ACDI - Anuario Colombiano de Derecho Internacional
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    Editorial Volumen 12

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    Direito ambiental internacional para o século xxi: a constitucionalização do direito a um meio ambiente saudável na Corte Interamericana de Direitos Humanos Opinião Consultiva número 23

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    This article analyses the recent Advisory Opinion of the Inter-American Court of Human Rights on Environment and Human Rights and argues that it constitutes a milestone effectively reorientating international environmental law.   The article is divided as follows.  First, it analyses the most salient aspects of the Advisory Opinion inter alia (1) The right to a healthy environment as binding law and; (2) The Advisory Opinion as a landmark in the gradual development of international jurisprudence on cross-border (or “diagonal”) human rights obligations (i.e. the possibility for human rights claims to be brought by individuals not under the territorial jurisdiction of the State whose international responsibility for environmental harm is invoked).  Second, it contextualizes the Advisory Opinion by discussing what we consider to be four key vectors currently affecting the trajectory of the ongoing development of international environmental law and how the advances made in the Advisory Opinion fit with those developments.  Third, it places the Advisory Opinion in the wider context of developments moving towards a needed reorientation in international environmental law, in particular: integration (or de-fragmentation) of international law, the operationalization of environmental principles into working-level legal norms, and a focus on practical remedies.   It is argued that as the world experiences the pressure for more effective environmental law and accountability, some of the most sophisticated and innovative thinking on international environmental law today, is emanating from countries in the Southern hemisphere, as attested to by the Advisory Opinion.Este artículo analiza la reciente Opinión Consultiva de la Corte Interamericana de Derechos Humanos sobre el Medio Ambiente y los Derechos Humanos y sostiene que constituye un hito que reorienta efectivamente el derecho ambiental internacional. El artículo está dividido como sigue: En primer lugar, analiza los aspectos más destacados de la Opinión Consultiva, entre otros (1) El derecho a un medio ambiente sano como derecho vinculante; (2) La Opinión Consultiva como un hito en el desarrollo gradual de la jurisprudencia internacional sobre las obligaciones de derechos humanos transfronterizas (o “diagonales”) (es decir, la posibilidad de que los individuos que no están bajo la jurisdicción territorial del Estado presentendemandas de derechos humanos cuya responsabilidad internacional por daños ambientales se invoca). En segundo lugar, el artículo contextualiza la Opinión Consultiva al analizar lo que consideramos cuatro vectores claves que afectan actualmente la trayectoria del desarrollo en curso del derecho ambiental internacional, y cómo los avances logrados en la Opinión Consultiva encajan con esos desarrollos. En tercer lugar, coloca la Opinión Consultiva en el contexto más amplio de los desarrollos que se dirigen hacia una reorientación necesaria en el derecho ambiental internacional, en particular: la integración (o des-fragmentación) del derecho internacional, la operacionalización de los principios ambientales en las normas legales a nivel práctico y un enfoque en remedios. Se argumenta que en tanto que el mundo experimenta la presión por normas de derecho medioambiental más efectivas y con consecuencias legales si son violadas, ejemplos de pensamientos más sofisticados e innovadores en materia de derecho del medio ambiente actual, vienen emanando de los países del hemisferio sur, como lo confirma la Opinión Consultiva.este artigo analisa a recente Opinião Consultiva da Corte Interamericana de Direitos Humanos sobre o Meio Ambiente e os Direitos Humanos e sustenta que constitui um marco que reorienta efetivamente o direito ambiental internacional. O artigo está dividido como segue: em primeiro lugar, analisa os aspectos mais destacados da Opinião Consultiva, entre outros (1) O direito a um meio ambiente saudável como direito vinculante; (2) A opinião Consultiva como um marco no desenvolvimento gradual da jurisprudência internacional sobre as obrigações de direitos humanos transnacionais (ou “diagonais”) (é dizer, a possibilidade de que os indivíduos que não estejam sob a jurisdição territorial do Estado apresente demandas de direitos humanos cuja responsabilidade internacional por danos ambientais invoca-se). Em segundo lugar, o artigo contextualiza a Opinião Consultiva ao analisar o que consideramos quatro vetores chave que afetam atualmente a trajetória do desenvolvimento em curso do direito ambiental internacional, e como os avanços logrados na Opinião Consultiva encaixam com esses desenvolvimentos. Em terceiro lugar, põe à Opinião Consultiva no contexto mais amplo dos desenvolvimentos que se dirigem à uma reorientação necessária no direito ambiental internacional, em particular: a integração (ou desfragmentação) do direito internacional, a operacionalização dos princípios ambientais nas normas legais no nível prático e um foco em remédios. Se argumenta que enquanto o mundo experimenta a pressão por normas de direito meio ambiental mais efetivas e com consequências legais se são violadas, exemplos de pensamentos mais sofisticados e inovadores em matéria de direito do meio ambiente atual, vêm emanando dos países do hemisfério sul, como o confirma a Opinião Consultiva

    Preliminares

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    A relação entre as políticas de investimento estrangeiro na Colômbia e os acordos internacionais de investimento

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    The paper reflects on the implications of the foreign investment protection and promotion agreements (fipa) and the investment chapters of the free trade agreements (fta) for countries with a level of development similar to that of Colombia and, consequently, on the importance of establishing clear policies on foreign investment and a robust model to measure the benefits for the country’s development but also the risks in terms of regulatory capacity and international liability for non-compliance with the obligations acquired through these agreements. For this purpose, the paper refers to some particularly sensitive protection standards and, from there, analyses the evolution of Colombia’s internal investment policy during different government periods based on the relevant provisions of the national development plans, the documents of the National Council for Economic and Social Policy (ncesp) and the model treaties drafted by different governments. This analysis seeks to identify whether Colombia has, so far in this century, established thorough policies for the negotiation and conclusion of investment treaties, and whether the concluded treaties correspond to the proposed models and protect the interests of the State. The study is justified by the increase of significant investment disputes against Colombia in the last two years, several of which are already materialized in procedures before the icsid.El artículo introduce algunas reflexiones sobre las implicaciones de los acuerdos de protección y promoción de las inversiones (appi) y de los capítulos de inversión en los tratados de libre comercio (tlc) para países del nivel de desarrollo de Colombia, y, en consecuencia, de la importancia de contar con políticas claras en materia de inversión extranjera y con un modelo robusto de medición de beneficios en términos de desarrollo y de riesgos en cuanto a la limitación a su capacidad regulatoria y su eventual responsabilidad internacional por el incumplimiento de las obligaciones adquiridas mediante estos acuerdos. Para ello refiere el escrito algunos estándares de protección particularmente sensibles y, a partir de allí, aporta un estudio de la evolución de la política interna de inversión colombiana, segmentada por los períodos gubernamentales, partiendo de lo incluido en los planes nacionales de desarrollo y en los documentos Conpes, así como en modelos de tratados diseñados en los distintos gobiernos, en aras de identificar si Colombia, en lo que llevamos de este siglo, ha contado con políticas estructuradas que orienten los procesos de negociación y conclusión de tratados que correspondan a los modelos propuestos y a los intereses del Estado. Lo anterior justificado en que Colombia en los últimos dos años se ha visto expuesta a importantes disputas en materia de inversión extranjera, varias de las cuales ya se encuentran materializadas en procesos ante el ciadi.o artigo introduz algumas reflexões sobre as implicações dos Acordos de Proteção e Promoção dos Investimentos (appi) e dos capítulos de investimento nos Tratados de Livre Comércio (tlc) para países do nível de desenvolvimento da Colômbia e em consequência, da importância de contar cm políticas claras em matéria de investimento estrangeiro e com um modelo robusto de medição de benefícios em termos de desenvolvimento e de riscos em quanto à limitação à sua capacidade regulatória e de sua eventual responsabilidade internacional pelo incumprimento das obrigações adquiridas mediante estes acordos. Para isto, refere o escrito, alguns standards de proteção particularmente sensíveis e, a partir dali, aporta um estudo da evolução da política interna de investimento colombiano, segmentada pelos períodos governamentais, partindo do incluído nos Planos Nacionais de Desenvolvimento e nos Documentos conpes, assim como em modelos de tratados desenhados nos diferentes governos, em favor de identificar se a Colômbia, no que tem corrido deste século, tem contado com políticas estruturadas que orientem os processos de negociação e conclusão de tratados que correspondam aos modelos propostos e aos e aos interesses do Estado. O anterior justificado em que a Colômbia nos últimos dois anos se tem visto exposta a importantes disputas em matéria de investimento estrangeiro, varias das quais já se encontram materializadas em processos ante o ciadi

    Observatorio de Derecho Internacional: actividad Internacional 2017

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    Securitização e investimentos estrangeiros: controle do risco de certos investimentos para a segurança nacional do Estado

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    Foreign investment has increased steadily during the last decades. This fact has come accompanied by a change in some of its basic traits: its origin, its nature or its destination have also varied overtime. Today, when free trade and foreign investment are increasingly subject to criticisms in many places, the possibility for key sectors of the economy of the state to be controlled or owned by foreign investors, in many cases sovereign investors, is approached with prevention in many countries of the world. The limited —ex post— response provided by the international legal framework on investment forces states to explore new instruments to control foreign investment proposals that may endanger their national security due to its origin, nature or destination, among others.El aumento constante de las inversiones extranjeras durante las últimas décadas ha venido acompañado de un cambio en sus parámetros. El origen de las inversiones varía, como lo hace su naturaleza y destino. La posibilidad de que sectores claves de la economía del Estado receptor acaben en manos de inversores extranjeros, en ocasiones pertenecientes o controlados por un Estado foráneo, es vista con prevención en muchos países y acentúa la creciente oposición al libre comercio y a la inversión extranjera. La limitada respuesta -ex post- ofrecida por el marco normativo internacional, lleva a los Estados a diseñar respuetas ex ante, dirigidas a controlar ciertas inversiones que por su origen, condición o destino pueden resultar potencialmente riesgosas para su seguridad nacional.O aumento constante dos investimentos estrangeiros durante as últimas décadas tem vindo acompanhado de uma mudança em seus parâmetros. A origem dos investimentos varia, como também o faz sua natureza e destino. A possibilidade de que setores chave da economia do Estado receptor acabem em mãos de investidores estrangeiros, em ocasiões pertencentes ou controlados por um Estado estrangeiro, é vista com prevenção em muitos países e acentua a crescente oposição ao livre comércio e ao investimento estrangeiro. A limitada resposta —ex post— oferecida pelo marco normativo internacional leva aos Estados a desenhar respostas ex ante, dirigidas a controlar certos investimentos que por sua origem, condição ou destino podem resultar potencialmente riscosas para sua segurança nacional

    O direito do mar e a mudança climática no Ártico: estreitos internacionais ou proteção e preservação do meio marino?

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    This work analyzes the situation of the Arctic Ocean and the effects of climate change applied to the Northwest Passage, a waterway linking the Pacific and the Atlantic, and is the subject of a relevant international dispute between the United States and Canada; which also has attracted the interest of States such as Japan, Norway, China and even the European Union. This scenario raises the obvious need to understand not only the particular situation facing the impact of climate change, but also the challenge of protecting and preserving them against the potential offered for international maritime trade.El presente trabajo analiza la situación del océano Ártico y los efectos del cambio climático aplicados al paso del Noroeste, una vía de navegación que une el Pacífico y el Atlántico; es objeto de una importante controversia internacional entre Estados Unidos y Canadá; y además ha llamado la atención de Estados como Japón, Noruega, China e, incluso, la Unión Europea. Este escenario plantea la evidente necesidad de comprender no solo su particular situación frente al efecto del cambio climático, sino también el desafío de su protección y preservación ante el potencial que presenta para el comercio marítimo internacional.o presente trabalho analisa a situação do oceano Ártico e os efeitos da mudança climática aplicados ao passo do Nordeste, uma via de navegação que une o Pacífico e o Atlântico; é objeto de uma importante controvérsia internacional entre os Estados Unidos e o Canadá; e, além disso tem chamado a atenção de Estados como o Japão, a Noruega, a China e, inclusive, a União Europeia. Este cenário apresenta a evidente necessidade de compreender não só sua particular situação frente ao efeito da mudança climática, mas também o desafio de sua proteção e preservação ante o potencial que apresenta para o comércio marítimo internacional

    Algunas consideraciones en torno a las deficiencias de la Convención de las Naciones Unidas sobre el Derecho del Mar para contribuir a la gobernanza sostenible de los océanos

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    La gobernanza sostenible de los océanos es muy compleja, con regulaciones diseminadas en regímenes, instituciones, procesos, políticas nacionales, regionales y supranacionales. El objetivo es examinar las complejidades de la gobernanza y la insuficiencia de las normas, e indagar el mandato de los organismos involucrados en ella, su marco institucional según la Convención de las Naciones Unidas sobre el Derecho del Mar, las instituciones creadas por las Naciones Unidas en conexión con ella y las organizaciones internacionales relevantes con competencia. Con el Objetivo 14 de telón de fondo se apuntan deficiencias del régimen actual conjuntamente con sugerencias para lograr soluciones integrales y coherentes ante esta complejidad. El enfoque es holístico y el método es la doctrina jurídica, histórica y descriptiva. La cooperación interinstitucional y las alianzas serán elementos clave para el futuro de la gobernanza

    A doutrina da margem de apreciação e a sua nula recepção na jurisprudência da Corte Interamericana de Direitos Humanos

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    This study seeks to exemplify and explain the rejection of the doctrine of the margin of appreciation by the Inter-American Court of Human Rights. This doctrine, in its acception of the inhibition of the international control of the factual and normative elements relevant for the fulfillment of the international obligations, has not been accepted by the Inter-American Court of Human Rights. This decision to move away from the doctrine developed by the European Court of Human Rights, has normative bases and is an expression of effectiveness of protection.este estudio busca ejemplificar y explicar el rechazo a la recepción de la doctrina del margen de apreciación por parte de la Corte Interamericana de Derechos Humanos. Se sostiene que esta figura en su entendimiento más estricto, esto es, la inhibición del control internacional respecto de la calificación de elementos fácticos y/o normativos relevantes para determinar el cumplimiento estatal de las obligaciones internacionales, no ha sido aceptada en el sistema de control contencioso interamericano. Esta decisión de alejarse de la doctrina desarrollada por el Tribunal Europeo de Derechos Humanos tiene bases normativas y de eficacia de la protección.este estudo busca exemplificar e explicar a rejeição à recepção da doutrinal da margem de apreciação por parte da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Se sustenta que esta figura em seu entendimento mais estrito, isto é, a inibição do controle internacional espeito da qualificação de elementos fáticos e/ou normativos relevantes para determinar o cumprimento estatal das obrigações internacionais, nãos tem sido aceite no sistema de controle contencioso interamericano. Esta decisão de afastarse da doutrina desenvolvida pelo Tribunal Europeu de direitos humanos, têm bases normativas e de eficácia da proteção

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