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A ambivalência da imagem
O editor convidado propõe, ao longo dos ensaios apresentados, uma reflexão sobre a imagem – sua trajetória na cultura ocidental, sua presença no mundo contemporâneo e na arte – em suas conjunções com a palavra e o pensament
Outras ilhas
A partir de dois textos: A ilha desconhecida de José Saramago e A Terceira Margem do rio de Guimarães Rosa, o autor estabelece uma reflexão acerca das imbricadas relações entre palavra e imagem, buscando construir uma atmosfera crítica que envolva de maneira justa questões plásticas e questões poéticas
Por uma Dança Frouxa: um pensar-fazer desconstrucionista em Dança
Reflexão sobre o pensar-fazer desconstrucionista em Dança a partir do fenômeno do “afrouxamento”, para contribuir com o pensamento pós-colonial na Dança. Para tal, analisa-se o projeto de desconstrução de Derrida, dialogando com outros autores que já se debruçaram sobre o tema, articulando assim sua aplicabilidade no campo da Dança. Como recorte observacional, a análise é focada na atuação do Grupo CoMteMpu’s
Justo uma imagem
Este texto aborda a imagem e sua dimensão incontornável na arte e na sociedade contemporânea. Discute a questão da montagem, da autoria, de sua origem e o fato da imagem suscitar em nós - espectadores e produtores - um julgamento críti
Paradoxos e desafios da arte contemporânea
Apresentação de três teses que remetem ao problema da relação arte/sociedade: a transformação da subjetividade em objetividade e da particularidade em universalidade; a pertinência da reflexão sobre o belo natural na contemporaneidade; e a possibilidade de superação do antagonismo razão e sensualidade através do impulso lúdico. As duas primeiras foram sustentadas por Adorno e a terceira, por Marcuse
O verbete, o dicionário e o documento: Uma leitura da montagem em Georges Bataille
Este artigo pretende fazer uma leitura do Dicionário crítico de Georges Bataille, publicado ao longo de diversos números da revista Documents, e discutir a questão do procedimento de montagem na revista, atuando como um projeto estético contra a figuração humana
Céus de tintas e palavras Van Gogh, Mallarmé, Magritte
Do tempo ahistórico do mito à era tecnológica dos telescópios de longo alcance, o céu estrelado tem sido visto e representado de modos diversos, e a ele têm sido atribuídos múltiplos sentidos. Para os artistas modernos aqui estudados, porém, a sua imagem é mais do que um mero tópico pictórico ou literário: ela se torna uma alegoria de seu esforço de capturar o mundo e seu significado em imagens e palavras, e um símbolo da arte como utopia do real
Imaginação partilhada
Entrevista concedida pelos artistas do Imaginário Periférico – Deneir Martins, Jorge Duarte, Julio Sekiguchi, Raimundo Rodriguez, Roberto Tavares, Ronald Duarte, Carlos Eduardo Borges e Hélio Branco – por email a David Ribeiro, Lígia Dabul, Luciano Vinhosa, Luiz Sérgio de Oliveira e Martha D’ Ângelo, em março e abril de 200