importante livro sobre o desastre, um filme dos anos 1950, mas com foco em Titanic (1997) de James Cameron, são levantadas questões acerca da inspiração, motivação e autoria. Afinal, como contar, de forma inovadora, uma história que todos já sabem o final
Andanças improvisatórias : Do corpo dinâmico à memória poética
Neste artigo traçamos uma linha temporal abarcando pesquisas, relatos e experiências nas quais a prática da improvisação na composição, na performance e em propostas para a graduação em Música se encontram. Neste percurso são trazidos estudos das áreas de Educação, da Etnomusicologia e da Cognição Musical com o intuito de contribuir para ampliar as ideias de improvisação a partir de experiências corporificadas, imersivas e espacializadas em processos criativos pessoais e seus desdobramentos. Conceitualmente, partimos da ideia da corporeidade como via cognitiva para o estudo de fenômenos rítmicos em propostas que conectam o movimento à performance no instrumento, traçando paralelos entre vivências em processos composicionais que se utilizam da improvisação e sua aplicação direta em contextos formativos de Música. Ao final deste percurso, sugerimos que as interações com o meio a partir de iniciativas de improvisação contribuam para a formação de espaços coletivos de memória, em um contexto onde o percurso artístico encontra-se com o percurso didático em situações poéticas, dinâmicas e corporificadas.
 
VIDA, ARTE E DEVIR: A vida como fenômeno estético em Nietzsche
Este artigo busca justificar, a partir de O Nascimento da Tragédia, a famosa frase de Nietzsche que diz: “só como fenômeno estético a existência e o mundo justificam-se eternamente”. Nesse sentido, traçaremos um caminho com dois momentos: 1) a exposição dos princípios apolíneo e dionisíaco como impulsos naturais criadores da arte trágica. Este primeiro momento traz a importância de se compreender o movimento antagônico e conciliador que envolve tais princípios, bem como demonstrar que os gregos criaram a tragédia com objetivo de suportar os horrores da vida; o segundo momento traça um parâmetro comparativo entre os conceitos nietzschianos de a vida, a arte e o devir. Pretendemos com isso, dizer que a vida é, para Nietzsche, devir, e o que confirma tal proposição é o próprio modo em que Nietzsche vê a vida: como uma luta entre forças opostas, ou seja: como vontade de poder. Assim, o devir seria o que, também, definiria o movimento da arte através da dinâmica alternante dos impulsos apolíneo e dionisíaco.This article seeks to justify, from The Birth of Tragedy, Nietzsche's famous phrase that says: "only as an aesthetic phenomenon can existence and the world be eternally justified". In this sense, we will trace a path with two moments: 1) the exposition of the Apollonian and Dionysian principles as natural impulses creators of tragic art. This first moment brings the importance of understanding the antagonistic and conciliatory movement that involves such principles, as well as demonstrating that the Greeks created tragedy with the objective of enduring the horrors of life; the second moment traces a comparative parameter between the nietzschean concepts of life, art and becoming. With this, we intend to say that life is, for Nietzsche, becoming, and what confirms this proposition is the very way in which Nietzsche sees life: as a struggle between opposing forces, that is: as a will to power. Thus, becoming would also define the movement of art through the alternating dynamics of Apollonian and Dionysian impulses