Portal de Publicações Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina)
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    Sistema de Produção Integrada de Cebola (Sispic): Caderno de Campo para uso do técnico

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    A Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), junto com seus parceiros insttucionais – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação  do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e Insttuto Federal Catarinense (IFC/Campus Rio do Sul) – é responsável pelo desenvolvimento do projeto “Produção Integrada de Cebola para o Estado de Santa Catarina” (PIC). O Projeto está sob a coordenação da Estação Experimental de Ituporanga, que há mais de 30 anos tem seu foco de atuação na cultura da cebola. O projeto PIC, iniciado em 2014, tem por objetvo desenvolver pesquisas e ações de difusão que sirvam de base para implementar a produção integrada da cebola  em Santa Catarina. Como se trata de um processo, o desenvolvimento do Sispic é contnuo e evolui à medida que o conhecimento cientfco é agregado e as relações sociais avançam. O Sispic é um sistema de produção que considera as  boas prátcas agrícolas (BPAs) advindas de tecnologias existentes (ou a serem  desenvolvidas), baseadas na regulação do ecossistema, conservação dos recursos naturais e minimização dos efeitos secundários inconvenientes decorrentes da atvidade agrícola. O presente Caderno de Campo do Técnico foi desenvolvido com o intuito de  auxiliar o técnico no planejamento, no acompanhamento e na assistência técnica  que será dada ao produtor rural com base nos preceitos das boas prátcas agrícolas e das normas da produção integrada com vistas à certfcação  da produção. Entre as atvidades constantes no Caderno de Campo do Técnico  (CCT) está orientar o agricultor de forma a permitr a rastreabilidade da produção e a comprovação da qualidade da cebola ao mercado (varejista ou  atacadista). O CCT deverá ser utlizado de forma “espelhada” com o Caderno de Campo do Produtor (CCP). Isso permitrá que o técnico responsável acompanhe, oriente e indique eventuais medidas corretvas a serem seguidas pelo agricultor para a certfcação de sua lavoura de cebola. Tendo por base a Legislação vigente, o  Manual de Boas Prátcas Agrícolas para a cultura da cebola e as normas técnicas específcas para a produção da cebola, o técnico responsável terá a  obrigação de orientar e auxiliar o produtor nas seguintes atvidades: 1) preenchimento do Caderno de Campo do Produtor (CCP); 2) reunião de documentos necessários para auditoria e processo de certfcação; 3) uso, controle de estoque e armazenamento de corretvos, fertlizantes,  agrotóxicos e demais produtos utlizados na lavoura;4) uso de equipamentos de proteção individual (EPIs); 5) armazenamento, regulagem e manutenção de máquinas, equipamentos e implementos; 6) cumprimento de normas de higiene e de segurança do trabalho; 7) legislação trabalhista e ambiental; 8) colheita, classifcação e armazenamento de bulbos. Desejamos que o presente Caderno de Campo do Técnico auxilie os  responsáveis técnicos pelas atvidades de extensão e assistência técnica em suas  atvidades bem como nos “desafos atuais e vindouros necessários à construção de uma agricultura ecologicamente equilibrada, economicamente viável, socialmente justa, culturalmente apropriada e orientada por um enfoque holístco” (Agenda 21, Capítulo 32).

    Carne ovina: produto nobre, receita de sucesso

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    Após alguns anos efetuando uma coletânea de receitas de várias procedências e formas de publicação, chegamos a este trabalho que mostra algumas alternatvas de preparo da carne ovina. Conforme pesquisa de mercado realizada no Estado, mais de 40% dos consumidores utlizam a carne ovina na forma de churrasco. Esse foi o principal motvo que nos levou a publicar e disponibilizar ao público consumidor algumas das formas de preparo dessa carne. A carne de cordeiro é considerada uma das mais nutritvas, pois é grande fonte de proteínas, ferro e vitaminas do complexo B, substtuindo qualquer outra carne nos mais variados pratos.A criatvidade, a adaptação e o aprimoramento por parte dos usuários tornam esse produto não apenas um item importante para o suprimento dos nutrientes necessários à vida, mas também uma fonte de prazer na mesa.O objetvo do receituário aqui apresentado é possibilitar o preparo adequado de uma série de pratos especiais à base de carne de cordeiro, além de estmular seu  consumo e sua presença na mesa de brasileiros e, em especial, de catarinenses

    Pragas e doenças do milho: diagnose, danos e estratégias de manejo

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    O milho sofre o ataque de pragas e doenças que ocorrem ao longo do desenvolvimento da cultura, desde a semeadura até a colheita dos grãos. A produtividade desses grãos será comprometida significativamente se essas pragas e doenças não forem manejadas adequadamente. A importância que cada uma das espécies assume varia de acordo com a região e a época de cultivo, sendo a correta identificação um ponto-chave dos programas de manejo.Com vistas a facilitar o reconhecimento desses patógenos e pragas do milho bem como a adoção e a operacionalização racional de medidas de controle, a Epagri dispõe a seus usuários a obra Pragas e doenças do milho: diagnose, danos e estratégias de manejo. A publicação tem como objetivo apresentar uma descrição ilustrada das principais pragas e doenças da cultura do milho, facilitando sua identificação no campo, bem como das principais técnicas utilizadas no monitoramento e manejo, buscando, com isso, a redução das perdas e o aumento da rentabilidade dos cultivos de milho no estado de Santa Catarina

    Perspectivas do mercado de controle biológico no Brasil

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    O Controle Biológico (CB) é uma prática que vem sendo cada vez mais utilizada pelos agricultores que desejam controlar pragas e doenças com eficiência e sem aplicações de agrotóxicos.Hoje, quando falamos em CB para controlar pragas agrícolas, nos referimos a macro (insetos e ácaros) e microrganismos (fungos, bactérias, vírus, etc.), que o homem utiliza para restituir o equilíbrio nos sistemas agrícolas. Diversos fatores estão fazendo com que esse tipo de controle de pragas seja cada vez mais utilizado pelos agricultores no mundo e no Brasil, onde o mercado de CB cresce a taxas de 10 a 15% ao ano.A tecnologia de CB criada no Brasil permite seu uso em grandes áreas cultivadas com características intrínsecas da agricultura brasileira

    Pecuária de leite: do pasto ao leite, uma atividade rentável. Caderno de pecuária de leite

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    Por meio de práticas inovadoras de vivências e experimentação facilitadas pelametodologia de alternância, que combina aspectos teóricos, práticos e de experimentação, você, jovem, estará participando desta dinâmica que denominamos Curso de formação em liderança, gestão e empreendedorismo com Jovens Rurais.O curso contempla conteúdos com um núcleo comum em Desenvolvimento Humano, Liderança, Turismo Rural, Empreendedorismo e Inclusão Digital; e núcleos específicos de Gestão Ambiental, Negócios, e Técnico com Atividades Agrícolas e Não agrícolas, de acordo com a sua realidade.Para apoiar esta ação, os colaboradores que atuam nos mais diversos programasda Epagri elaboraram diferentes cadernos que trazem temas importantes e atuais e que serão utilizados como subsídio durante o curso. Esperamos que os cadernos possam contribuir com o desenvolvimento da capacidade de liderança e de empreendedorismo dos jovens rurais. Com conteúdos inovadores e contemporâneos, oportunizam aprendizagens sobre: o capital social e humano, que fala da nossa gente, história, cultura (nosso maior patrimônio); a gestão social do ambiente e o compromisso com a vida; as atividades não agrícolas e de auto abastecimento, como possibilidade de geração de trabalho e renda com mais saúde; a fruticultura, os grãos, a olericultura, a pecuária à base de pasto; a piscicultura e a silvicultura como oportunidades e alternativas para aumentar a renda e a qualidade da alimentação das famílias de agricultores e pescadores; as práticas de conservação e recuperação do solo e da água e a gestão de negócios e mercado. O caderno do Programa Pecuária, que integra o conjunto dos 11 cadernos dosprogramas, convida você a refletir. Espera-se que, ao final deste módulo, o jovem possa compreender o que envolve a atividade leiteira, seu potencial, suas vantagens, riscos e, ainda, analisar se essa atividade é ou não aplicável a sua realidade

    Seja um empreendedor: Caderno de Gestão de Negócio e Mercado

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    Por meio de práticas inovadoras de vivências e experimentação facilitadas pela metodologia de alternância, que combina aspectos teóricos, práticos e experimentais, você, jovem, participará dessa dinâmica que denominamos Curso de Formação em Liderança, Gestão e Empreendedorismo com Jovens Rurais. O curso contempla conteúdos com um núcleo comum em Desenvolvimento Humano, Liderança, Turismo Rural, Empreendedorismo e Inclusão Digital; e núcleos específicos de Gestão Ambiental, Negócios, e Técnico com Atividades Agrícolas e Não agrícolas, de acordo com a sua realidade. Para apoiar essa ação, os colaboradores que atuam nos mais diversos programas da Epagri elaboraram diferentes cadernos que trazem temas importantes e atuais, utilizados como subsídio durante o curso. Esperamos que os cadernos possam contribuir com o desenvolvimento da capacidade de liderança e de empreendedorismo dos jovens rurais. Com conteúdos inovadores e contemporâneos, oportunizam aprendizagens sobre: o capital humano e social, que fala da nossa gente, história, cultura (nosso maior patrimônio); a gestão social do ambiente e o compromisso com a vida; as atividades não agrícolas e de autoabastecimento, como possibilidade de geração de trabalho e renda com mais saúde; a fruticultura, os grãos, a olericultura, a pecuária à base de pasto; a piscicultura e a silvicultura como oportunidades e alternativas de aumentar a renda e a qualidade da alimentação das famílias de  agricultores e pescadores; as práticas de conservação e recuperação do solo e da água e a gestão de negócios e mercado. O Caderno Gestão de Negócios e Mercado, que integra o conjunto dos 11 Cadernos dos programas, convida você a refletir. Espera-se que ao final deste conteúdo você, jovem, possa se perceber como protagonista nas diferentes oportunidades, atuando de forma empreendedora em qualquer atividade que desenvolver com sua família, comunidade ou outros contextos de grupos de pessoas.

    Juventude e Inclusão Digital; Caderno do Programa Beija-flor

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    Este caderno tem apoio do SC Rural e trata do programa de Inclusão Digital Beija-Flor. O Programa Santa Catarina Rural (SC Rural) é uma iniciativa do Governo do  Estado de Santa Catarina com financiamento do Banco Mundial. O Programa teve início em 2010 e seu término está previsto para 2016.O financiamento, que visa consolidar a proposta de política pública para o desenvolvimento do meio rural de Santa Catarina, prevê investimentos da ordem de US189milho~es,dosquaisUS189 milhões, dos quais US90 milhões serão financiados pelo  BIRD e US$99 milhões virão de recursos orçamentários do Estado.A partir das experiências desenvolvidas pelo Estado, o SC Rural avança para  novos desafios, apoiando planos e projetos com enfoque amplo que pode  envolver um município, um grupo deles e mesmo uma região (território), sempre com o objetivo de aumentar a competitividade das cadeias produtivas exploradas pelos agricultores familiares e suas organizações. A  responsabilidade direta pela coordenação do SC Rural é a Secretaria de  Estado da Agricultura e da Pesca, através da Secretaria Executiva Estadual do SC Rural. São executoras suas empresas vinculadas Epagri e Cidasc, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, a Secretaria de Infraestrutura, a Secretaria de Turismo, Cultura e Esporte, a Fatma e a Polícia Militar Ambiental. A política de inclusão digital do Governo do Estado, no âmbito da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, tem como diretriz principal promover o  acesso à tecnologia da informação e da comunicação pelo conjunto da população rural e pesqueira do território catarinense. Nesse sentido, nos últimos anos, alcançaram destaque as ações promovidas pelo Governo de  Santa Catarina por meio dessa Secretaria, em apoio a espaços públicos e comunitários de inclusão digital. Constituiu-se em um dos principais eixos dessa política o investimento em equipamentos, mais recentemente conexão à internet e capacitação para apoiar a implantação de espaços coletivos de uso de tecnologia. Com base nessas diretrizes, e como forma de operacionalizar a oferta de equipamentos, o Programa de Inclusão Digital Beija-Flor foi concebido em 2004, buscando apoiar e viabilizar iniciativas de promoção da inclusão digital  por meio da recuperação de equipamentos de informática usados e sua cessão, em plenas condições de funcionamento, a telecentros comunitários, escolas públicas, bibliotecas, associações comunitárias e outros  projetos sociais.O Programa atua na maioria dos municípios de Santa Catarina e tem como estimativa e objetivo atingir os 295 municípios do estado catarinense até 2016. Cada telecentro do Programa Beija-Flor é composto por, pelo menos,  cinco computadores, podendo chegar a vinte. A maior parte do parque tecnológico está baseada em software livre. Quanto ao tipo de conexão à internet, na maioria das regiões temos conexão via rádio, e em número menos expressivo, banda larga. Em alguns telecentros, em que ainda existe inviabilidade nos meios de conexão mais utilizados, temos antenas de transmissão via satélite, através da parceria Banco do Brasil com o Ministério  das Comunicações.Desde sua implantação, o Programa de Inclusão Digital Beija-Flor tem como parceiros o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Essas entidades  efetuam a doação de bens descartados de suas atividades para atendimento   de ações específicas, com foco no desenvolvimento local e regional  sustentável. Nesse contexto, em Santa Catarina, essas parcerias ajudaram a   concretizar grande parte dos telecentros, com ações dessa Secretaria e de suas empresas vinculadas no âmbito do Programa de Inclusão Digital Beija-Flor. A concretização dessa ação só foi possível porque o Programa Beija-Flor  conta com uma estrutura que envolve, somente no domínio da Secretaria Estadual de Agricultura, escritórios municipais, centros de treinamento (Epagri), além de parceria e apoio de Secretarias de Desenvolvimento Regional e das prefeituras municipais. Nos telecentros são atendidas crianças, jovens e adultos oriundos de comunidades rurais e pesqueiras, e a faixa etária deles varia de 12 a 89 anos. Por meio de monitores contratados pelas prefeituras parceiras, são elaborados planejamentos de atividades específicas para cada grupo. A organização e a articulação desses grupos são feitas pelo monitor, em parceria com coordenadores, técnicos e extensionistas da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) em nível municipal

    Receitas com tatarca

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    O cultvo da tatarca (trigo mourisco, trigo sarraceno) foi uma tradição fortenas famílias da região do Planalto Norte Catarinense até meados dos anos 80 doséculo XX. Introduzida na região pelos imigrantes europeus, de fácil cultvo, essa cultura por muito tempo foi garanta de alimento para homens e animais. Relatos de moradores antgos afrmam que a maioria das famílias tnha pelo menos uma pequena área plantada, que era colhida de forma manual, descascada artesanalmente e armazenada para ser consumida em variados pratos da culinária local. A partr de 2010 a equipe da Epagri/Escritório Municipal de Itaiópolis, num trabalho de resgate do uso de alimentos tradicionais, identfcou no município, e também no entorno, propriedades rurais onde a cultura ainda era cultvada, dandose contnuidade ao seu uso na culinária tradicional. Então, foi realizado trabalho de pesquisa das qualidades nutricionais desse alimento, fcando evidente que se trata de um alimento saudável e que seu consumo regular traz benefcios à saúde. Ao mesmo tempo, a equipe do Escritório local da Epagri intensifcou ações de orientação na área produtva, sendo constatada também a importância da cultura como pasto apícola. E assim identfcou-se um ciclo muito interessante, que garante para os agricultores mais uma alternatva na rotação de culturas; para os apicultores, mais uma fonte de alimento para as abelhas; e para a população em geral, um alimento nutritvo.Para propiciar a mais pessoas conhecer o uso culinário da tatarca, apresentamos este Boletm Didátco, que reúne receitas tradicionais da culinária eslava do município de Itaiópolis, coletadas pela equipe da Epagri junto às famílias locais

    Calda bordalesa: componentes, obtenção e características

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    Entre os fungicidas tradicionais utilizados na agricultura, destaca-se a calda bordalesa. O uso desse fungicida artesanal dá-se por sua eficiência contra  muitos fitopatógenos, além da ação contra moluscos, algas, liquens, ácaros e  certos coleópteros, entre outras ações benéficas às plantas. Sendo o sulfato de cobre um produto considerado pouco tóxico, ainda é permitida sua  utilização nos sistemas orgânicos de produção agrícola de alimentos sob  a forma de calda bordalesa. No entanto, o preparo inadequado desse produto pode torná-lo ineficiente e ainda causar danos às plantas. Ademais, seu mau uso, notadamente se entrar na cadeia trófica por meio de deposição  inadvertida sobre o solo, poderá levar a danos ambientais.  Considerando que a manutenção das funções ecológica e agrícola é de  responsabilidade de todos nós, a Epagri lança este documento técnico para  orientação da fabricação caseira e uso da calda bordalesa com sabedoria e cuidados devidos.

    Seleção de mutantes espontâneos de macieira

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    O documento aborda a aplicação da mutação no melhoramento genético de macieira para a obtenção de novos genótipos e sua importância para o desenvolvimento da fruticultura.  Os conteúdos aqui inseridos apresentam certo ineditismo na literatura nacional ligada ao melhoramento genético, tanto pela abrangência como pela  profundidade, aliado à forma didática como são apresentados, transformando um assunto complexo em algo de fácil compreensão. Isso inclui informações detalhadas de onde e como ocorrem as mutações e os diversos métodos para a seleção de mutantes que podem resultar em novos  cultivares.  Atualmente, os cultivares de macieira mais plantados no Brasil e que respondem por cerca de 93% da produção nacional são mutantes espontâneos dos cvs. Gala e Fuji, demonstrando a importância dessa obra.

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