Fluminense Federal University

REVISTA POIÉSIS
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    Editorial - Poiésis v. 10, n. 13, 2009 - A ambivalência da imagem

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    Uma entrevista com Grant H. Kester

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    O crítico e historiador de arte Grant H. Kester tem se dedicado à pesquisa das práticas de arte socialmente engajada, da cultura visual de movimentos de reforma norte-americanos e das relações entre o político e a teoria estética. Entre os anos de 1990 e 1996 ele foi o editor de artes visuais e de media-art do periódico Afterimage. Grant H. Kester tem uma asta produção de ensaios e de livros, sendo os mais recentes Conversation Pieces: Community + Communication in Modern Art (University of California Press, 2004) e The One and the Many: Contemporary Collaborative Art in a Global Context (Duke University Press, 2011). Em 2006 Grant H. Kester foi convidado a visitar Dublin, Irlanda, pelo projeto City Arts para realizar uma conferência sobre suas pesquisas recentes. Alguns dias mais tarde, em 11/6/2006, ele foi entrevistado por Tim Stott para o periódico Circa

    O Corpo-Horizonte: sobre Miragens de Regina de Paula

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    Este ensaio problematiza a presença do corpo na arte contemporânea,defendendo que se trata, no que diz respeito ao corpo, principalmentede desconfiar de sua própria casa e pôr em questão sua ligação ao Eu. Em um diálogo com a artista Regina de Paula, especialmente sua instalação Miragem, realizada em 2012 na Casa França-Brasil, no Rio de Janeiro, tenta-se demonstrar o poder que o corpo possui de transformar o espaço e pôr em cena o desejo, e argumentar que é muitas vezes necessário que o corpo se faça ausente – mesmo, eventualmente, que ele se dê a ver – para que assim se transforme em um lugar vacante no qual o olhar possa efemeramente se alojar

    La práctica como investigación: nuevas metodologías para la academia latinoamericana

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    Muchas de las teorizaciones que en las últimas décadas han reconocidola relevancia sociocultural e histórica del cuerpo han privilegiado una mirada objetivante que considera el cuerpo como objeto de estudio. En esta presentación introduzco la metodología emergente denominada “práctica como investigación” que busca validar el cuerpo como un agente cognoscitivo por derecho propio promoviendo investigaciones académicas guiadas por la práctica donde el cuerpo con sus quehaceres y saberes es el principal agente movilizador. En el artículo discuto las implicancias epistemológicas, metodológicas y políticas de esta aproximación sosteniendo que esta perspectiva permite un giro epistémico que no se contenta con teorizar el cuerpo sino que busca ampliar el horizonte epistémico a través del cuerpo

    (Sinta-se em casa), 2013 - desdobramentos fotográficos de uma ação.

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    A preservação da arte contemporânea

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    A preservação da arte contemporânea tem sido um grande desafio para todos os profissionais que trabalham com tais categorias de acervo. Apesar de grande parte da produção artística contemporânea ainda ser produzida com métodos tradicionais, as instituições têm a difícil missão de preservar a arte efêmera, a arte multimídia e a arte composta de materiais diversos. As propostas, mais conceituais que técnicas, entram em confronto com as atribuições do museu, ou seja, com a aplicabilidade dos códigos de ética que, até então, eram adotados para as obras dos séculos anteriores

    Stencil como arte pública, de Rachel Souza

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    O trânsito entre poesia e artes plásticas e o paradoxo contemporâneo

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    Este artigo discute obras de arte e poesia em que o trânsito entre diferentes formas de linguagem faz surgir na liminaridade da escrita e da imagem o único momento de contemplação naquilo que por definição é signo e, portanto, universal, reprodutíve

    A crítica renovada de Brasília na obra de Rubens Mano

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    A profecia de Stefan Zweig que deu nome ao livro Brasil, um país do futuro, de 1941, parece ter relampejado em poucos momentos na história do país, sendo o mais conhecido deles a construção de Brasília. Apesar de não ter superado o atraso civilizatório do passado colonial, o imaginário da vocação moderna do Brasil como uma nação voltada para o futuro está impregnado por toda parte. Desde os anos 1960, a arte brasileira tem se debruçado na revisão do projeto moderno, especialmente Brasília, sob diferentes aspectos: o projeto original de Lucio Costa; a imagem icônica de seus edifícios monumentais; a escuta de vozes dissonantes, como a dos candangos; até o tipo de sociabilidade que ela teria produzido. Na perspectiva de uma crítica renovada, que busca compreender nossa história moderna e suas contradições, o artigo analisa a obra futuro do pretérito, de Rubens Mano, exemplar de uma prática artística interessada na problematização de certos construtos modernos sedimentados desde então

    Poiésis, v. 19, n. 31, 2018 [texto integral]

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