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    Sétima e última época. Quando o poder do homem secundou o da natureza

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    Entrevista a David Evans: Memórias e Reflexões Sobre Pintura Mural no Pós-25 de Abril 

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    David Evans, de origem britânica, reside em Portugal desde 1966. Pintor autodidata, tem um percurso marcado por numerosas exposições coletivas e individuais. Foi diretor da Galeria Judite Dacruz no início dos anos 70, desempenhou funções de professor durante cerca de 30 anos e foi, mais tarde, diretor de Estudos Ingleses no British Council, em Lisboa. É, atualmente, investigador na área de estudos anglo-portugueses da Universidade Nova de Lisboa e tradutor. A 10 de junho de 1974, no âmbito de uma festa popular organizada pelo Movimento das Forças Armadas (MFA), Evans participou na criação de um painel colaborativo na Galeria de Arte Moderna, em Belém, juntamente com outros 47 artistas. Esta iniciativa marcou o surgimento de uma série de intervenções murais que continuariam a ocorrer ao longo dos anos seguintes, e que refletiam o espírito da época através de temas como liberdade, resistência e transformação social.David Evans, originally from the United Kingdom, has lived in Portugal since 1966. A self-taught painter, his career includes numerous group and solo exhibitions. He served as director of the Galeria Judite Dacruz in the early 1970s, taught for nearly 30 years, and later became director of English Studies at the British Council in Lisbon. Currently, he is a researcher in Anglo-Portuguese studies at the Nova University Lisbon and also works as a translator. On June 10, 1974, during a popular festival organised by the Armed Forces Movement (MFA), David Evans, along with 47 other artists, participated in the creation of a collaborative panel at the Modern Art Gallery in Belém. This initiative marked the beginning of a series of mural interventions that would unfold over the following years, embodying the spirit of the era through themes such as freedom, resistance, and social transformation

    History Portraits de Cindy Sherman: Crítica à Idealização das Representações Canônicas Propostas Pela História da Arte

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    This article analyses the photographic series History Portraits, created by Cindy Sherman between 1988 and 1990, with the aim of better understanding the strategies employed by the American artist to produce images that can be understood as a critique of the canonical system of representation imposed by established institutions such as art schools and museums. Sherman argues that this system is not formed by “natural” or “innocent” images, but rather by idealised figures that have influenced Western culture’s identity for centuries. This text uses as a reference the concept developed by Shearer West (2004) that a “portrait” is an essential form of cultural representation, capable of expressing the character, personality, social position, profession, age, and gender of the subject. The analytical tools used include the concepts of “portrait” (West, 2004), “grotesque” (Bakhtin, 1965/2010; Kayser, 1957/2013), “identity” (Butler, 1990/2017; Giddens, 1999/2002; Hall, 1996/2006), and an understanding of art from Danto’s (2003/2015a, 1986/2015b) perspective. To analyse these portraits, a method based on parameters defined by Erwin Panofsky (1955/2002) was employed, consisting of two stages: one dominated by comparative analysis and the other by interpretative synthesis. Through these analyses, it was observed that Sherman uses the grotesque in the photographs of this series as a rhetorical device to question the stereotypes conveyed by images established in art history.Este artigo analisa a série de fotografias History Portraits (Retratos Históricos), criada por Cindy Sherman nos anos 1988–1990, com o objetivo de compreender melhor as estratégias utilizadas pela artista americana para produzir imagens que podem ser entendidas como uma crítica ao sistema de representação canônico imposto por instituições consagradas, como as escolas de artes e os museus. Sherman entende que esse sistema não é formado por imagens “naturais” ou “inocentes”, mas por figuras idealizadas que têm influenciado a identidade da cultura ocidental há séculos. Nesse texto será usado como referência o conceito desenvolvido por Shearer West (2004) de que um “retrato” é uma importante forma de representação cultural, capaz de expressar o caráter, a personalidade, a posição social, a profissão, a idade e o gênero do modelo. Foram utilizados como ferramentas analíticas os conceitos de “retrato” (West, 2004), “grotesco” (Bakhtin, 1965/2010; Kayser, 1957/2013), “identidade” (Butler, 1990/2017; Giddens, 1999/2002; Hall, 1996/2006) e a compreensão da arte a partir da perspectiva de Danto (2003/2015a, 1986/2015b). Para analisar esses retratos, foi utilizado um método que parte dos parâmetros definidos por Erwin Panofsky (1955/2002) e define basicamente dois momentos: um em que predomina a análise comparativa e outro em que predomina uma síntese interpretativa. Por meio dessas análises, percebeu-se que Sherman utiliza o grotesco nas fotografias dessa série como um recurso retórico para questionar os estereótipos veiculados por imagens consagradas pela história da arte

    Editorial

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    Editorial

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    The Moral Status of Institutional Negligence

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    The moral status of negligent actions presents a unique quandary because these actions are prima facie unintentional, but preventable with due care. Legally culpable negligent acts occur without malicious intent but result in harm, and the agent owed care to the victim, but failed to act with the appropriate care due. In this essay, I argue that the moral status of negligent actions varies depending on whether the agent is an individual, or an organization or institution. I contend that while negligence is often only minimally morally blameworthy for individual agents, it is significantly more blameworthy for an organization or institution. As agents, institutions are different in kind from individuals, partly due to their superior capacities, which give them the ability to shape their own character, and therefore the moral fault of their vices that lead to culpably negligent actions are morally weightier than those of individuals

    Vídeos informativos sobre ciências forenses: um instrumento para melhorar a compreensão judicial da prova pericial

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    A crescente dependência da prova pericial nos processos penais tem evidenciado uma tensão entre a sofisticação técnica das ciências forenses e a limitada literacia científica dos julgadores. No entanto, a sofisticação técnica das ciências forenses nem sempre é acompanhada por uma capacidade equivalente dos julgadores para compreenderem e avaliarem criticamente os métodos e inferências que suportam esse tipo de prova. Estudos empíricos têm revelado que juízes e jurados atribuem frequentemente valor probatório elevado à prova pericial com base em sinais extrínsecos de autoridade — como a experiência declarada do perito, o seu estatuto institucional ou a confiança com que comunica — em vez de critérios técnicos de validade e confiabilidade. Este artigo analisa os limites de validade e confiabilidade de várias técnicas forenses atualmente utilizadas, destacando os riscos decorrentes da sua aplicação acrítica no foro penal. Partindo dessa constatação, este artigo propõe uma solução comunicacional inovadora: a utilização de vídeos informativos padronizados, apresentados previamente à produção da prova pericial, com o objetivo de promover uma compreensão mínima, mas crítica, por parte dos julgadores. Com base em estudos experimentais recentes demonstra-se que essa intervenção melhora a sensibilidade dos julgadores à robustez metodológica da prova forense, sem induzir ceticismo generalizado. A proposta revela-se especialmente pertinente no contexto português, em que persiste uma cultura de deferência acrítica ao discurso técnico dos peritos. Neste cenário, os vídeos informativos surgem como um instrumento pedagógico de baixo custo e elevado potencial epistémico, apto a reforçar a fundamentação racional das decisões judiciais e a promover uma justiça penal mais consciente e metodologicamente exigente.The increasing reliance on expert evidence in criminal proceedings has highlighted a growing tension between the technical sophistication of forensic sciences and the limited scientific literacy of legal decision-makers. However, the technical complexity of forensic methods is not always matched by a corresponding ability of judges to understand and critically assess the methods and inferences that underpin this type of evidence. Empirical studies have shown that judges and jurors frequently assign high probative value to expert testimony based on extrinsic markers of authority — such as the expert's declared experience, institutional status, or confident demeanor — rather than on scientific criteria of validity and reliability. This article examines the limitations in the validity and reliability of various commonly used forensic techniques, drawing attention to the risks associated with their uncritical use in criminal trials. Building on this diagnosis, the article proposes an innovative communicational solution: the use of standardized informational videos, shown prior to the presentation of forensic expert evidence, aimed at promoting a minimal but critical understanding among decision-makers. Drawing on recent experimental studies, it is shown that this intervention improves judges’ sensitivity to the methodological soundness of forensic evidence, without generating undue skepticism. The proposal is particularly relevant in the Portuguese legal context, where a culture of uncritical deference to technical expert discourse still prevails. In this setting, informational videos emerge as a low-cost pedagogical tool with high epistemic potential, capable of strengthening the rational basis of judicial decisions and fostering a more informed and methodologically aware criminal justice system

    Silences unveiled: men disclosing sexual victimisation during childhood and/or adolescence

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    This article examines the process of disclosure of sexual victimisation experienced by men during childhood and/or adolescence. Thirteen men living in Portugal, aged between 25 and 63, were interviewed, and the data was analysed using thematic content analysis. Findings indicate that sharing these experiences is often delayed for years due to factors such as self-blame, fear of re-victimisation, and fear of being discredited. Conversely, maturity, emotional support, and intimacy in interpersonal relationships can facilitate the disclosure. Misalignment with normative masculinity emerges as a key factor, reinforcing sociocultural barriers to reporting victimisation.Este artigo analisa o processo de revelação da vitimização sexual por homens durante a infância e/ou adolescência. Foram entrevistados treze homens, residentes em Portugal, com idades entre 25 e 63 anos, e os dados foram analisados por meio de uma análise de conteúdo temática. Os resultados mostram que o compartilhamento dessa experiência é frequentemente adiado por anos devido a fatores como autoculpabilização e medo de revitimização e descredibilização. Em contrapartida, a maturidade, o apoio emocional e a intimidade nas relações interpessoais facilitam a revelação. O desalinhamento com a masculinidade normativa emerge como um fator central nesse processo, reforçando as barreiras socioculturais à comunicação da vitimização.Cet article examine le processus de révélation de la victimisation sexuelle vécue par les hommes pendant l’enfance et/ou l’adolescence. Treize hommes vivant au Portugal et âgés de 25 à 63 ans ont été interrogés et les données ont été analysées à l’aide d’une analyse thématique de contenu. Les résultats montrent que le partage de cette expérience est souvent retardé pendant des années en raison de facteurs tels que l’auto-culpabilisation et la peur d’une re-victimisation et de la décrédibilisation. En revanche, la maturité, le soutien émotionnel et l’intimité des relations interpersonnelles facilitent la révélation. L’écart par rapport à la masculinité normative apparaît comme un facteur clé dans ce processus, renforçant les obstacles socioculturels à la dénonciation de la victimisation

    Vinte anos, 20 questões sociais, 20 artigos, antecedidos de uma revisitação. Uma nota de abertura sobre o número especial da Configurações

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    Vinte anos decorridos desde a sua fundação, a Configurações: Revista de Ciências Sociais é hoje um periódico relevante no campo das Ciências Sociais em Portugal. Assinalando este aniversário, que marca, de certo modo, a entrada na vida adulta, este número é constituído por 20 artigos de autores que, com o seu trabalho científico e académico, contribuíram para fazer a história da nossa revista. (...) Em suma, que este número especial sirva não só de homenagem ao passado, mas também de semente para a renovação e até novas configurações da teoria social e suas especializações disciplinares, com destaque para a Sociologia

    A diversidade do Galego e o seu ensino. Aportacións do ensino do Portugués Brasileiro para unha lingua minorizada

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    A través dunha breve análise sobre cuestións que atinxen ao ensino da lingua galega e do portugués brasileiro vamos tentar facer contribucións para o tratamento da variación e da diversidade lingüística no seu ensino como linguas maternas. O galego é unha lingua aínda en proceso de normalización – o que desde a perspectiva de Haugen sería elaboración ou implementación – e que nos últimos anos ten mellorado moito canto ao seu status no nivel lexislativo dentro do sistema obrigatorio de ensino galego. Mesmo así, observamos que a normalización aínda non é realmente efectiva. Xa o portugués brasileiro sofre dunha forte diglosia a respecto do portugués europeo e a súa normativa, que é a que de facto é ensinada no sistema público de ensino brasileiro. As reflexións que traemos aquí sobre unha e outra lingua e o seu ensino poden servirnos para evitar os prexuízos nas aulas de galego e tamén nas de portugués brasileiro como linguas maternas e avanzar nun ensino máis democratizado.   Through a brief analysis of issues affecting the teaching of Galician and Brazilian Portuguese, we will try to make a contribution to the treatment of linguistic variation and diversity in their teaching as mother languages. Galician is a language that is still in the process of being normalized – which from Haugen's perspective would be elaboration or implementation – and which in recent years has greatly improved its legal level within the Galician compulsory education system. Even so, we can see that normalization is still not really effective. In other side, Brazilian Portuguese suffers from a strong diglossia in relation to European Portuguese and its normative, which is what is actually taught in the Brazilian public education system. The thoughts we've outlined here on one language and another and their teaching can help us to avoid prejudices in Galician and Brazilian Portuguese lessons as mother languages and to move towards more democratic teaching. A través dunha breve análise sobre cuestións que atinxen ao ensino da lingua galega e do portugués brasileiro vamos tentar facer contribucións para o tratamento da variación e da diversidade lingüística no seu ensino como linguas maternas. O galego é unha lingua aínda en proceso de normalización – o que desde a perspectiva de Haugen sería elaboración ou implementación – e que nos últimos anos ten mellorado moito canto ao seu status no nivel lexislativo dentro do sistema obrigatorio de ensino galego. Mesmo así, observamos que a normalización aínda non é realmente efectiva. Xa o portugués brasileiro sofre dunha forte diglosia a respecto do portugués europeo e a súa normativa, que é a que de facto é ensinada no sistema público de ensino brasileiro. As reflexións que traemos aquí sobre unha e outra lingua e o seu ensino poden servirnos para evitar os prexuízos nas aulas de galego e tamén nas de portugués brasileiro como linguas maternas e avanzar nun ensino máis democratizado. 

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