Revista Leia Escola
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    EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS DE LEITURA E ESCRITA DO TEXTO LITERÁRIO NO IFPB

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    O presente estudo apresenta relato de experiência resultado de intervenção didática voltada ao letramento literário e de como esta prática contribui para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita no Ensino Médio, atividade fundamental ao desenvolvimento integral dos alunos dos cursos integrados do IFPB. Surge da necessidade de ressignificar o ensino de leitura e escrita na modalidade integrada à formação profissional, por entender que o perfil desse aluno requer um ensino de língua que transcenda a percepção instrumental. Para tal, é descrito o percurso trilhado durante a prática de intervenção, fundamentada na intersecção de contribuições teóricas das áreas de leitura, numa visão interativa, do letramento literário, como também do Método Recepcional de Ensino de Literatura. Organizado em seções que contemplam, concomitantemente, a revisão de literatura e a descrição do percurso trilhando durante a atividade interventiva. Trata-se de uma pesquisa de campo, de intervenção, desenvolvida no IFPB – Cajazeiras. Os resultados apontam para as contribuições dos estudos literários direcionados pela intervenção didática e com bases teóricas pertinentes para o desenvolvimento das habilidades de leitura e escrita no Ensino Médio

    LEITURA DOS ESTEREÓTIPOS DA MULHER NEGRA BRASILEIRA EM “VIAJE AL OTRO BRASIL”

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    Este artigo expõe uma leitura do relato Viaje al otro Brasil, publicado em 2002 pelo espanhol Javier Nart. Nessa obra, o viajante apresenta uma visão (ou revisão) do Brasil a partir do seu deslocamento por parte do centro-oeste, norte e nordeste. Nossa intenção é trabalhar especificamente com a imagem que esse estrangeiro constrói da mulher negra brasileira, tendo em vista que na maioria das vezes ela é representada como objeto de apreciação e deleite. Diante dessa problemática, discutimos o papel dos estereótipos na produção dos preconceitos e na manutenção do poder hegemônico. Para tanto, trabalhamos, fundamentalmente, com a contribuição de Souza (2004) para a questão da formação da imagem; a construção do discurso imperial pelos pressupostos de Said (2007) e Pratt (1999); a teoria dos estereótipos desenvolvida por Bhabha (1991) e também com as divisões sociais que geram discriminação com base em Ahmad (2002), Bonnici 2007) e van Dijk (2008)

    NOVOS MODOS DE ESCRITA: ALFABETIZAÇÃO SEM ESCRITA CURSIVA

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    No presente estudo, visando contribuir com a reflexão sobre a aquisição da escrita na atualidade, apresentamos uma discussão sobre a alfabetização, especialmente sobre os processos que se dão com o aprendizado pelas telas e sem o uso de letra cursiva. também, discorremos sobre os recursos tecnológicos como ferramentas de letramento na contemporaneidade (soares, 2002). objetivamos demonstrar como as escolas brasileiras lidam com o referido tema. para a reflexão proposta, mobilizamos autores como Chartier (2010), Lévy (1998), Soares (2002) e de Lemos (1998) e tratamos de alfabetização, do letramento digital e da formação do sujeito na aquisição da escrita. nossa metodologia centra-se na pesquisa bibliográfica. os resultados demonstram que a alfabetização pela via da escrita cursiva não pode ser de imediato abandonada, mas tudo indica que ela deve ocorrer em paralelo com as atividades de alfabetização no computador

    JOGOS DIGITAIS DE ALFABETIZAÇÃO: UM PANORAMA PEDAGÓGICO DE ALGUMAS PRODUÇÕES ACADÊMICAS BRASILEIRAS

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    Este artigo realiza, a partir do recorte da pesquisa de mestrado, um levantamento de algumas produções acadêmicas brasileiras que abordam a temática dos jogos digitais de alfabetização, buscando problematizar as teorias de aprendizagem aplicadas ou não na sua elaboração. Os jogos analisados neste artigo demonstram a necessidade de uma intervenção interdisciplinar (FAZENDA, 2008) na produção, no desenvolvimento e na aplicação desse tipo de ferramenta, em especial no campo da alfabetização. Em alguns casos, as produções acadêmicas analisadas, embora apresentem avanços significativos, ainda carecem de maior debate, problematização e embasamento sobre as teorias pedagógicas e os processos educativos envolvidos nos jogos digitais de alfabetização

    O ENSINO DE PRONÚNCIA NAS AULAS DE ESPANHOL NO COLÉGIO PEDRO II – CRENÇAS E PRÁTICAS DOCENTES

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    Este trabalho objetiva analisar o tratamento da pronúncia nas aulas de Espanhol do Colégio Pedro II. Para tanto, para um estudo qualitativo, foi aplicado um questionário a oito professores com perguntas relativas às suas crenças sobre o papel da pronúncia na comunicação, à sua formação profissional e à sua efetiva prática pedagógica. Os professores reconhecem a importância da pronúncia na comunicação. Ao considerarem sua formação profissional, no entanto, nem todos estudaram fonética e fonologia, e alguns consideram deficiente o que estudaram. Assim, nem todos se sentem preparados para desenvolver o conteúdo que, em geral, é considerado apenas durante a leitura oral dos alunos. Vale ressaltar que alguns docentes consideram pronúncia como a própria prática oral. Devido aos problemas que os professores tiveram em sua formação, fazem-se necessárias atividades de formação continuada que deem conta de tais pendências e revertam a situação a favor de um conteúdo fundamental para a comunicação oral

    O QUE PODE ESTA LÍNGUA? CONSIDERAÇÕES SOBRE O ENSINO DE PORTUGUÊS EM CURSOS SUPERIORES DO IFSP

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    O presente artigo tem a função de apresentar os resultados de uma pesquisa sobre o ensino de língua portuguesa em cursos superiores do IFSP (Instituto Federal de São Paulo) campus Campos do Jordão cujos focos não são os dos estudos da linguagem. Através da análise qualitativa das respostas dadas pelos estudantes a quatro questões abertas, observamos a persistência de diversos conceitos enviesados sobre o que é uma aula de língua portuguesa e sobre qual a função das análises linguísticas em cursos de tecnologia e de licenciatura. Por intermédio das teorias de ensino de língua portuguesa recolhidas em Antunes (2003), Possenti (2006), Travaglia (2011), Bagno (2011) e Neves (2018) e tendo em vista a necessidade de uma prática docente dialógica (FREIRE, 1981, 2008; BAKHTIN, 2003), concluímos apontando que o melhor modo de garantir uma educação democrática é dar atenção às necessidades dos discentes, mas sem descuidar das necessidades teóricas para enfrentar os desafios da docência na educação profissional

    EL ESPAÑOL EN LA EDUCACIÓN BRASILEÑA: DESDE EL HISTÓRICO NACIONAL HASTA LAS ESPECIFICIDADES EN LAS IES DE RIO GRANDE DO NORTE

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    Ainda que a lei 11.161/05 tenha sido a que mais deu visibilidade ao idioma de Cervantes no Brasil, é importante dizer que temos um extenso histórico sobre a oferta de cursos de língua espanhola no nosso país, que começa em 1919, quando o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, selecionou um professor para ministrar aulas dessa língua neolatina. Desde então, o espanhol tem passado por movimentos de exclusão e inclusão no currículo nacional. Neste artigo, buscamos apresentar a evolução histórica da presença do espanhol na educação brasileira, uma reflexão sobre o contexto de ensino e aprendizagem do castelhano nas instituições de ensino superior (IES) do estado do Rio Grande do Norte e destacar alguns dos motivos pelos quais os brasileiros devem aprender espanhol. Como resultado, entre outras coisas, vale ressaltar dois pontos: que a formação inicial de qualidade ofertada por instituições públicas do Rio Grande do Norte contribui com a difusão do castelhano no estado e que a abertura de possibilidades de investigação em cursos de pós-graduação que recebem professores de espanhol funciona como um importante mecanismo de formação continuada

    O JOGO DE TABULEIRO NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO LIBERTADORA E DO ENSINO POR COMPETÊNCIA

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    O presente trabalho tem como objetivo descrever a experiência de implementação do jogo de tabuleiro em dois componentes curriculares de sintaxe, no curso de Letras. Teoricamente fundamentados pela Teoria da Ação Dialógica (FREIRE, 1992, 1996) e pela proposta de ensino por competência (ALLAL, 2004), apresentamos as metodologias ativas (FILATRO; CAVALCANTI, 2018) e, em específico, o jogo de tabuleiro como uma alternativa de desenvolvimento das competências e habilidades cognitivas e socioemocionais no contexto de uma sequência de atividades. Norteados por uma filosofia de educação que se pretende libertadora, os resultados da experiência apontam para a possibilidade de sistematização dos objetos de aprendizagem do domínio cognitivo; a construção dialética “teoria-prática” e “professor-aluno” no contexto da sequência de atividades; o potencial exploratório das competências e habilidades cognitivas e socioemocionais; o favorecimento da autonomia do aluno.   &nbsp

    ANÁLISE DO JOGO “LIFE IS STRANGE” E SUAS POTENCIALIDADES DE INTERAÇÃO COM O SUJEITO-LEITOR/ JOGADOR

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    Com a popularização dos jogos eletrônicos como produto cultural, novas pesquisas têm encontrado modos diferentes de analisar esse objeto de estudo, atravessando fronteiras em direção às possibilidades pedagógicas. Nesse sentido, pretende-se analisar as potencialidades que o trabalho com jogos digitais pode trazer para o aperfeiçoamento de habilidades relacionadas aos multiletramentos por parte de alunos leitores/jogadores em sala de aula, de acordo com os conceitos discutidos por Ribeiro (2009), Rojo (2012), Xavier (2013), Dionísio (2005, 2011) entre outros. A análise será realizada utilizando-se capturas de tela do jogo Life is Strange (2015)[1], a fim de observar seus aspectos estruturais, textuais e interacionais. Desse modo, foi possível considerar que os games exigem dos jogadores habilidades específicas para garantir a qualidade das interações, propiciando contribuições substanciais para a formação de leitores, uma vez que ler/jogar demanda saberes diversos sobre o jogo, mas, sobretudo, sobre os usos sociais das diferentes linguagens e de seus efeitos de sentido.   [1] LIFE IS STRANGE. França: Dontnod Entertainment, 2015. 1 jogo (cinco episódios). Plataforms: PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360, Microsoft Windows, Mac OS Classic, Linux. Disponível em: <http://store.steampowered.com/>. Acesso em: 16 nov.2018

    UMA ANÁLISE DA FERRAMENTA ALICE NO ENSINO DA LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO

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     O presente artigo avalia a ferramenta Alice como forma de incentivar os alunos a obterem êxito na disciplina de Lógica de Programação nos cursos técnicos em Informática de escolas profissionais do município de Fortaleza. A escolha de tal software educativo se deu pelo fato de o ambiente ser de fácil utilização, atraindo o aluno por meio de animações e interações entre personagens e objetos, lembrando muito os jogos de videogames, algo presente no cotidiano do aluno. Diante disso, busca-se mostrar se essa ferramenta de fato traz resultados positivos para o ensino de Lógica de Programação, considerada uma disciplina difícil por muitos estudantes. A metodologia utilizada foi a pesquisa descritiva, com análise dos dados feita com alunos de uma escola de Fortaleza. Com base nos resultados do trabalho, verificamos que, através do uso da ferramenta Alice, houve uma melhora nas notas dessa disciplina e grande entusiasmo por essa nova forma de ensinar e de aprender lógica de programaçã

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