Runas. Journal of Education and Culture
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Marxistas ortodoxos e a Primeira Guerra Mundial: Lênin e Rosa Luxemburgo
The aim of this article is to elucidate the theoretical and practical positions that the Orthodox Marxists–Lenin and Rosa Luxemburg according to Lukács–developed during the First World War within the international proletarian movement. In order to understand these positions, this work gives an account of the criticism they made of the chauvinist and opportunist currents, which abandoned the dialectical method in their research, within the Second International on war and peace. The positions reached by both Rosa Luxemburg and Lenin are the product of their correct understanding and fidelity to Marx’s way of proceeding in his works, in other words, to the dialectical method. In the absence of analyses of the correlation of class forces on an international scale from a perspective of the concrete totality, even within social movements that claim to be “leftist”, it becomes essential to return to the study of orthodox Marxists, with concrete dialectics, on international relations to understand both subjectively and objectively the capitalist mode of production today in transition to a new pattern of capital accumulation.El objetivo del presente artículo es dilucidar las posiciones teóricas y prácticas que los marxistas ortodoxos -Lenin y Rosa Luxemburgo de acuerdo con Lukács- desarrollaron frente a la Primera Guerra Mundial dentro del movimiento proletario internacional. Para poder entender dichas posturas, este trabajo da cuenta de la crítica que realizaron a las corrientes chovinistas y oportunistas, que abandonaron el método dialéctico en sus investigaciones, dentro de la Segunda Internacional sobre la guerra y la paz. Las posiciones a las que llegaron tanto Rosa Luxemburgo como Lenin son producto de su comprensión correcta y fidelidad con la forma de proceder de Marx en sus obras, en otras palabras, con el método dialéctico. Ante la falta de análisis sobre la correlación de fuerzas de clase a escala internacional desde una perspectiva de totalidad, incluso, dentro de movimientos sociales que se autoreivindican de “izquierda”, se vuelve imprescindible regresar al estudio de los marxistas ortodoxos, con la dialéctica concreta, sobre las relaciones internacionales para entender tanto subjetiva como objetivamente el modo de producción capitalista de hoy en transición hacia un nuevo patrón de acumulación de capital.O objetivo deste artigo é elucidar as posições teóricas e práticas que os marxistas ortodoxos - Lênin e Rosa Luxemburgo, segundo Lukács - desenvolveram no movimento proletário internacional diante da Primeira Guerra Mundial. Para entender estas posições, este artigo dá conta de suas críticas às correntes chauvinistas e oportunistas, que abandonaram o método dialético em suas investigações, no âmbito da Segunda Internacional sobre guerra e paz. A fim de compreender estas posições, este documento dá conta de suas críticas às correntes chauvinistas e oportunistas, que abandonaram o método dialético em suas investigações, no âmbito da Segunda Internacional sobre guerra e paz. As posições alcançadas por Rosa Luxemburgo e Lênin são o produto de sua correta compreensão e fidelidade ao modo de proceder de Marx em suas obras, em outras palavras, ao método dialético. Na ausência de análise da correlação das forças de classe em escala internacional a partir de uma perspectiva de totalidade, mesmo dentro de movimentos sociais autoproclamados de "esquerda", torna-se essencial retornar ao estudo dos marxistas ortodoxos, com dialética concreta, sobre as relações internacionais, a fim de compreender tanto subjetiva quanto objetivamente o modo de produção capitalista atual em transição para um novo padrão de acumulação de capital
Afro-México: alguns desafios para a construção de um projeto educacional próprio
The idea of thinking an own educational project that questions and vindicates the position that the Afro-descendant population has in Mexico, has been a path that bets for social and epistemic justice. For this construction, some implications of the constitutional recognition process occurring in 2019 are reviewed, and the self-recognition movements of the population, now called Afro-Mexican, are taken into account. In order to advance towards the design and consolidation of an educational project of their own and taking into account the challenges that this represents, both the epistemic matrices and the daily experiences of the African diaspora in Mexico, have been fundamental. Thus, this article focuses on proposing a series of reflections on the challenges and opportunities involved in building an educational project based on the dignity, justice and hope of the Afro people. This exercise is part of the advances of a doctoral thesis in Educational Research and involves the educational work that occurs inside and outside the school. What is reflected here is based on an approach to two Afro-descendant communities in Veracruz, Mexico. The contributions derived from the experiences of Afro-Veracruzian women, whose voices do not have a predominant place in the academy, nor in the power structures that name and legitimize them, are especially taken up. From that space, from the margins, their knowledge constitutes diverse responses to common challenges that respond to diverse concerns and demands, according to each context.La idea de pensar un proyecto educativo propio que cuestione y reivindique la posición que la población afrodescendiente tiene en México, ha sido un camino que apuesta por la justicia social y epistémica. Para esta construcción, se revisan algunas implicaciones del proceso de reconocimiento constitucional que ocurre en 2019, y se toman en cuenta los movimientos de autoreconocimiento de la población, ahora llamada afromexicana. Para avanzar hacia el diseño y consolidación de un proyecto educativo propio y tomando en cuenta los desafíos que esto representa, tanto las matrices epistémicas y las experiencias cotidianas de la diáspora africana en México, han sido fundamentales. Así, el presente artículo se centra en proponer una serie de reflexiones acerca de los desafíos y oportunidades que implica construir un proyecto educativo propio desde la dignidad, la justicia y la esperanza del pueblo afro. Este ejercicio forma parte de los avances de una tesis doctoral en Investigación Educativa e involucra el quehacer educativo que ocurre dentro y fuera de la escuela. Lo que aquí se reflexiona parte de una aproximación realizada a dos comunidades afrodescendientes de Veracruz, México. Especialmente se retoman las aportaciones que derivan de experiencias vividas por mujeres afro-veracruzanas, cuyas voces no tienen un lugar preponderante en la academia, ni en las estructuras de poder que nombran y legitiman. Desde ese espacio, desde los márgenes, sus conocimientos constituyen respuestas diversas a retos comunes y que responden a diversas preocupaciones y demandas, según cada contexto.A idéia de pensar em seu próprio projeto educacional que questiona e vinga a posição que a população afro-descendente tem no México tem sido um caminho comprometido com a justiça social e epistêmica. Para esta construção, revisamos algumas implicações do processo de reconhecimento constitucional que acontecerá em 2019, e levamos em conta os movimentos de auto-reconhecimento da população, agora chamados de afro-mexicanos. A fim de avançar para a concepção e consolidação de um projeto educacional próprio, e levando em conta os desafios que isto representa, tanto as matrizes epistêmicas como as experiências cotidianas da diáspora africana no México têm sido fundamentais. Assim, este artigo se concentra em propor uma série de reflexões sobre os desafios e oportunidades envolvidos na construção de seu próprio projeto educacional baseado na dignidade, justiça e esperança do povo afro-descendente. Este exercício é parte do progresso de uma tese de doutorado em Pesquisa Educacional e envolve o trabalho educacional que ocorre dentro e fora da escola. O que se reflete aqui é baseado em uma abordagem realizada em duas comunidades afro-descendentes em Veracruz, México. Em particular, retoma as contribuições derivadas das experiências vividas das mulheres afro-veracruzes, cujas vozes não ocupam um lugar predominante na academia, nem nas estruturas de poder que as nomeiam e legitimam. Desse espaço, das margens, seus conhecimentos constituem respostas diversas aos desafios comuns e respondem a diversas preocupações e demandas, dependendo de cada contexto
Notas Críticas sobre a financiamentação no Tempo do Investido, uma Leitura de Georg Lukács
The book The time of the invested by Michel Feher presents a theoretical exposition of financialization that, although it has empirical support in today’s capitalist society, it is necessary to submit to the critique of the marxist method, which, in the opinion of Georg Lukács, is to take on the perspective of the materialist dialectic, namely, to appropriate reality under the immanence of its causes as an organic totality. Through this, it is possible to reflect on the author’s proposal, which goes beyond the mere theoretical dimension and advances towards a practical proposal.El libro El tiempo de los investidos de Michel Feher plantea una exposición teórica de la financiarización que, si bien tiene un sostén empírico en la actualidad de la sociedad capitalista, es necesario someter a la crítica del método marxista, el cual, a consideración de Georg Lukács, es asumir la perspectiva de la dialéctica materialista, es decir, apropiarse de la realidad bajo la inmanencia de sus causas como totalidad orgánica. A través de ello, es posible juzgar con justicia los alcances y límites de la propuesta del autor, la cual rebasa la mera dimensión teórica y avanza hacia una propuesta práctica.O livro O tempo do investido por Michel Feher apresenta uma exposição teórica de financeirização que, embora tenha apoio empírico na sociedade capitalista atual, é necessário submeter-se à crítica do método marxista, que, na opinião de Georg Lukács, é assumir a perspectiva da dialética materialista, ou seja, apropriar-se da realidade sob a imanência de suas causas como uma totalidade orgânica. Através disto, é possível refletir sobre a proposta do autor, que vai além da mera dimensão teórica e avança em direção a uma proposta prática
A Carta sobre o Humanismo lida por Lukács: Uma tentativa de interpretação materialista de Heidegger
The present article, which accompanies the unpublished translation into Spanish of the essay originally written by G. Lukács in 1949, "Heidegger Redivivus", intends to show some problematic points of the interpretation made by the Hungarian philosopher on the philosophy of Martin Heidegger. The framework in which Lukács places, and from which he understands, Heidegger's philosophy is exposed and the problematic points on which the Marxist philosopher builds his interpretation of the Letter on Humanism are pointed out.El presente artículo que acompaña a la traducción hasta ahora inédita al español del ensayo escrito originalmente por G. Lukács, en 1949, “Heidegger Redivivus”, busca mostrar algunos puntos problemáticos de la interpretación hecha por el filósofo húngaro en torno a la filosofía de Martin Heidegger. Se expone el marco en el cual Lukács ubica, y desde cual entiende, a la filosofía de Heidegger y se señalan los puntos problemáticos sobre los que el filósofo marxista construye su interpretación de la Carta sobre el humanismo.Este artigo, que acompanha a tradução até então inédita em inglês do ensaio originalmente escrito por G. Lukács em 1949, "Heidegger Redivivus", procura mostrar alguns pontos problemáticos na interpretação do filósofo húngaro sobre a filosofia de Martin Heidegger. Ela estabelece a estrutura dentro da qual Lukács se situa, e da qual ele entende, a filosofia de Heidegger, e aponta os pontos problemáticos sobre os quais o filósofo marxista constrói sua interpretação da Carta sobre o Humanismo
Georg Lukács: Heidegger Redivivus
Translation of "Heidegger Redivivus".Traducción de "Heidegger Redivivus"
Tradução de "Heidegger Redivivus"
O direito à liberdade: o pragmatismo radical da resistência carcerária em conflitos prolongados
Prisons often function as epicenters of protracted conflicts, in which the state uses imprisonment and detention as a means of control, and detainees seek to use prison space for resistance, both internally and through solidarity with external networks. The objective of the present investigation consists of recognizing the aspects of the radical pragmatism of the prison resistance in Ecuador. The resistance of the prisoners is present in almost all prison spaces. However, in this article he focused on three contexts that, while politically, culturally, and geographically distinct, all represent protracted conflicts, such as protracted struggles by communal groups for basic needs such as security, recognition, acceptance, fair access to political institutions. and economic participation. Finally, it became clear that states use mass incarceration and arbitrary detention in an attempt to stifle resistance movements, especially in protracted post-empirical conflicts.Las cárceles suelen funcionar como epicentros de conflictos prolongados, en los que el Estado utiliza el encarcelamiento y la detención como medios de control, y los detenidos buscan utilizar el espacio carcelario para la resistencia, tanto internamente como a través de la solidaridad con redes externas. El objetivo de la presente investigación consiste en reconocer los aspectos del pragmatismo radical de la resistencia carcelaria en Ecuador. La resistencia de los presos está presente en casi todos los espacios carcelarios. Sin embargo, en este artículo se centró en tres contextos que, si bien son política, cultural y geográficamente distintos, todos representan conflictos prolongados, como luchas prolongadas de grupos comunales por necesidades básicas como seguridad, reconocimiento, aceptación, acceso justo a las instituciones políticas y participación económica. Finalmente, se evidenció que los Estados utilizan el encarcelamiento masivo y la detención arbitraria en un intento de sofocar los movimientos de resistencia, especialmente en conflictos prolongados post-empíricos.As prisões freqüentemente funcionam como epicentros de conflitos prolongados, onde o Estado usa o encarceramento e a detenção como um meio de controle, e os detentos procuram usar o espaço prisional para resistência, tanto internamente como através da solidariedade com redes externas. O objetivo desta pesquisa é reconhecer aspectos do pragmatismo radical da resistência carcerária no Equador. A resistência dos prisioneiros está presente em quase todos os espaços prisionais. Entretanto, este artigo focalizou três contextos que, embora politicamente, culturalmente e geograficamente distintos, todos representam conflitos prolongados, já que grupos comunitários lutam por necessidades básicas como segurança, reconhecimento, aceitação, acesso justo às instituições políticas e participação econômica. Finalmente, ficou claro que os Estados utilizam o encarceramento em massa e a detenção arbitrária na tentativa de abafar os movimentos de resistência, especialmente em conflitos pós-empíricos prolongados
Controle do genocídio cultural no setor de recursos naturais: elementos constitucionais de proteção aos povos indígenas da Comunidade Andina
This research work reconceptualizes the genocide of indigenous peoples by unraveling its cultural dimensions. Extractive and similar operations gradually deteriorate the land and the environment, exerting severe impacts on territorial rights, eventually leading to their physical and cultural annihilation. The article addresses the crime of genocide in both its physical and cultural dimensions, demanding its integration into IHRL and criminal law. Recent ethnographic research in Ecuador demonstrates how indigenous peoples are gradually exposed to genocidal policies despite strong legal frameworks. Said rights materialize in the form of prior consultation, territorial rights, prohibition of forced relocation, and maintenance of organizational and decision-making procedures.Este trabajo de investigación reconceptualiza el genocidio de los pueblos indígenas desenredando sus dimensiones culturales. Las operaciones extractivas y similares deterioran gradualmente las tierras y el medio ambiente, ejerciendo severos impactos en los derechos territoriales, eventualmente en su aniquilación física y cultural. El artículo aborda el crimen de genocidio tanto en su dimensión física como cultural, exigiendo su integración en el Derecho Internacional de los Derechos Humanos (DIDH) y el derecho penal. Investigaciones etnográficas recientes en Ecuador demuestran como los pueblos indígenas están gradualmente expuestos a políticas genocidas a pesar de los sólidos marcos legales. Dichos derechos se materializan en forma de consulta previa, derechos territoriales, prohibición de reubicación forzosa y mantenimiento de procedimientos organizativos y de toma de decisiones.Este trabalho de pesquisa reconceptualiza o genocídio dos povos indígenas, desdobrando suas dimensões culturais. Operações extrativistas e similares deterioram gradualmente a terra e o meio ambiente, exercendo severos impactos sobre os direitos territoriais, levando eventualmente à sua aniquilação física e cultural. O artigo aborda o crime de genocídio tanto em suas dimensões físicas como culturais, exigindo sua integração ao IHRL e ao direito penal. Pesquisas etnográficas recentes no Equador demonstram como os povos indígenas são gradualmente expostos às políticas de genocídio, apesar dos fortes marcos legais. Tais direitos se materializam na forma de consulta prévia, direitos territoriais, proibição de deslocamentos forçados e manutenção de procedimentos organizacionais e de tomada de decisões.
Traduzido com a versão gratuita do tradutor - www.DeepL.com/Translato
A educação como um antídoto para a subordinação. Para uma concepção pedagógica em chave intercultural na Argentina
This article aims to conceptually delimit the term "epistemic subalternization", from the approach offered by postcolonial theories. For this, it is oriented to examine the situation that occurs when the educational system does not contemplate the diverse epistemic-cultural knowledge belonging to the student body. In particular, it focuses on analyzing what happens with access to the right to education of the indigenous communities of Argentina, when the school naturalizes epistemic injustices. Finally, it is proposed to reflect on intercultural education as a proposal of intrinsic relevance to think about cultural and epistemic co-construction. In the conclusion, it was considered that, from the approach of epistemic injustices, there is a form of subalternization that generally coexists with other factors (social, political, economic, cultural and territorial) that complicate the approach to the problem and installed as social determinants of education and the pedagogical situation of these communities. For this reason, it was proposed to think about the need to build intercultural, that is, decolonizing, pedagogies. Indeed, the centrality of the proposal lies in the relevance of local, geo-situated narratives, typical of indigenous communities to performatively transform, from the foundations of common sense and in an intercultural key, pedagogical praxis.Este artículo se propone delimitar conceptualmente el término “subalternización epistémica”, desde el enfoque que ofrecen las teorías poscoloniales. Para ello, se orienta a examinar la situación que se produce cuando el sistema educativo no contempla los diversos saberes epistémico-culturales de pertenencia del estudiantado. En particular, se enfoca a analizar qué sucede con el acceso al derecho a la educación de las comunidades indígenas de Argentina, cuando la escuela naturaliza las injusticias de orden epistémico. Finalmente, se plantea reflexionar sobre la educación intercultural como una propuesta de intrínseca relevancia para pensar la co-construcción cultural y epistémica. En la conclusión se consideró que, desde el enfoque de las injusticias epistémicas, se asiste a una forma de subalternización que generalmente convive con otros factores (de orden social, político, económico, cultural y territorial) que complejizan el abordaje de la problemática y se instalan como determinantes sociales de la educación y de la situación pedagógica de estas comunidades. Por este motivo, se planteó pensar en la necesidad de construir pedagogías interculturales, es decir, descolonizadoras. En efecto, la centralidad del planteo reside en la relevancia de las narrativas locales, geosituadas, propias de las comunidades indígenas para transformar performativamente, desde los cimientos del sentido común y en clave intercultural, la praxis pedagógica.Este artigo visa delimitar conceitualmente o termo "subalternização epistêmica", a partir da abordagem oferecida pelas teorias pós-coloniais. Para isso, está orientado a examinar a situação que ocorre quando o sistema educacional não contempla os diversos conhecimentos epistêmicos-culturais pertencentes ao corpo estudantil. Em particular, focaliza a análise do que acontece com o acesso ao direito à educação das comunidades indígenas da Argentina, quando a escola naturaliza as injustiças epistêmicas. Finalmente, propõe-se refletir sobre a educação intercultural como uma proposta de relevância intrínseca para pensar a co-construção cultural e epistêmica. Na conclusão, foi considerado que, a partir da abordagem das injustiças epistêmicas, existe uma forma de subalternização que geralmente coexiste com outros fatores (sociais, políticos, econômicos, culturais e territoriais) que complicam a abordagem do problema e se instalam como determinantes sociais da educação e da situação pedagógica dessas comunidades. Por esta razão, foi proposto refletir sobre a necessidade de construir pedagogias interculturais, isto é, descolonizantes. De fato, a centralidade da proposta reside na relevância das narrativas locais, geo-situadas, típicas das comunidades indígenas para transformar performativamente, a partir dos fundamentos do senso comum e em uma chave intercultural, a praxis pedagógica
Participação das crianças e lições coletivas em defesa dos territórios e direitos em tempos pandêmicos
In Mexico, March 2020 saw the start of the pandemic caused by the new coronavirus, halting most face-to-face activities under the banner of staying home, although in working-class sectors this was not possible, as informal and everyday work are the main source of income. Children stopped attending school and habitual socialization spaces to seclude at home, even though working-class children, such as the ones from blue-collar families and those who live in organized communities, still held interactions with peers and adults. Knowing how they lived this period, the difficulties they encountered and the organizational actions they took part in, will make it possible to recognize the lessons learned in their territories for the exercise of their rights. In the present postdoctoral research report, a review is provided for the initiatives launched by the Mexican organizations Melel Xojobal in Chiapas and Organización Popular Francisco Villa de Izquierda Independiente in Mexico City with children during the lockdown period due to the pandemic, with the goal of reflecting on collective and children’s lessons, as well as sketching the educative and collaborative challenges in the medium-term. Facing the suspension of all face-to-face meetings in their territories, the methodology used consisted of remote tools, such as phone interviews, email communication, discussion groups and virtual ethnologies, psychosocial support through videocalls, and the exchange of documents. Some of the results obtained show that adults had little interest in the ways children lived and understood the unprecedented events, and that children were concerned about having food and being healthy, as well as informed and able to contribute to the family welfare through mutual care, while the organizations were focused on attending to the health emergencies in the community and sought to know about children’s perceptions. As a conclusion, some lessons are identified, regarding the necessity to establish a better communication and horizontal, loving, and reciprocal relationships with children; to promote collective care and listening, as well as the exercise of rights, critical thinking, and community participation.Durante la pandemia en México, niñeces populares como las trabajadoras y quienes viven en comunidades organizadas, mantuvieron interacciones entre pares y con referentes adultos en sus territorios; conocer cómo vivieron este periodo, las dificultades a las que se enfrentaron y las acciones colectivas en las que participaron, permitirá reconocer aprendizajes en sus territorios para el ejercicio de sus derechos. En el presente texto, avance de investigación posdoctoral, se revisan las iniciativas emprendidas por las organizaciones mexicanas Melel Xojobal en Chiapas y Organización Popular Francisco Villa de Izquierda Independiente en la Ciudad de México con niñeces durante el periodo de confinamiento por la pandemia, con el objetivo de reflexionar sobre los aprendizajes colectivos e infantiles, así como esbozar algunos retos educativos y colaborativos a mediano plazo. Ante la suspensión de las visitas presenciales en sus territorios, la metodología priorizó el uso de herramientas a distancia, tales como entrevistas telefónicas, comunicaciones vía correo electrónico, conversatorios y etnografías virtuales, acompañamientos psicosociales mediante videollamadas e intercambio de documentos propios. Algunos de los resultados obtenidos, muestran que los adultos se interesaron poco por las vivencias y emociones infantiles; que niños y niñas se preocuparon por tener salud y comida, estar informados y aportar al bienestar familiar; mientras que desde las organizaciones se atendieron las emergencias sanitarias comunitarias y buscaron conocer las percepciones infantiles. A manera de conclusión, se identifican algunos aprendizajes relacionados con la necesidad de establecer mayor comunicación, relaciones horizontales, cariñosas y reciprocas con las niñeces, fomentar los cuidados colectivos, la escucha, el ejercicio autogestivo de los derechos, los pensamientos críticos y las participaciones comunitarias.No México, em março de 2020 teve início a pandemia causada pelo novo coronavírus, interrompendo a maioria das atividades presenciais sob a bandeira da permanência em casa, embora nos setores da classe trabalhadora isso não tenha sido possível, pois o trabalho informal e cotidiano é a principal fonte de renda. As crianças deixaram de freqüentar a escola e os espaços habituais de socialização para se isolarem em casa, embora as crianças da classe trabalhadora, como as de famílias de colarinho azul e as que vivem em comunidades organizadas, ainda tivessem interações com colegas e adultos. Sabendo como viveram este período, as dificuldades que encontraram e as ações organizacionais das quais participaram, será possível reconhecer as lições aprendidas em seus territórios para o exercício de seus direitos. No presente relatório de pesquisa pós-doutorado, é feita uma revisão das iniciativas lançadas pelas organizações mexicanas Melel Xojobal em Chiapas e Organización Popular Francisco Villa de Izquierda Independiente, na Cidade do México, com crianças durante o período de isolamento devido à pandemia, com o objetivo de refletir sobre as lições coletivas e infantis, bem como esboçar os desafios educativos e colaborativos a médio prazo. Diante da suspensão de todas as reuniões presenciais em seus territórios, a metodologia utilizada consistiu em ferramentas remotas, como entrevistas por telefone, comunicação por e-mail, grupos de discussão e etnologias virtuais, apoio psicossocial através de videochamadas e troca de documentos. Alguns dos resultados obtidos mostram que os adultos tinham pouco interesse na maneira como as crianças viviam e entendiam os eventos sem precedentes, e que as crianças estavam preocupadas em ter comida e ser saudáveis, bem como informadas e capazes de contribuir para o bem-estar da família através do cuidado mútuo, enquanto as organizações estavam focadas em atender as emergências de saúde na comunidade e procuravam saber sobre as percepções das crianças. Como conclusão, algumas lições são identificadas, em relação à necessidade de estabelecer uma melhor comunicação e relações horizontais, amorosas e recíprocas com as crianças; de promover o cuidado coletivo e a escuta, assim como o exercício dos direitos, o pensamento crítico e a participação comunitária
Apresentação do dossiê. Lukács e História e Consciência de Classe, um século depois: Dialética, Totalidade e Reificação
Introduction of the dossier. Lukács and History and Class Consciousness, a century later: dialectics, totality, and reificationPresentación del dossier. Lukács e Historia y Conciencia de Clase, un siglo después: dialéctica, totalidad, y cosificaciónApresentação do dossiê. Lukács e História e Consciência de Classe, um século depois: Dialética, Totalidade e Reificaçã