Politecnica Salesiana University

Sophia, Colección de Filosofía de la Educación
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    Voz e excesso: abordagens especulativas, ético-políticas e educativas da oralidade

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    This article explores an unattended component in the field of language philosophy, namely: the voice. Through the theoretical apparatus of representatives of the so-called Slovenian psychoanalysis, especially Slavoj Žižek and Mladen Dolar, it is intended to show that the voice is a communication component that resists its registration within the significant chain and on the contrary it is presented as a limit and, at the same time, an excess in meaning, which opens possibilities to think about the way in which the integration of the subjects occurs in the existing social order. In this way, the voice contains in its core a component that shows the antagonistic gap of the social, which would allow renegotiating the senses that order the social. The work constitutes a dialectical philosophical reflection on the phenomenon of the voice, since it explores speculative, ethical, political and educational aspects concerning this phenomenon, which aims to contribute to an understanding of orality over its instrumental aspects in the communication. That is, instead of understanding the voice as a secondary phenomenon in communication aimed at serving as a means to transmit a message, the voice appears as that which enables, interrupts and exceeds the communicative intentions of the subjects participating in the communicative dialogue. Finally, the article uses examples taken from the contemporary educational context, in which the way in which the voice bursts into education as an element of an eminently political nature is shown.El presente artículo explora un componente poco atendido en el campo de la filosofía del lenguaje, a saber: la voz. Por medio del aparato teórico de representantes del denominado psicoanálisis esloveno, Slavoj Žižek y Mladen Dólar especialmente, se pretende mostrar que la voz es un componente de la comunicación que se resiste a su inscripción dentro de la cadena significante y por el contrario se presenta como un límite y, a la vez, un exceso en el significado, lo cual abre posibilidades para pensar la forma en la cual se da la integración de los sujetos en el orden social existente. De este modo la voz encierra en su núcleo un componente que muestra la brecha antagónica de lo social, lo cual permitiría renegociar los sentidos que ordenan lo social. El trabajo constituye una reflexión filosófica de carácter dialéctico sobre el fenómeno de la voz, ya que explora aspectos especulativos, éticos, políticos y educativos concernientes a este fenómeno, lo que pretende aportar a una comprensión de la oralidad por encima de sus aspectos instrumentales en la comunicación. Es decir, en lugar de comprender la voz como un fenómeno secundario en la comunicación orientado a servir de medio para transmitir un mensaje, la voz aparece como aquello que posibilita, interrumpe y excede las intenciones comunicativas de los sujetos que participan en el diálogo comunicativo. Finalmente, el artículo se sirve de ejemplos tomados del contexto educativo contemporáneo, en los que se muestra la manera en que la voz irrumpe en la educación como un elemento de naturaleza eminentemente políticaEste artigo explora um componente não atendido no campo da filosofia da linguagem, a saber: a voz. Através do aparelho teórico dos representantes da chamada psicanálise eslovena, especialmente Slavoj Žižek e Mladen Dolar, pretende-se mostrar que a voz é um componente de comunicação que resiste ao seu registo dentro da cadeia significativa e, pelo contrário, é apresentada como um limite e, ao mesmo tempo, um excesso de significado, o que abre possibilidades para pensar sobre a forma como a integração dos sujeitos ocorre na ordem social existente. Deste modo, a voz contém no seu núcleo uma componente que mostra a lacuna antagónica do social, o que permitiria renegociar os sentidos que ordenam o social. O trabalho constitui uma reflexão filosófica dialética sobre o fenômeno da voz, pois explora aspectos especulativos, éticos, políticos e educativos sobre este fenômeno, que visa contribuir para uma compreensão da oralidade sobre seus aspectos instrumentais na comunicação. Ou seja, em vez de compreender a voz como um fenômeno secundário na comunicação destinada a servir como meio de transmissão de uma mensagem, a voz aparece como aquela que possibilita, interrompe e supera as intenções comunicativas dos sujeitos que participam do diálogo comunicativo. Finalmente, o artigo utiliza exemplos retirados do contexto educativo contemporâneo, no qual se mostra o modo como a voz irrompe na educação como elemento de natureza eminentemente política. Traduzido com www.DeepL.com/Translato

    Ontologia da linguagem, um novo dispositivo para a construção do sujeito neoliberal?

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    The purpose of this paper is to analyze critically the implications of language ontology and transformational learning for education and social order reproduction. The hypothesis supports that these formulations can be understood as a new device of neoliberal subjectivation that internalizes the notion of performance based on linguistic reductionism. The criticism is incribed in the debate on the construction processes of neoliberal subjectivity and collective action. The foundational premises of language ontology are contrasted with critical learning experiences of Chilean militants university students and with educational experiences developed by the Landless Rural Workers movement in Brazil. The results show that is experiencing a process of intensification of a new dominant rationality, which is necessary to justify the transformations of contemporary capitalism in all the orders of human existence. We conclude that the ontology of language means, in short, the internalization of the logic of the market in the constitution of being-in-competition, which seeks to reproduce the neoliberal ideology. It is observed that the new interpretation of the human being and the world proclaimed by the ontology of language, denies the world itself on which this notion is based, considering the individual as the central value of society and language as the source of its transformation. In this way, a postmodern relativist ideology is promoted that finds in the subjective —and its transformation potential— a new technology of the self to consolidate the notion of the individual-company. It is concluded that the ontology of language means, in short, the internalization of the logic of the market in the constitution of being-incompetition, which seeks to reproduce the neoliberal ideology.El propósito de este trabajo consiste en analizar críticamente las implicancias de la ontología del lenguaje y el aprendizaje transformacional para la educación y la reproducción del orden social. Se sustenta la hipótesis de que estas formulaciones pueden ser entendidas como un nuevo dispositivo de subjetivación neoliberal que interioriza la noción de rendimiento a partir del reduccionismo lingüístico. Se inscribe esta crítica en el debate sobre los procesos de construcción de la subjetividad neoliberal y la acción colectiva. Se contrastan las premisas fundantes de la ontología del lenguaje con experiencias de aprendizajes críticos de universitarias y universitarios militantes chilenos y con experiencias educativas desarrolladas por el movimiento de Trabajadores Rurales sin Tierra de Brasil. Los resultados muestran que vivimos un proceso de intensificación de una nueva racionalidad dominante, la cual es necesaria para justificar las transformaciones del capitalismo contemporáneo en todos los órdenes de la existencia humana. Se observa que la nueva interpretación del ser humano y del mundo pregonada por la ontología del lenguaje, niega el propio mundo sobre el cual se sustenta esta noción, al considerar al individuo como valor central de la sociedad y al lenguaje como fuente de su transformación. De esta manera, se promueve una ideología relativista posmoderna que encuentra en lo subjetivo —y su potencial de transformación— una nueva tecnología del yo para consolidar la noción del individuo-empresa. Se concluye que la ontología del lenguaje significa, en definitiva, la interiorización de la lógica del mercado en la constitución del ser-en-competición, con lo cual se busca reproducir la ideología neoliberal.O objetivo deste trabalho é analisar criticamente as implicações da ontologia da linguagem e da aprendizagem transformacional para a educação e a reprodução da ordem social. A hipótese sustenta que essas formulações podem ser entendidas como um novo dispositivo de subjetivação neoliberal que internaliza a noção de desempenho baseado no reducionismo linguístico. A crítica está inscrita no debate sobre os processos de construção da subjetividade neoliberal e da ação coletiva. As premissas fundamentais da ontologia da linguagem são contrastadas com as experiências críticas de aprendizagem de estudantes universitários militantes chilenos e com as experiências educacionais desenvolvidas pelo movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra no Brasil. Os resultados mostram que se vive um processo de intensificação de uma nova racionalidade dominante, necessária para justificar as transformações do capitalismo contemporâneo em todas as ordens da existência humana. Concluímos que a ontologia da linguagem significa, em suma, a internalização da lógica do mercado na constituição do ser-em-competição, que busca reproduzir a ideologia neoliberal. Observa-se que a nova interpretação do ser humano e do mundo, proclamada pela ontologia da linguagem, nega o próprio mundo em que esta noção se baseia, considerando o indivíduo como o valor central da sociedade e a linguagem como a fonte da sua transformação. Desta forma, promove-se uma ideologia relativista pós-moderna que encontra no subjectivo - e no seu potencial de transformação - uma nova tecnologia do self para consolidar a noção de indivíduo-empresa. Conclui-se que a ontologia da linguagem significa, em suma, a internalização da lógica do mercado na constituição do ser-incompetição, que busca reproduzir a ideologia neoliberal. &nbsp

    Ontologia e linguagem: verdade e significado no limiar das duas culturas

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    This article proposes an exploration of the implications between language and ontology in the light of two different traditions. On the one hand, the scope of the scientific statement and the relationships between meaning and truth: knowledge as the activity of describing a world that is made up of particular facts; on the other, the historical consideration whose objective is to understand a multiformed reality, where language does not only enunciate facts, but builds a meaning of the world in which human life finds the significant elements of its concrete reality. To put these two sites in perspective, it is assumed that in their development, philosophy and science were interconnected. However, as knowledge expanded, field differentiation became more and more necessary. But that strict parceling must be left behind; today a new critical reflection is required that goes beyond the dichotomy of Natural Sciences and Human or Spirit Sciences. At present, this schematism is the manifestation of an illusory understanding of nature as if it were an area of reality alien to man, and as if human beings were a ‘subject’ disconnected from the natural order. This classification evidences a rupture between nature and society, which obstructs the possibilities of an ontological gaze absent from prejudices. 21st century humanism must overcome such disjunction, as science is an essential activity for human beings to be present in multiple spheres of culture, from health services to food production, communications, recreation, politics, economics, education, etcetera. And, reciprocally, philosophical thought has provided a perspective of totality that allows to notice that the knowledge, in any of its branches, participates in the same objective, scope and value. Reflection on language can open up to understanding the differences and closeness of a shared reality.Este artículo propone una exploración de las implicaciones entre lenguaje y ontología a la luz de dos tradiciones distintas. Por un lado, los alcances del enunciado científico y las relaciones entre significado y verdad: el conocimiento como la actividad de describir un mundo formado de hechos particulares; por el otro, la consideración histórica cuyo objetivo es comprender una realidad multiforme, en donde el lenguaje no enuncia sólo hechos, sino que construye un sentido de mundo en el que la vida humana encuentra los elementos significativos de su realidad concreta. Para poner en perspectiva estos dos emplazamientos, se parte del supuesto de que en su desarrollo, filosofía y ciencia estuvieron interconectadas. Sin embargo, a medida que el conocimiento se fue expandiendo, la diferenciación de campos se hizo cada vez más necesaria. No obstante, esa parcelación estricta debe quedar atrás; hoy se requiere de una nueva reflexión crítica que rebase la dicotomía de Ciencias de la naturaleza y Ciencias humanas o del espíritu. En la actualidad, este esquematismo es la manifestación de una ilusoria comprensión de la naturaleza como si ésta constituyera un ámbito de realidad ajeno al hombre, y como si el ser humano fuese un ‘sujeto’ desvinculado del orden natural. Dicha clasificación evidencia una ruptura entre naturaleza y sociedad, que bloquea las posibilidades de una mirada ontológica ausente de prejuicios. El humanismo del siglo XXI debe superar tal disyunción, ya que la ciencia es una actividad esencial para el ser humano al estar presente en múltiples esferas de la cultura, desde los servicios de salud hasta la producción de alimentos, las comunicaciones, la recreación, la política, la economía, la educación, etcétera. Y, recíprocamente, el pensamiento filosófico ha aportado una perspectiva de totalidad que permite advertir que el saber, en cualesquiera de sus ramas, participa de un mismo objetivo, alcance y valor. La reflexión sobre el lenguaje puede abrirnos a la comprensión de las diferencias y proximidades de una realidad compartida.Este artigo propõe uma exploração das implicações entre linguagem e ontologia à luz de duas tradições diferentes. Por um lado, o alcance da afirmação científica e as relações entre significado e verdade: o conhecimento como atividade de descrever um mundo que se compõe de fatos particulares; por outro, a consideração histórica cujo objetivo é compreender uma realidade multiforme, onde a linguagem não só enuncia fatos, mas constrói um sentido do mundo no qual a vida humana encontra os elementos significativos de sua realidade concreta. Para colocar estes dois sítios em perspectiva, assume-se que, no seu desenvolvimento, a filosofia e a ciência estavam interligadas. No entanto, à medida que o conhecimento se expandiu, a diferenciação do campo tornou-se cada vez mais necessária. Mas esse parcelamento estrito deve ser deixado para trás; hoje é necessária uma nova reflexão crítica que vá além da dicotomia entre Ciências Naturais e Ciências Humanas ou do Espírito. Atualmente, esse esquematismo é a manifestação de uma compreensão ilusória da natureza como se fosse uma área de realidade alheia ao homem, e como se os seres humanos fossem um "sujeito" desconectado da ordem natural. Esta classificação evidencia uma ruptura entre natureza e sociedade, que obstrui as possibilidades de um olhar ontológico ausente de preconceitos. O humanismo do século XXI deve superar tal disjunção, pois a ciência é uma atividade essencial para que os seres humanos estejam presentes em múltiplas esferas da cultura, desde os serviços de saúde até a produção de alimentos, comunicações, recreação, política, economia, educação, etc. E, reciprocamente, o pensamento filosófico proporcionou uma perspectiva de totalidade que permite perceber que o conhecimento, em qualquer de seus ramos, participa do mesmo objetivo, alcance e valor. A reflexão sobre a linguagem pode abrir-se à compreensão das diferenças e da proximidade de uma realidade partilhada

    Língua e referência

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    Like cognition, the language in which the cognition finds expression has, in principle, a function of synthesis, that is, a function of connecting the cognizing subject with the object of cognition. The language enables the human subject to have epistemic access to the object; in its form and function this epistemic access constitutes the necessary referentiality of the language itself. Cognition must inevitably refer to the object of knowledge in the mode of pre-linguistic sensory and abstract-conceptual accesses, as clearly highlighted by Kant in his basic notion of the synthetic nature and structure of conceptual knowledge. This points to an aporetic ambiguity of the epistemic referentiality of language. In the process of cognition the subject should have an epistemic access to the particular. However, the conceptual cognition departs from the particular and is directed to a general universal idea. The ambiguity between the referential access and the referential departure in cognition necessarily requires a supplementation of the abstractlogical through the pre-linguistic-sensory or aesthetic knowledge, as emphasized by Alexander G. Baumgarten in his doctrine of sensory cognition (cognitio sensitiva) and the aesthetic-logical truth. Such a supplementation within the framework of a theory of perception seems to establish a unique form of epistemological reference, in which the subjective-epistemic access to the particular object does not terminate in the ontological finality of a concept or conceptual cognition, but transcends the cognition into the infinity of an aesthetic perception.Al igual que la cognición, el lenguaje en el que se expresa la cognición tiene en principio una función de la síntesis, es decir, una función de conectar el sujeto conocedor con el objeto de la cognición. El lenguaje permite al sujeto humano tener acceso epistémico al objeto, que en su forma y función constituye la referencialidad necesaria del lenguaje mismo. La cognición debe referirse inevitablemente al objeto de conocimiento en el modo de accesos pre-lingüístico-sensoriales y abstracto-conceptuales, como lo destaca claramente Kant en su noción básica de la naturaleza sintética y la estructura del conocimiento conceptual. Esto apunta a una ambigüedad aporética de la referencialidad epistémica del lenguaje. En el proceso de cognición, el sujeto debe tener un acceso epistémico a lo particular. Sin embargo, la cognición conceptual se aparta de lo particular y se dirige a una idea universal general. La ambigüedad entre el acceso referencial y la salida referencial en la cognición requiere una suplementación necesaria de lo abstracto-lógico a través del conocimiento pre-lingüístico-sensorial o estético, como destaca Alexander G. Baumgarten en su doctrina de la cognición sensorial (cognitio sensitiva) y de la verdad estética-lógica. Tal suplementación dentro del marco de una teoría de la percepción parece establecer una forma única de referencia epistemológica, en la que el acceso epistémico-subjetivo al objeto particular no termina en la finalidad ontológica de un concepto o cognición conceptual, sino que trasciende la cognición al infinito de una percepción estética.Como a cognição, a linguagem em que a cognição encontra expressão tem, em princípio, uma função de síntese, ou seja, uma função de conectar o sujeito cognominante com o objeto da cognição. A linguagem permite ao sujeito humano ter acesso epistémico ao objecto; na sua forma e função, este acesso epistémico constitui a referencialidade necessária da própria linguagem. A cognição deve inevitavelmente referir-se ao objecto do conhecimento no modo de acessos pré-linguísticosensoriais e abstractos-conceituais, como claramente destacado por Kant na sua noção básica da natureza e estrutura sintéticas do conhecimento conceptual. Isto aponta para uma ambiguidade aporética da referencialidade epistémica da linguagem. No processo de cognição, o sujeito deve ter um acesso epistémico ao particular. No entanto, a cognição conceptual afasta-se do particular e é dirigida a uma ideia geral universal. A ambiguidade entre o acesso referencial e a partida referencial na cognição requer necessariamente uma suplementação do abstrato através do conhecimento pré-linguístico-sensorial ou estético, como enfatizado por Alexander G. Baumgarten na sua doutrina da cognição sensorial (cognitio sensitiva) e da verdade estético-lógica. Tal suplementação no quadro de uma teoria da percepção parece estabelecer uma forma única de referência epistemológica, em que o acesso subjectivo-epistemológico ao objecto particular não termina na finalidade ontológica de um conceito ou cognição conceptual, mas transcende a cognição para o infinito de uma percepção estética. &nbsp

    Fundamentos ontológicos do sistema educacional finlandês como referência para a superação de problemas em contextos emergentes

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    The present work arises from the reflection on the failure of external educational models applied in emerging contexts without considering the reality of each town. According to Carnoy (1974) in the underdeveloped countries there is a strong tradition in copying the cultural forms and models of first world societies, without analyzing the objective and subjective conditions that will determine success or failure. The objective of this document is to analyze the ontological foundations present in the finnish educational system in order to identify the main references that will serve as a basis to overcome problems of the educational reality in emerging societies. The document presents an exploratory, descriptive and comparative review that by nature of the study is of a bibliographic and qualitative nature supported by the use of logical-scientific methods (deductive-inductive) with their respective procedures, and strengthened by the application of philosophical-hermeneutic philosophical methods. The tendency to imitate and to copy educational models alien to our reality has resulted in poor educational systems that do not respond to the specific needs of the educational reality of emerging societies. It is necessary to determine the being, meaning and meaning of the finnish education system with a view to locating essential aspects that could become guidelines for rethinking other educational models.El presente trabajo surge de la reflexión acerca del fracaso de modelos educativos exteriores aplicados en contextos emergentes sin considerar la realidad de cada pueblo. A juicio de Carnoy (1974) en los países subdesarrollados existe una fuerte tradición en copiar las formas culturales y modelos de sociedades de primer mundo, sin analizar las condiciones objetivas y subjetivas que determinarán el éxito o el fracaso. El objetivo de este documento es analizar los fundamentos ontológicos presentes en el sistema educativo finlandés con la finalidad de identificar los principales referentes que servirán de base para superar problemáticas de la realidad educativa en sociedades emergentes. El documento presenta una revisión de tipo exploratoria, descriptiva y comparativa que por la naturaleza del estudio es de carácter bibliográfico y cualitativo apoyado en el uso de los métodos lógico-científicos (deductivo-inductivo) con sus respectivos procedimientos, y fortalecido con la aplicación de los métodos filosóficos fenomenológico-hermenéutico. La tendencia a la imitación y a la copia de modelos educativos ajenos a nuestra realidad ha dado como resultado sistemas educativos deficientes y que no responden a las necesidades concretas propias de la realidad educativa de las sociedades emergentes. Es preciso determinar el ser, el sentido y el significado del sistema educativo finlandés con miras a la localización de aspectos esenciales que podrían convertirse en pautas para repensar otros modelos educativos.O presente trabalho nasce da reflexão sobre o fracasso dos modelos educativos externos aplicados em contextos emergentes, sem considerar a realidade de cada cidade. Segundo Carnoy (1974), nos países subdesenvolvidos há uma forte tradição em copiar as formas e modelos culturais das sociedades de primeiro mundo, sem analisar as condições objetivas e subjetivas que determinarão o sucesso ou o fracasso. O objetivo deste documento é analisar os fundamentos ontológicos presentes no sistema educacional finlandês, a fim de identificar as principais referências que servirão como base para superar os problemas da realidade educacional nas sociedades emergentes. O documento apresenta uma revisão exploratória, descritiva e comparativa que, pela natureza do estudo é de natureza bibliográfica e qualitativa apoiada pelo uso de métodos lógico-científicos (dedutivo-indutivo) com seus respectivos procedimentos, e reforçada pela aplicação de métodos filosófico-hermenêuticos. A tendência de imitar e copiar modelos educacionais alheios à nossa realidade resultou em sistemas educacionais pobres que não respondem às necessidades específicas da realidade educacional das sociedades emergentes. É necessário determinar o ser, o sentido e o sentido do sistema educativo finlandês com o objetivo de localizar aspectos essenciais que possam se tornar diretrizes para repensar outros modelos educativos. &nbsp

    Mecanismos biológicos de aprendizagem e controle neural em períodos sensíveis do desenvolvimento infantil

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    The present study aimed to describe the biological mechanisms of learning, fundamentally those that affect the sensitive periods of child development. In order to achieve this objective, the documentary bibliography was used as the main research method, through which the existing information on the topic under analysis was consulted, allowing a compilation of the doctrine both nationally and internationally in this regard. They reviewed books, journals, essays and research papers, which made it possible to identify the main concepts and thoughts that have been built around learning from philosophy and practice. The methodological approach of the research turned out to be qualitative, from which it is concluded that the learning process starts from a genetic and biological condition that manages to transform itself from the social interaction that the boy or girl achieves with his fellow and with the adults who they participate, guide and guide the teaching process. The construction of knowledge is, therefore, an eminently active process not only because it responds to neuronal exchange but also because it varies according to the social historical context that stimulates children’s development, allows it to develop in an integral manner and contributes to the experience, the exchange with other people and the environment that surrounds them positively affects their thinking, attention and education in general.El presente estudio se propuso describir los mecanismos biológicos del aprendizaje, fundamentalmente los que inciden en los periodos sensibles de desarrollo infantil. Para el logro de este objetivo se utilizó como principal método de investigación el bibliográfico documental, mediante el cual se consultó la información existente sobre el tema objeto de análisis, permitiendo realizar una recopilación de la doctrina tanto a nivel nacional como internacional al respecto, igualmente se revisaron libros, revistas, ensayos y trabajos de investigación, lo que posibilitó la identificación de los principales conceptos y pensamientos que se han construido en torno al aprendizaje desde la filosofía y la práctica. El enfoque metodológico de la investigación resultó ser cualitativo, de lo cual se concluye que el proceso de aprendizaje parte de una condición genética y biológica que logra transformarse a partir de la interacción social que consigue el niño o niña con su semejante y con los adultos que participan, guían y orientan el proceso de enseñanza. La construcción del conocimiento es, por tanto, un proceso eminentemente activo no solo porque responde al intercambio neuronal sino porque varía de acuerdo al contexto histórico social que estimula el desarrollo infantil, permite que este se desenvuelva de manera integral y coadyuva a que mediante las experiencias, el intercambio con otras personas y el medio que le rodea incida positivamente en su pensamiento, atención y en su educación en general.O presente estudo teve como objetivo descrever os mecanismos biológicos da aprendizagem, fundamentalmente aqueles que afetam os períodos sensíveis do desenvolvimento infantil. Para alcançar este objetivo, utilizou-se a bibliografia documental como principal método de pesquisa, por meio do qual foi consultada a informação existente sobre o tema em análise, possibilitando realizar uma compilação da doutrina tanto nacional quanto internacional sobre o tema. Do mesmo modo, foram revisados livros, jornais, ensaios e trabalhos de pesquisa, o que tornou possível identificar os principais conceitos e pensamentos que foram construídos em torno da aprendizagem da filosofia e da prática. A abordagem metodológica da pesquisa foi apresentada qualitativamente, a partir dela concluiu-se que o processo de aprendizagem parte de uma condição genética e biológica que conseguem-se transformar da interação social que o menino ou menina atinge com o seu semelhante e com os adultos que participam e orientam no processo de ensino. A construção do conhecimento é, portanto, um processo eminentemente ativo, não só porque ele responde ao intercâmbio neuronal, mas porque varia de acordo com o contexto histórico social que incentiva o desenvolvimento das crianças, permite que ele aconteça de forma holística e contribui para que através das experiências, o intercâmbio com outras pessoas e o ambiente que as rodeia, possa influenciar positivamente no seu pensamento, na sua atenção e sua educação em geral

    Editorial

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    La Revista Sophia Magazine is pleased to present the publication of issue 27 of its collection. This issue has as the backbone of its reflection the Ontology of Language in Education, a complex subject, polysemic and attractive at the same time; a question that allows us to rethink the very being of ontology, language and education as substantial elements that refer to the understanding of a single reality: the human being understood as a subject in his being and in his being in the world. The very being of language in education is closely linked to the being and existence of the human being to the extent that reality is a dynamic totality that integrates a set of mental constructions and real actions; a set of diverse interactions arising from the existing relationship between subjects and between subject-object. In this sense, ontology is presented as a mechanism for the interpretation of the sense and meaning of the human being in relation to the other, with the social, educational, cultural context and with the other beings that are in the environment, all this mediated by language as an essential element for communication.El ser de la Revista La Revista Sophia tiene el agrado de presentar la publicación del número 27 de su colección. Este número tiene como columna vertebral de su reflexión a la Ontología del Lenguaje en la Educación, un tema complejo, polisémico y atractivo a la vez; una cuestión que permite re-pensar el ser mismo de la ontología, del lenguaje y de la educación como elementos sustanciales que remiten a la comprensión de una única realidad: el ser humano entendido como un sujeto en su ser y en su estar en el mundo. El ser mismo del lenguaje en la educación se encuentra estrechamente vinculado al ser y al existir del ser humano en la medida que la realidad es una totalidad dinámica que integra un conjunto de construcciones mentales y de acciones reales; un conjunto de interacciones diversas surgidas de la relación existente entre sujetos y entre sujeto-objeto. En este sentido, la ontología se presenta como un mecanismo para la interpretación del sentido y del significado del ser humano en relación con lo otro, con el contexto social, educativo, cultural y con los demás seres que se encuentran en el entorno, todo esto mediado por el lenguaje como elemento esencial para la comunicación.A Revista La Revista Sophia tem o prazer de apresentar a publicação da edição 27 de sua coleção. Esta edição tem como espinha dorsal de sua reflexão a Ontologia da Linguagem na Educação, um tema complexo, polissêmico e atraente ao mesmo tempo; uma questão que nos permite repensar o próprio ser da ontologia, linguagem e educação como elementos substanciais que se referem à compreensão de uma única realidade: o ser humano entendido como sujeito em seu ser e em seu ser no mundo. O próprio ser da linguagem na educação está intimamente ligado ao ser e à existência do ser humano na medida em que a realidade é uma totalidade dinâmica que integra um conjunto de construções mentais e ações reais; um conjunto de interações diversas decorrentes da relação existente entre sujeitos e entre sujeito-objeto. Nesse sentido, a ontologia se apresenta como um mecanismo para a interpretação do sentido e significado do ser humano em relação ao outro, com o contexto social, educacional, cultural e com os demais seres que estão no ambiente, tudo isso mediado pela linguagem como elemento essencial para a comunicação

    Fundamentos epistemológicos transdisciplinares da educação e da neurociência

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    The emergence process of the new area of knowledge, product of the convergence between the fields of neuroscience and education, is still in its consolidation stage. At this point of disciplinary evolution, it is essential to define a multidimensional framework for creation of knowledge, in order to support the consilience between the academic fields involved. In this paper, a critical review of the literature associated with the epistemological questions is carried out, which underlies the attempt of communication between disciplines, providing a theoretical framework that starts from basic epistemic questions, to finally base the synergy between the sciences of education and the brain sciences. In the set of reviewed literature, the state of terminological undefinedness of the area referred to as “educational neuroscience”, “neuroeducation”, or “mind, brain and education” emerged explicitly. This inconsistency in the nomenclature is correlated in the epistemological ambiguity of the different proposals, as well as the need to overcome unidirectional models of communication. In conclusion, this type of relational model, located in the interdisciplinary framework, could be demanding an evolution towards a transdisciplinary approach: with the establishment of an effective bi-directionality that incorporates professionals and educational researchers as active agents in knowledge construction processes of this new field.El proceso de emergencia de la nueva área de conocimiento, producto de la convergencia entre los campos de la neurociencia y la educación, se encuentra aún en su etapa de consolidación. En este punto de evolución disciplinar, resulta imprescindible definir un marco multidimensional para la construcción del conocimiento, con el fin de fundamentar la consiliencia entre los campos académicos implicados. En este trabajo se realiza una revisión crítica de la literatura asociada a las cuestiones epistemológicas, que subyacen en el intento de comunicación entre disciplinas, proporcionando un marco teórico que parte de cuestiones epistémicas básicas, para finalmente concretizarse en unas bases que fundamenten la sinergia entre las ciencias de la educación y las ciencias del cerebro. En el conjunto de literatura revisada emergió de forma explícita el estado de indefinición terminológica del área referida como neurociencia educativa, neuroeducación, o mente, cerebro y educación. Esta inconcreción en la nomenclatura encuentra su correlato en la ambigüedad epistemológica de las distintas propuestas, así como la necesidad de superación de modelos unidireccionales de comunicación. En conclusión, este tipo de modelo relacional, situado en el marco interdisciplinar, podría estar demandando una evolución hacia un enfoque transdisciplinar: con el establecimiento de una bidireccionalidad efectiva que incorpore a los profesionales e investigadores educativos como agentes activos en los procesos de construcción de conocimiento de este nuevo campoO processo de emergência da nova área de conhecimento, produto da convergência entre os campos da neurociência e da educação, ainda está em fase de consolidação. Nesse ponto de evolução disciplinar, é essencial definir um marco multidimensional para a construção do conhecimento, a fim de basear a consiliência entre os campos acadêmicos envolvidos. Neste artigo realiza-se uma revisão crítica da literatura associada com as questões epistemológicas subjacentes na tentativa de comunicação entre as disciplinas, proporcionando uma estrutura teórica das questões epistémicas básicas, para, finalmente concretizar-se em bases para fundamentar a sinergia entre as ciências da educação e as ciências do cérebro. No conjunto revisado da literatura surgiu explicitamente o estado de indefinição terminológica da área referida como neurociência educativa, neuro educação, ou mente, cérebro e educação. Esta indefinição na nomenclatura encontra sua contraparte na ambiguidade epistemológica das várias propostas assim como na necessidade de superar modelos de comunicação unidirecional. Em conclusão, este tipo de modelo relacional, localizado no âmbito interdisciplinar poderia exigir uma evolução no sentido de uma abordagem transdisciplinar: com o estabelecimento de uma bidirecionalidade eficaz que incorpore pesquisadores e profissionais da educação como agentes ativos nos processos de construção do conhecimento deste novo campo

    A escuta como abertura existencial que permite a compreensão do outro

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    The article approaches the subject of listening as a central axis of an existential openness that promotes the understanding of the other. It is an relevant issue since that widely reflected about the language and its possibilities; however, the listening has been little addressed so it remains in a discreet silence that is important to clear. The main objective of this proposal is to highlight the value that listening has to reach the understanding of the other and the construction of dialogical relations between humans’ beings. To do this, a descriptive journey is made about language and its characteristics, emphasizing its two components: speech and listening as an interrelated process to understand its role in the construction of linking narratives among human beings. An essential part of this process is the time for which some reflections on the subject are made to conclude with the question of listening that provides the possibility of an existential openness that facilitates the understanding of the other. The description is made in a descriptive, reflective and hermeneutic way, with the support of the ideas of the main authors of the Philosophy and of other disciplines. The ideas and their arguments have been organized into three essential themes: language, time and listening, to conclude by highlighting the main arguments of each of the aspects considered in the reflection.El artículo aborda el tema de la escucha como eje central de una apertura existencial que favorece la comprensión del otro. Se trata de un tema relevante puesto que se ha reflexionado ampliamente acerca del lenguaje y sus posibilidades; sin embargo, la escucha ha sido poco abordada por lo que permanece en un silencio discreto que es importante despejar. El objetivo principal de esta propuesta es resaltar el valor que la escucha tiene para alcanzar la comprensión del otro y la construcción de relaciones dialógicas entre seres humanos. Para ello se hace un recorrido descriptivo acerca del lenguaje y sus características, resaltando sus dos componentes: el habla y la escucha como un proceso interrelacionado para poder comprender su papel en la construcción de narrativas vinculares entre los seres humanos. Una parte esencial de este proceso es el tiempo por lo que se realizan algunas reflexiones sobre el tema para concluir con la cuestión de la escucha que brinda la posibilidad de una apertura existencial que facilita la comprensión del otro. La descripción se realiza en modo descriptivo, reflexivo y hermenéutico, con el apoyo de las ideas de autores principales de la Filosofía y de otras disciplinas. Las ideas y sus argumentos se han organizado en tres temas esenciales: el lenguaje, el tiempo y la escucha, para concluir resaltando los principales argumentos de cada uno de los aspectos considerados en la reflexión.O artigo aborda o tema da escuta como eixo central de uma abertura existencial que promove a compreensão do outro. É uma questão relevante, uma vez que é amplamente refletida sobre a linguagem e suas possibilidades; no entanto, a escuta tem sido pouco abordada, de modo que permanece em um silêncio discreto que é importante esclarecer. O principal objetivo dessa proposta é ressaltar o valor que a escuta tem para alcançar a compreensão do outro e a construção de relações dialógicas entre os seres humanos. Para isso, faz-se uma jornada descritiva sobre a linguagem e suas características, enfatizando seus dois componentes: a fala e a escuta como um processo inter-relacionado para compreender seu papel na construção da articulação das narrativas entre os seres humanos. Uma parte essencial desse processo é o tempo em que algumas reflexões sobre o tema são feitas para concluir com a questão da escuta, que proporciona a possibilidade de uma abertura existencial que facilita a compreensão do outro. A descrição é feita de forma descritiva, reflexiva e hermenêutica, com o apoio das ideias dos principais autores da Filosofia e de outras disciplinas. As idéias e seus argumentos foram organizados em três temas essenciais: linguagem, tempo e escuta, para concluir, destacando os principais argumentos de cada um dos aspectos considerados na reflexão

    (Re)invenção do passado como um gesto para (de) compor a Pedagogia

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    The processes of recording the past in education commonly forget their pedagogic power, thus paradoxically contributing to nostalgic, fossilized accounts. However, the matrix junction of narrative research and critical pedagogies fosters the composition of stories that invigorate and inhabit a more sensitive past —one which is more polite towards life. We hereby aim at disturbing the classical perspectives of History of Education with the partial, fluent and provisional intention of intervening in coloniality and the normalization of the legitimacy of “the” educational narrative. Specifically the objective is a (re) of a past —the past of Argentinian high schools— from a methodology of narrative research —which weighs both the data of the field and the reflections on what is done with them—; by the abolishment of its forms and the inversion of its enunciation as a means to fostering gestures leading to what we call a (de) composition of pedagogy. Preoccupation that becomes paramount to stop interpreting it as a social science that studies education, because in this way it is usually relegated to its systemic, technical and disciplinary use. The stories collected from the Argentinian high schools, dislocate it from its classical notion to try to understand it as a narrative in which human relations of education are verbalized in an extended and vital sense. In short, they activate a discursive power as a condition to restore other ways of knowing, being and knowing.El registro del pasado en la educación suele olvidar su potencia pedagógica, construyendo paradójicamente relatos fosilizados y nostálgicos. Sin embargo el cruce matricial de la investigación narrativa y la pedagogía crítica convoca a componer historias que vigorizan y habitan un pasado más sensible y amable con la vida. En este texto se propone perturbar las perspectivas clásicas de la Historia de la Educación con la intención —siempre parcial, fluida, y provisoria— de intervenir en la colonialidad y la normalización de la legitimidad de ‘el’ relato educativo. Particularmente el objetivo aquí es (re)inventar un pasado —el del bachillerato argentino—, a partir de una metodología de investigación narrativa —que pondera tanto los datos del campo como las reflexiones sobre qué se realiza con ellos—; trasgrediendo sus formas e invirtiendo su enunciación como un modo de propiciar gestos que se encaminen a lo que aquí se denomina (des)composición de la pedagogía. Preocupación que deviene en primordial para dejar de interpretarla apenas como ciencia social que estudia la educación, pues de ese modo suele quedar relegada a su uso sistémico, técnico y disciplinar. Las historias recogidas del bachillerato argentino, además, la dislocan de su noción clásica para intentar comprenderla como una narrativa en la que se verbalizan relaciones humanas de educación en un sentido extendido y vital. En síntesis activan un poder discursivo como condición para restaurar otros modos de conocer, ser y saber.Os processos de registro do passado na educação comumente esquecem seu poder pedagógico, contribuindo paradoxalmente para relatos nostálgicos e fossilizados. No entanto, a junção matricial da pesquisa narrativa e das pedagogias críticas fomenta a composição de histórias que revigoram e habitam um passado mais sensível - um passado mais educado em relação à vida. Pretendemos assim perturbar as perspectivas clássicas da História da Educação com a intenção parcial, fluente e provisória de intervir na colonialidade e na normalização da legitimidade da "narrativa" educativa. Concretamente, o objetivo é (re) um passado -o passado das escolas secundárias argentinas- de uma metodologia de pesquisa narrativa -que pesa tanto os dados do campo como as reflexões sobre o que se faz com elas-; pela abolição de suas formas e a inversão de sua enunciação como meio de fomentar gestos que conduzam ao que chamamos de (de) composição da pedagogia. Preocupação que se torna primordial para deixar de interpretá-la como uma ciência social que estuda a educação, pois desta forma ela costuma ser relegada ao seu uso sistêmico, técnico e disciplinar. As histórias coletadas das escolas secundárias argentinas, deslocam-na de sua noção clássica para tentar entendê-la como uma narrativa em que as relações humanas de educação são verbalizadas em um sentido amplo e vital. Em suma, ativam um poder discursivo como condição para restaurar outras formas de saber, ser e saber

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    Sophia, Colección de Filosofía de la Educación
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