Historia Ambiental Latinoamericana y Caribeña (HALAC - E-Journal)
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    The Stanzas of Ana Varela Tafur

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    Book Review Tafur, Ana Varela. Estancias de Emilia Tangoa. Lima: Pakarina, 2022. 70p. ISBN 978612429694Book Review Tafur, Ana Varela. Estancias de Emilia Tangoa. Lima: Pakarina, 2022. 70p. ISBN 978612429694Book Review Tafur, Ana Varela. Estancias de Emilia Tangoa. Lima: Pakarina, 2022. 70p. ISBN 97861242969

    Pensamiento y Transformación Socioambiental en América Latina

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    Pensamiento y Transformación Socioambiental en América LatinaPensamiento y Transformación Socioambiental en América Latin

    Las Zonas de Reserva Campesina (ZRC) Alrededor de Parques Nacionales Naturales (PNN) en Colombia: Entre el conservacionismo y el Extractivismo

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    The establishment of Peasant Reserve Zones (ZRC) in the Colombian Amazon has been a process historically marked by stigmatization and parsimony of the State, which is opposed to the compatibility of human presence with the conservation of National Natural Parks (PNN) and has promoted extractive activities in the territory. Based on the case of the ZRC Losada Guayabero, adjacent to the Tinigua and Cordillera de los Picachos National Parks in the Amazon basin, this article documents the historical process through which a peasant community struggles to formalize collective land tenure, while transforming production practices and discourses to fit the conservation objectives of protected areas around two axes. On the one hand, collective land tenure in the face of dispossession processes; and, on the other hand, political agency accompanied by productive systems compatible with the conservation of local biodiversity, in the face of extractivism and climate change. These two axes are articulated in a conception of peasant environmental justice that invites us to consider the ZRC as allies of conservation.  En la Amazonía colombiana, la constitución de Zonas de Reserva Campesina (ZRC) ha sido un proceso históricamente marcado por la estigmatización y la parsimonia del Estado que además de una postura opuesta a la compatibilidad de la presencia humana con la conservación de los Parques Nacionales Naturales (PNN), también ha promovido actividades extractivistas en el territorio. A partir del caso de la ZRC Losada Guayabero, contigua a los Parques Nacionales Naturales (PNN) Tinigua y Cordillera de los Picachos en la cuenca Amazónica, este artículo documenta el proceso histórico a través del cual una comunidad campesina lucha por formalizar la tenencia colectiva de la tierra, al tiempo que transforma sus prácticas y sus discursos para acoplarse a los objetivos de conservación de las áreas protegidas alrededor de dos ejes. Por una parte, la tenencia colectiva de la tierra frente a procesos de despojo; y, por otra, la agencia política frente al extractivismo y el cambio climático, acompañada de sistemas productivos compatibles con la conservación de la biodiversidad local. Estos dos ejes se articulan en una concepción de justicia ambiental campesina que invita a considerar a las ZRC como aliadas de la conservación.En la Amazonía colombiana, la constitución de Zonas de Reserva Campesina (ZRC) ha sido un proceso históricamente marcado por la estigmatización y la parsimonia del Estado que además de una postura opuesta a la compatibilidad de la presencia humana con la conservación de los Parques Nacionales Naturales (PNN), también ha promovido actividades extractivistas en el territorio. A partir del caso de la ZRC Losada Guayabero, contigua a los Parques Nacionales Naturales (PNN) Tinigua y Cordillera de los Picachos en la cuenca Amazónica, este artículo documenta el proceso histórico a través del cual una comunidad campesina lucha por formalizar la tenencia colectiva de la tierra, al tiempo que transforma sus prácticas y sus discursos para acoplarse a los objetivos de conservación de las áreas protegidas alrededor de dos ejes. Por una parte, la tenencia colectiva de la tierra frente a procesos de despojo; y, por otra, la agencia política frente al extractivismo y el cambio climático, acompañada de sistemas productivos compatibles con la conservación de la biodiversidad local. Estos dos ejes se articulan en una concepción de justicia ambiental campesina que invita a considerar a las ZRC como aliadas de la conservación

    Uma Breve História dos Aspectos Culturais da Terra Indígena do Baixo São Marcos em Roraima (1787-1991)

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    The cultural aspects of the indigenous communities\u27 way of life help to understand the anxieties, struggles and injustices suffered by these peoples. The purpose of this article is to describe a brief history of the cultural aspects of the way of life of indigenous communities in Baixo São Marcos, located in the state of Roraima, in order to understand relevant issues that impact public policies aimed at indigenous peoples. Highlighting some aspects from the beginning of Portuguese colonization in the region, in 1787 to the demarcation of the indigenous land, in 1991. For the development, the descriptive study was used as a methodology, designed to describe the cultural aspects of the way of life of the indigenous communities. For this purpose, an evaluation of the scientific production was carried out, of all sources of data on the subject, such as publications in electronic or physical media. As a result, there is a very rich area of ​​culture, teachings and practices on how to live with few resources and in harmony with the environment, avoiding exaggeration and living with what is necessary. It is concluded that the challenges faced by indigenous peoples are even greater than imagined, as they permeate the invasion of intrinsic aspects of a social group that is distancing itself from its roots, such as the Macuxi language itself, currently spoken only by the elderly.Os aspectos culturais do modo de vida das comunidades indígenas auxiliam na compreensão dos anseios, lutas e injustiças sofridas por esses povos. O objetivo deste artigo é descrever uma breve história dos aspectos culturais do modo de vida de comunidades indígenas do Baixo São Marcos, localizada no estado de Roraima, para o entendimento de questões relevantes que impactam em políticas públicas voltadas aos povos indígenas. Destacando alguns aspectos do início da colonização portuguesa na região, em 1787 à demarcação da terra indígena, em 1991. Para o desenvolvimento foi utilizado como metodologia o estudo descritivo, delineado para descrever os aspectos culturais do modo de vida das comunidades indígenas. Para este fim foi realizado uma avaliação da produção científica, de todas as fontes de dados sobre o assunto, como publicações em meio eletrônico ou físico. Como resultados nota-se uma área riquíssima de cultura, ensinamentos e práticas de como viver com poucos recursos e em harmonia com o meio, evitando exageros e vivendo com o necessário. Conclui-se que os desafios enfrentados pelos povos indígenas são ainda maiores do que os imaginados, pois perpassam a invasão de aspectos intrínsecos de um grupo social que vai distanciando de suas raízes, como a própria língua macuxi, hoje em dia falada apenas pelos mais velhos.Os aspectos culturais do modo de vida das comunidades indígenas auxiliam na compreensão dos anseios, lutas e injustiças sofridas por esses povos. O objetivo deste artigo é descrever uma breve história dos aspectos culturais do modo de vida de comunidades indígenas do Baixo São Marcos, localizada no estado de Roraima, para o entendimento de questões relevantes que impactam em políticas públicas voltadas aos povos indígenas. Destacando alguns aspectos do início da colonização portuguesa na região, em 1787 à demarcação da terra indígena, em 1991. Para o desenvolvimento foi utilizado como metodologia o estudo descritivo, delineado para descrever os aspectos culturais do modo de vida das comunidades indígenas. Para este fim foi realizado uma avaliação da produção científica, de todas as fontes de dados sobre o assunto, como publicações em meio eletrônico ou físico. Como resultados nota-se uma área riquíssima de cultura, ensinamentos e práticas de como viver com poucos recursos e em harmonia com o meio, evitando exageros e vivendo com o necessário. Conclui-se que os desafios enfrentados pelos povos indígenas são ainda maiores do que os imaginados, pois perpassam a invasão de aspectos intrínsecos de um grupo social que vai distanciando de suas raízes, como a própria língua macuxi, hoje em dia falada apenas pelos mais velhos

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    A História Ambiental e as Eras do Homem e do Capital

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    The aim of this article is to establish the relationships between Environmental History and its dynamics with the Capitalocene and Anthropocene, and also highlight its importance for the analysis of current environmental issues. The environmental issue has been revisited based on concepts such as Capitalocene and Anthropocene. We believe that a comparative analysis of these concepts through the perspective of environmental history can contribute to give a more integrative view of the relations between society and nature. This study in based on an integrative literature review published between 2016 and 2021, which addressed themes and analyses directly related to the field of environmental history as well as concepts of Capitaloceno and Anthopocene. The results demonstrate that the field of Environmental History has been growing along with the work on the diverse views of the Anthropocene. On the other hand, there is a shortage of works in the Capitalocene area. We concluded that Environmental History with its long-term analyses constitutes a field of knowledge that has specific contributions to critical reflections and to the politicization of the environmental issue. This research contributes not only to the construction of elements for a critical analysis of the concept of Anthropocene from environmental history, but also to strengthen discussions about the differences, forces and forms of relationship between societies and nature, which were brought by the Capitalocene.O artigo tem por objetivo estabelecer as relações entre a História Ambiental e a sua dinâmica com o Capitaloceno e o Antropoceno, destacando sua importância para análises de questões ambientais atuais. A questão ambiental tem sido revisitada a partir de conceitos como Capitaloceno e Antropoceno. Uma análise comparada desses conceitos por meio da perspectiva da História Ambiental pode contribuir para construir visões mais integradas dentro das relações Sociedade/Natureza. Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, publicada entre 2016 e 2021, que abordasse temas e análises dentro do campo de conhecimento da História Ambiental assim como os conceitos de Capitaloceno e Antropoceno. Os resultados demonstram que os estudos da História Ambiental vêm crescendo junto aos trabalhos sobre as diversas visões do Antropoceno. Por outro lado, há uma escassez de trabalhos na área do Capitaloceno. Conclui-se que a História Ambiental com suas análises de longa duração constitui um campo de conhecimento com contribuições específicas para as reflexões críticas e para a politização da questão ambiental. A contribuição da pesquisa está na construção de elementos para uma análise crítica do conceito de Antropoceno, a partir da História Ambiental, e no fortalecimento das discussões quanto às diferenças, forças e formas de relação entre sociedade e natureza trazidas pelo Capitaloceno.O artigo tem por objetivo estabelecer as relações entre a História Ambiental e a sua dinâmica com o Capitaloceno e o Antropoceno, destacando sua importância para análises de questões ambientais atuais. A questão ambiental tem sido revisitada a partir de conceitos como Capitaloceno e Antropoceno. Uma análise comparada desses conceitos por meio da perspectiva da História Ambiental pode contribuir para construir visões mais integradas dentro das relações Sociedade/Natureza. Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, publicada entre 2016 e 2021, que abordasse temas e análises dentro do campo de conhecimento da História Ambiental assim como os conceitos de Capitaloceno e Antropoceno. Os resultados demonstram que os estudos da História Ambiental vêm crescendo junto aos trabalhos sobre as diversas visões do Antropoceno. Por outro lado, há uma escassez de trabalhos na área do Capitaloceno. Conclui-se que a História Ambiental com suas análises de longa duração constitui um campo de conhecimento com contribuições específicas para as reflexões críticas e para a politização da questão ambiental. A contribuição da pesquisa está na construção de elementos para uma análise crítica do conceito de Antropoceno, a partir da História Ambiental, e no fortalecimento das discussões quanto às diferenças, forças e formas de relação entre sociedade e natureza trazidas pelo Capitaloceno

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    Bases para una Aproximación Sociológica a la Caza Ilegal en la Provincia de Misiones (Argentina)

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    The article examines the current characteristics of illegal hunting, taking into account the numerous variables involved, as well as the main types of hunting identified in the Misiones province (northeast Argentina). The multidimensionality of the illegal hunting over the past ten years is exposed in relation to this typological characterization. Above all, the most notorious configurations of the sets of economic, political, and cultural processes that surround Misiones as a triple international border region between Brazil, Paraguay, and Argentina are emphasized. The methodology used includes the geometric analysis of statistical data produced by government records of environmental infringement; and qualitative approaches through interviews with park rangers, ex-hunters, and farmers settled on the edges of Protected Natural Areas. Towards the end, the main advances of the analysis are synthesized, emphasizing the regularities identified as starting points for new sociological research on illegal hunting.El articulo analiza las características actuales de la caza ilegal, combinando las múltiples variables involucradas con la misma, y los principales tipos de caza identificados en la provincia de Misiones (nordeste de Argentina). A propósito de esta caracterización tipológica, se expone a la multidimensionalidad de la caza ilegal tal como viene siendo practicada durante la última década. Se acentúan sobre todo las relaciones entre la tipología propuesta de caza ilegal y las configuraciones más notorias de los procesos económicos, políticos, y culturales, que envuelven a la provincia de Misiones como región de triple frontera internacional entre Brasil, Paraguay y Argentina. La metodología utilizada incluye el análisis geométrico de datos estadísticos producidos por actas de infracción gubernamentales; y aproximaciones cualitativas mediante entrevistas a guardaparques, ex - cazadores, y agricultores asentados en los bordes de Áreas Naturales Protegidas. Hacia el final se sintetizan los principales avances del análisis enfatizando las regularidades identificadas como puntos de partida para nuevas investigaciones sociológicas en torno a la caza ilegal.    El articulo analiza las características actuales de la caza ilegal, combinando las múltiples variables involucradas con la misma, y los principales tipos de caza identificados en la provincia de Misiones (nordeste de Argentina). A propósito de esta caracterización tipológica, se expone a la multidimensionalidad de la caza ilegal tal como viene siendo practicada durante la última década. Se acentúan sobre todo las relaciones entre la tipología propuesta de caza ilegal y las configuraciones más notorias de los procesos económicos, políticos, y culturales, que envuelven a la provincia de Misiones como región de triple frontera internacional entre Brasil, Paraguay y Argentina. La metodología utilizada incluye el análisis geométrico de datos estadísticos producidos por actas de infracción gubernamentales; y aproximaciones cualitativas mediante entrevistas a guardaparques, ex - cazadores, y agricultores asentados en los bordes de Áreas Naturales Protegidas. Hacia el final se sintetizan los principales avances del análisis enfatizando las regularidades identificadas como puntos de partida para nuevas investigaciones sociológicas en torno a la caza ilegal.  

    Miradas no Antropocéntricas a las Pandemias por Venir: Parentesco y Topofilia

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    The covid-19 pandemic is a manifestation of the current ecological crisis, whose ultimate origin can be traced to human exceptionalism-based ontology. This text echoes the environmental humanities perspective to address two pertinent concepts, kinship and topophilia, to re-signify the interdependence of humanity with the web of life and the abiotic elements that sustain it. Likewise, mourning is proposed as an element that can bring us closer to this vital framework by reestablishing kinships and a rooted sense of belonging to a place. It is concluded that the most promising approach for preventing future pandemics requires the extension of kinship to the non-human.La pandemia causada por el covid-19 es una manifestación de la crisis ecológica en la que nos encontramos, y cuyo origen último puede rastrearse en la ontología basada en el excepcionalismo humano. Este texto se hace eco de la perspectiva de las humanidades ambientales y aborda dos conceptos pertinentes, el parentesco y la topofilia, para resignificar la interdependencia de la humanidad con el resto del entramado de la vida y los elementos abióticos que la sustentan. Asimismo, se propone al duelo como un elemento que puede acercarnos a este entramado vital mediante el restablecimiento del parentesco y el arraigo. Se concluye que la prevención de las pandemias futuras necesita de la extensión del parentesco a lo no humano.La pandemia causada por el covid-19 es una manifestación de la crisis ecológica en la que nos encontramos, y cuyo origen último puede rastrearse en la ontología basada en el excepcionalismo humano. Este texto se hace eco de la perspectiva de las humanidades ambientales y aborda dos conceptos pertinentes, el parentesco y la topofilia, para resignificar la interdependencia de la humanidad con el resto del entramado de la vida y los elementos abióticos que la sustentan. Asimismo, se propone al duelo como un elemento que puede acercarnos a este entramado vital mediante el restablecimiento del parentesco y el arraigo. Se concluye que la prevención de las pandemias futuras necesita de la extensión del parentesco a lo no humano

    A Fragilidade da Natureza e o Peso da Sociedade: Uma História da Desertificação em Gilbués, Piauí, Brasil

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    Desertification is one of the biggest environmental problems in the world nowadays because it extinguishes previous ecosystems. Regarding this information, we intend to study the history of the desertification in Gilbués, Piauí, Brazil, in a transition region between the Caatinga and the Cerrado. The environmental degradation in this region was intensified in the 1940s and 1950s, although there are records of slight weaknesses since the 19th century. The article aims to comprehend the history of desertification in Gilbués, located in southwestern Piauí, part of the largest area undergoing desertification in the country. Methodologically, thinking about the interactions between society and nature over time, mobilizes travel reports, field observations, statistical and cartographic data. It identifies that the phenomenon is the result of natural fragility, aggravated by economic activities.A desertificação é um dos maiores problemas ambientais do mundo na atualidade porque extingue ecossistemas precedentes. Nesse sentido, pretende-se estudar a história da desertificação em Gilbués, Piauí, Brasil, em uma região de transição entre a Caatinga e o Cerrado. O agravamento da degradação ambiental nessa região acentuou-se nos anos de 1940 e 1950, embora existam registros de fragilidades ambientais desde o século XIX. O artigo tem por objetivo compreender a história da desertificação em Gilbués, localizado no sudoeste piauiense, parte da maior área em processo de desertificação do País. Metodologicamente, pensando a partir das interações entre sociedade e natureza ao longo do tempo, mobilizam-se relatos de viagem, observações de campo, dados estatísticos e cartográficos. Identificou-se que o fenômeno é resultado da fragilidade natural, agravado por atividades econômicas.A desertificação é um dos maiores problemas ambientais do mundo na atualidade porque extingue ecossistemas precedentes. Nesse sentido, pretende-se estudar a história da desertificação em Gilbués, Piauí, Brasil, em uma região de transição entre a Caatinga e o Cerrado. O agravamento da degradação ambiental nessa região acentuou-se nos anos de 1940 e 1950, embora existam registros de fragilidades ambientais desde o século XIX. O artigo tem por objetivo compreender a história da desertificação em Gilbués, localizado no sudoeste piauiense, parte da maior área em processo de desertificação do País. Metodologicamente, pensando a partir das interações entre sociedade e natureza ao longo do tempo, mobilizam-se relatos de viagem, observações de campo, dados estatísticos e cartográficos. Identificou-se que o fenômeno é resultado da fragilidade natural, agravado por atividades econômicas

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