Universidad Nacional de Río Cuarto (UNRC): Publicaciones Facultad Cs. Humanas
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Mortes e capturas de indígenas no Gran Chaco (1870–1884). Quantificação e análise das formas de execução da violência organizada pelas forças armadas argentinas
Analizo la violencia estatal organizada y desplegada por las fuerzas de guerra argentinas en el Gran Chaco entre 1870 y 1884. A través de un enfoque cuantitativo y cualitativo, el trabajo documenta 974 muertes y 1370 capturas de personas indígenas, revelando el papel central que la violencia guerrero-securitaria desempeñó en la construcción del Estado nacional argentino. La investigación se basa en documentación oficial y memorias militares en las que se rastrean los datos de muertos y prisioneros indígenas producidos e informados por las fuerzas de guerra. A la par, se examina cómo las nociones de guerra y seguridad sirvieron como plafón de legitimación de ciertas prácticas en las fronteras analizadas, a la vez que se problematiza la subrepresentación de víctimas en las fuentes. El trabajo se divide en tres partes. En la primera, hago un breve acercamiento a las discusiones teórico-metodológicas en torno a los conceptos de guerra y genocidio. En segundo lugar, describo el proceso de avance estatal sobre el Gran Chaco entre 1870 y 1884 haciendo hincapié en el despliegue de fuerzas de guerra y constitución de redes formadas por comandancias, fortines y sedes administrativas de las distintas gobernaciones del Chaco. Finalmente, abordo reflexivamente los datos obtenidos en el marco del proceso general en el que fueron producidos.This paper analyzes the state-organized violence carried out by Argentine war forces in the Gran Chaco between 1870 and 1884. Through a quantitative and qualitative approach, the study documents 974 indigenous deaths and 1,370 captures, revealing the central role that war-security violence played in the construction of the Argentine nation-state. The research is based on official documentation and military memoirs, and examines how the notions of war and security served as framework for legitimizing certain practices in the analyzed frontier zones, while also addressing the underrepresentation of victims in the sources. The article is divided into three parts. First, it provides a brief overview of the theoretical and methodological debates on the concepts of war and genocide. Second, it describes the process of state expansion into the Gran Chaco between 1870 and 1884, emphasizing the deployment of war forces and the establishment of networks composed of command posts, forts, and administrative centers of the various Chaco governorships. Finally, it reflects on the data obtained within the broader context in which it was produced.Este artigo analisa a violência estatal organizada pelas forças armadas argentinas no Gran Chaco entre 1870 e 1884. Por meio de uma abordagem quantitativa e qualitativa, o estudo documenta 974 mortes e 1.370 capturas de indígenas, revelando o papel central que a violência guerreiro-securitária desempenhou na construção do Estado nacional argentino. A pesquisa se baseia em documentação oficial e memórias militares em que são rastreados os dados dos mortos e dos prisioneiros produzidos e informados pelas forças armadas. Ao mesmo tempo, examina como as noções de guerra e segurança serviram como base de legitimação de determinadas práticas nas fronteiras analisadas, ao mesmo tempo em que problematiza a sub-representação das vítimas nas fontes. O artigo divide-se em três partes. Na primeira, há uma breve aproximação aos debates teórico-metodológicos em torno dos conceitos de guerra e genocídio. Em seguida, descreve-se o processo de avanço estatal sobre o Gran Chaco entre 1870 e 1884, com ênfase no uso das forças armadas e na constituição de redes formadas por comandâncias, fortins e sedes administrativas das diferentes governadorias do Chaco. Por fim, os dados obtidos são abordados de forma reflexiva na análise do processo geral em que foram produzidos
Resenha do libro de Ignacio Liziardi (2025). Editar el extremo Sur. La Descripción de la Patagonia en la imprenta y la prensa (1774-1835). Rosario: CBediciones. 148 páginas
Este libro se propone ofrecer los pormenores de la circulación de información sobre la Patagonia en Europa a fines del siglo XVIII a través de la obra del jesuita Thomas Falkner y su Descripción de la Patagonia. Como objetivos principales, el autor tratará las obras relacionadas con la Descripción de la Patagonia, su circulación continental, las ediciones y traducciones publicadas y la recepción que hubo por distintos públicos. Para ello, Liziardi aborda a lo largo de varios capítulos desde cuestiones más genéricas como el contexto histórico de la época, la vida de Falkner y la publicación original de su obra; a cuestiones más específicas como su marco de circulación y sus ediciones en francés, alemán y español.This book aims to offer the details of the circulation of information about Patagonia in Europe at the end of the eighteenth century through the work of the Jesuit Thomas Falkner and his Description of Patagonia. As main objectives, the author will address the works related to Description of Patagonia, its continental circulation, the different editions and translations published, and its reception in various audiences. To this end, in the different chapters, Liziardi addresses issues ranging from more generic ones, such as the historical context of the era, Falkner’s life, and the original publication of his work, to more specific issues, such as its framework of circulation and its different editions in French, German, and Spanish.Este livro oferece os pormenores da circulação de informação sobre a Patagônia na Europa no final do século XVIII através da obra do jesuíta Thomas Falkner e da sua A Description of Patagonia (Uma Descrição da Patagônia). Como objetivos principais, o autor aborda as obras relacionadas com A Description of Patagonia, sua circulação continental, as diferentes edições e traduções publicadas e a recepção por parte de vários públicos. Para este fim, Liziardi aborda nos diferentes capítulos questões que vão desde as mais genéricas, como o contexto histórico da época, a vida de Falkner e a publicação original da sua obra; até às questões mais específicas, como a circulação da obra e as suas diferentes edições em francês, alemão e espanhol
Sobrevidas no cativeiro: indigenidade e degredo no sudeste da América do Sul
Este estudio analiza las intersecciones entre el destierro y el cautiverio indígena en el sudeste de Sudamérica durante el siglo XVIII. Basándose en los registros sobre Lincompani, un cacique tomado cautivo por los españoles en la pampa y desterrado a las Islas Malvinas junto con otros presidiários, el artículo destaca la escala del destierro como castigo penal en la América colonial y conecta esta práctica con la formación de límites geopolíticos. A medida que los funcionarios coloniales desterraban a los criminales implicados a fronteras disputadas con rivales indígenas u imperiales y desterraban a los hombres indígenas cautivos de una frontera a otra, estas migraciones forzadas fortalecieron la lógica espacial territorializada y contribuyeron al despojo de las tierras indígenas. A partir de medio siglo de registros de Malvinas, el artículo analiza también las experiencias de destierro de convictos y cautivos. Se destacan las instancias en que ese estatus compartido de presidiario puede haber sido sustituido por o haber estado subordinado a distinciones étnicas, particularmente considerando la lógica de género que influyó en su destierro, y reflexionando sobre el relato de sus acciones plasmado en los registros coloniales.Este estudo analisa as interseções entre degredo e cativeiro indígena no sudeste da América do Sul durante o século XVIII. A partir de registros sobre Lincompani, um cacique capturado nas fronteiras meridionais de Buenos Aires e degredado nas Ilhas Malvinas juntamente com outros presidiários, o artigo evidencia a amplitude do degredo na América colonial e relaciona essa prática à formação de fronteiras geopolíticas. Ao degredarem supostos criminosos para as fronteiras disputadas com rivais indígenas ou imperiais e ao degredarem homens indígenas cativos de uma zona fronteiriça para outra, os oficiais coloniais reforçaram lógicas espaciais territorializadas e contribuíram para o processo de desapropriação das terras indígenas. Com base em meio século de registros das Malvinas, o artigo também examina as experiências de degredo de condenados e outros presidiários, destacando momentos em que sua condição compartilhada de degredado pode ter se sobreposto — ou sido subordinada — a distinções étnicas. Além disso, considera as lógicas de gênero que moldaram seus degredos e reflete sobre a maneira como suas ações foram narradas nos registros coloniais.This study analyzes intersections between penal deportation and Indigenous captivity in southeastern South America during the eighteenth century. Via records on Lincompani, a cacique taken captive in the southern borderlands of Buenos Aires and exiled to the Malvinas Islands alongside other prison laborers (presidiarios), it highlights the scale of penal deportation within the early Americas and connects the practice to the formation of geopolitical borders. As colonial officials banished purported criminals to borders, rather than across them, and banished male Indigenous captives from one borderland to another, these forced migrations reinforced territorialized spatial logics and contributed to Indigenous land dispossession. Drawing upon a half century of records from Malvinas, the article also analyzes convicts’ and captives’ experiences of penal deportation, highlighting instances when their shared status as presidiario may have superseded or been subordinated to ethnic distinctions, considering the gendered logics that shaped their banishment, and reflecting upon the narration of their actions via colonial records
Entre assimilação e visibilização étnica: o panteão da família Palau e a construção da memória migrante e da identidade catalã no Cemitério San Jerónimo de Córdoba, primeira metade do século XX
En este trabajo nos abocamos a analizar la simbología de un panteón de una familia de inmigrantes españoles, la familia Palau. El monumento se encuentra en el cementerio San Jerónimo de la ciudad de Córdoba capital. Nos preguntamos por la continuidad del uso de panteones con capilla en la actualidad y si estos siguen cumpliendo las mismas funciones. También analizamos la capacidad comunicativa del mismo desde la semiosis de Margariños de Morentín. Finalmente, analizaremos el panteón-capilla como espacio sagrado donde los tiempos y espacios recobran otros sentidos.In this work, we analyze the symbolism of the mausoleum belonging to a family of Spanish immigrants: the Palaus. The monument is located in San Jerónimo Cemetery in the city of Córdoba. Our main research questions are about the continued use of the mausoleum with chapel and about the functions it serves nowadays. We also analyze their communicative capacity from the perspective of Margariños de Morentín\u27s semiosis. Finally, we examine the mausoleum - chapel as a sacred space where time and space take on new meanings.Neste trabalho, nos concentramos em analisar a simbologia de um panteão de uma família de imigrantes espanhóis –a família Palau–, monumento localizado no cemitério de San Jerónimo na cidade de Córdoba. Levantamos o questionamento sobre a continuidade do uso de panteões com capelas hoje e se continuam a cumprir as mesmas funções. Analisamos, também, sua capacidade comunicativa a partir da semiose de Margariños de Morentín. Ao final, analisamos o panteão-capela como espaço sagrado onde os tempos e espaços recuperam outros significados
El arte en los muros
Presenta un catálogos de obras pintadas en los muros de la ciudad de Iquitos realizados por artistas de las comunidades nativas que se educan en la Escuela de Bellas Artes. 
Entrevista coletiva. Sindicalismo cocalero na Bolívia
Se reproduce una entrevista colectiva realizada a cuatro líderes del sindicalismo cocalero boliviano de la región del Chapare, Departamento de Cochabamba (Bolivia). El objetivo es conocer la voz de quienes han participado del complejo proceso histórico-político que inició con la lucha por la defensa de la hoja de coca y culminó en la conformación del Estado Plurinacional.This is a reprint of a group interview with four Bolivian coca growers\u27 union leaders from the Chapare region, Cochabamba Department, Bolivia. The objective is to hear the voices of those who participated in the complex historical-political process that began with the struggle to defend the coca leaf and culminated in the formation of the Plurinational State.Esta é uma reimpressão de uma entrevista coletiva com quatro líderes sindicais de cocaleiros bolivianos da região de Chapare, Departamento de Cochabamba, Bolívia. O objetivo é ouvir as vozes daqueles que participaram do complexo processo histórico-político que começou com a luta em defesa da folha de coca e culminou na formação do Estado Plurinacional
Sobre o periódico, indexação, editores, nota editorial, nota de capa e índice Vol. 24 (1), janeiro-junho de 2026
Acerca de esta Revista
Indizaciones y Directorios
Editores
Nota editorial
Nota de Tapa por Mario Emanuel Larreburo
“Mapa del Territorio del Chubut” de Llwyd ap Iwan, 1888
El “Mapa del Territorio del Chubut”, elaborado por Llwyd ap Iwan en 1888, se encuentra en el Museo Histórico Regional de Gaiman, provincia del Chubut. Puntualmente, el ejemplar que utilizamos para este análisis -priorizando la calidad de la imagen-, consiste en un poster donado por The National Archives del Reino Unido.
IndiceAbout This Journal
Indexing and Directories
Editors Editorial
Note cover story by Mario Emanuel Larreburo
"Map of the Territory of Chubut" by Llwyd ap Iwan, 1888
The “Map of the Territory of Chubut”, drawn up by Llwyd ap Iwan in 1888, is housed in the Regional Historical Museum of Gaiman, Chubut Province. Specifically, the copy we used for this analysis -prioritizing image quality- is a poster donated by The National Archives of the United Kingdom.
Table de ContentsSobre esta revista
Indexação e diretórios
Editores
Nota editorial
Nota de capa por Mario Emanuel Larreburo
"Mapa do Território de Chubut" por Llwyd ap Iwan, 1888
O “Mapa do Território de Chubut”, elaborado por Llwyd ap Iwan em 1888, encontra-se no Museu Histórico Regional de Gaiman, na Província de Chubut. Especificamente, o exemplar que utilizamos para esta análise -priorizando a qualidade da imagem- é um pôster doado pelos Arquivos Nacionais do Reino Unido.
Sumário
Mudanças na propriedade de terras de uma família nobre da Nova Espanha: os Villanuevas, ao longo de sua história, séculos XVII a XIX
Entre la segunda mitad del siglo XVI y el siglo XIX, la tenencia de la tierra en el valle de Toluca experimentó profundas transformaciones. Algunas propiedades particulares situadas en la margen derecha del río Chignahuapan, que abarcaban extensas superficies agrícolas y ganaderas, dejaron de pertenecer a sus dueños originales y pasaron a manos de nuevas familias y corporaciones religiosas. Estos actores emergieron como parte de una élite terrateniente que redefinió el control y la administración de los recursos territoriales en la región. En este contexto, el presente análisis se centra en la trayectoria de la familia Villanueva, cuya riqueza y prestigio estuvieron íntimamente ligados a la institución del Mayorazgo. Este mecanismo jurídico no sólo permitió la concentración y preservación de las propiedades familiares, sino que también configuró un modelo de tenencia que favoreció la continuidad de linajes y el afianzamiento del poder económico. Sin embargo, la fragmentación progresiva de dichas propiedades —derivada de ventas, herencias, conflictos y disputas legales— abrió paso a nuevos procesos de apropiación y redistribución territorial.Between the second half of the sixteenth century and the nineteenth century, land tenure in the Toluca Valley underwent profound transformations. Some private properties located on the right bank of the Chignahuapan River, which covered extensive agricultural and livestock areas, ceased to belong to their original owners and passed into the hands of new families and religious corporations. These actors emerged as part of a landowning elite that redefined the control and administration of territorial resources in the region. In this context, this analysis focuses on the trajectory of the Villanueva family, whose wealth and prestige were closely linked to the institution of the Mayorazgo (Entailed Estate). This legal mechanism not only allowed for the concentration and preservation of family properties, but also shaped a land tenure model that favored the continuity of lineage and the consolidation of economic power. However, the progressive fragmentation of these properties—derived from sales, inheritances, conflicts, and legal disputes—opened the way to new processes of territorial appropriation and redistribution.Entre a segunda metade do século XVI e o século XIX, a posse da terra no Vale de Toluca passou por profundas transformações. Algumas propriedades privadas localizadas na margem direita do rio Chignahuapan, que cobriam extensas áreas agrícolas e pecuárias, deixaram de pertencer a seus proprietários originais e passaram para as mãos de novas famílias e corporações religiosas. Esses atores emergiram como parte de uma elite latifundiária que redefiniu o controle e a administração dos recursos territoriais na região. Nesse contexto, a análise aqui apresentada se concentra na trajetória da família Villanueva, cuja riqueza e prestígio estavam intimamente ligados à instituição do Mayorazgo (propriedade tributável). Esse mecanismo legal não apenas permitiu a concentração e a preservação das propriedades familiares, como também moldou um modelo de posse da terra que favoreceu a continuidade das linhagens e a consolidação do poder econômico. No entanto, a fragmentação progressiva dessas propriedades —derivada de vendas, heranças, conflitos e disputas judiciais— abriu caminho para novos processos de apropriação e redistribuição territorial
Trajectories of a “confederation”.Spatiality and social profile of a multiethnic alliance in the late eighteenth century on the eastern frontier of Jujuy
En el presente artículo deseamos compartir dos caminos que recorrimos cuando nos propusimos investigar sobre una alianza multiétnica constituida en la jurisdicción de Jujuy en 1781. Utilizando como fuente principal el juicio que definió que se trataba de una traición en sintonía con las sublevaciones andinas, por una parte, delimitamos y significamos el espacio en el que se condensaron las acciones promovidas desde la coalición. Por otra parte, y teniendo en cuenta los resultados de esta operación, trazamos el perfil social de sus integrantes. Para ello, recuperamos y cruzamos información de los testigos y de otros sujetos o grupos que fueron implicados en las declaraciones. Algunos de ellos se encontraban prófugos, otros habían muerto en diferentes enfrentamientos y un sector importante no fue interrogado, tal es el caso de parcialidades indígenas del Chaco. Estos análisis nos permitieron dilucidar que la alianza nucleó a una parte de la sociedad que comenzó a relacionarse a mediados del siglo XVIII en la frontera oriental de Jujuy y que en 1781 confió en las posibilidades de éxito que tendría actuar de forma conjunta para cambiar las condiciones sociales imperantes.No presente artigo, desejamos compartilhar dois caminhos que percorremos quando nos propusemos investigar uma aliança multiétnica constituída na jurisdição de Jujuy em 1781. Utilizando como fonte principal o julgamento que definiu aquela aliança como uma traição em sintonia com as sublevações andinas, por um lado delimitamos e significamos o espaço no qual se condensaram as ações promovidas pela coalizão. Por outro lado, e levando em conta os resultados dessa operação, traçamos o perfil social de seus integrantes. Para isso, recuperamos e cruzamos informações das testemunhas e de outros sujeitos ou grupos que foram implicados nos depoimentos. Alguns deles encontravam-se foragidos, outros haviam morrido em diferentes confrontos e um conjunto importante não foi interrogado, como é o caso de grupos indígenas do Chaco. Essas análises nos permitiram elucidar que a aliança reuniu uma parte da sociedade que começou a estabelecer relações em meados do século XVIII na fronteira oriental de Jujuy e que, em 1781, confiou nas possibilidades de êxito que teria ao atuar de forma conjunta para transformar as condições sociais vigentes.In this article we aim to present the two paths we followed when setting out to investigate a multiethnic alliance formed in the jurisdiction of Jujuy in 1781. Using as our principal source the legal proceedings that defined the case as an act of betrayal aligned with the Andean rebellions, we first delineate and interpret the space in which the actions promoted by the coalition were concentrated. Secondly, and in light of the results of this operation, we outline the social profile of its members. To do so, we recover and cross-reference information from witnesses, as well as from other individuals or groups mentioned in their statements. Some of them were fugitives, others had died in different confrontations, and a significant segment was never interrogated, such as indigenous groups from the Chaco region. These analyses enabled us to observe that the alliance brought together groups within society that had begun to interact in the mid-eighteenth century along Jujuy’s eastern frontier, and that in 1781, placed their trust in the possibilities of jointly acting to transform the prevailing social conditions
Mulheres indígenas na intersecção entre migração e marginalização
Indigenous migrant women bear layers of oppression leading to their dispossession and invisibility. Positioned at the intersection of systemic inequality, patriarchal dominance, and gender-based violence, they face compounded marginalization. This article foregrounds the everyday realities of indigenous migrant women across South Asia and Latin America, drawing on case studies and narratives from India, Bangladesh, Guatemala, Mexico, and Honduras. Engaging with social contract theory and intersectional feminist frameworks, it questions how indigenous migrant women are often relegated to the peripheries. While mainstream discourses on indigeneity usually emphasize cultural erasure, they lag in addressing the violence and vulnerability of migrant indigenous women. Combining literature review, policy reports, case studies, and narratives documented by earlier ethnographers, this paper focuses on how indigenous migrant women are subjected to racialized sexism, labor exploitation, and cultural alienation. This qualitative methodological approach helps expose the epistemic violence embedded in dominant feminist and migration discourses that exclude indigenous perspectives. As a site of critical resistance, this paper encourages an understanding of indigenous feminism, which reclaims the voices of indigenous migrant women while challenging both settler-colonial structures and internal patriarchies. It advances feminist discourse that reflects plural epistemologies. In doing so, this article repositions indigenous migrant women as key agents of resistance within the broader struggle for recognition, justice, and self-determination. Through this study, we argue that an inclusive legal framework and culturally sensitive migration policies offer potential solutions.Las mujeres indígenas migrantes cargan capas de opresión causantes de despojo e invisibilidad. Ubicadas en un intersticio entre la desigualdad, el dominio patriarcal, y la violencia de género, ellas enfrentan una marginalización compleja. Este artículo destaca las realidades cotidianas de mujeres migrantes en el Sur de Asia y en América Latina, particularmente abordando el estudio de casos y narrativas de India, Bangladesh, Guatemala, México y Honduras. A partir de la teoría del contrato social y marcos feministas interseccionales, esta investigación indaga sobre cómo las mujeres indígenas migrantes son relegadas a las periferias. Mientras los discursos canónicos sobre la indigeneidad usualmente destacan la invisibilización cultural, estos dejan de lado la violencia y vulnerabilidad de las mujeres indígenas migrantes. Considerando bibliografía, informes policiales, estudios de caso, y narrativas documentadas por etnógrafos anteriores, esta investigación se centra en cómo las mujeres indígenas migrantes son sometidas a sexismo racial, explotación laboral y alienación cultural. El abordaje con metodología cualitativa permite exponer la violencia epistémica arraigada en discursos dominantes sobre feminismo y migración que excluyen las perspectivas indígenas. Como sitio de resistencia crítica, este artículo alienta el entendimiento del feminismo indígena, el cual reclama las voces de las mujeres indígenas migrantes al mismo tiempo que desafía tanto las estructuras coloniales como los patriarcados internos. Asimismo, promueve el discurso feminista que da cuenta de epistemologías plurales. De este modo, este texto reposiciona a las mujeres indígenas migrantes como agentes de resistencia clave en una lucha más amplia por el reconocimiento, la justicia y la autodeterminación. En esta investigación, argumentamos que un marco legal inclusivo y políticas de migración culturalmente sensible ofrecen soluciones potenciales.Mulheres indígenas migrantes enfrentam camadas de opressão que resultam em sua desapropriação e invisibilidade. Situadas na interseção entre desigualdade sistêmica, dominação patriarcal e violência de gênero, elas sofrem camadas sobrepostas de marginalização. Este artigo destaca as realidades cotidianas de mulheres indígenas migrantes no Sul da Ásia e na América Latina, com base em estudos de caso e narrativas provenientes da Índia e de Bangladesh, Guatemala, México e Honduras. A partir do diálogo com a teoria do contrato social e com os referenciais do feminismo interseccional, o artigo examina como as mulheres indígenas migrantes são frequentemente relegadas às periferias. Enquanto os discursos predominantes sobre a questão indígena tendem a enfatizar a erosão cultural, raramente abordam de forma adequada a violência e a vulnerabilidade enfrentadas por essas mulheres em situação de migração. Combinando revisão bibliográfica, relatórios de políticas públicas, estudos de caso e narrativas documentadas por etnógrafos anteriores, o artigo analisa como as mulheres indígenas migrantes são submetidas ao sexismo racializado, à exploração do trabalho e à alienação cultural. Essa abordagem metodológica qualitativa permite evidenciar a violência epistêmica presente nos discursos feministas e migratórios dominantes, que costumam excluir perspectivas indígenas. Como espaço de resistência crítica, o artigo propõe uma compreensão do feminismo indígena que recupera as vozes das mulheres indígenas migrantes, desafiando simultaneamente as estruturas coloniais e os patriarcados internos. Assim, o texto contribui para o avanço de um discurso feminista que reflita epistemologias plurais e reposiciona as mulheres indígenas migrantes como agentes centrais de resistência na luta mais ampla por reconhecimento, justiça e autodeterminação. Ao fim, argumentamos que um marco jurídico inclusivo e políticas migratórias culturalmente sensíveis podem oferecer caminhos promissores de transformação