Teknokultura. Revista de Cultura Digital y Movimientos Sociales (Universidad Complutense de Madrid)
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    Migração circular e Internet: O uso de rede sociais no contexto sócio-cultural de residentes mexicanos Em Barcelona

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    This work focuses on the study of the circular migration between America and Europe, particularly in the discussion about knowledge transfer and the way that social networks reconfigure the form of information distribution among people, that due to labor and academic issues have left their own country. The main purpose of this work is to study the impact of social media use in migration flows between Mexico and Spain, more specifically the use by Mexican migrants who have moved for  multiple years principally for educational purposes and then have returned to their respective locations in Mexico seeking to integrate themselves into the labor market. Our data collection concentrated exclusively on a group created on Facebook by Mexicans who mostly reside in Barcelona, Spain or wish to travel to the city for economic, educational or tourist reasons.  The results of this research show that while social networks are spaces for exchange and integration, there is a clear tendency by this group to "narrow lines" and to look back to their homeland, slowing the process of opening socially in their new context.Este trabajo se posiciona en el estudio del fenómeno de la migración circular entre América y Europa, de manera particular en la discusión sobre la transferencia de saberes y la forma en cómo las redes sociales reconfiguran la manera en que se distribuye la información entre personas, que debido a cuestiones laborales y académicas, han tenido que dejar su país de origen. El propósito principal de trabajo es adentrase en el estudio del impacto del uso de redes sociales en el fenómeno migratorio circular entre México y España, más en concreto en los migrantes mexicanos que se han trasladado, a la que se conoce coloquialmente como la “Madre Patria”, con fines educativos principalmente para posteriormente regresar a sus respectivas localidades en México y buscar integrase al mercado laboral. La recolección de datos se focalizó en el seguimiento de la actividad de los miembros de un grupo cerrado creado en Facebook por mexicanos que en su mayoría radican en Barcelona España o bien desean viajar a esa ciudad con motivos económicos, educativos o turísticos principalmente. Los resultados del trabajo de observación demuestran que si bien las redes sociales son espacios de intercambio e integración, hay una clara tendencia a "estrechar líneas" y mirar hacia atrás, hacia el país de origen ralentizando el proceso de apertura en el nuevo contexto. O trabalho se posiciona no estudo do fenômeno da migração circular entre América e Europa, de maneira particular na discussão sobre a transferência de saberes e a forma como as redes sociais reconfiguram a maneira em que se distribui a informação entre pessoas, que devido a questões laborais e acadêmicas, tiveram que deixar seu país de origem. O objetivo principal do trabalho é adentrar no estudo do impacto do uso de redes sociais no fenômeno circular entre o México e a Espanha, mais especificamente nos imigrantes mexicanos que se mudaram, ao que se conhece coloquialmente como a “Pátria Mãe”, com fins educativos principalmente para posteriormente voltar a suas respectivas localidades no México e buscar integrar-se ao mercado de trabalho. A coleta de dados focou no seguimento da atividade dos membros de um grupo fechado criado no Facebook por mexicanos que em sua maioria vivem em Barcelona Espanha ou desejam viajar a essa cidade por motivos econômicos, educativos ou turísticos principalmente. Os resultados do trabalho de observação demonstram que enquanto as redes sociais são espaços para troca e integração, há uma clara tendência a “estreitar linhas” e olhar para trás, ao país de origem desacelerando o processo de abertura no novo contexto

    Internet como oportunidade e desafio nos movimentos sociais contemporâneos

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    This paper explores the relationship between the rise of “new” social movements (15-M and Occupy) and the Internet. The new social media gives rise to new kinds of social movements  which embed this technology from the moment of conception. The future of social movements will be characterised by movinets, which will have the effect of developing new efficient ways of activism. The movinets, with their embedded technology and capacity to circulate ideas among different spheres of reality, have a potential to alter the dynamics of social mobilisation.Este artículo explora la relación entre el surgimiento de “nuevos” movimientos sociales (el 15M y Occupy) e Internet. Los nuevos medios sociales permiten a estos movimientos sociales desplegar una presencia significativa tanto en espacios cibernéticos como físicos. Su futuro estará caracterizado por movinets en tanto formas de activismo más eficiente. Su mayor capacidad de hacer circular ideas y propuestas alterará inevitablemente las dinámicas de la movilización social.Este artigo explora a relação entre o surgimento de “novos” novos movimentos sociais (o “15M” e o “Occupy”) e a Internet. A Internet gera um novo tipo de movimento social que incorporou a tecnologia desde o seu surgimento. Esta característica permite que os movimentos tenham uma presença significativa em espaços tanto cibernéticos, quanto físicos. O futuro dos movimentos sociais será caracterizado por “movinets”, que têm a capacidade de desenvolver novas formas de ativismo mais eficientes. Os “movinets”, com sua capacidade de fazer circular ideias e propostas mediante diferentes esferas da realidade, detêm um notável potencial para alterar as dinâmicas de mobilização social

    De Marx e “makers”: uma perspectiva histórica sobre a justiça generativa

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    In Marxist frameworks “distributive justice” depends on extracting value through a centralized state. Many new social movements—peer to peer economy, maker activism, community agriculture, queer ecology, etc.—take the opposite approach, keeping value in its unalienated form and allowing it to freely circulate from the bottom up. Unlike Marxism, there is no general theory for bottom-up, unalienated value circulation. This paper examines the concept of “generative justice” through an historical contrast between Marx’s writings and the indigenous cultures that he drew upon. Marx erroneously concluded that while indigenous cultures had unalienated forms of production, only centralized value extraction could allow the productivity needed for a high quality of life. To the contrary, indigenous cultures now provide a robust model for the “gift economy” that underpins open source technological production, agroecology, and restorative approaches to civil rights. Expanding Marx’s concept of unalienated labor value to include unalienated ecological (nonhuman) value, as well as the domain of freedom in speech, sexual orientation, spirituality and other forms of “expressive” value, we arrive at an historically informed perspective for generative justice. En términos marxistas, la "justicia distributiva" depende de la extracción de valor a través de un estado centralizado. Muchos de los nuevos movimientos sociales centrados en la economía peer to peer, el activismo fabricante, la agricultura comunitaria, ecología queer, etc., toman el camino contrario: mantener el valor en su forma alienada permitiendo que circule libremente desde abajo hacia arriba. A diferencia del marxismo, no existe una teoría general de abajo hacia arriba sobre la circulación del valor no alienado. Este artículo examina el concepto de "justicia generativa" a través de un contraste histórico entre los escritos de Marx y las culturas indígenas en que se basó. Marx llegó a la conclusión errónea de que, mientras que las culturas indígenas tenían formas enajenadas de producción, sólo el valor de la extracción centralizada podría permitir la productividad necesaria para una alta calidad de vida. Sin embargo, las culturas indígenas ahora proporcionan un modelo sólido para la "economía del don" que sustenta la producción tecnológica de código abierto, la agroecología y las aproximaciones de restitución de los derechos civiles. Ampliando el concepto del valor del trabajo no alienado de Marx para incluir el valor no alienado ecológico (no humano), así como el dominio de la libertad de expresión, la orientación sexual, la espiritualidad y otras formas de valor "expresiva", llegamos a una definición de la justicia generativa.For the English abstract, please select "English" in the language settings on the right column. Em termos marxistas, uma “justiça distributiva” pressuporia extrair valor através de um estado centralizado. Muitos dos novos movimentos sociais (economia peer-to-peer, ativismo fabricante, agricultura comunitária, ecologia queer, etc.) tomam um caminho inverso: mantêm o valor em sua forma não alienada, permitindo que circule livremente de “baixo” para “cima”. Diferente do Marxismo, não existe uma teoria geral para a circulação de valor inalienado de baixo para cima. Este artigo examina o conceito de “justiça generativa” através de um contraste histórico entre os escritos de Marx e as culturas indígenas a que ele recorreu. Marx concluiu erroneamente que, enquanto as culturas indígenas tivessem formas não alienadas de produção, somente a extração de valor centralizada poderia permitir a produtividade necessária para uma alta qualidade de vida. Ao contrário, culturas indígenas agora  fornecem um modelo robusto para a “economia do dom”, que sustenta modalidades como a produção tecnológica de código aberto, a agroecologia e as abordagens restauradoras de direitos civis. Expandindo o conceito marxista de “valor do trabalho alienado” (para incluir o valor ecológico inalienado não-humano, bem como o domínio da liberdade de expressão, orientação sexual, espiritualidade e outras formas de valor “expressivas”), chegamos a uma perspectiva historicamente informada para uma justiça generativa

    Resenha do livro: Patologias da realidade virtual: cibercultura e ficção científica

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    Reseña: López-Pellisa, T. (2015) Patologías de la realidad virtual. Cibercultra y ciencia ficción. Madrid/México D. F.: Fondo de Cultura Económica. ISBN: 9788437507316, 279 pgs.Reseña/Review (López-Pellisa, T., "Patologías de la realidad virtual. Cibercultra y ciencia ficción", Madrid/México D. F.: Fondo de Cultura Económica. ISBN: 9788437507316, 279 pgs., 2015)Resenha do livro: López-Pellisa, T. (2015) Patologías de la realidad virtual. Cibercultra y ciencia ficción. Madrid/México D. F.: Fondo de Cultura Económica. ISBN: 9788437507316, 279 pgs

    Uso comunitário de pequenos veículos aéreos não tripulados (“drones”) em conflitos ambientais: um fator de inovação desestabilizador?

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    En Latinoamérica, los territorios indígenas y campesinos enfrentan graves problemas que generan numerosos conflictos ambientales. En estos territorios, con frecuencia las comunidades padecen situaciones graves de pobreza y exclusión social, carecen de los medios necesarios para hacer frente al deterioro ambiental causado por empresas y otros actores, y no cuentan con el estado para solucionar sus problemas. Por ello, diseñar e implementar participativamente programas de mapeo y monitoreo territorial en estas comunidades, puede resultar muy útil para generar evidencias de los impactos causados y, así, enfrentar un conflicto ambiental con mayores garantías de éxito. En estos casos, pensamos que la utilización comunitaria de vehículos aéreos no tripulados (drones), puede resultar en una innovación social con potencial para desequilibrar la balanza de fuerzas a favor de una comunidad. No obstante, creemos que este desequilibrio también puede darse en sentido inverso, es decir, en contra de la comunidad, dependiendo de diversos factores internos y externos. Con el objetivo de dilucidar el potencial de la herramienta en una situación de conflicto ambiental, en este estudio describimos dos experiencias en México en las que capacitamos a una comunidad indígena en situación de conflicto ambiental en el uso de un dron. Extraemos de ellas varios aspectos para la reflexión e identificamos algunos retos y oportunidades que consideramos de particular relevancia con respecto al objetivo planteado.Na América Latina, os territórios indígenas e camponeses enfrentam graves problemas que geram muitos conflitos ambientais. Nestes territórios, as comunidades sofrem frequentemente graves situações de pobreza e exclusão social, não dispõem dos meios necessários para enfrentar os danos ambientais causados ​​pelas empresas e outros atores, e ainda não contam com o Estado para resolver seus problemas. Portanto, projetar e implementar, de modo participativo, programas de mapeamento e monitoramento territorial nessas comunidades pode ser muito útil para gerar evidências dos impactos causados e, assim, enfrentar um conflito ambiental com maiores chances de sucesso. Nestes casos, pensamos que o uso comunitário de veículos aéreos não tripulados (os “drones”), pode resultar em inovação social com potencial para desequilibrar a balança de forças a favor da comunidade. No entanto, este desequilíbrio também pode ocorrer no sentido contrário; ou seja, a depender de vários fatores internos e externos, a comunidade pode ser desfavorecida. A fim de elucidar o potencial da ferramenta em uma situação de conflito ambiental, neste estudo descrevemos duas experiências no México, nas quais capacitamos ao uso de drone uma comunidade indígena em situação de conflito ambiental. Extraímos delas vários aspectos para reflexão, e identificamos alguns desafios e oportunidades que nos parecem de particular relevância para os objetivos colocados

    Resenha do livro: O grande excesso cultural

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    Reseña/Review (Brossat, Alain, "El gran hartazgo cultural". Madrid: Ediciones Dado. ISBN: 9788494507205, 186 pgs., 2016)Resenha do livro: Brossat, Alain (2016). O grande excesso cultural. Madrid: Ediciones Dado. ISBN: 9788494507205, 186 pgs

    Teoria como Noir: um artigo acadêmico em versão “cartoon”

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    Expanding on the growing movement to take academic and other erudite subjugated knowledges and distill them into some graphic form, this “cartoon” is a recounting of the author’s 2014 article,  “Big Data, Actionable Information, Scientific Knowledge and the Goal of Control,” Teknokultura, Vol. 11/no. 3, pp. 529-54.  It is an analysis of the idea of Big Data and an argument that its power relies on its instrumentalist specificity and not its extent. Mind control research in general and optogenetics in particular are the case study. Noir seems an appropriate aesthetic for this analysis, so direct quotes from the article are illustrated by publically available screen shots from iconic and unknown films of the 20th century. The only addition to the original article is a framing insight from the admirable activist network CrimethInc. Se expande el creciente movimiento de tomar los saberes académicos y otros conocimientos subyugados eruditos y estilarlos en un formato gráfico. Este comic es un recuento del artículo del autor, titulado “Big Data, Actionable Information, Scientific Knowledge and the Goal of Control,” Teknokultura, Vol. 11/no. 3, pp. 529-54. Se trata de un análisis de la idea del Big Data y el argumento de que su poder radica en su especificidad instrumentalista y no en su alcance. La investigación de control mental en general y la optogenética, en particular, son uno de estos casos. Noir parece ser una estética apropiada para este análisis. Citas directas del artículo se ilustran a través de capturas de pantallas procedentes de películas emblemáticas y desconocidas del siglo XX. La única adición al artículo original es un encuadre desde el admirable netactivista, CrimethInc.For the English abstract, please select "English" in the language settings on the right column. Ampliando o movimento crescente de tomar os saberes acadêmicos (e demais formas de conhecimento erudito subjugado) e destilar deles alguma expressão gráfica, este “cartum” reconta um artigo do mesmo autor – “Big Data, actionable information, scientific knowledge and the goal of control” (Teknokultura, v. 11, n. 3, p. 529-554, 2014). Trata-se de uma análise da ideia de “Big Data”, argumentando-se que seu poder dependeria da especificidade instrumentista; não do alcance. O estudo de caso compreende, em escala geral, pesquisa sobre controle mental, e, em particular, a optogenética. O Noir parece uma estética adequada para esta análise; logo, citações diretas do referido artigo são ilustradas por imagens disponíveis ao público, capturadas de filmes emblemáticos (apesar de não tão conhecidos) do século XX. A única adição ao artigo original é uma visão de enquadramento a partir da admirável rede ativista “CrimethInc”

    Métricas anti-autoritarias: recursividade como uma estrategia para o pós-capitalismo

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    This essay proposes that those seeking to build counter-power institutions and communities learn to think in terms of what I call “recursivity.” Recursivity is an anti-authoritarian metric that helps bring about a sensitivity to feedback loops at multiple levels of organization. I begin by describing how technological systems and the socio-economic order co-constitute one-another around efficiency metrics. I then go on to define recursivity as social conditions that contain within them all of the parts and practices for their maturation and expansion, and show how organizations that demonstrate recursivity, like the historical English commons, have been marginalized or destroyed all together. Finally, I show how the ownership of property is inherently antithetical to the closed loops of recursivity. All of this is bookended by a study of urban planning’s recursive beginnings.Esse ensaio propõe que aqueles que buscam construir instituições e comunidades contra-poder aprendam a pensar em termos do que eu chamo de “recursividade” (“recursivity”). Recursividade é uma métrica anti-autoritária que ajuda a trazer uma sensibilidade aos laços de retro-alimentação (feedback loops) em níveis múltiplos de organização. Eu começo por descrever como sistemas tecnológicos e a ordem sócio-econômica co-constituem uma a outra em torno de métricas de eficiência. Passo então a definir recursividade como as condições sociais que contém em seu interior todas as partes e práticas para a sua maturação e expansão, e mostro como as organizações que apresentam recursividade, como o histórico English commons, tem sido marginalizadas e destruídas. Finalmente, demonstro como a posse da propriedade é inerentemente anti-ética aos laços fechados da recursividade. Todo o artigo está baseado por um estudo de recursos iniciais para planejamento urbano

    Ética, ferramenta para pensar os museus

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    The idea of modern museums emerged in the second half of the Eighteenth Century with a clear ideology and ways of seeing the world and a particular set of skills with which to go about curating. As happens with human beings, this genetic code strongly determined museums' future development. This is why many of our museums present themselves as the unquestionable heirs of the encyclopedic knowledge that the philosophers of the Enlightenment pursued. Since they were first established they have based their authority on the mastery of knowledge and have developed a story of the world through a scientific mode of interpreting reality. This paper has two objectives: firstly, to analyze the nature of the museum as a technology of modernity and how they are employed as instruments of legitimation of liberal states; secondly, to show how ethics can help museums to adopt a new role in the knowledge society, by questioning the ideological foundations of the Western paradigm. It does this through an interdisciplinary analysis, combining the voices of philosophers, sociologists, anthropologists, and museum curators and concludes with a proposal on how to apply such thinking to the Latin American cultural environment.El museo moderno nació en la segunda mitad del siglo XVIII con una ideología particular, con formas predilectas de enfrentarse al mundo y provisto de unas habilidades y unas actitudes determinadas. Como ocurre con los seres humanos, esta suerte de código genético ha condicionado en gran medida su desarrollo posterior. Es por eso que muchos de nuestros museos se siguen presentando a sí mismos como herederos incuestionables del conocimiento enciclopédico al que aspiraron los filósofos del Siglo de las Luces. Desde su fundación han cimentado su autoridad en el dominio del conocimiento y han elaborado sus relatos a partir de un modo científico de interpretar la realidad. Este artículo persigue dos objetivos: en primer lugar, analizar la naturaleza del museo como una tecnología de la Modernidad y un instrumento de legitimación de los Estados liberales; y en segundo lugar, mostrar cómo la reflexión ética puede ayudar a estas instituciones a adoptar un nuevo papel en la sociedad del conocimiento, cuestionando las bases ideológicas del paradigma occidental. Para ello se realizará un análisis situado e interdisciplinar donde se combinarán las voces de filósofos, sociólogos, antropólogos y museólogos, de los que se extraerá una propuesta de aplicación al entorno cultural iberoamericano.O museu moderno nasceu na segunda metade do século XVIII com uma ideologia particular, visões de mundo preferenciais e habilidades e atitudes específicas. Tal como acontece com os seres humanos, este tipo de “código genético” condicionou, em grande medida, seu posterior desenvolvimento. É por isso que muitos dos nossos museus continuam se apresentando como herdeiros inquestionáveis do conhecimento enciclopédico aspirado pelos filósofos do Iluminismo. Desde a sua fundação, têm cimentado sua autoridade no domínio do conhecimento, e elaboram seus relatos a partir de um modo científico de interpretar a realidade. Este artigo tem dois objetivos: primeiro, analisar a natureza do museu como uma tecnologia de modernidade e um instrumento de legitimação dos Estados liberais; segundo, mostrar como a reflexão ética pode ajudar essas instituições a adotarem um novo papel na sociedade do conhecimento, questionando as bases ideológicas do paradigma ocidental. Para isso será feita uma análise situada e interdisciplinar, na qual serão combinadas as vozes de filósofos, sociólogos, antropólogos e museólogos – de onde se extrairá uma proposta de aplicação ao contexto cultural ibero-americano

    Gerando comunidade, gerando justiça? A produção e circulação de valor em iniciativas comunitárias de energia

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    In this paper, we explore the potentialities and interconnections between existing and hypothetical community energy systems and the concept of generative justice. New York State’s more recent official energy plan, for instance, includes provisions for community-scale microgrids, and several European nations offer significant financial support to citizens interested in building micro and intermediate-scale renewable energy systems. Such efforts and technologies appear to promise some degree of generative justice, returning much of the value generated by distributed renewable energy back to the community producing it. However, most currently conceived and implemented community energy systems recirculate value in very narrow and limited ways. Building upon an analysis of New York energy policy and on-the-ground cases, we explore community energy’s potential. What kinds of value are being generated by community energy systems and for whom? How could such efforts be more generative of justice across a broad range of values, not just electrons and dollars? Through the attempt to broaden thinking not only about community energy systems but also the concept of generative justice, we connect technological and organizational configurations of community energy systems and the forms of value they have the potential to generate: including, the production of grassroots energy and organizational expertise, the capacity for local and personal autonomy in energy planning and decision-making, and the enhancement of an affective sense and embodied experience of community. Finally, we examine some of the barriers to realizing more generatively just community energy systems.  Nesse trabalho, nós exploramos as potencialidade e interconexões entre sistemas comunitários de energia existentes e hipotéticos e o conceito de justiça generativa. O plano de energia oficial mais recente do estado de Nova York, por exemplo, inclui fornecimento para micro-redes em escala comunitária, e diversas nações europeias oferecem um apoio financeiro significativo aos cidadãos interessados em construir em escala micro ou intermediária sistemas de energia renováveis. Estes esforços e tecnologias parecem prometer algum nível de justiça generativa, retornando muito do valor gerado por energia renovável distribuída às comunidades que a produzem. Entretanto, grande parte do que é concebido e dos sistemas de energia comunitárias implementadas recirculam o valor de maneiras estreitas e limitadas. A partir da análise da política de energia de Nova York e casos concretos, nós exploramos o potencial de energia da comunidade. Que tipos de valores estão sendo gerados pelos sistemas de energia comunitárias e para quem? Como tais esforços podem ser mais generativos de justiça através de uma ampla série de valores, não apenas elétrons e dólares? Com o objetivo de ampliar o conhecimento não apenas sobre sistemas de energia comunitários mas também do conceito de justiça generativa, nós conectamos configurações tecnológicas e organizacionais de sistemas de energia comunitários e as formas de valor que tem o potencial de gerar: incluindo, a produção de energia de base social e expertise organizacional, a capacidade para autonomia local e pessoal para o planejamento e decisão sobre energia, e o fortalecimento de um senso efetivo e experiência incorporada de comunidade. Finalmente, nós examinamos algumas barreiras para a realização de mais sistemas de energia comunitários mais generativamente justas

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