Revista de Derecho
Not a member yet
    658 research outputs found

    Secretaria de Comunicação Institucional (Presidência da República)

    Full text link
    The Institutional Communication Secretariat is a body within the Presidency of Uruguay, whose main objective is to communicate relevant information to society about the actions of the Government and implement the communication policy of the Executive Power. In the following article the reader will find a study of the body, which analyzes its antecedents, legal nature and tasks, as well as recent disputes which have motivated pronouncements at the judicial and the administrative level. For this, the analysis of national regulations, doctrine and jurisprudence will be used while mentioning comparative law. The purpose of the following work is to delimit the field of action of the Secretariat of Institutional Communication, in order to respect the rights and constitutional provisions on which the Nation is built.La Secretaría de Comunicación Institucional es un órgano dentro de Presidencia de la República, cuyo objetivo principal es comunicar a la sociedad información relevante acerca de la actuación de Gobierno e instrumentar la política de comunicación del Poder Ejecutivo. En el siguiente trabajo el lector encontrará un estudio del órgano, que analiza sus antecedentes, naturaleza jurídica y cometidos, así como disputas recientes que ha generado y que han motivado pronunciamientos a nivel judicial y administrativo. Para ello se recurre al análisis de normativa, doctrina y jurisprudencia nacional a la vez que se hace mención a Derecho comparado. El fin que persigue el siguiente trabajo es delimitar el campo de actuación de la Secretaría de Comunicación Institucional, a los efectos de que se respeten los derechos y disposiciones constitucionales sobre los que se edifica la Nación.A Secretaria de Comunicação Institucional é um órgão da Presidência da República, que tem como objetivo principal comunicar à sociedade informações relevantes sobre atuação do Governo e implementar a política de comunicação do Poder Executivo. No presente trabalho o leitor encontrará um estudo sobre o órgão que analisa seus antecedentes, natureza jurídica e atribuições, bem como litígios recentes que geraram e que motivaram pronunciamentos na esfera judicial e administrativa. Isto é feito através da análise dos regulamentos, doutrina e jurisprudência nacionais, bem como fazendo referência ao direito comparado. O objetivo do trabalho a seguir é delimitar o campo de atuação da Secretaria de Comunicação Institucional, a fim de que sejam respeitados os direitos e disposições constitucionais sobre os quais se edifica a Nação

    Nota editorial. Um direito não descoberto

    No full text

    A regulamentação da objeção de consciência nas normas descriminalizadoras do aborto em Argentina e Uruguai

    Full text link
    The aim of this paper is to analyse the legislative treatment of conscientious objection contained in the laws decriminalising abortion in Argentina and Uruguay, by a comparative study of some of its most relevant aspects. It contains a critical position about the restrictive vision these laws have of right of medical staff to refuse participation in abortion for personal belief, including a regulatory decree enacted by the Uruguayan Executive Power which was highly impacted by the TCA´s decision number 585 from 2015 and as its force was put in doubt. Notwithstanding the reference to the appreciations which arise from the current regulations of both countries, it tries to give a natural law perspective of the right to conscientious and ideology objection. According to this position, it concludes that the restrictions some legal or regulatory requirements try to impose, might be hampered by supremacy of the protection of the effectiveness of the fundamental human right that, when put in practice, reflects an essential characteristic of this law which is its no mandatory compliance, and consequently, the objector won´t comply.El presente trabajo tiene por objetivo analizar el tratamiento legislativo de la objeción de conciencia contenido en las normas despenalizadoras del aborto en Argentina y Uruguay, mediante un estudio comparativo de algunos de sus aspectos más relevantes. Se expone una posición crítica de la visión restrictiva del derecho a la objeción de conciencia que proponen las normas analizadas, incluyendo el decreto reglamentario oportunamente dictado por el Poder Ejecutivo de nuestro país que, en su día, recibió el impacto en la línea de flotación que significó el contenido de la sentencia del TCA nro. 586, de año 2015. Sin perjuicio de la referencia a las prescripciones que surgen de las normas vigentes en ambas márgenes del Plata, se propone una concepción jusnaturalista del derecho a la objeción de conciencia y de ideario. En virtud de ese posicionamiento se concluye que las restricciones que algunas preceptivas legales o reglamentarias pretenden imponer, ceden ante la superioridad de la indispensable protección de la efectividad del derecho humano fundamental esgrimido por el objetor que, en definitiva, mediante el ejercicio del derecho hace saber a quien corresponda que la norma inicua no lo obliga, y porque no lo obliga no la cumplirá.O presente trabalho tem como objetivo analisar o tratamento legislativo da objeção de consciência contida nas normas descriminalizadoras do aborto na Argentina e Uruguai, mediante um estudo comparativo de alguns de seus aspectos mais relevantes. Expõe-se uma posição crítica da visão restritiva do direito à objeção de consciência que propõem as normas analisadas, incluindo o decreto regulamentar oportunamente promulgado pelo Poder Executivo de nosso país que, nesse dia, recebeu um alto impacto que significou o conteúdo da sentença do TCA nro. 586, do ano de 2015. Sem prejuízo da referência às prescrições que surgem das normas vigentes em ambos países, propõe-se uma concepção jusnaturalista do direito à objeção de consciência e de ideologia. De acordo com essa posição, conclui-se que as restrições que algumas normas legais ou regulamentares pretendem impor, cedem ante a superioridade da indispensável proteção da efetividade do direito humano fundamental argumentado pelo objetor que, definitivamente, mediante o exercício do direito, dá a conhecer a quem possa interessar, que a norma iníqua não o obriga e, porque não o obriga, não a cumprirá

    Comentário sobre a decisão relativa à eutanásia. Acção Amparo de Ana Estrada Ugarte, contra o Ministério da Saúde, Ministério da Justiça, e o Seguro Social de Saúde Peruano. Tribunal Superior de Justiça de Lima, 11º Tribunal Constitucional. Sentença de 22

    Full text link
    A critical analysis is made of the ruling that accepts the action for protection of constitutional rights of Ana Estrada declaring inapplicable, as unconstitutional, the article of the Criminal Code that criminalizes mercy killing (which prohibits euthanasia). The supposed “right to euthanasia” is considered implicit in the “respect for the dignity” of the “human person”. However, it ends up reducing dignity to factual freedom, denying the equal dignity of every human person, basing euthanasia on the perception of unworthiness. This article distinguishes inherent dignity, equal for every human being, and dignified free acts, pointing out that only the latter are the exercise of the right to freedom. It identifies being or personal existence and life of a human being. From this, the minimum duty of respect for dignity, for life or prohibition to kill, and the minimum essential content of the right to life are considered interchangeable. It concludes the primacy of the right to life over the right to liberty. Se realiza un análisis crítico de la sentencia que acoge la acción de amparo de Ana Estrada declarando inaplicable, por inconstitucional, el artículo del Código Penal que tipifica el homicidio piadoso (que prohíbe la eutanasia). El supuesto “derecho a la eutanasia” se lo considera implícito en el “respeto a la dignidad” de la “persona humana”, que es considerada por la Constitución como “fin supremo de la sociedad y del Estado” (Perú, 1993). Pero se termina reduciendo dignidad a libertad fáctica, negando la igual dignidad de toda persona humana, fundando la eutanasia en la percepción de indignidad. En el análisis crítico se distingue dignidad inherente, igual para todo ser humano, y actos libres dignos (los que respetan esa dignidad), señalando que sólo estos son ejercicio de un derecho a la libertad. Se identifica ser o existencia personal y vida de un ser humano. A partir de ello, se consideran intercambiables el deber mínimo de respeto a la dignidad, el deber mínimo de respeto a la vida o prohibición de matar, y el contenido mínimo esencial del derecho a la vida. De allí deduce la primacía del derecho a la vida sobre el derecho a la libertad. Realizou-se uma análise crítica da sentença que abarca a ação de amparo de Ana Estrada declarando inaplicável, como inconstitucional, o artigo do Código Penal que tipifica a morte por homicidio misericordioso (que proíbe a eutanásia). O suposto “direito à eutanásia” é considerado no “respeito pela dignidade” da “pessoa humana”, que é estabelecido pela Constituição como o “objetivo supremo da sociedade e do Estado”. Mas acaba por reduzir a dignidade à liberdade factual, negando a igualdade de dignidade a cada pessoa humana, baseando a eutanásia na percepção da indignidade. Na análise crítica é feita uma distinção entre dignidade inerente, igual para todos os seres humanos, e atos livres dignos (aqueles que respeitam essa dignidade), salientando que apenas estes são o exercício de um direito à liberdade. Identifica-se ser ou a existência pessoal e a vida de um ser humano. De este modo, considera-se intercambiável o dever mínimo de respeitar a dignidade, o dever mínimo de respeitar a vida ou a proibição de matar, e o conteúdo mínimo essencial do direito à vida. Disto deduz a supremacia do direito à vida sobre o direito à liberdade

    A deserdação como forma de exclusão sucessória

    Full text link
    The disinheritance is a form of succession exclusion that our legal system includes. In the following work the reader will find a detailed conceptual and practical analysis where, in addition to a conceptual approach to the institute under study, as well as its requirements for validity, operation and causes of origin; I propose to rethink a flexibilization of the regulations that govern us in order to ensure greater prominence to the freedom to test by the deceased.La desheredación es una forma de exclusión sucesoria que recoge nuestro ordenamiento jurídico. En el siguiente trabajo el lector se encontrará con un detallado análisis conceptual y práctico donde, además de una aproximación conceptual del instituto en estudio, así como de sus requisitos de validez, funcionamiento y causas de procedencia; propongo replantearnos una flexibilización de la normativa que nos gobierna a los efectos de garantizarle mayor protagonismo a la libertad para testar del causante.Adeserdação é uma forma de exclusão sucessória incluída em nosso ordenamento jurídico. No seguinte trabalho o leitor encontrará uma detalhada análise conceitual e prática, além de uma aproximação conceitual do instituto em estudo, bem como seus requisitos de validade, funcionamento e causas de origem; proponho repensar a flexibilização das normas que nos regem, para efeitos de garantir maior destaque à liberdade para testar do falecido

    Uruguai e a necessidade de modernizar a sua estrutura institucional para desenvolver a sua estratégia de integração comercial internacional. Existe hoje uma estrutura institucional orientada à integração económica e comercial internacional do país?

    Full text link
    Uruguay has an institutional structure dedicated to international economic and trade integration, which has been strongly influenced by our presence in Mercosur over the last 30 years. The institutional design of foreign trade policy is one of the pillars on which a country’s international insertion strategy is based. Foreign trade policy cannot be divorced from the institutions and processes that shape it. The contents of a policy are important, but so are the formal aspects that allow those contents to flow. For a country the size of Uruguay, development is closely linked to how it manages to insert itself into other markets. In addition, Uruguay needs to sustain its economic and trade insertion based on agreements whose legal and institutional nature allows it to deploy a proactive and dynamic external trade policy that has a positive impact on competitiveness. As a result of the poor results obtained by the regional trade bloc throughout its history in terms of its external trade agenda and considering a change of government in Uruguay in March 2020, it is perceived that the country is at a turning point that can generate new opportunities. That is why, in this research, we have decided to delve into what institutional architecture we have and what need for modernization and adaptation it requires to be efficient, dynamic, proactive, and able to work in a coordinated manner.En Uruguay existe una estructura institucional dedicada a la inserción económica-comercial internacional, la cual ha estado, en los últimos 30 años, fuertemente influenciada por nuestra presencia en el Mercosur. El diseño institucional de la política comercial externa constituye uno de los pilares sobre los cuales se sostiene una estrategia de inserción internacional de un país. La política comercial externa no puede estar ajena a las instituciones y procesos que permiten darle forma. Importan los contenidos de una política, pero también los aspectos formales que permitan el fluir de esos contenidos. Para un país del tamaño de Uruguay, el desarrollo está íntimamente ligado a cómo se logre insertar en otros mercados. Además, Uruguay necesita sustentar su inserción económica-comercial en base a acuerdos cuya naturaleza jurídica e institucional le permita desplegar una política comercial externa proactiva y dinámica que impacte, de manera positiva, en la competitividad. A raíz de los magros resultados que ha obtenido el bloque regional a lo largo de su historia en materia de agenda comercial externa, y, a la luz, de un cambio de gobierno en el Uruguay, desde marzo de 2020, se percibe que el país se encuentra en un punto de quiebre que puede generar nuevas oportunidades. Es por eso que, en esta investigación, hemos decidido ahondar en cuál es la arquitectura institucional que tenemos y qué necesidad de modernización y adaptación requiere para poder ser eficientes, dinámicos, proactivos y lograr trabajar de manera coordinada.O Uruguai possui uma estrutura institucional dedicada à integração económica e comercial internacional, que tem sido fortemente influenciada pela nossa presença no Mercosul ao longo dos últimos 30 anos. O desenho institucional da política comercial externa constitui um dos pilares sobre os quais se sustenta uma estratégia de inserção internacional de um país. A política de comércio externo não pode estar alheia às instituições e processos que a moldam. Os conteúdos de uma política são importantes, mas também são importantes os aspectos formais, pois permitem a fluidez desses conteúdos. Para um país do tamanho do Uruguai, o desenvolvimento está diretamente ligado à forma como se consegue inserir em outros mercados. Além disso, o Uruguai precisa sustentar sua inserção econômica e comercial com base em acordos, cuja natureza jurídica e institucional lhe permita desenvolver uma política comercial externa proativa e dinâmica que impacte, de maneira positiva, na competitividade. Como consequência dos maus resultados obtidos pelo bloco regional ao longo de sua história em termos da agenda comercial externa, e à luz de uma mudança de governo no Uruguai em março de 2020, percebe-se que o país se encontra em um ponto de inflexão que pode gerar novas oportunidades. É por isso que, nesta pesquisa, decidimos aprofundar a arquitetura institucional que temos e a necessidade de modernização e adaptação requerida para ser eficiente, dinâmica, proativa e capaz de trabalhar de forma coordenada

    Exigências éticas impostas pelas atuais mudanças na legislação administrativa

    Full text link

    A proteção da fauna e o regime de caça no Uruguai

    Full text link
    This article refers to the protection of fauna and the hunting regime in Uruguay. In Uruguay, the protection of fauna and the regulation of hunting have been regulated for many years. Law No. 9481, dated July 4, 1935, continues to be the main legal framework on the subject, regulated by successive decrees. Although these regulations were approved before the appearance of Environmental Law itself, clearly today we shall consider them as norms for the conservation of biodiversity. More recently, the protection of fauna is covered by various environmental management instruments, recognized by article 7 of Law No. 17,283, dated November 28, 2000 (General Environemntal Law), such as the Environmental Impact Assessment (Law No. 16,466, dated January 19, 1994), the National System of Protected Natural Areas (Law No. 17,234, dated February 22, 2000), and land use planning (Law No. 18,308, dated June 18, 2008).El presente artículo refiere a la protección de la fauna y el régimen de la caza en Uruguay. En Uruguay la protección de la fauna y la regulación de la caza aparecen reguladas desde hace muchos años. La Ley N° 9481, de 4 de julio de 1935, sigue siendo el marco jurídico principal sobre el tema, reglamentada por sucesivos decretos. Si bien estas normas fueron aprobadas antes de la aparición del propio Derecho Ambiental, claramente hoy las podríamos considerar como normas de conservación de la biodiversidad. Más recientemente, la protección de la fauna aparece recogida por varios instrumentos de gestión ambiental, reconocidos por el artículo 7 de la Ley N° 17.283 de 28 de noviembre de 2000 (Ley General del Ambiente), tales como la Evaluación de Impacto Ambiental (Ley N° 16.466, de 19 de enero de 1994), el Sistema Nacional de Áreas Naturales Protegidas (Ley N° 17.234, de 22 de febrero de 2000), y el ordenamiento territorial (Ley N° 18.308, de 18 de junio de 2008).Este artigo se refere à proteção da fauna e ao regime de caça no Uruguai. No Uruguai, a proteção da fauna e a regulamentação da caça estão regulamentadas há muitos anos. A Lei nº 9.481, de 4 de julho de 1935, continua sendo o principal marco legal na matéria, regulamentada por decretos sucessivos. Embora essas normas tenham sido aprovadas antes do surgimento do próprio Direito Ambiental, é claro que hoje podemos considerá-las como normas para a conservação da biodiversidade. Mais recentemente, a proteção da fauna aparece amparada por diversos instrumentos de gestão ambiental, reconhecidos pelo art. 7º da Lei nº 17.283, de 28 de novembro de 2000 (Lei Geral do Meio Ambiente), como o Estudo de Impacto Ambiental (Lei nº 16.466, de 19 de janeiro de 1994), o Sistema Nacional de Áreas Naturais Protegidas (Lei nº 17.234, de 22 de fevereiro de 2000) e o ordenamento territorial (Lei nº 18.308, de 18 de junho de 2008)

    Nota editorial. Hora da mudança

    Full text link

    ¿Resistirá la ética de la abogacía la presión de los cambios de la profesión? abogacía y ética en el siglo XXI

    Full text link

    422

    full texts

    658

    metadata records
    Updated in last 30 days.
    Revista de Derecho
    Access Repository Dashboard
    Do you manage Open Research Online? Become a CORE Member to access insider analytics, issue reports and manage access to outputs from your repository in the CORE Repository Dashboard! 👇