Portal de Periódicos Eletrônicos da UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia)
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    1396 research outputs found

    Assessment of irrigation water potential and water requirements of selected crops in the Wabe-Shebelle River Basin, Ethiopia

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    Knowing water resources for irrigation available and water requirements of selected crop are important for planning irrigation. From a number of uncertainties, the watershed constrained that stream flows in the watershed have not been identified and matched with the water requirements of some crops commonly grown in the watershed. So, the study was initiated with the objective of evaluating irrigation water potential and water requirements of selected crops under the Wabe Shebelle River Basin conditions, Ethiopia. Estimation of irrigation water requirement and surface water resources of river catchments were the steps followed to assess the irrigation potential of the study area. In these identified irrigable areas, three crops such as maize, sorghum and potato were selected and their gross irrigation demands were calculated using nearby meteorology stations. The discharges at un-gauged sites were estimated from gauged sites by applying runoff coefficient method and results were obtained on a monthly basis. The irrigation requirements of the identified command area vary according to nearby meteorology stations and type of crops selected. By comparing gross irrigation demand of irrigable land with available flow in rivers, a gross irrigation demand of potentially irrigable land of 58,995.15 ha are not fulfill with the present flow. It was concluded that, the total annual irrigation water potential/annual available flow above abstraction site is 335.7 m3 s-1 or 2.9 hm3

    Resgate Virtual: Robótica em ambiente simulado

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    Em meio à pandemia do COVID-19, eventos tiveram de ser cancelados ou modificados, muitos deles, para se adequar à nova situação, migraram para ambientes simulados, e os que já estavam neste formato receberam maior destaque. Com base nisso, este projeto foi desenvolvido, de forma a encontrar, no meio virtual, alguma plataforma em que fosse possível desenvolver competições de robótica e realizar estudos para elaborar um curso para ensino de robótica de modo remoto para jovens e adolescentes da Região do Recôncavo da Bahia. Após algumas pesquisas, o simulador sBotics foi adotado: a plataforma de competição simula a modalidade resgate utilizada na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) desde 2018. Para a realização do curso foram ofertadas 25 vagas para ensino médio e técnico e a partir do cronograma elaborado pelo professor orientador, foram seguidas etapas para que a execução do projeto pudesse ocorrer. As aulas, que se dividiam em síncronas e assíncronas, foram ensinados alguns fundamentos da robótica, programação e como utilizar a plataforma e contavam com auxílio do Google Classroom. Espera-se que os estudantes participantes do curso se animem em competir da Olimpíada Brasileira de Robótica no ano seguinte, também espera-se realizar a oferta de novas turmas no futuro

    Intervenção em crise: estratégias para o profissional de saúde/médico de família e comunidade no manejo da ansiedade dos usuários do serviço

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    O Brasil é reconhecido pela Organização Mundial da Saúde - OMS (WHO, 2017) como o país com maior número de pessoas ansiosas em todo o mundo (9,3% da população). Com a crise provocada pela pandemia de COVID-19, é esperado o aumento do número de pessoas referindo maiores níveis de ansiedade e agravamento de sintomas de transtornos previamente diagnosticados. Dentre muitos prejuízos, pessoas com ansiedade elevada podem ter a percepção alterada sobre seu estado de saúde, apresentar sintomas físicos, como dispneia (falta de ar), e buscar atendimento nas unidades de saúde por suspeita de infecção pela COVID-19, colocando em risco a si mesmas e suas famílias. Com o objetivo de contribuir para que profissionais de saúde possam interagir de forma mais funcional com pessoas ansiosas, apresentamos um breve comentário sobre os principais quadros clínicos, um quadro síntese com as principais características dos quadros clínicos e algumas sugestões para atendimento de usuários em crise

    “Eles já iam morrer mesmo, são velhos!”: ageísmo e pandemia da Covid-19

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    No enfrentamento da pandemia da Covid-19, instituições e organizações de saúde nacionais e internacionais colocaram em evidência o alerta de que as pessoas idosas têm um maior risco de morte e de gravidade na manifestação dos sintomas e que, portanto, constituem um grupo de risco. Essa evidência mobilizou pesquisadores do mundo todo, resultando em diversos coletivos de enfrentamento da pandemia voltados às questões deste grupo etário. O Consórcio Científico Corona-Older tem questionado a Organização Mundial de Saúde (OMS) e os Estados membros que a compõem pela carência de orientações mais diretivas, em especial na atenção primária e no campo da saúde mental, e de uma difusão mais rápida dessas informações. O Centro Internacional de Longevidade Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Associação Brasileira de Saúde Coletiva emitiram cartas abertas ou notas pela saúde do(a) idoso(a)

    A pandemia do novo coronavírus: desigualdades sociais, saúde mental e a produção de novas subjetividades

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    A pandemia do novo Coronavírus é uma das crises de saúde pública mais severa em décadas, surgindo em um período de grande influência neoliberal, no qual o capitalismo tem se intensificado. Nesse contexto, dentro dessa lógica capitalista, a vida da maioria das pessoas está estruturada com rotinas de muito trabalho e uso de diversas tecnologias, tendo como produto desse sistema inúmeras crises políticas e aumento das desigualdades socioeconômicas. Entretanto, mesmo havendo um potente avanço tecnológico nos últimos anos, ainda não foi possível criar uma vacina ou medicamento em tempo recorde com a capacidade de frear essa pandemia. Sendo que, os países mais pobres são os que menos tem recursos para aquisição de materiais de higiene, maiores dificuldades para manter o distanciamento social e possuem grandes impasses para oferecer à população acesso aos serviços de saúd

    Enfermagem e profissionalização: reflexões e recomendações para segurança do paciente em tempos de COVID-19

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    Os processos que envolvem a curricularização de aspectos relacionados a culturade segurança do paciente na formação profissional da enfermagem são indispensáveispara que haja prestação de um cuidado seguro e eficaz.Destaca-se o desenvolvimento do guia multiprofissional para organizaçãocurricular proposto pela World Health Organization (WHO, 2011) como norte asinstituições de ensino, uma vez que alerta sobre a importância do tema na formaçãoacadêmica na área da saúde, em especial, no atual cenário da pandemia do COVID-19(Organização Mundial da Saúde, 2020).Diante do exposto, provocamos um movimento de reflexão sobre as ações eexperiências desenvolvidas no componente Estágio Curricular Supervisionado II (ECII)do curso de enfermagem da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).Historicamente a enfermagem é uma profissão que se ocupa, desde a suainstitucionalização, através da sua precursora Florence Nightingale, com situações decuidado que envolvem a segurança do paciente. A implementação de medidashigiênicas e de gerenciamento nos hospitais durante a guerra da Crimeia,implementadas por Florence, foram determinantes para a redução da taxa demortalidade dos soldados feridos

    O coronavírus e a população negra da periferia de Salvador

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    O objetivo desse texto é abordar a periferia, esse lugar marcado no Brasil, porquestões ligadas a pouca valia ou nenhuma preocupação por parte do Estado, por queessa zona abriga a parcela menos solvável da população. No Covid-19 estacircunstância é exponencialmente elevada.Para pensarmos sobre o espaço geográfico da periferia refletimos sobre aspectosda vida e da saúde: há muito tempo, cerca de 8 a 10 anos, quando tínhamos algumproblema de saúde e íamos ao médico o diagnóstico sempre girava em torno de umaresposta: Virose! Esse era o resultado de sempre, dito pelos profissionais de saúde.Esse período da covid-19 e do Coronavírus, fez lembrar dessa problemática euma pergunta surge, será que esse vírus já não existia? Esse super vírus! Uma produçãoque girava em torno de um conjunto de vírus, será? Pergunta importante para quepossamos compreender o atual momento e a complexidade dos impactos nessa epidemiae em um curto período de tempo se expandiu para uma pandemia

    Ancestralidade em tempos de pandemia: valorização da vida dos povos indígenas e povo preto frente à COVID-19

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    Em uma colheita aquilo que plantamos e cuidamos sem a interferência demodificadores sintéticos (agrotóxicos), nos coloca de frente a percepção do tempo. Cadaalimento seu ritmo, e cada ritmo uma musicalidade que nos lembra de vozes que ecoamanterior a nós com ensinamentos de quais os nutrientes precisamos para nos recriarmos.Estamos escutando esses ritmos e essas vozes? Assim vamos nos modificando.Se resgatarmos nossas histórias ancestrais, a recriação ocorre fluída apesar de não serlinear, transformamos o espaço com história, que pode transformar os de agora emancestrais. Esse caminho é constante com os seres de Povos Indígenas e Povo Preto, edevemos estar atentos para receber as mensagens que vem da natureza para ser possíveldarmos continuidade ao caminho da ancestralidade

    População preta em contexto pandêmico: das análises econômicas aos seus efeitos psicossociais

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    Esta escrita é uma tentativa de diálogo com uma população que tem vivenciadodias tristes e de suplícios. Estamos em maio de 2020 e a velocidade das informações nosconsome. Estamos nos primeiros 5 dias do quinto mês do ano e o Estado, a políticabrasileira, alcançou sua meta de 600 mortes diárias. 600 histórias e interrupções. O anode 2020 vem sendo marcado, a nível mundial, por uma doença expressivamentedesconhecida e incontrolável até os dias atuais. A Covid-19 é uma doença respiratóriagrave com origem viral, que possui extremo contágio e recentemente descoberta. Emmarço do presente ano a Organização Mundial de Saúde (OMS) retrata o momento queestamos vivendo como excepcional no setor e define como uma crise pandêmica.A ciência brasileira, violentamente prejudicada por sua subvalorização,sobretudo nos últimos anos, vem tentando atuar com o mínimo. Os dias estão difíceis ea asfixia se faz cotidianamente presente. A produção vital, especificamente no Brasil,tem sido enterrada. Lideranças comunitárias, cientistas, profissionais da saúde e artistas,por exemplo, têm relatado ao país o esgotamento e cansaço emocional pela produção deconhecimento e pela vida em si. O vírus torna-se mais suscetível ao atingir determinadapopulação em territórios, sob condições e hábitos específicos. Hoje nós sabemos quealgumas doenças são mais passíveis de ocorrer em determinados perfis e em específicossegmentos populacionais. O racismo hoje é reconhecido como expressivo fator deadoecimento para a população preta, em especial. Historicamente a população preta éidentificada como segmento ocupante dos piores índices sociais no país. Ou seja, nessecontexto pandêmico, as populações mais vulneráveis estão sofrendo de modomassacrante

    Desontologização do sujeito generificado e a metafísica da substância: diálogos de Butler com Nietzsche

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    The article discusses how Judith Butler's theory of gender, mainly based on what the author called metaphysics of substance, operates a desontologization of sex-gender experiences. For this, it exposes how Butler operates the desontologization of the gendered subject, through her feminist critique of the idea of ​​subject conceived from the mark of sexual difference. Later, it dedicates to what Butler called the “metaphysics of substance”, seen as what sustains, within the framework of the binary sex-gender system, the idea of ​​natural difference of bodies, a moment in which the author resorts to the genealogy of morals developed by Nietzsche to justify her genealogy of gender and bodies, seeing these as inseparable, which is why she concludes that, in the manner of gender, the production of bodies occurs in a performative way through contextualized recitations that establish the boundaries of human intelligibility and that, therefore, it is subject to transformation.O artigo discute como a teoria de gênero de Judith Butler, principalmente a partir do que a autora denominou de metafísica da substância, opera uma desontologização das experiências de sexo-gênero. Para isso, expõe-se como Butler opera a desontologização do sujeito generificado, através de sua crítica feminista acerca da ideia de sujeito concebida a partir do marco da diferença sexual. Posteriormente, dedica-se ao que Butler denominou de “metafísica da substância”, vista como o que sustenta, no marco do sistema de sexo-gênero binário, a ideia de diferença natural dos corpos, momento no qual a autora recorre à genealogia da moral realizada por Nietzsche para justificar sua genealogia do gênero e dos corpos, vislumbrando esses como indissociáveis, razão pela qual conclui que, à maneira do gênero, a produção dos corpos ocorre de forma performativa através de recitações contextualizadas que estabelecem os marcos de inteligibilidade humana, os quais são, por isso, passíveis de transformação

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