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ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO NA SALA DE REFERÊNCIA: PROMOVENDO EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA NA CRECHE COM MATERIAIS AFRO-INDÍGENAS
CONTRIBUIÇÕES DA REALIDADE VIRTUAL NO DESENVOLVIMENTO SENSÓRIO-MOTOR EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM NO MANEJO DE CRIANÇAS COM ALIMENTAÇÃO DESEQUILIBRADA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
FATORES COGNITIVOS E DO ESTILO DE VIDA NA CONCENTRAÇÃO DE UM ADOLESCENTE: RELATO DE EXPERIÊNCIA
A RESILIÊNCIA COMUNITÁRIA E A COESÃO SOCIAL PROMOVIDAS PELA RELIGIÃO: UMA ANÁLISE INTERDISCIPLINAR
Considerando o papel da religião na formação da resiliência comunitária e da coesão social, este estudo investiga como práticas religiosas, valores compartilhados e redes de apoio baseadas na fé influenciam a capacidade das comunidades de enfrentar adversidades. Objetiva-se analisar a contribuição da religião na superação de crises e na manutenção da solidariedade social, destacando seus impactos positivos e desafios. Para tanto, proceder-se-á a uma pesquisa integrativa, adotando revisão bibliográfica interdisciplinar com aportes da sociologia, filosofia, psicologia e antropologia. Desse modo, observa-se que a religião atua como um elemento estruturante na construção da resiliência, promovendo suporte emocional, identidade coletiva e engajamento comunitário. Além disso, as instituições religiosas exercem papel central na mediação de conflitos e na promoção da justiça restaurativa, contribuindo para a pacificação social e a cultura de paz. Entretanto, reconhece-se que a religiosidade pode também gerar tensões e exclusões em determinados contextos, especialmente quando associada à instrumentalização política ou à intolerância religiosa. Dessa forma, conclui-se que, embora a religião tenha um papel significativo na construção da resiliência e na coesão social, sua atuação deve ser analisada de forma crítica. O equilíbrio entre suas contribuições positivas e os desafios que apresenta requer um olhar interdisciplinar, permitindo uma compreensão mais ampla de sua influência nas dinâmicas comunitárias
PREVALÊNCIA DO NÚMERO DE INTERNAÇÕES DE IDOSOS NO PERÍODO DE 2015 A 2019 NO RIO GRANDE DO NORTE PARA CIRURGIA DE FÊMUR
As fraturas de fêmur têm sido muito corriqueiras em idosos e podem induzir à perda ou diminuição da autonomia e redução da qualidade de vida. Representam importante motivo de mortalidade e de inaptidão na população de 60 anos ou mais de idade, acontecem por enfraquecimento decorrente de fatores extrínsecos e senescência, e relacionam-se às propriedades próprias do idoso, como a osteoporose, fragilidade óssea, diminuição da acuidade visual, desnutrição, lesão das funções cognitivas, e sarcopenia. Trata-se de um estudo ecológico de abordagem quantitativa, coletados através do SISAP/RN o número de idosos acima de 60 anos internados para cirurgia do fêmur no Estado do Rio Grande do Norte no período de 2015 a 2019. É possível identificar que no ano de 2019 foi o ano que mais teve idosos internados por fraturas (926); e 2016 o ano que teve menor número (542). Os idosos do sexo feminino obtiveram maior número de internações quando comparados os números entre os sexos. A capital, Natal, foi o município com maior número de internações (951), Ipuera e Porto do Mangue não registram nenhuma internação nos 5 anos retratados. Conclui-se serem necessários mais estudos acerca da fratura de fêmur na população idosa em nosso estado