Portal de Periódicos Uniso (Universidade de Sorocaba)
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Aptidões Agrárias do Solo Maranhense
O Estado do Maranhão talvez seja uma das regiões brasileiras menos estudadas sob o ponto de vista pedológico. Ali, como na maior parte do território brasileiro, foi o homem regional quem acumulou os primeiros conhecimentos práticos sôbre as aptidões agrárias do solo. E, se é que não existem ainda verdadeiras regiões agrárias no Maranhão, já é possivel saber-se alguma coisa de muito geral sobre o comportamento agrícola e agrário de cada zona econômica do Estado. Não se deve esquecer, por outro lado, que as grandes áreas ainda recobertas por florestas no Estado do Maranhão, escondem as nuances regionais de solos, podendo reservar agradáveis surpresas ou acumular decepções ao futuro do uso da terra naquele recanto do Brasil.
 
La Biblia en la Poesia Castellana: antología de versos inspirados en la biblia
La presente colección de poesías inspiradas en la Biblia Hebrea, complementa la obra valiosa de Angel Valbuena Prat, quien en su “Antología de Poesía Sacra” (Editorial Apolo, Barcelo 1940), reunió poesías que se basan casi exclusivamente en el Nuevo Testamento. Damos aqui uma amostra da Antologia de Versos inspirados en la Biblia da professôra argentina Erna C. Schlesinger. 
Comunicação, educação e semiótica: a importância das imagens na busca pela aceitação da diversidade
Zona de emergência de infâncias: um tempo, uma experiência e tantas vidas
This article is responsible for articulating a way to understand, narrate and practice Childhood Emergency Zones - ZEIs. Conceptualization that arose in research situations between children and adults in circumstances of official public education spaces - Basic Education and Higher Education schools in urban peripheries in the Baixada Fluminense - Rio de Janeiro. The actions are of the Coletivo Infância (UERJ-FEBF and UFRRJ) nucleus of studies and interventions of the research group AFROSIN-UFRRJ. We defend ZEIs as an open dimension of connections, conversations and experiments that give rise to the unknown in the path of reconstruction added to the blocks of sensation, becoming, aesthetic crossings and transindividualities. ZEIs offer consistency for a zone (sphere of indeterminacy) of emergencies (appearing autonomously and temporarily) of childhoods (blocks of sensations and aesthetic pleasure that pass through us). We seek to articulate pluriversal elements that produce a journey to enable those who read the contact with the theoretical-practical movement in constant recreation of ourselves.Este artículo se encarga de articular una forma de entender, narrar y practicar las Zonas de Emergencia Infantil - ZEIs. Conceptualización que surgió en situaciones de investigación entre niños y adultos en circunstancias de espacios de educación pública oficial - Escuelas de Educación Básica y Educación Superior en periferias urbanas de la Baixada Fluminense - Rio de Janeiro. Las acciones son del núcleo de estudios e intervenciones del Coletivo Infância (UERJ-FEBF y UFRRJ) del grupo de investigación AFROSIN-UFRRJ. Defendemos las ZEIs como una dimensión abierta de conexiones, conversaciones y experimentos que dan lugar a lo desconocido en el camino de la reconstrucción sumado a los bloques de sensación, devenir, cruces estéticos y transindividualidades. Las ZEIs ofrecen consistencia para una zona (esfera de indeterminación) de emergencias (que aparecen de forma autónoma y temporal) de la infancia (bloques de sensaciones y placeres estéticos que nos atraviesan). Buscamos articular elementos pluriversales que produzcan un recorrido que posibilite a quienes leen el contacto con el movimiento teórico-práctico en constante recreación de nosotros mismos.Este artigo se responsabiliza em articular um caminho para compreender, narrar e praticar as Zonas de Emergências de Infâncias - ZEIs. Conceituação surgida nas situações de pesquisas entre crianças e adultos em circunstâncias de espaços oficiais de educação pública - escolas de Educação Básica e Ensino Superior de periferias urbanas na Baixada Fluminense - Rio de Janeiro. As ações são do Coletivo Infâncias (UERJ-FEBF e UFRRJ) núcleo de estudos e intervenções do grupo de pesquisa AFROSIN-UFRRJ. Defendemos as ZEIs como dimensão aberta das conexões, conversações e experimentações que dão margem ao desconhecido em vias de reconstrução somadas aos blocos de sensação, devires, atravessamentos estéticos e transindividualidades. As ZEIs oferecem consistência para uma zona (esfera de indeterminação) de emergências (surgir de forma autônoma e temporária) de infâncias (blocos de sensações e prazer estético que nos atravessam). Procuramos articular elementos pluriversais que produzam uma viagem possibilite a quem lê o contato com o movimento teórico-prático em constante recriação de nós mesmos.
Contar histórias desde aqui : por uma sala de aula feminista e amefricana
As Scholastique Mukasonga writes in his book “The barefoot woman”, we need to teach our toes a walk that does not hurt them along the way. Inspired by this proposition, this work seeks to dialogue with the teachings of intellectuals such as bell hooks, Audre Lorde, Gloria Anzaldúa and Lélia Gonzalez to think of a classroom and teaching guided by a feminist and anti-racist ethic. Thus, from the Amefrican continent, we aim, based on our experiences and a cartographic inspiration, to discuss the relationships between being a teacher-researcher-feminist to produce a university that welcomes, cares and allows more stories to be told. For this, we use our own stories that narrate how we build a voice for ourselves, how we experience the university and what paths we have taken in the exercise of teaching and research in a feminist and anti-racist perspective. Finally, as a possibility of intervention for teaching based on a care policy, we narrate an experience in the classroom, which has been going on for at least a year, where students are invited to write letters to a discipline. Our bet is that we can continue to build the classroom space as a healing space, where our bodies are in favor of policies to enchant life. Como escribe Scholastique Mukasonga en su libro “A mulher de pés descalços”, debemos enseñar a nuestros dedos de los pies a caminar que no los lastime en el camino. Inspirada en esta propuesta, esta obra busca tejer diálogos con las enseñanzas de intelectuales como bell hooks, Audre Lorde, Gloria Anzaldúa y Lélia González para pensar en un aula y una enseñanza guiada por una ética feminista y antirracista. Así, con base en el continente americano, pretendemos, a partir de nuestras experiencias y una inspiración cartográfica, discutir las relaciones entre ser docente-investigadora-feminista en la apuesta de una universidad que acoge, se preocupa y nos permite contar más historias. Para ello, utilizamos nuestras propias historias que narran cómo nos construimos una voz, cómo vivimos la universidad y qué caminos hemos tomado en el ejercicio de la docencia y la investigación desde una perspectiva feminista y antirracista. Finalmente, como posibilidad de intervención para la docencia que se fundamenta en una política de cuidado, narramos una experiencia en el aula, que lleva al menos un año en marcha, donde se invita a los alumnos a escribir cartas en una disciplina. Nuestra apuesta es que podamos seguir construyendo el espacio del aula como un espacio curativo, donde nuestro cuerpo esté a favor de políticas para encantar la vida.Como escreve Scholastique Mukasonga em seu livro “A mulher de pés descalços”, precisamos ensinar aos nossos dedos dos pés um caminhar que não os machuque pelo percurso. Inspiradas por essa proposição, esse trabalho busca tecer diálogos com os ensinamentos de intelectuais como bell hooks, Audre Lorde, Gloria Anzaldúa e Lélia Gonzalez para pensarmos uma sala de aula e uma docência pautadas em uma ética feminista e antirracista. Assim, situadas desde o continente amefricano, objetivamos, a partir de nossas experiências e de uma inspiração cartográfica, discutir as relações entre o ser professora-pesquisadora-feminista na aposta de uma universidade que acolha, cuide e nos possibilite contar mais histórias. Para isso, lançamos mão de nossas próprias histórias que narram sobre como construímos uma voz para nós mesmas, como experienciamos a universidade e por quais caminhos chegamos no exercício da docência e da pesquisa em uma perspectiva feminista e antirracista. Por fim, como possibilidade de intervenção para docência que se assente sobre uma política do cuidado, narramos uma experiência em sala de aula, que acontece há pelo menos um ano, onde as/os alunas/os são convidadas/os a escrever cartas em uma disciplina. Nossa aposta é para que possamos seguir construindo o espaço da sala de aula também como espaço de cura, onde nossos corpos estejam em prol de políticas para o encantamento da vida
“Andreu-Avel-lí Verdaguer Llambias: Un menorquí il-lustrat del segle XX”, de Carles Carreras i Verdaguer
A Estrela de Belém
In this year of the Halley Comet, the author examines the different hypotheses,through the science light, that can explain what the Bethlehem star really was about which the Evangels speak to us. No ano do cometa Halley, o Autor examina as várias hipóteses que, à luz da Ciência, podem explicar o que realmente foi a "estrela de Belém” de que nos falam os Evangelhos. 
Movimento sociais desafiados pelo campo institucional
This text aims at examining some relevant themes on sociological analysis which refer to social movements and institutionality. It gives special attention to the relationship among actors in the Brazilian society political scenery, who establish a variety of relationships in their historical course, heterogeneously conforming in a context that thrives between autbonomy and institutionalization.
O presente texto tem o intuito de examinar alguns temas relevantes na análise sociológica que tome em referência movimentos sociais e institucionalidade. Em especial, dá-se atenção ao relacionamento entre atores no cenário da política na sociedade brasileira, Os quais estabelecem, em sua trajetória histórica, uma multiplicidade de relacionamentos, conformando-se como um leque heterogêneo, no contexto que viceja entre autonomia e institucionalização