Conjuntura Austral: Journal of the Global South
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    Agenda social na política externa do governo Lula: os casos da cooperação internacional prestada pelo MDS e pela ABC

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    This article aims to analyze the international cooperation provided by Brazil through the Brazilian Cooperation Agency (ABC) and the Ministry of Social Development and Fight against Hunger (MDS) during the Lula government (2003-2010). These are complementary case studies that bring a vision of both the wider work of the ABC, the body that centralizes the Brazilian international cooperation,and a specific ministry, MDS, which works in conjunction with ABC in technical cooperation initiatives in the social area. The performance of ABC have played a fundamental role in order to share technical and social technologies developed from the know-how acquired by government agencies operating in Brazil (such as EMBRAPA, SENAI, among others). On the other hand, the MDS technical cooperation has been an extremely important practice. For sharing knowledge directly among that minority which is involved with the decision-making process in their respective governments, it can alter the course strategies and tactics for the development of the countries involved. During the Lula government, the actions of both bodies ensures greater political interdependence, generating ideological and theoretical affinities and allow continuous improvement of public policies promoting development in the South.O presente artigo visa a analisar a cooperação internacional prestada pelo Brasil através da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) e do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) durante o Governo Lula (2003-2010). Tratam-se de estudos de caso complementares que trazem uma visão tanto da atuação mais ampla do ABC, órgão que centraliza a cooperação internacional brasileira, quanto de um ministério específico, o MDS, que trabalha conjuntamente com a ABC em iniciativas de cooperação técnica na área social. A atuação da ABC têm cumprido um papel fundamental no sentido de compartilhar as técnicas e tecnologias sociais desenvolvidas a partir do know-how adquirido por órgãos e agências estatais atuando no Brasil (como a EMBRAPA, a SENAI, entre outras). Por outro lado, a cooperação técnica do MDS tem se mostrado uma prática extremamente relevante, por valer-se do compartilhamento de conhecimento diretamente entre aquela minoria que está envolvida com o processo de tomada de decisão em seus respectivos governos, podendo alterar o rumo de estratégias e táticas em prol do desenvolvimento de seus países. Durante o Governo Lula, a atuação de ambos os órgãos garante uma maior interdependência política, geração de afinidades ideológicas e teóricas e permitem o aprimoramento constante de políticas públicas promotoras do desenvolvimento no Sul Global.

    Resenha do livro: "The engagement of Índia: strategies and responses"

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    Book review: "The engagement of Índia: strategies and responses", de Ian Hall.  Washington: George Town, 2014.Resenha do livro: "The engagement of Índia: strategies and responses", de Ian Hall.  Washington: George Town, 2014

    Resenha do livro: "Cyber Conflict: Competing National Perspectives"

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    Book review: "Cyber Conflict: Competing National Perspectives", by Daniel Ventre.  ISTE Ltd. and John Wiley & Sons, Inc.; UK & USA; 2012. ISBN: 978-1-84821-350-0.Resenha do livro: "Cyber Conflict: Competing National Perspectives", de Daniel Ventre.  ISTE Ltd. and John Wiley & Sons, Inc.; UK & USA; 2012. ISBN: 978-1-84821-350-0

    EDIÇÃO COMPLETA (V.6 | N. 32 | OUT.NOV 2015)

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    Access to Full Edition (V.6 | N. 32 | OUT.NOV 2015)Acesso à Edição Completa (V.6 | N. 32 | OUT.NOV 2015

    ACESSO À EDIÇÃO COMPLETA (V.6 | N. 27-28 | DEZ. 2014 - MAR. 2015)

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    ACESSO À EDIÇÃO COMPLETA (V.6 | N. 27-28 | DEZ. 2014 - MAR. 2015)ACESSO À EDIÇÃO COMPLETA (V.6 | N. 27-28 | DEZ. 2014 - MAR. 2015

    A bilateralidade Uruguai-Brasil nas presidências de José Mujica e Dilma Rousseff: notas sobre a política externa uruguaia

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    On 1 March 2005, a coalition of progressive political parties Frente Amplio assumed executive power after winning the 2004 presidential election, electoral and political event unprecedented in Uruguay. The formation of the first leftist government in this country marked changes in its foreign policy and a new model of international integration. Next, we turn first to the Uruguayan foreign policy during the progressive governments from a general characterization of this and the international dimension in the program frenteamplista government. We will continue with a brief overview of the foreign policy of José Mujica and his relationship with Brazil Dilma Rousseff, finally, in the third paragraph, the global, regional and bilateral dimension of current cooperation agendasEl 1° de marzo de 2005, la coalición de partidos políticos progresistas Frente Amplio asumió el Poder Ejecutivo luego de haber ganado las elecciones presidenciales de 2004, acontecimiento electoral y político sin precedentes en  Uruguay. La conformación del primer gobierno de izquierda en este país supuso cambios en su política exterior y un nuevo modelo de inserción internacional. A continuación, analizaremos en primer lugar la política exterior uruguaya durante los gobiernos progresistas a partir de una caracterización general de esta y de la dimensión internacional en el programa de gobierno frenteamplista. Seguiremos con una breve reseña de la política exterior de José Mujica y de su relacionamiento con el Brasil de Dilma Rousseff, para finalizar, en un tercer apartado, con la dimensión global, regional y bilateral de las actuales agendas de cooperación Em 1° de março de 2005, a coalizão de partidos políticos progressistas Frente Amplio assumiu o Poder Executivo depois de ter ganhado as eleições presidenciais de 2004, acontecimento eleitoral e político sem precedentes no  Uruguai. A conformação do primeiro governo de esquerda neste país levou à mudanças em sua política externa e um novo modelo de inserção internacional. A seguir, vamos analisar primeiramente a política externa uruguaia durante os governos progressistas a partir de uma caracterização geral desta e da dimensão internacional no programa de governo frenteamplista. Seguiremos com uma breve  análise da política externa de José Mujica e de seu relacionamento com o Brasil de Dilma Rousseff, para finalizar, em uma terceira seção, com a dimensão global, regional e bilateral das atuais agendas de cooperação.

    EDIÇÃO COMPLETA (V.6 | N. 30 | JUN.JUL 2015)

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    ACCESS TO THE FULL EDITION (V.6 | N. 30 | JUN.JUL 2015)ACESSO À EDIÇÃO COMPLETA (V.6 | N. 29 | ABR.MAI 2015

    Segurança Nacional e Política Externa no Brasil Contemporâneo: desafios institucionais e culturais

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    This paper discusses the institutional and cultural challenges that that hinder the development of a national security policy convergent with the foreign policy in Brazil. The research question is: how institutions and political culture in Brazil impede or hamper coordination between foreign policy and defense policy - and therefore national security? In the institutional dimension, we consider the hypothesis that the main challenges are: i) the current stage of democratic institutions in Brazil and ii) the institutional gap between the Ministry of Foreign Affairs (MFA) and the Ministry of Defence (MD). In turn, in the cultural sphere the main challenge stems from the strong shared perception by both the government and the population that Brazil has no external enemies, which results in a certain neglect of the design and implementation of a sound policy of national security. The methodology used is the process-tracing of the historical development of MFA and MD, as well as documentary analysis and quantitative data on perception of the population provided by the World Value Survey 2014.  Esse trabalho trata dos desafios institucionais e culturais que dificultam a formulação de uma política de Segurança Nacional convergente com a Política Externa no Brasil. A pergunta de pesquisa é: como as instituições e a cultura política no Brasil impedem ou atrapalham a coordenação entre a política externa e a política de defesa – e portanto, a segurança nacional? Na dimensão institucional, considera-se a hipótese de que os principais desafios são: i) o atual estágio das instituições democráticas no Brasil e ii) o hiato existente entre o Ministério das Relações Exteriores (MRE) e o Ministério da Defesa (MD). Por sua vez, no âmbito cultural o principal desafio deriva da forte percepção compartilhada tanto pelo governo quanto pela população de que o Brasil não tem inimigos externos, o que resulta em uma certa negligência com a formulação e implementação de uma política sólida de segurança nacional. A metodologia utilizada consiste na análise do processo de evolução histórica do MRE e do MD, assim como na análise documental e de dados quantitativos sobre percepção da população do World Value Survey 2014.

    Resenha do livro: “Os desafios da política externa brasileira em um mundo em transição"

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    Book review: “Os desafios da política externa brasileira em um mundo em transição", by Luciana Acioly e André Bojikian Calixtre (org.). Rio de Janeiro: Ipea, 2014.Resenha do livro: “Os desafios da política externa brasileira em um mundo em transição", de Luciana Acioly e André Bojikian Calixtre (org.).  Rio de Janeiro: Ipea, 2014

    Arábia Saudita: sucessão real e intervenção no Iêmen

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    In the beginning of 2015, two important events affected the Arabian Peninsula, changing the Saudi and Yemeni rulers. Saudi king Abdullah’s death ended a decade-long reign, although he ruled since 1995. Meanwhile, the Houthi rebellion in its Southern neighbor toppled Yemeni president Hadi, who rose to power in 2012. This situational analysis seeks to evaluate Riyadh’s succession process’ effects on its domestic, foreign and regional policies and Saudi assertive participation in the Yemeni crisis.No início do ano de 2015, dois importantes eventos afetaram a Península Arábica, alterando os governantes de Arábia Saudita e Iêmen. A morte do rei saudita Abdullah em janeiro pôs fim a um reinado de dez anos, ainda que o monarca governasse desde 1995. Enquanto isso, a rebelião dos houthis no vizinho ao sul derrubou em março o presidente iemenita Hadi, no poder desde 2012. A presente análise de conjuntura busca avaliar os efeitos do processo sucessório em Riad sobre os rumos de sua política doméstica, externa e regional e a assertiva saudita participação na crise desencadeada no Iêmen

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