Portal de Periódicos da UNIVILLE (Universidade da Região de Joinville)
Not a member yet
1967 research outputs found
Sort by
Panorama atual das xilotecas do sudeste do Brasil
MESA-REDONDA 3 - XILOTECAS DO BRASIL: HISTÓRIA, CENÁRIO ATUAL E DESAFIOS PARA O FUTUR
“Os bichinhos!” a arte escultórica zoomórfica do povo Guarani Mbya
OFICINAS (MINICURSO 3 – ARTE INDÍGENA GUARANI-MBYA
Identificação anatômica da madeira da escultura de Nossa Senhora da Glória do MADP, Ijuí/RS
TRABALHOS CIENTÍFICOS EIXO TEMÁTICO: MADEIRAS HISTÓRICAS E PATRIMÔNIO CULTURA
Registros históricos do uso cultural de madeiras aromáticas numa igreja sul-brasileira do século XVII
TRABALHOS CIENTÍFICOS EIXO TEMÁTICO: MADEIRAS HISTÓRICAS E PATRIMÔNIO CULTURA
Frenectomia lingual em criança com paralisia cerebral sob estabilização protetora
A paralisia cerebral (PC) é uma desordem não progressiva dos tônus, do movimento e da postura, causada por uma lesão que afeta o cérebro imaturo e que interfere no desenvolvimento do sistema nervoso central. A anquiloglossia causa limitação dos movimentos da língua e necessita de intervenção cirúrgica, chamada frenectomia lingual, na qual se remove o tecido mucoso que compõe o freio, liberando a língua para realizar seus movimentos e funções, melhorando assim todo o desenvolvimento da cavidade oral. Objetivo: Relatar o manejo cirúrgico de uma criança com PC e quadro de anquiloglossia. Relato de caso: Paciente chegou com queixa principal da anquiloglossia, além da preocupação pela ausência dos dentes 11 e 21; segundo a família, já havia mais de 6 meses que os incisivos centrais superiores decíduos haviam esfoliado. Ao exame clínico confirmou-se o quadro de anquiloglossia, falta de selamento labial com mordida aberta anterior. Foi realizada uma radiografia oclusal modificada da região dos incisivos superiores e observou-se apenas fibrose gengival impedindo a erupção dos dentes permanentes. O tratamento da anquiloglossia foi a frenectomia lingual, utilizando a técnica cirúrgica convencional, em âmbito ambulatorial, com uso da estabilização protetora. Para essa técnica utilizou-se o pedi-wrap, juntamente com a técnica corpo a corpo feita pelo pai do paciente, além do uso do abridor de boca durante todo o procedimento cirúrgico. Optou-se por acompanhar a erupção dos dentes 11 e 21, sem nenhum tipo de intervenção. Conclusão: É possível atender em âmbito ambulatorial um paciente com paralisia cerebral, realizar procedimentos cirúrgicos, sem necessidade de sedação medicamentosa, desde que técnicas de estabilização protetora sejam bem executadas
Tratamento endodôntico do segundo molar superior com duas raízes palatinas: relato de caso
Os dentes molares superiores apresentam uma complexidade anatômica notável em virtude das variações nos canais radiculares. Dentre eles, o segundo molar superior comumente apresenta três raízes, porém a literatura também relata algumas variações anatômicas incomuns desse elemento dentário. Objetivo: Apresentar um relato de caso clínico descrevendo o tratamento endodôntico de anatomia incomum do segundo molar superior. Relato de caso: Paciente do sexo feminino, 47 anos, compareceu à clínica de especialização encaminhada do atendimento público para tratamento endodôntico do elemento 27. Visualizando o assoalho da câmara pulpar, foram localizados três canais (MV, DV e P), no entanto o canal distal estava em uma posição não usual, deslocado para palatina. Sendo assim, diante da dúvida anatômica, foi solicitada tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC) para avaliação da anatomia interna. No retorno da paciente com o exame tomográfico feito, notou-se presença de quatro canais (MV, MP, DV e DP). Chegou-se à conclusão de que o canal localizado na primeira consulta era o canal DP e, com o exame, foi possível ver a presença de outro canal distal, mais deslocado para vestibular. Posteriormente, o dente prosseguiu para tratamento endodôntico convencional. Conclusão: A TCFC foi indispensável para o êxito da endodontia de um segundo molar superior com a presença de dois canais palatinos
Museus e memoriais do pós-guerra ou como representar o horror
Neste texto abordou-se uma dimensão do pós-guerra, que é a memorialização e patrimonialização de lugares que sediaram eventos traumáticos. Dois casos foram analisados: o Memorial de Oradour-sur-Glane e o Memorial da Shoah de Drancy, ambos na França. Buscou-se entender a dinâmica de criação desses dois espaços museológicos, quais formas comunicacionais são ativadas ali e quais conexões eles apresentam com os sítios de memória onde estão situados. A metodologia utilizada para análise partiu do princípio de que a memória que se constrói com base nesses lugares é fortemente emocional, visa à compensação simbólica do passado traumático e é agenciada, sobretudo, por atores sociais direta ou indiretamente vinculados aos fatos geradores de sofrimento.
Xilotecas do nordeste: situação atual e perspectivas futuras
MESA-REDONDA 3 - XILOTECAS DO BRASIL: HISTÓRIA, CENÁRIO ATUAL E DESAFIOS PARA O FUTUR
Xiloteca virtual brasileira - Xilovibra
MESA-REDONDA 3 - XILOTECAS DO BRASIL: HISTÓRIA, CENÁRIO ATUAL E DESAFIOS PARA O FUTUR