Brazilian Journal of Policy and Development (BRJPD)
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    CONSIDERING REGIONAL POLICIES TOWARDS AGEING THROUGH A GENDERED LENS: THE CASE OF CHINA: o caso da China

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    It is well known that populations around the world - and in Pacific Asia in particular - are ageing, and ageing rapidly. China is no exception to this. While it has been widely agreed that gender is an important lens through which to define and develop appropriate policies for both adaptation and mitigation of the challenges of ageing, gender is rarely explicitly taken into consideration as a vector of consideration. In this paper, we demonstrate for the case of China how when viewing this intersection through a regional lens, the extent to which old age is ‘feminised’ differs sharply across the country. Taken together, this shows the importance of considering gender both in old-age, as well as inequalities across the life course, in the formulation and development of policies relating to ageing at both the national and the regional level. This is especially important in a country such as China, where provinces and other local governments yield important policymaking powers in certain key areas relevant to ageing.É bem conhecido que as populações em todo o mundo - e na Ásia do Pacífico em particular - estão envelhecendo e envelhecendo rapidamente. A China não é exceção para isso. Embora tenha sido amplamente aceito que o gênero é uma lente importante para definir e desenvolver políticas apropriadas tanto para a adaptação quanto para a mitigação dos desafios do envelhecimento, o gênero raramente é explicitamente considerado como um vetor de consideração. Neste artigo, demonstramos, para o caso da China, como, ao visualizar essa interseção por meio de uma lente regional, a extensão em que a velhice é "feminizada" difere acentuadamente em todo o país. Em conjunto, isso mostra a importância de se considerar o gênero tanto na velhice quanto nas desigualdades ao longo da vida, na formulação e no desenvolvimento de políticas relativas ao envelhecimento, tanto no nível nacional quanto no regional. Isso é especialmente importante em um país como a China, onde as províncias e outros governos locais geram importantes poderes de formulação de políticas em certas áreas-chave relevantes para o envelhecimento

    The buzz on babies: o efeito da redução da fertilidade causada pelo zika vírus no Brasil

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    he 2015-2016 Zika Epidemic and accompanying surge of newborns diagnosed with microcephaly and other developmental conditions sounded alarm bells both within and outside of Brazil. While research involving the science of the virus exploded in the months following the outbreak, knowledge on its downstream effects remains in its infancy. In this paper, we investigate the impact of the Zika virus on birth rates both during and after the epidemic. Specifically, we estimate ordinary least squares anddifference-in-difference models to assess the relationship between both the Zika virus and exposure to the Zika virus and birth rates in Brazil. The results of our analyses suggest that the Zika virus depressed the birth rate one full-term pregnancy period after the first peak in public concern with the virus and that the aftermath of the epidemic ushered in a “bouncing back” effect through which the country’s birth rate rebounded. These findings corroborate our purported logic that concern with the virus led many to learn of the intricate connection between the Zika virus and microcephaly and to, consequently, act to delay pregnancies until the epidemic subsided. We conclude with a discussion on the implications of our findings for public policy, development, and politics and outline avenues for future research.A Epidemia de Zika de 2015-2016 e o surto de recém-nascidos diagnosticados com microcefalia e outras condições de desenvolvimento chamaram a atenção dentro e fora do Brasil. Embora pesquisas envolvendo a ciência do vírus tenham explodido nos meses seguintes ao surto, o conhecimento sobre seus efeitos a jusante continuam escassos. Neste artigo, investigamos o impacto do zika vírus nas taxas de natalidade durante e após a epidemia. Especificamente, estimamos os modelos de mínimos quadrados e diferença-em-diferença para avaliar a relação entre ambos: o Zika e a exposição ao zika vírus e as taxas de natalidade no Brasil. Os resultados de nossas análises sugerem que o vírus Zika reduziu a taxa de natalidade em um período de gravidez a termo após o primeiro pico de preocupação pública com o vírus e que o resultado da epidemia deu início a um efeito de "retorno" por meio do qual a taxa de natalidade do país se recuperou. Esses achados corroboram nossa suposta lógica de que a preocupação com o vírus levou muitos a aprenderem sobre a intricada conexão entre o vírus Zika e a microcefalia e, consequentemente, agirem para retardar a gravidez até que a epidemia diminuísse. Concluímos com uma discussão sobre as implicações de nossas descobertas para políticas públicas, desenvolvimento e política e delineamos caminhos para futuras pesquisas

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